Evento - Péssimo Natal [Primeiro Circuito]

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Evento - Péssimo Natal [Primeiro Circuito]

Mensagem por Hunted em Ter Dez 15, 2015 9:48 pm



Péssimo Natal
H U N T E D


Primeiro circuíto


O vento batia forte dentro da sala de projeções, ninguém sabia ao certo do que se tratava, apenas todos tinham em mente que era algo relacionado a comemoração de final de ano. Um estridente eco soou pelo ambiente, avisando que a caixa de som estava sendo ativada. A voz distorcida podia ser ouvida de longe, mas não era exatamente algo lógico, eram barulhos e codificações que não podiam ser compreendidas. O silêncio voltou alguns segundos depois e apenas o medo e o frio na barriga foram sentidos pelos detentos.

Uma fumaçava se esvaziou pelo lugar e todos caíram ao chão, desmaiados.

A iluminação branca na visão de todos não os deixou compreender o que havia acontecido. Seus corpos estavam agitados, como se aquela fumaça tivesse despertado a energia do organismo de cada um. As imagens eram formadas aos poucos e quando finalmente percebiam onde estavam, seus olhos se esbugalhavam analisando de um lado para o outro o novo ambiente. A projeção havia sido feita e apenas o desejo de sair de dentro de uma espécie de gaiola feita de grades de ferro era sentida. Em frente de cada indivíduo algo como se fosse um corredor de arbustos.

As grades foram abertas e a passagem estava livre para dentro do corredor. Cada detento em um lugar diferente, sem nenhuma espécie de auxílio ao lado, apenas o medo e o desespero de saber que agora estava num labirinto, escuro e que só era iluminado pela luz de alguns pisca-pisca que ficavam sobre as folhas.

Antes que cada prisioneiro tentasse pisar para fora da gaiola de ferro uma voz soou de algum lugar inexistente.

- O primeiro circuíto se inicia agora. - Disse com a voz distorcida enquanto alguns robôs que aparentemente se assemelhavam a duendes e apareciam por cima  dos grandes arbustos e seguravam bolas que enfeitavam arvores de natal. - Não sejam atingidos pelos duendes. - Comunicou ficando em silêncio, mas dando para ouvir ao longe a voz inquieta dando risadas.

Os duendes que vestiam gorros de papai noel sumiam e pareciam rir descontroladamente por dentre o enorme labirinto. Encontra-los seria o principal problema.

Objetivo do primeiro circuíto


Todos estão dentro de um labirinto feito de arbustos, mas cada um em um canto diferente, sendo o principal objetivo chegar ao seu centro, onde serão levados para o segundo circuíto.

Gaiola de ferro Nº 01: Zigfried V.
Gaiola de ferro Nº 02: Theo M.
Gaiola de ferro Nº 03: Andrew N.
Gaiola de ferro Nº 04: Kitty L.
Gaiola de ferro Nº 05: Alexis S.
Gaiola de ferro Nº 06: Danwell E.
Gaiola de ferro Nº 07: Brandon F.
Gaiola de ferro Nº 08: Enzio D.
Gaiola de ferro Nº 09: Hunyak F.
Gaiola de ferro Nº 10: Cassie B.
Gaiola de ferro Nº 11: Thomas T.
Gaiola de ferro Nº 12: Alfie D.
Gaiola de ferro Nº 13: Mischa R.
Gaiola de ferro Nº 14: Clemence V.
Gaiola de ferro Nº 15: Nathaniel M.
Gaiola de ferro Nº 16: Pietro P.
Gaiola de ferro Nº 17: Donna I.
Gaiola de ferro Nº 18: Zion V.
Gaiola de ferro Nº 19: Cruella I.
Gaiola de ferro Nº 20: Ayato V.
Gaiola de ferro Nº 21: Joachim L.
Gaiola de ferro Nº 22: Oliver A.
Gaiola de ferro Nº 23: Bae B.
Gaiola de ferro Nº 24: Alex R.
Gaiola de ferro Nº 25: Francesca D.
Gaiola de ferro Nº 26: Archer C.

Cada detento pode interagir com qualquer indivíduo que esteja três casas a baixo ou a cima, podendo ou não trabalhar em equipe, visto que é um jogo de eliminação.

Dentro do labirinto serão encontrados duendes vestidos de mini papai noel. Eles estão carregando um saco preto cheio de bolas coloridas, semelhantes aquelas que enfeitamos as arvores. Cada bola possui uma cor diferencia e um efeito que pode atrapalhar ou te remover da competição.

A bola de cor vermelha tem o efeito de fogo. Quando ela atinge o local, queima/derrete, incomodando enquanto tenta se mover causando dano de 20 HP. - Nº 01 ao 03.
A bola de cor azul tem o efeito de gelo. Quando ela atinge o local, molha/congela, diminuindo a velocidade e causando dano de 10 HP. - Nº 04 ao 07.
A bola de cor verde tem o efeito tóxico. Quando ela atinge o local, envenena, deixando a pessoa zonza e quase sem sentidos causando dano de 5 HP por três turnos. - Nº 08 ao 10.

Cada individuo possui uma barra de HP que deverá ser postada junto sendo ela contada como 100/100 e diminuída conforme a narração segue.

Agora vamos para a parte da rolagem de dados. Sim, terá que rolar os dados para decidir seu caminho.

O primeiro dado sera referente a sua sorte, se será atingido ou não por uma bola especial. Seguindo a numeração acima de 01 a 10 é azar e será atingido pela bola com efeito conforme explicado anteriormente e se contar de 11 a 20 não terá problemas para continuar, não sendo afetado por nada.
O segundo dado será quantas casas você vai pular. Cada usuário começa com 00 e dependendo do número que conseguir será multiplicado por 02 e dará o resultado de distância percorrida. Quem atingir 100 primeiro ultrapassará a primeira etapa.
O terceiro dado é referente a defesa, caso ele seja maior que o primeiro dado, este valerá como ataque defendido. Vale para defesa de ataques de detentos também.
O quarto dado é OPCIONAL e é para caso ataque algum detento.

Serão dois dados rolados. Caso alguém não saiba como rolar, após pré-visualizar seu post, a baixo haverá a opção de lançar dados e escolha a que se refere a ação.

Será eliminado o indivíduo que:
Chegar em 00 de HP;
Não alcançar o centro do trajeto até a 15ª colocação;
Não informar a baixo os atributos referente ao personagem;
Não postar o primeiro circuíto conforme solicitado a baixo;
Não informar a baixo as perícias referente ao personagem;
Não informar no post a quantidade de vida que foi solicitada, sempre alterando no próximo post caso perca HP ao ser atingido por alguma bola;
Editar o post sem autorização do narrador;

Extras


Narre seguindo o post acima, sendo direto e objetivo nos pontos importantes. Não enrole, faça o que se pede.

Nem todos poderão passar para o segundo circuíto, então desejem sorte a si mesmos para conseguirem nos dados um valor alto, principalmente no segundo que é referente a distância que você se aproxima do centro do labirinto.

Após o narrador postar a avaliação, ninguém poderá ser incluído. Não postou, foi eliminado.

Não existe risco de morte ou ferimento, o que acontecer dentro da sala de projeções, fica dentro da sala de projeções.

Seus poderem servem para utilizarem como defesa das bolas. Sejam criativos e narrem que estão tentando sempre se defender de ataques. Ninguém disse que apenas as bolas são perigosas. Usem os poderes para comunicação com outros detentos, para se mover mais rápido ou qualquer outra coisa.

Informe no início do tópico quem atacou ou tentou atrapalhar, isso vale para causar dano no indivíduo e baixar seu HP.

Se quiserem interromper algum outro detento, poderá apenas narrar contra algum que esteja três casas acima ou a baixo de sua grade.

O post deve ser feito até o dia 16/12/2015 às 19:00 horas ou antes do narrador postar.

Dúvidas MP ou ChatBox.

Posts feitos depois desta narração sem ser dos usuários que já estão participando serão ignorados.

@DFRabelo

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Re: Evento - Péssimo Natal [Primeiro Circuito]

Mensagem por Alex R. Slaint em Ter Dez 15, 2015 10:26 pm


Ho ho ho...

Um vento bateu forte sobre todos dentro da sala, fiz uma expressão para evitar que aquele ar gélido ressecasse meus olhos colocando minha mão também na frente do rosto,um som estridente se ruiu pelo local também fazendo a entender que o som estava para anunciar outra coisa, mas não, as palavras que se distorciam em meio ao barulho não eram concretizadas, não se conseguia entender nada o que deixava todo tensos dentro do local, o que era aquele maldito evento? Qual seria a brincadeira que os miseráveis daquele lugar estavam tramando para nós?
Tudo se calou, olhei para os lados vendo todos também ficarem sem entender nada, um arrepio em minha espinha me alertou que algo ruim estava para acontecer e que não era algo bom. Um barulho estranho novamente voltou a inundar o lugar e uma fumaça se dissipava pelo local fazendo um por um tombar dentro da sala, ousei me virar para correr dali, mas era tarde demais para conseguir uma fuga do lugar e logo tudo se escureceu diante de meus olhos me fazendo cair desacordado em meio aos demais presentes também pegos por aquela surpresa desagradável.

Uma luz inundou meus olhos me fazendo não conseguir enxergar o que estava a minha frente, minha visão estava totalmente embaçada e não sabia o que tinha acontecido apenas que eu havia apagado depois de ouvir as palavras de um alto falante com voz distorcida quase que maquiavélica. Sentia meu corpo agitado e na tentativa de caminhar pude sentir minhas mãos tocarem grades novamente, eu estava preso de novo? Aos poucos a visão ia se voltando e barulhos irritantes surgiam, sacudi minha cabeça e passei minha mão pelo rosto tentando fazer de vez me recuperar logo daquela vista turva e foi o que aconteceu. Estava enjaulado como um animal em um local desconhecido cujo a minha frente apenas tinha um corredor feito do que parecia ser arbustos com piscas picas natalinos que faziam o que parecia ser duendes robóticos emitirem uma risada insuportável.
- Mas que porra é essa? - perguntei olhando tudo ao redor e vendo que o evento parecia ser um tipo de teste de sobrevivência.
- Isso é alguma brincadeira, seus MERDAS!? - gritei novamente batendo na grade com raiva buscando algum tipo de saída daquele lugar.

A grade se abriu e então me virei olhando para aquele longo corredor feito de luzes piscantes mescladas ao verde penumbro dos arbustos e sem delongas fui na direção para sair quando a voz disse:
- O primeiro circuíto se inicia agora. Não sejam atingidos pelos duendes.
Os duendes então sumiam dentre as folhas com suas risadas irritantes.
- Realmente isso é um teste. - engoli a seco e pisei para fora da jaula olhando para os lados vendo que não tinha mais ninguém próximo a mim, a não ser...
- Será que do outro lado desses muros tem pessoas também? E os outros prisioneiros? - pense comigo mesmo.
Para não deixar o tempo ou o azar de encontrar com aqueles malditos duendes dei meus primeiros passos em direção ao longo corredor e comecei a correr rapidamente percebendo que vielas surgiam logo alguns metros.
- Labirinto? - pensei alto não acreditando aonde havia me metido.

Corria apressado pelo corredor chegando na primeira encruzilhada, olhei para a direita e para a esquerda tentando ver para onde poderia começar minha trilha, rapidamente me movimentei para a direita voltando a correr, logo esquerda e direita novamente parando quando fui surpreendido por um duende, a bola vermelha vinha em minha direção e então me joguei pelo chão para esquivar dela, dei uma cambalhota e então me coloquei de pé rapidamente vendo outros duendes aparecendo. Me lancei para a direita me esquivando agora das bolas azuis que pareciam meteoros vindo em minha direção.
- MERDA! - um duende apareceu de surpresa por cima da próxima encruzilhada e lançava agora uma bola verde me fazendo saltar para a entrada esquerda.
As risadas vinham novamente e depois sumiam. Se caso eu fosse atingido por uma bola verde usaria minha habilidade de hemocinese para evaporizar o líquido tóxico dentro de mim.

Voltava a correr e se eu fosse surpreendido por alguém ou pelos duendes tentaria me esquivar e usaria meus dons para afetar o outro e assim me adiantar na corrida contra o tempo e achar o centro daquele maldito labirinto.


HP:
100/100

Atributos:
Destreza: 4
Força: 8
Inteligência: 5
Carisma: 5
Vigor: 8

Perícias:
Resistente à tortura amador

...Bad Christmas

Esse é meu post de número {03}. O tempo está {sei lá}, e estou usando {uniforme de presidiário}, estou falando com {ninguém}. Estou postando {evento}. E agradeço a Lari por esse template.


Última edição por Alex R. Slaint em Ter Dez 15, 2015 10:32 pm, editado 1 vez(es)

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Tell myself I wouldn't cry when you're gone, but I know it's easier said than done.
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Re: Evento - Péssimo Natal [Primeiro Circuito]

Mensagem por Hunted em Ter Dez 15, 2015 10:26 pm

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Re: Evento - Péssimo Natal [Primeiro Circuito]

Mensagem por Danwell Estermont em Ter Dez 15, 2015 11:32 pm




is it christmas already?


USUÁRIO ATACADO (não intencionalmente qqq) escreveu:Brandon {nº 07}
Quando chegou à Sala de Projeções, Danwell optou por trilhar seu caminho até o fundo dela, perto dos portões, onde poderia observar cada um que entrasse e ter uma visão maior da pequena multidão que preenchia o grande cômodo. Era um tanto reconfortante para ele estar ali naquele amplo espaço, mesmo que soubesse que, num piscar de olhos, a situação poderia mudar. Mas então, quando as poucas dezenas de prisioneiros que haviam sido coniventes em participar de quaisquer que fossem as brincadeiras dos monstros que ali os prendiam, um vento forte começou a soprar.O que é isso? Ah, de novo não... De repente viu-se de volta no jantar onde descobrira seus poderes, quando o vento tomou controle de si e o surrupiou de seu assento para dar-lhe asas; temeu que suas habilidades estivessem fora de controle novamente, mas após alguns segundos, percebeu que nada daquilo acontecia com ele.

O vento, que rodopiava pela sala e balançava seus louros cabelos, era fruto da própria Sala de Projeções e de seus sistemas. Alguns segundos após o seu início, um som de estática foi liberado pelos auto-falantes, acompanhado de estranhos códigos os quais ele não possuia a mínima ideia sobre o que se referiam. Por ranhuras nas paredes, Dan percebeu que o ar tomou uma coloraçao diferente quando os organizadores daquela brincadeira doentia permearam pelo ambiente uma fumaça sonífera. O vento constante ajudava a substância a se espalhar e em breve todos ali, inclusive Danwell, encontraram-se tão sonolentos que acabaram caindo no sono nos locais que estavam.



Abriu os olhos. O teto acima dele, bem como o chão, era uma placa de metal. As paredes que o rodeavam eram grades. Estava preso numa jaula. Sua claustrofobia não era tão forte, mas tinha uma sensação muito incômoda. A própria ideia de estar numa prisão era um desconforto, mas estar numa prisão dentro de uma prisão era ainda mais desorientador. Felizmente seu calvário pouco durou. Olhou pelas grades para o corredor que se estendia à sua frente, semicerrando os olhos enquanto se levantava. O que era aquilo? A estática voltou a ecoar e, das caixas de som, a voz de seu anfitrião era um estridente alarido. Ele falou que aquele era o primeiro circuito e que não era para ser atingido pelos duendes, os quais Danwell, perceptivo como era, já havia percebido. Eram coisas pequenas como duendes de jardim sobre as sebes, com gorros vermelhos de papai noel.

Assim que as grades se abriram, tratou logo de andar para fora da jaula, ao passo em que os duendes deslizavam mecanicamente para dentro das paredes. Sua prioridade nº01 até então tinha sido sair da jaula, e só por fazer isso cinquenta por cento de sua apreensão havia diminuído. Porém a outra metade o tornava alerta. O homem havia dito para não ser atingido pelos duendes e todos eles estavam escondidos na sebe. Não deu outro passo, apenas inclinou o corpo na direção de uma das paredes, mas os galhos e folhas que constituíam a sebe, naquele ponto, estavam tão intrinsecamente trançados que era impossível ver algo além.

Deu alguns passos, avançando pelo labirinto, quando entendeu sobre o que o homem estava falando. Primeiramente só viu um projétil azul vindo em sua direção e fez o melhor que pôde para de desviar dele, jogando-se para o lado em direção à parede. Foi analisar o que havia sido usado para lhe atacar e deu conta de que era nada mais, nada menos que uma bolinha de natal, usada para enfeitar árvores. Quando ela se chocou contra a parede liberou uma espécie de fluido que congelou as folhas próximas. Arqueou uma das sobrancelhas e voltou a avançar, desta vez mais cauteloso. Ergueu as mãos na frente do corpo, atento a qualquer coisa que pudesse acontecer. A próxima bola foi fácil de desviar também, mas, a partir desta, os ataques se tornaram mais frequentes.

Rodeou as mãos, que mantinha erguidas, com uma camada de ar que girava lepidamente. Por três vezes, movimentou as mãos na frente no corpo na trajetória das bolas de natal, de modo que o ar que as cobria, com seu movimento, fez com que os projéteis fossem defletidos na direção das paredes, liberando o fluido congelante na sebe. Mas também pulou sobre algumas esferas que eram muito baixas - com facilidade, diga-se de passagem, pois tinha certa facilidade para acrobacias - e movimentou o corpo para os lados vez ou outra, desviando com não muito facilidade, pois não sabia onde os malditos duendes se encontravam.

Puta que pariu! Exclamou mentalmente quando teve de deitar no chão assim que três esferas foram lançadas ao mesmo tempo em locais diferentes de seu corpo, erguendo-se numa cambalhota logo após e movimentando a mão bruscamente para cima para que o vento alterasse seu caminho. A bola subiu alto, devido à velocidade do movimento, e fez uma trajetória curvilínea para cima, ultrapassando a altura das paredes e caindo no corredor à sua direita. - Oh, oh... - Imaginou se iria atingir qualquer desafortunado que estivesse por lá, mas não conseguiu se decidir se achava aquilo algo bom ou não.
HEALTH POINTS escreveu:{100/100}
ATRIBUTOS escreveu:Destreza {6}
Força {7}
Inteligência {6}
Carisma {4}
Vigor {7}
PERÍCIAS escreveu:{ACROBACIA} para {AMADOR}

valeu @ carol!


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Re: Evento - Péssimo Natal [Primeiro Circuito]

Mensagem por Hunted em Ter Dez 15, 2015 11:32 pm

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Re: Evento - Péssimo Natal [Primeiro Circuito]

Mensagem por Andrew N. Cunningham em Qua Dez 16, 2015 1:47 am

hate to feel
Os minutos, implacáveis, transcorreram depressa… e a única mudança significativa no local se dava à aglomeração de prisioneiros reunidos ao redor. Um panorama bastante inusitado onde todos aguardavam apreensivos. Paciência jamais fizera parte do rol de virtudes de Andrew, e esta realidade se mostrava evidente neste exato instante. Munido de uma carranca tomada por ansiedade, os braços entrecruzados em seu habitual gesto de insatisfação, ele continuava a aguardar pela próxima etapa do malquisto convite à sala de projeções. O singular recinto, aliás, passara a emitir rajadas de um vento cuja insistência angariou a atenção do escocês, que tentava deduzir do que todo aquele cenário se tratava.

Pensamentos rodopiavam sua mente como remanescentes de um sonho ruim quando subitamente, arrancando-lhe desse torpor, a estridência de um eco penetrou-lhe os ouvidos. Andrew arquejou em seu sobressalto, embora o corpo sequer tivesse esboçado qualquer reação expressiva. Tentou registrar o teor dos ruídos frenéticos, em vão. Veio o silêncio outra vez. — O que estão fazendo? — A voz não passava de um murmúrio débil, quase falho. Em seu crescente desespero enraivecido, Andrew estava na iminência de manifestar-se; então um jorro surpreendente de fumaça fez-se fluir pela extensão do espaço da sala, detendo-o. Bastou a primeira inalada para descobrir-se na proximidade de perder os sentidos. Logo a escuridão apossou-se dos seus sentidos.

(...)

Um clarão atiçava as pálpebras do moreno a espacejarem. Era um fulgor intenso e provocativo banhando o ambiente externo à sua visão. Com árduo esforço, os olhos abriram-se a princípio sofregamente, até restabelecerem o foco de outrora. Andrew preferiria ter permanecido na obscuridade: o que registrava agora parecia-lhe um ambiente de todo modificado, desconhecido. Seu peito sofria ante os batimentos delirantes do coração, à medida que filetes de um suor frio tracejavam sua face. — Que lugar... é esse? — A fala entrecortada era consequência da incredulidade do escocês ao constatar a excentricidade de onde achava-se. Haviam grades em volta mantendo-o cativo. Uma gaiola. Mal o pensamento firmou-se, o ruído arrastado das grades se abrindo causou-lhe uma curiosa sensação de liberdade mesclada ao medo sufocante. Queria partir o mais depressa possível. Antes de pôr-se em movimento, contudo, a familiar voz perniciosa fez-se ouvir: — O primeiro circuito se inicia agora.

A essa altura, incapaz de demonstrar relutância, Andrew impulsionou-se adiante, pernas e braços movendo-se desesperadamente no sentido do único caminho disponível. Irrompeu num corredor margeado de arbustos, dos quais despontavam duendes mirabolantes cuja aparência assemelha-se ao icônico Papai Noel. — Merda, merda...! — A exclamação viera após um dos duendes brotar repentinamente durante o percurso do moreno, sua tenebrosa risada causando uma paralisia aterrorizante em Andrew. — Puta que pariu! O que... — Outro diminuto duende rompera do emaranhado de folhas ao redor, dessa vez valendo-se de uma manobra mais ofensiva em vez de limitar-se ao riso. Uma esfera, aparentemente, de coloração vermelha, fora disparada por ele. — Ah, maldição! — Andrew lançou-se ao chão num movimento abrupto e instintivo. A adrenalina avolumava-se e começava a dominar seus movimentos. Levantar-se custou-lhe energia, no entanto Andrew pouco se importava: queria apenas abandonar aquele inferno labiríntico.

Mais adiante, tendo percorrido alguns generosos metros, pegou-se diante de um cruzamento: esquerda, em frente, direita. O desespero do momento o fez ponderar somente por breves segundos antes de optar pelo trecho à direta. Talvez tenha sido precipitado, pois dali uma turba de duendes surgira, os risos escarnecedores causando repulsa em Andrew. Eles voltaram a disparar aquelas bolas azucrinantes antes de sumirem do campo de visão, três delas: vermelha, azul e verde. O escocês precisou reunir o senso de equilíbrio para tentar esquivar-se da investida; tentava desviar-se como podia, ora arremessando-se no assoalho, ora saltando à maneira desengonçada de um sujeito em constante desespero. — Porra, aonde eu vim parar?!

O suor encharcava-lhe toda a extensão do rosto. Seus músculos berravam de dor; as articulações latejavam; e as pernas pareciam bambas a cada passo dado. Ainda assim, ele corria, chegando a tropeçar em alguns pontos do percurso, entretanto sempre pondo-se de volta à posição propícia para impelir-se ao longo dos corredores.


XIII

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Re: Evento - Péssimo Natal [Primeiro Circuito]

Mensagem por Hunted em Qua Dez 16, 2015 1:47 am

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Re: Evento - Péssimo Natal [Primeiro Circuito]

Mensagem por Nathaniel Möunttcasp em Qua Dez 16, 2015 9:34 am



I’m the eternal beauty
Shadow



Depois da misteriosa fala do locutor na sala de projeções, uma forte ventania invadiu o local. O eco horrendo e insuportável das caixas de som sendo ativadas fizeram o rapaz tapar os ouvidos com força. Gradativamente, uma ortina de fumaça se formou na sala de projeções.

Os sentidos do rapaz lutavam para prevalecer, mas o efeito daquela substância o fez dobrar os joelhos e se apoiar no chão em uma acesso de tosse. Sua consciência já ia longe, afetada de maneira mais imediata pela droga que consumia seu corpo. Em poucos segundos, apenas a iluminação branca fazia parte de sua visão, antes de desmairar por completo.

***

Quando acordou, a primeira coisa a ser notada foi a prisão de ferro. Aquela gaiola o incomodava profundamente, pois detestava o sentimento de impotência e pavor que logo tomariam conta dele. Nathaniel respirou fundo e levantou uma sobrancelha quando a porta da prisão se abriu. Antes de qualquer movimentação, a voz distorcida da sala de projeções fez seus avisos.

- O primeiro circuito se inicia agora – a voz debochou e alguns seres esverdeados e pequenos com roupas natalinas surgiram na parte de cima do corredor de aburstos que cercava a gaiola do umbramancer. – Não sejam atingidos pelos duendes.

As risadas no final fizeram Nathanile sair dali cheio de raiva. Os duendes desapareceram entre os arbustos e ele começou a correr. Depois de algumas curvas, o gêmeo Möunttcasp percebeu que estava em um labirinto. Provavelmente não estava sozinho, já que muitos detentos também estavam na sala de projeções antes do desafio ser criado.

Ele pisava de maneira leve e cautelosa, para não chamar a atenção de nenhum inimigo durande a corrida. Seus olhos ficaram negros, permitindo que a visão norturno o auxiliasse durante o percurso. Quando se decidiu pela  curva da direita em uma bifurcação, deu de cara com um dos seres verdes e malignos.

O duende carregava um saco negro e dava risadas enquanto retirava uma bola azul e jogava em sua direção. Usando suas habilidades acrobáticas, Nathaniel desviaria do ataque e continuaria a correr em direção ao centro do labirinto.

perícias:
Furtividade: Mestre
Acrobacia: Mestre

atributos:
Destreza - 05
Força - 04
Inteligência - 10
Carisma - 11
Vigor - 05

HP:
100/100

poder usado:

✖ Nível 01 - Neste nível o umbramancer pode expandir a sombra e fazer com que áreas fechadas sejam tomadas pelo breu, conseguem escurecer até 15 m², além disso, possuem visão noturna.


Thank's for@Lovatic, on CG



Última edição por Nathaniel Möunttcasp em Qua Dez 16, 2015 10:15 am, editado 1 vez(es) (Razão : colocar o status e as perícias, da mesma forma como fiz com Zigfried Voux. Portanto, edição justificada)

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Re: Evento - Péssimo Natal [Primeiro Circuito]

Mensagem por Hunted em Qua Dez 16, 2015 9:34 am

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#2 'Ação' : 5

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#3 'Ação' : 19

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Re: Evento - Péssimo Natal [Primeiro Circuito]

Mensagem por Zigfried Voux em Qua Dez 16, 2015 10:06 am



It’s hard to dance with the devil on your back, so SHAKE HIM OFF
Pandora Heart



O vento forte que se seguiu fez Zigfried arregalar os olhos. O que estava acontecendo, afinal? Se aquilo tinha alguma coisa relacionada com o Natal, o decorador e o operador de efeitos devem ter confundido os temas. A interferência sonora da caixa de som sendo ligada fez o rapaz se ajoelhar de dor. Ainda não estava completamente recuperado do teste na solitária.

Línguas de fumaça devoravam o chão e faziam os sentidos do rapaz sucumbirem lentamente. Ele detestava a sensação, mas precisava se acostumar pois fora um dos primeiros jovens a entrar naquele manicômio. As luzes brancas rodopiavam enquanto ele desmaiava gradativamente.

***

Os olhos do jovem não precisaram se acostumar com o excesso de luz. Pelo contrário. Teriam que lidar com a falta dela. Da gaiola onde estava era possível perceber que um corredor de altos arbustos estava decorado com luzes natalinas. Mais uma tentativa ridícula e fútil de de adequar ao espírito festivo.

- O primeiro circuito se inicia agora – a voz do locutor assustou Zigfried, que precebeu que sua gaiola estava aberta. – Não sejam atingidos pelos duendes.

Criaturas irritantes e verdes deram risadas antes de sumir na penumbra das folhas e se espalharem pelo local. Sem demorar muito, o rapaz correu pelo que parecia ser um extenso labirinto. Sua telecinese parecia mais forte do que nunca e ele podia sentir a energia dos objetos ao seu redor.

Cinco ou seis curvas e encruzilhadas depois, o Voux começava a pensar no tamanho daquele local. Pela disposição das paredes, a única saída era chegar até o centro. Enquanto pensava sobre aquilo, uma bola vermelha semelhante à de decoração natalina passou zunindo em sua direção. O rapaz rolou para frente e ouviu um coro de risadas debochadas e finas. O projétil colidiu com uma parede e produziu uma explosão de labaredas.

Um duende com roupa de Papai Noel pegava mais bombas de um saco negro. O jovem canadense mal teve tempo de reagir. Encolhendo seu corpo, ele esperou que a barreira que pretendia criar funcionasse, para que ele desviasse do ataque e continuasse a correr até chegar ao fim da prova.

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Força - 04
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Carisma - 11
Vigor - 04

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✖ Nível 07 - Através deste nível o telecinético consegue manipular e levitar objetos de grande porte (mesas, armários, caçambas de lixo e afins) e também desenvolve o poder de escudo dando mais durabilidade capaz de aguentar não mais que duas ações no turno.


Thank's for@Lovatic, on CG



Última edição por Zigfried Voux em Qua Dez 16, 2015 10:10 am, editado 1 vez(es)

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Re: Evento - Péssimo Natal [Primeiro Circuito]

Mensagem por Hunted em Qua Dez 16, 2015 10:06 am

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Re: Evento - Péssimo Natal [Primeiro Circuito]

Mensagem por Zion Vaughn Müller em Qua Dez 16, 2015 11:54 am


not ready to die



I've stood in the dark, been waiting all this time while we damn the dead I'm trying to survive I'm not ready to die. Through the madness we find loyalty is no match for power, say goodbye to your life, left to rot in your darkest hour, friends won't help you now as long as your mine.


Eu tinha certeza que não seria uma boa coisa o que eles estavam planejando. O tempo passou e cada vez mais pude notar pessoas adentrando o local citado pela voz que invadiu nossas celas. O clima estava meio gelado, era comum da época de natal que por acaso eu não tinha dúvidas que seria o mais interessantes de todos. Algumas pessoas claramente demonstravam estar com um pouco de medo, apenas revirei os olhos e permaneci no canto da sala encostado na parede com os braços cruzados esperando que dessem alguma outra instrução sobre o que tramavam para nós.

Longos e torturantes minutos se passaram até que finalmente a porta automaticamente se fechou e com isso logo em seguida uma fumaça cinza começou a pairar pela sala em que estávamos, revirei os olhos mais uma vez. 'Lá vamos nós de novo'. Pensei antes de ter meus sentidos desregulados e por fim tombar para lado desmaiado  escorregando pela parede que estava encostado ficando tecnicamente sentado no chão.
Um bom tempo passou até que acordei recuperando minha consciência, não cem por cento. Meus sentidos se estabilizavam aos poucos e meu corpo estava um tanto agitado, minha veias estavam altas era bem estranho. A luz branca e forte em meu rosto atrapalhou quando tentei observar o lugar em que estava pela primeira, mas ainda tinha minha visão um pouco turva por isso falhei na hora de identificar. Esfreguei meus olhos e tentei novamente aproveitando para me levantar com certa agilidade e mais uma vez estava preso, suspirei dando um soco na grade da gaiola irritado e então sei que eu entendesse ela se abriu. Primeiramente eu desconfiei, não compreendi o que estava se passando ali, fui até 'portão' da gaiola que se abriu avistando um corredor constituídos por grandes arbustos.

- O primeiro circuíto se inicia agora. - A voz rouca e distorcida voltou a se pronunciar mas agora dessa vez não havia tanto chiado e não deu pra saber de onde ela vinha dessa vez o que deixava aquilo tudo mais estranho. Logo uns bichos estranhos apareceram flutuando por cima dos arbustos, tinham a aparência de uns duendes bem acabados com uma vestimenta natalina, o que tornava tudo mais irônico.- Não sejam atingidos pelos duendes. - Ouvi aquela mesma voz que agora já me deixava de certa forma intrigado. Encarei os duendes e entendi o porque daquele saco com bolas coloridas, parecidas com aqueles que pendura em árvores de natal mas era óbvio que não seriam simples bolas. A gaiola se fechou, eu já não poderia mais voltar e então os duendes ficavam se teleportando de um lugar para o outro e assim começaram a arremessar as bolas. - Caralho! - Disse antes de rolar para frente tentando me desviar do ataque surpresa, logo várias outras vieram continuei tento desviar e me defender dos ataques deles e me mantendo atento caso sofra algum outro ataque que não viesse da partes dos monstrinhos esquisitos afim de me defender e continuar prosseguindo com meu caminho naquele que parecia ser um labirinto.
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Última edição por Zion Vaughn Müller em Qua Dez 16, 2015 12:00 pm, editado 1 vez(es)

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Re: Evento - Péssimo Natal [Primeiro Circuito]

Mensagem por Hunted em Qua Dez 16, 2015 11:54 am

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Re: Evento - Péssimo Natal [Primeiro Circuito]

Mensagem por Alfie Dewhurst Oakhartly em Qua Dez 16, 2015 12:46 pm


survivor
“Imagining the future is a kind of nostalgia. (...) You spend your whole life stuck in the labyrinth, thinking about how you'll escape it one day, and how awesome it will be, and imagining that future keeps you going, but you never do it. You just use the future to escape the present.”


| cela 027, há dias, 21:54 |

A
 rajada de ar gélida o deixava com a sensação de uma diminuição à temperatura, Alfie sempre preferiu ao frio, o que, de fato, não o fez importar ou indagar. Sabia o que estava a acontecer, mas não tinha nenhuma ideia do que poderia vir em diante. Ressoou as caixas novamente torturando os tímpanos do rapaz, que levava as mãos aos ouvidos ao objetivo de abafar o ruído. —Que belo Natal. — O tom de voz do homem deixava a boca de forma sarcástica, ao momento que suas mãos ajeitavam às golas da camiseta, antes que o silêncio pudesse ecoar o ambiente por outra vez. Dissipada pelo local, a fumaça invadia narinas de um por um, incluindo as de Dewhurst, que no entanto tentava manter os olhos abertos, porém por uma conspiração externa fazia as pálpebras pesarem o bastante para desfazer o desejado, e deixar que a escuridão tomasse conta de cada palavra, e sussurros que ouvia transformavam-se em ruídos já irreconhecíveis, cada vez mais profundos, até que este pudesse sentir o corpo desabar ao chão de maneira insensível.

Alfie tinha as iria contraídas assim que pôs ao despertar da inconsciência, a dor o fazia a cada milímetro do corpo, de princípio à cabeça, mesmo não lembrando de levá-la de bruta forma ao chão, que de certa forma agora haviam se tornado frios e espessos. Queria saber onde se encontrava e o que estava acontecendo. Pode observar a nova projeção a partir do solo, o que não o deixou nada surpreso ao observar o redor. Engaiolado como um pássaro em um cubo pequeno, cujo mal cabia-o em pé. A projeção desfazia qualquer pensamento constante do garoto anteriormente, todas suas propostas de natal haviam se perdido junto com ambiente anterior, perdido como sua saída daquele labirinto.


.
.
.


Andou, andou da maneira que aqueles queriam que ele andasse, já que sempre esteve ao contrário da maneira a que eles desejavam. Duendes robóticos, quem poderia dizer algum dia ser perseguido por alguns desses. Risadas inquietas lhe agoniavam a mente levando-o a longos passos que futuramente tornavam-se corridas, sabendo que a qualquer momento seria alvo de bolas. Permaneceu em silêncio por qual fosse seu percurso, disposto a ouvir aproximação alheia, sabendo que havia detentos ao outro lado dos arbustos. Ajoelhado ao chão pode correr as mãos pelo solo, a terra pouco molhada deixaria rastros, além de causar ruídos, porém permanecer em movimento era seu principal objetivo. Aqueles gorros ultrapassavam as barreiras superficiais, e suas risadas descontroladas eram cada vez mais penetrantes, o homem conseguia sentir a loucura tomando parte de sua cabeça, por alguma razão perversa a vontade de rir junto com eles era quase incontrolável. Uma primeira bola lançada contra seu corpo o fazia estremecer, sentiu o pulmão ser comprimido, causando um pouco a falha de oxigenação no sangue. Rolou contra o chão, esbarrando contra a parede do labirinto, ele ficou de pé e disparou em frente. Os sons da perseguição  ouvia-se logo atrás. Exigia do corpo muito além dos seus limites, como mesmo o fôlego que já lhe faltava, ele continuou a correr, tentando afastar de si o desespero.  Esquerda, posteriormente direita.  À esquerda,  um caminho mais estreito e uma pequena inclinação pelo centro do corredor. Duas vezes aos lados opostos. Esquerda. Direita.  Assim posto, as gargalhadas petulantes não fluíam, muito menos acabavam-lhes à sonoridade. Uma onda de orgulho cresceu dentro de Alfie, não podia jurar, mas estava disposto a sair vivo.


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Re: Evento - Péssimo Natal [Primeiro Circuito]

Mensagem por Hunted em Qua Dez 16, 2015 12:46 pm

O membro 'Alfie Dewhurst Oakhartly' realizou a seguinte ação: Lançar dados

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Re: Evento - Péssimo Natal [Primeiro Circuito]

Mensagem por Cruella I. Dzerjínsk em Qua Dez 16, 2015 1:03 pm

ho ho ho



Prólogo.

Cruella já estava acostumada com o gás persistente e ardido que era usado na câmara e, de forma singela, se afastou dos presidiários e sentou-se próxima a porta por onde entraram. Suas pálpebras sobrepuseram os olhos, inalando pelo nariz o ar em seus pulmões, em uma respiração calma e nada eufórica: ela já tinha noção de como seria. A sala deixaria suas feições para adotar uma nova, que seria moldada ao bel prazer dos administradores da prisão, e da voz. Sim a voz...Uma que fulminava os ouvidos da grega toda vez que era arrastada para mais um teste. Os ombros relaxaram, e com o ardor, o aroma aflorou em seus olhos e suas narinas - sem mais tardar, estaria novamente nas mãos deles, mas quem terá coragem para falar que uma Ivanovich seria domesticada? Não há quem o faça.

I.

      Estava frio. Em sua pele, um sopro de ar gélido era sentido, e seu corpo reagia. Molhando os lábios, Cruella afastou os empecilhos de seus olhos de forma desgostosa, franzindo suas expressões, as sobrancelhas e o nariz, e uma secura incômoda se apossava de sua garganta, rasgando-a desconfortavelmente. Engoliu a saliva em vão, apertou os olhos, afastou as pálpebras, e suas pupilas só então notaram uma visão clara do que estava em sua volta; eram grades que a impediam de se aproximar de um vasto corredor tão logo em sua frente. Havia uma iluminação precária, arbustos extensos que se apossavam de toda a extensão de sua visão, e um zunido se arrastando juntamente da fronte de ar frígido. "Que porra é essa?", ela não estava nada confiante de que os outros presidiários estariam ali para se ajudarem: ela mesma não o faria. Cruella, então, supôs que era cada um por si. Inspirando profundamente, apoiou-se com seus braços e suspendeu-se com as pernas, indo até a grade e agarrando suas barras com as mãos, puxando-as e empurrando em um empuxo, só para confirmar: trancada. "Ok.". Mordendo o lábio, se afastou, e seus olhos pousaram sob o semblante corriqueiro nos arbustos.

      A grega não expecta ouvir a voz que soa alto no cômodo. Cruella esforça-se para visar o alto falante e sua calma ajuda a espreitar os olhos com mais eficácia, mas nada vê. Logo, torna-se zelosa às superfícies das paredes - cada canto possível - porque o que espera são agulhas ou algo bem mais vil se esvaindo por elas, mas afinal, o que ela nota são as grades que se fraqueiam e desunem. "Tempus occide.". Suspicaz, ela sai de sua cárcere provisória. Nos próximos passos, ela os vê, indo e vindo por entre as folhas dos arbustos: "Não sejam atingidos pelos duendes.", eles não podiam estar falando sério. Acomodando as articulações de suas mãos, ela se afastou suavemente e um suor álgido desceu por sua pele: puta merda. É rápido. Assim como a luz ilumina (e num momento de calmaria, quem sabe, agradecerá por esta ter funcionado), vê eles não tão mais que um metro. E de repente, esta avança uma peça esférica e esverdeada. Sua primeira reação é safar-se, mobilizando o corpo e, depois, eles brotavam por todas as direções, rindo exaltadamente: o suficiente para atiçar a delimitada paciência de Cruella.

       Da direita, uma bola avermelhada de natal fora lançada em sua direção; seu corpo se moveu ao o notar indiscretamente. O coração saltou, podendo ser sentida a pulsação em sua aorta; suas pupilas se dilataram e, enrijecendo o maxilar, ela pôde ver, claramente, as consequências se, por ventura, uma delas colidisse com uma superfície: uma explosão com as dimensões perfeitas para que, mesmo se estivesse afastada o suficiente, ainda poderia sentir a calidez, superficialmente. Cruella olhava para eles, que surgiam e sumiam na mesma condição em que lançavam mais de suas miudezas orbiculares: apertando os lábios, a grega supôs que, se tomasse posse de umas delas, seria muito mais fácil de lidar com os detentos que, com certeza, estariam por ali; "Veniet.".

II.

        Ela quer um dos sacos diminutos de um deles, com todas as bolas de natal, enfeites, explosivos, ou o que mais houvesse lá. Ela queria uma sequência lógica para se aproximar de um; 1, 2, 3, 4..., não, eles se descompassavam no 5; apertou e abriu os olhos com força, ainda se desviando das bolas vermelhas, ora se lançando no chão, ora correndo com toda a força de suas pernas. que mesmo assim, doíam pelo esforço. Seu joelho já não suportava mais: "Merda, merda, merda."; 1, 4, 6..., lá estava. Respirando fundo, e com satisfação nada expressa em suas feições. Cruella comprimiu os músculos dos braços, se aproximando com respeito a sucessão numérica, até estar ao lado para atingir um deles com um chute afortunado de uma de suas pernas, degolando o duende de metal. "Ho ho ho". Houve um sorriso em seus lábios conforme tomava o saquinho de seu corpo; com ele em mãos, afastou-se para fora do corredor.

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Última edição por Cruella I. Dzerjínsk em Qua Dez 16, 2015 6:42 pm, editado 1 vez(es)

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Re: Evento - Péssimo Natal [Primeiro Circuito]

Mensagem por Hunted em Qua Dez 16, 2015 1:03 pm

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Re: Evento - Péssimo Natal [Primeiro Circuito]

Mensagem por Brandon Forsett Cromartie em Qua Dez 16, 2015 3:44 pm




Brandon F. Cromartie




'Clear eyes, full heart, can't lose!'
Aquela era a maior experiência em termos de números de detentos que havia vivenciado desde que estava na prisão. Não tinha nem ideia de quantos estavam presos ali, mas agora tinha uma boa base. "É um número considerável..." algumas coisas passaram-se pela minha mente: não podia cogitar de pensar que a "união faz a força" e se todos ali tivessem algo de "especial", bom, era melhor deixar aquele pensamento para quando conhecesse melhor o sistema da prisão, quantidade de guardas, aparatos de segurança e tudo o mais.

Esperava de forma ansiosa o anúncio do que realmente era aquilo tudo. Enquanto a forte brisa bateu em meu rosto, balançando levemente meus cabelos, tentei me convencer de que uma festa natalina não era uma utopia no final das contas. Mas toda aquela tentativa de criar uma expectativa boa sobre aquilo foi por água abaixo ao som daquele zumbido que a caixa de som havia emitido. Alguns barulhos estranhos, somado com a estranha voz que já começava a me deixar estressado toda vez que surgia invadindo meus ouvidos, mesmo que no fundo do barulho como naquela ocasião. Todos começaram a se inquietar, tentei manter a calma e não ligar para os murmúrios que haviam se formado. Mas após de as caixas de som pararem de emitir aquela algazarra, o silêncio que veio a seguir foi o suficiente para me fazer respirar fundo e olhar de forma receosa para ambos os lado, será que iriam ser todos espancados ali ou algo do tipo? "Muito leve pelo que percebi dos padrões da-" não deu pra seguir a linha de raciocínio, porque minhas suspeitas de que era algo muito pior do que agressões físicas se confirmava com o surgimento daquela fumaça que começava a se espalhar rapidamente por toda sala de projeções.

E em meio a tentativa de não inalar aquele ar, coloquei a camisa na altura do nariz, mas a fumaça já havia dominado ao local. Um à um, cada detendo foi caindo ao meu redor e quando menos esperei a sensação, muito parecida com aquela que havia tido antes de ser desmaiado duas vezes durante todo trajeto da minha mudança de Miami para a prisão, começou a brotar em mim: meus olhos ficaram pesados, meu corpo mais ainda e rapidamente meus sentidos foram embora. E ao acordar, merda, aquela luz branca era forte demais para meu olhos. Mas assim que fui abrindo meus olhos lentamente, meu corpo parecia estar despertado, como normalmente ficava ao fim de minhas corridas que beiravam Miami Beach. Meu coração batia mais rápido do que o normal, minha percepção que era aguçada por natureza, parecia estar ainda mais feroz. Estava caído, mas meu corpo levantou com total facilidade e aquela luz branca já era normal para minha visão. O que era "normal" na minha visão, também era estranho: parecia que tinha sido jogado em uma espécie de labirinto. Será que um labirinto mortal? Tinha a certeza de que iria descobrir quando passasse por aquele caralho de cela que funcionava como um privação ao instinto de adrenalina que se empregava no meu corpo.

Quando aquela porta se abriu, uma mistura de medo, ansiedade, alívio e desespero. Não sabia o que esperar, isso que era interessante e assustador. De uma coisa sabia! Não daria mole de forma alguma, me esforçaria ao máximo. E quando aquela voz saiu novamente das caixas de som, com aquele riso maléfico que chegou a dar um frio na espinha ao fim dos dizeres "O primeiro circuíto se inicia agora...Não sejam atingidos pelos duendes.", notei as presenças daquelas figuras que estavam espalhadas por toda a parte. Não sabia o porque, nem quantos, nem em qual extensão do local estariam presente, mas iam ter que lidar com o filho da puta mais esguio dali. Fiz uma pequena pose para arrancar em velocidade, puxei fundo um bom ar e em questões de segundo estava saindo da cela. Como era esperado, aqueles "duendes" eram a grande merda do labirinto com aquelas bolas que causavam um bom atraso. Uma bola vermelha atingiu uma parte dos arbustos e queimou uma grande parte dele. Enquanto esquivava com grandes saltos para diversos os lados, agachadas e movimentação do tronco, meus pensamentos rumaram até os detentos da sala de projeções. "Será que todos estão aqui ou só eu fui escolhido para essa brincadeirinha?". Uma bola verde, lembrava bastante as que minha mãe decorava o pinheiro de natal em casa, vinha em direção da minha face. Com meus sentidos era mais fácil desviar de projéteis, mas com grande quantidade e sem a chance de ver o raio de trajetória de todos, dificultava a tarefa que normalmente não era problema. Aquela bola verde foi facilmente desviada com um simples deslocar de cabeça em um movimento até lento: era uma forma de debochar que encontrava para dizer que precisariam melhorar muito para me acertar.

Enquanto avançava, em meio à tantas bolas que já era difícil saber a probabilidade de desvio daquelas malditas esferas, notei a presença de mais outros detentos. Agora teria que me preocupar com todo aquele fogo cruzado e ainda com alguém podendo se aproveitar de mim. Minha atenção mais que dobrou, aquela merda de labirinto poderia ter também suas armadilhas por ali em algum lugar. Mas no momento, estava focado: correr, desviar a estar atento tornou-se tão mecânico que era apenas o que eu conseguia fazer enquanto avançava, ou pelo menos tentava avançar. Foi então que uma bola veio mais rápida que o normal e não parecia ter sido jogada pelos duendes. Estava rápida demais, rápida demais! Tentei desviar, mas meus reflexos gritavam que era quase impossível. Mesmo assim não me dei por vencido e me joguei para o lado oposto, contando que havia conseguido, pois sabia que aquilo ali faria estrago. E caso tivesse me atingido, não teria nem a oportunidade de pensar em parar ou seria alvejado ainda mais: continuaria firme na corrida, tentando ignorar qualquer dificuldade física.



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Re: Evento - Péssimo Natal [Primeiro Circuito]

Mensagem por Hunted em Qua Dez 16, 2015 3:44 pm

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Re: Evento - Péssimo Natal [Primeiro Circuito]

Mensagem por Mischa Romanov em Qua Dez 16, 2015 4:39 pm


Devil In Disguise

 Lá estava eu, naquela maldita sala de projeções sem saber muito o que esperar, afinal havia poucos dias que eu havia sido jogada nessa prisão, sem nenhuma explicação que houvesse.
Mas eu podia notar que todos estavam apreensivos e um tanto quanto assustados, como eu.
Vindo de um lugar como esse, com seres deformados, bem julgo eu, que usam máscaras e nem um pouco amigáveis, que nos forçam a fazer as coisas, não estava esperando um presente.
Suspirei sentada no chão e encostada na parede, ignorando o vento gélido que batia, estava acostumada com o clima frio da Rússia, minha terra natal e com tantas torturas que meus pais me fizeram desde criança, não seria isso que iria me abater.
Enquanto eu apenas aguardava pelo que quer que estava por vir, chiados surgiram das caixas de som, só que não fazia-se sentido algum os sons que saiam dali, não podia ser nada bom.
Quando o som se extinguiu uma fumaça branca começou a cobrir a sala, e por mais que eu tentasse, era tarde, mais uma vez eles me apagaram.

Não sei por quanto tempo estive desacordada, mas imagino que não deva ter passado mais que alguns minutos. Abri meus olhos devagar, sentindo ainda os efeitos desse tal sonífero, que provavelmente ainda usariam muitas vezes.
A claridade me cegou por alguns segundos, mas logo meus olhos passaram a se acostumar com o novo ambiente, me levantei devagar para então prestar atenção a minha volta.

Uma gaiola. Eu estava dentro de uma porcaria de gaiola. Que merda que eles fazem nesse lugar afinal? Somos usados em algum tipo de experimento feito ratos de laboratório? Apenas algumas variáveis para o que quer que esses lunáticos faziam por ali? Se fosse o caso, pouco importava se morrêssemos não é? No meu caso, não teria ninguém para reclamar minha morte, os únicos que poderiam estavam mortos, e a culpa era minha.

Fui trazida de volta de meus devaneios pelo rangido da porta da gaiola se abrindo, respirei fundo encarando o que definitivamente era um labirinto. Era bem escuro devido as folhagens densas dos arbustos que formavam os corredores, tendo apenas a pouca iluminação das luzes de natal, que trazia um ar bem sombrio pra uma data antes tão festiva e familiar.

Antes mesmo que eu me mexesse a tal voz estranha e sinistra soou pelos auto-falantes novamente.

"O primeiro Circuito se inicia agora"

Ótimo! Pelo visto esse era só o começo das torturas, como não adorar esse lugar?!
Maldita a hora que eu sai da minha cela. Que os jogos comecem enfim não? Suspirei e revirei os olhos me encostando na grade.

"Não sejam atingidos pelos duendes."

Duendes?!! Tinha como isso ficar mais sinistro? Se o natal era a época preferida de alguém definitivamente não é mais, ta bem mais pra pesadelo.
Saí da gaiola, eu não teria outra escolha de qualquer maneira, parece que nesse lugar ninguém tem, dei de ombros encarando os tais duendes macabros, com risinhos sinistros que sumiam e apareciam por entre os arbustos. Um baque a minhas costas da gaiola se fechando. Realmente não havia desistência.
Me estiquei um pouco e dei uns pulinhos, me preparando para começar. Observei mais um pouco tentando notar os detalhes e talvez as sequencias de tempo com que os duendes iam e vinham.

Respirei fundo, me alonguei e me pus a correr pra dentro do labirinto, atenta a qualquer tipo de movimento ou ataques, pronta para me defender e desviar do que viesse em minha direção, buscando aumentar o ritmo e correr mais rápido, evitando todo e qualquer tipo de ataques, incluindo esses tal duendes loucos.
Estava atenta para tudo, pois poderiam não ser só esses tais duendes, me mantinha alerta enquanto corria e desviava das malditas bolas de natal que eram atiradas. Definitivamente, eu odeio o natal.


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Re: Evento - Péssimo Natal [Primeiro Circuito]

Mensagem por Hunted em Qua Dez 16, 2015 4:39 pm

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Re: Evento - Péssimo Natal [Primeiro Circuito]

Mensagem por Hunted em Qua Dez 16, 2015 5:35 pm

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Re: Evento - Péssimo Natal [Primeiro Circuito]

Mensagem por Alexis Stein Krützen em Qua Dez 16, 2015 5:45 pm


✘ this isn't a Christmas gift

"Do you know what it's like when you're scared to see yourself?
Do you know what it's like to be your own worst enemy?"

A expectativa do que a aguardava causava-lhe uma agitação anormal em seu âmago; de fato não queria estar ali, e enquanto o som ruidoso e estático preenchia toda a sala de forma incômoda, Alexis deixava os pensamentos refletirem sobre as razões de tudo que ocorria na prisão. Pensar com a voz distorcida sussurrando palavras incompreensíveis não era a coisa mais coerente a se fazer, mas até que já estava acostumada. Com tantas vozes em sua cabeça, Alexis temia por acabar enlouquecendo naquele lugar. Na prisão, digo. Ela jurava que isso ainda aconteceria, e da prisão ela iria direto para o hospício. Uma fina e indefesa fumaça quase transparente iniciou uma dança lenta pelos pés dos detentos ali reunidos, ganhando cada vez mais espessura e terreno, deixando toda a fragilidade de lado. A jovem, que presenciara tal coisa mais vezes do que gostaria, já tinha conhecimento do que lhe aguardava. Sentou-se no chão. Esperou que a projeção se iniciasse enquanto suas narinas inalavam, sem escolha, aquela fumaça. As pálpebras se tornaram pesadas demais para que pudessem continuar abertas, analisando a sonolência dos outros detentos, um por um caindo no chão. Ela abraçou seus joelhos, e deixou que os olhos por fim se fechassem.

[...]

O coração palpitava em seu peito. Os olhos se abriram de forma súbita, assustados, como se tivesse acabado de se livrar de um pesadelo. Ou acabado de adentrar em um. Inicialmente, apenas o branco cobria sua visão. Uma sensação incômoda preencheu seu interior, atingido os cantos mais íntimos de sua mente turbulenta; o pensamento de não saber onde se encontrava ou o que estava acontecendo lhe perturbava mais do que tudo. Ela não ousou se mexer, apesar do que acontecia, preferia não agir por impulso. O controle apenas se restabeleceu quando os contornos e cores começaram a ganhar forma e logo um ambiente totalmente novo estava formado diante de seus olhos. Um corredor se estendia a sua frente, perdendo-se na escuridão; os muros eram cobertos de arbustos – ou os muros eram os arbustos, não saberia dizer – e a iluminação era precariamente dada por pisca-pisca natalinos. Uma única e significativa coisa lhe impedia de prosseguir e explorar: barrar de ferros que, em conjunto, formavam uma gaiola. A feição jovial se contorceu numa expressão desgostosa e cansada, que logo se metamorfoseou em pura curiosidade ao ver seu caminho livre. Uma voz anunciou o início do primeiro circuito, e antes que a loira pudesse extrair algo a mais da frase, seus olhos cinzentos se focaram nos robozinhos que, segundo a voz, eram duendes, todos caracterizados com as vestimentas tradicionais do Natal. Mais robôs, por que não? Acho que Hunted deveria começar a se dedicar a construir robôs e não a testar mutantes..., pensou a jovem num revirar de olhos impaciente.

O silêncio no labirinto agora já era impossível de se conseguir; os duendes riam sem controle algum, desaparecendo por entre os arbustos para logo em seguida aparecer em outro lugar, novamente preenchendo o silêncio com aquele riso maroto e estranho. Alexis já havia adquirido certa experiência no quesito robôs, pelo menos o suficiente para desejar não ter que ver um tão cedo em sua frente.  Antes de sair de seu lugar, refletiu por um momento das condições que lhe foram impostas, e tentou, de alguma forma, manipulá-las ao seu favor. Ora, o que ela tinha era nada menos que um bando de duendes imbecis com sacos de enfeites de natais – que ela poderia jurar por sua vida que causavam algum efeito danoso. Seus pés tratarem de se mover, e não pararam. Sugava o ar para dentro de seus pulmões de forma cadenciada, e expirava pela boca, a fim de poupar seu fôlego; tudo num compasso só, enquanto seus pés mantinham-se num ritmo frenético pelo corredor. Precisava correr, pois ainda não desejava descobrir o que aqueles bonitinhos e brilhantes enfeites poderiam causar caso atingissem ela.

Os duendes não tardaram a atacá-la, obrigando-a deixar o percurso reto de lado; foi necessário tentar desviar dos projéteis. Mas com isso, ela pôde começar a executar seu plano. Tentaria lançar esferas de eletricidade, em um tamanho suficiente para provocar ao menos um curto circuito nos robôs que conseguisse atingir. Tentaria fazer com que o saco preto que eles seguravam se soltassem se suas “mãos”, e caíssem de cima do arbusto. Alexis tinha em mente agarrar a sacola antes que se chocasse contra o chão, assim podendo utilizar da própria munição dos duendes contra eles mesmos, continuando sua corrida pelos corredores intermináveis daquele labirinto, os pés não querendo saber o caminho que tomavam, pois estaria se preocupando demais em não ser acertada pelas bolas lançadas pelos duendes enquanto, ao mesmo tempo, tentaria lançar as bolas, ou esferas de eletricidade. Não olhou para trás, mas conseguia ouvir o estilhaçar dos enfeites natalinos. Não parecia nada agradável. Aumentou o ritmo, e não parou de se embrenhar cada vez mais fundo pelos corredores sombrios do labirinto.

Informações:

HP – 100/100

Atributos
Destreza 07
Força 07
Inteligência 10
Carisma 02
Vigor 08

Perícias
- Furtividade (Profissional)
- Mira (Amador)
- Rastreio (Amador)
- Arrombamento (Amador)

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Re: Evento - Péssimo Natal [Primeiro Circuito]

Mensagem por Hunted em Qua Dez 16, 2015 5:45 pm

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Re: Evento - Péssimo Natal [Primeiro Circuito]

Mensagem por Bae Buckingham em Qua Dez 16, 2015 5:52 pm


O
lhei em volta e logo vi uma fumaça rasteira, olhei par Oli dando um passo para trás o trazendo comigo afim de sair dali, quando o mesmo puxou o braço se soltando apenas coloquei as mãos em meu rosto controlando minha respiração, olhei em volta vendo vários caírem no chão.
Tentei colocar o uniforme para cobrir meu nariz mas sem sucesso, senti meu corpo pesar e a visão ficar turva, me agachei para evitar um tombo e me arrastei para próximo de Oli dando a mão para ele o puxando para mim. Não iria ficar longe do meu irmão.

Meu corpo se tornou mais sensível, movimentei meus dedos e calmamente abri os olhos, estava deitada no chão e a claridade branca feriu meus olhos.
Pisquei algumas vezes escondendo meu rosto em meus braços até me acostumar, respiro fundo e me levanto olhando em volta procurando reconhecer. Apalpo minha roupa e meus cabelos me pondo de pé vendo alguns traços formarem imagens conhecidas para mim. Meu corpo parecia super carregado de energia, estava quase eufórica. Pensei rápido e então  decidi aquecer meu corpo, me preparar para o pior. A gaiola me dava nervoso, dei alguns pulos e comecei um alongamento deixando marcado por polichinelos. A grade se abre e então dou alguns passos para frente vendo a área em que me encontrava, pelos arbustos e pelo ponto de vista que tinha aquilo se assimilava a um labirinto. Torci para estar errada.
Com a atenção redobrada apenas olhava em volta até me agachar para encontrar alguma brecha entre a parede de arbusto. Gostava de pisca-pisca, gostava mesmo mas naquele momento não morria de amores. Andar no centro do corredor não era algo lógico, andar no canteiro também não era. O que iria fazer?
Me perguntei ficando próxima a gaiola onde estava apenas por precaução.

- O primeiro circuito se inicia agora.

Olho para frente e inclino levemente a cabeça para o lado vendo o que aquilo era, robôs papai noel? Olha, sinceramente! Penso comigo mesma e reparo cada detalhe daquelas bolas, suas cores e reparei também nos mini papais-noel.

-Não sejam atingidos pelos duendes.

Obrigada voz, ajudou muito! Pensei e então reparei o pisca-pisca contando a ordem de suas piscadas, tudo estava muito bem planejado. Encontrei em alguns arbustos próximos um pequeno espaço onde conseguiria me encaixar, usei então aquilo como estratégica para seguir meu caminho para qualquer lugar que era.
Apesar da descarga de adrenalina precisava ser calma, senão nada disso iria dar certo. Cantarolei baixo uma música apenas para controlar minha andada e cruzar o caminho estratégico.


HP:
Spoiler:
100/100

Atributos:

Spoiler:
Destreza: 7
Força: 4
Inteligência: 10
Carisma: 2
Vigor: 7

Perícia
Spoiler:

■Mira: Você sabe mirar em alvos pequenos a uma boa distância. < Amador


Shit Bae!
®
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