{M} Willem Wërtz Hoffmeister

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{M} Willem Wërtz Hoffmeister

Mensagem por Lust em Seg Dez 21, 2015 10:52 pm



the task
H U N T E D

Oito e cinquenta da noite, Willem encontrava-se em sua cela, nela uma brisa gélida percorria tocando a pele do garoto, de repente uma porta de acrílico veda a cela, hastes de plástico surgem de compartimentos da parede e estes começam a induzir uma frequência que inibe os poderes do mutante. Pouco tempo depois um gás invade o ar do cubículo dopando o menino. Este acorda novamente entre paredes com afluentes de corredores ao longo da pequena sala, uma carta encontra-se ao lado dele e uma pulseira metálica presa ao seu pulso esquerdo.

Meu caro Hoffmeister, em vista de sua habilidade primorosa, nós da comissão da Prisão Hunted, decidimos que você irá desbravar os túneis das antigas instalações laboratoriais, a pulseira presa a seu pulso emitirá impulsos eletromagnéticos que escanearão o ambiente mapeando para nós.

Seu prêmio é a sobrevivência, caso tente fugir, a pulseira descarregará em seu corpo uma onda elétrica de mil e duzentos volts, acredite meu caro você não vai querer desfrutar desta sensação.
No mais vague por estes corredores em busca de uma outra saída e tome cuidado com o sistema de defesa. Boa sorte meu jovem e complete sua tarefa.  
Assim que terminou a leitura sons de passos e tiques mecânicos ecoaram pelos corredores atrás do garoto...




Esta é a sua deixa, narre a sua fuga em um único post, o objetivo é encontrar uma saída do emaranhado de túneis.
Cuidado como usa o teletransporte, pois é um poder arriscado quando não se visualiza para onde vai.
Os túneis do antigo complexo laboratorial é um verdadeiro labirinto subterrâneo, onde se encontra macas, aparatos de medicina antiquados e ampolas com líquidos diferenciados.
A forma de defesa são aranhas robóticas com um metro e meio de comprimento, narre a fuga de pelo menos três destas criaturas.  
Poderá utilizar objetos encontrados no local para se defender, detalhe, não há energia.
Seja coerente é uma atividade de dificuldade mediana.
A saída é um alçapão no teto de alguma parte do complexo, a porta dará acesso a uma parte da floresta, assim que pisar na grama sua pulseira é desativada e se desprenderá do seu braço.
Boa sorte... Duvidas, envie MP.
@DFRabelo

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Re: {M} Willem Wërtz Hoffmeister

Mensagem por Willem Wërtz Hoffmeister em Seg Dez 28, 2015 10:36 pm

the maze runner — a less cooler version

Willem desfez a expressão irônica assim que se viu preso no "labirinto", vendo desnecessário o uso de uma máscara de diversão e sarcasmo na sua situação atual. Estava ferrado. Os pelos de sua nuca arrepiavam-se ao som dos cliques metálicos, distantes porém audíveis. Somente seu medo superava o ódio pela auto nomeada Comissão da Prisão Hunted. Não deixou que a raiva cegasse seus sentidos, fechando os olhos e contando até cinco. Um. Seu nome era Willem e ele era um ladrão com problemas de hiperatividade. Dois. Há alguns dias havia sido sequestrado e levado para uma prisão feita para pessoas com habilidades especiais. Três. Ele conseguia se teleportar. Quatro. Precisava sobreviver àquele lugar. Cinco. Era esperto o bastante para sair dali.

Assim que abriu os olhos, visualizou um ponto no corredor da sala a sua frente e se teleportou para lá, fechando a porta de forma silenciosa após de ver fora do local confinado. Os cliques robóticos estavam mais perto, o que fez Willem se sentir ansioso, acima de tudo. Olhou para frente, o corredor longo e escuro, a sua frente, limitando seu campo de visão a poucos metros. Uma grande desvantagem, pensou consigo antes de se colocar a correr em frente.

Estava há vários dias sem fazer algum exercício físico de forma própria, então não sabia se estava cumprindo um bom tempo ou não; seu único medidor eram os cliques metálicos que, pelo menos, pareciam distantes aos seus ouvidos. Não sabia dizer de forma exata, porque a pulsação no seu ouvido era mais forte do que tudo, abafando outros sons. Mas ao invés de olhar para trás, continuou correndo em frente, sempre em frente. Willem se perguntou se o corredor era interminável.

Outras questões também povoavam a sua mente: por que abandonaram aquele complexo laboratorial, como haviam falado na carta? Por que, sequer, haviam construído-o? Não tinha tempo nem energia para gastar observando a arquitetura do lugar, mas o lugar lhe fazia pensar em possibilidades subterrâneas: esgotos, acessos especiais. Seus pensamentos foram interrompidos por algo diferente do corredor interminável: uma bifurcação. Que clichê, Willem pensou, mas obrigou-se a pensar. Melhor, obrigou-se a respirar fundo e acalmar o coração, limpando a audição.

Clic, clic.

Por mais que o som lhe aterrorizasse, precisava manter a calma, verificar se em algum dos túneis a sua frente havia o mesmo clique metálico do qual estava fugindo. Tentou ouvir da esquerda, nada. Da direita, também não. Ainda estava muito agitado, mas o som atrás de si somente aumentava sua ansiedade e terror. Então, fez a coisa mais ridícula que poderia ter feito: fechou os olhos e escolheu aleatoriamente, visualizando mentalmente a entrada dos túneis e se teleportando para a primeira que lhe veio a cabeça. Em resumo: não sabia em qual buraco havia se metido.

Isso não o fez parar de correr. Agora, dentro de um dos túneis, havia a chance — mesmo que pequena — de ter despistado qualquer que fosse a criatura que estava lhe seguindo. Abriu um sorriso em comemoração, não parando para fazer barulhos mais do que o necessário — sua respiração, o baque dos seus tênis contra o chão sem graça de concreto. Precisava poupar energias e pensar de forma lógica: não sabendo exatamente o que seu caçador era, precisava evitar ao máximo chamar atenção para si mesmo. A coisa mais a inteligente a ser feita era sair dali rápido, de forma silenciosa e sem sequer saber o que era o sistema de defesa.

Até que seu sangue congelou. Mesmo parcialmente ensurdecido pela pulsação forte, não deixou de ouvir o clic mais alto da sua vida.

O corredor escolhido se mostrou pequeno em comparação ao que Willem se encontrou inicialmente. Em compensação, a esquina que ele apresentava como única opção de se seguir estava ocupada. O menino encostou as costas na parede, fazendo tanta força que poderia parecer que estava querendo se tornar um só com a construção de concreto. Olhou para os lados, para a frente, procurando qualquer opção alternativa: a alguns passos de distância havia uma porta, fechada.

Willem se teleportou, agora de frente para a tal porta, tocando com a mão direita a maçaneta, abaixando-a devagar, evitando barulhos. A porta não se abriu. O menino franziu as sobrancelhas. Não aceitaria que aquela sala estivesse trancada, então fez força. Fez mais força. A porta estava dura, e depois de inúmeras tentativas, a porta abriu, um pouco, fazendo um barulho de madeira arrastando no concreto. Will se afastou, fez outro impulso e quando a porta se abriu, não demorou em entrar e fechá-la atrás de si, suspirando quando entrou no local.

Estava escuro, e só havia uma pequena lâmpada no centro, dando uma luminosidade fraca ao lugar. Não havia muita coisa visível, também: duas macas, uma mesa metálica e seu conteúdo de seringas, frascos e aquilo eram correntes? Não importava. Willem pegou três dos frascos ali contidos e os colocou no bolso da calça do uniforme da prisão — nem para me darem uma roupa diferente, pensou, não conseguindo conter a ironia.

Andou até a porta e puxou a maçaneta, fechando a sala com cuidado para não fazer muito mais barulho, se teleportando para perto da esquina, mais uma vez pressionando o corpo contra a parede e fechando os olhos para prestar atenção aos sons do sentinela que encararia — melhor, fugiria. Clic, clic. Ainda estava lá, indo e voltando. As mãos do menino suaram e seus batimentos cardíacos aceleraram até que sua pulsação estivesse tão forte no ouvido que doesse. Não teria um ataque de pânico ali. Não quando estava indo tão bem.

Um.

Dois.

Três.

Se teleportou, agora no início do novo corredor e encarando a figura robótica; não desperdiçou tempo reparando em formas ou detalhes. Pegou um dos frascos em seu bolso e o apertou na mão, jogando na direção do robô para chamar-lhe a atenção. Assim que ele virou, Willem desapareceu no ar, reaparecendo em cima do sentinela robótico, jogando outro dos frascos sem parar para reparar em efeitos. Logo que viu a criatura desorientada pela suas súbitas aparições, olhou para o final do corretor e se teleportou para lá, em silêncio, se colocando a correr para a esquerda.

Ainda que tenha sido perigoso e pensar que pessoas estavam sujeitando ele, um menino, àquele tipo de atrocidade, não conseguia conter o sorriso em seu rosto. Pura adrenalina corria por suas veias e a conhecida sensação de energia transbordando pelo seu corpo foi sentida. Estava suado e e êxtase, preparado para outros cinquenta teleportes. Se preocupou em regularizar a respiração, em afastar o sentimento de calma que tentava tomar controle de seu corpo como um parasita; ainda não havia acabado. Poderiam haver dezenas de outros sentinelas, senão centenas.

Aos poucos, seu ritmo de corrida voltou ao mesmo do início. Um pé na frente do outro, esquerda, direita, esquerda direita. Não estava se preocupando em gravar direções ou pontos de referência; não havia começado no labirinto por um ponto certo. A única coisa que lhe preocupava eram salas vazias e abertas que encontrava pelo meio caminho, sempre que sua visão captava alguma porta escancarada, os batimentos cardíacos aumentavam, esperando que algum dos sentinelas saísse do quarto e o atacasse se surpresa. Ainda havia um frasco em em bolso, uma distração. E não sabia se teria coragem suficiente para abrir outra porta e pegar outras ferramentas improvisadas.

Virou a esquerda, depois a direita e depois continuou em frente. A atividade estava começando a se tornar repetitiva, e a claustrofobia de Willem começava a dizer ei, lembra de mim? dentro do cérebro do menino. Não desejava encontrar outro robô, não mesmo, mas sua ânsia e urgência em achar a saída daquele lugar se tornavam mais fortes a cada segundo, nenhum dos exercícios mentais que ele mesmo colocava como desafio funcionando. Engoliu em seco. Estava começando a ficar com sede e não, de jeito nenhum encostaria sua boca nos frascos sujos e velhos que via toda vez que passava por alguma sala aberta.

A possibilidade de um robô saltar de um corredor contrário ao que ele escolhia fazia com que o estômago de Willem quisesse regurgitar os vários nadas dentro dele, e ficar ciente de forma repentina do órgão vazio deixou-o mais cansado ainda. Que tipo de malucos eram aquelas pessoas? Fechou os olhos e respirou fundo, se concentrando em ouvir pelas paredes. Seria muito mais útil terem colocado um corredor ou alguém com melhor condicionado físico que um menino de 12 anos que se ocupa em comer doces e todo tipo de porcaria não nutricional.

Seu coração acelerou novamente, arrítmico como quando estava na entrevista.

Clic, clic.

Daquela vez, ao invés de entrar em pânico e se teleportar para dentro de uma sala que não sabia ter algo dentro ou não, mais uma vez respirou fundo e se teleportou para perto da parede, andando de lado em passos curtos para conseguir visualizar o corredor no qual viraria; como no seu primeiro combate — que tava mais para um grande escape, coisa de mestre mesmo —, havia corrido uma grande distância num corredor reto e agora precisava virar para direita. A diferença era que tinha a opção de simplesmente seguir em frente, mais escuro e onde ele não sabia o que encontraria. O corredor a partir daquele ponto parecia mais escuro do que as outras partes do labirinto percorridas.

Respirou fundo, se teleportando para o meu do corredor, mas se deparou com outra diferença: o sentinela robô agora estava a sua frente e já havia avistado o menino, tendo começado a correr em sua direção com toda vontade. Will se viu sem reação. Não havia planejado nada, simplesmente se jogava a frente do perigo de forma imprudente — ele era burro ou o quê?

Clic, clic, clic, clic, clic.

O tilintar metálico soava em algum lugar no fundo da mente da criança que, por impulso, quando viu o quanto estava perto de seu caçador, se teleportou para a primeira coisa que conseguiu visualizar quando saiu de seu transe involuntário: a parede do túnel. Por milésimos de segundo teve o campo de visão mais estranho da sua vida, o sentinela no início do corredor, do alto, mas antes que pudesse pensar propriamente, desapareceu no ar e se viu no chão, deixando o robô para trás enquanto corria para a esquerda.

Queria ter parado e descansado mas não podia dar chances do robô saber que ainda estava por perto, então se esforçou em uma única coisa: correr para frente e para todo e qualquer corredor alternativo que lhe aparecesse no campo de visão. Seu coração estava tão acelerado e a pulsação tão forte que sequer conseguiu sentir medo pelas salas abertas pelas quais passava, a dor nos pés mais forte do que qualquer condição psicológica. Virou para esquerda, para a direita, direita, esquerda, frente. Se viu num corredor sem saída e virou de costas, teleportando para o início e voltando a correr em frente; sempre em frente.

Em alguns minutos, conseguiu re-estabilizar um ritmo de corrida confortável, sem muita aceleração ou gasto desnecessário de energia. O coração voltou a bater de forma normal para quem corria e a respiração era regular. Voltou a monotonia em que se encontrava antes, quase sentindo falta da adrenalina no sangue; mas não do motivo dela. Não podia ficar com a mente parada; virou à esquerda. Não podia deixar que a claustrofobia atacasse, então enviou a palavra e o sentimento para os confins da sua mente; virou à esquerda de novo.

Resolveu se ocupar em fazer uma lista mental do que comeria quando saísse daquele lugar. Um hambúrguer de picanha, lasanhas de quatro queijos. Um estoque inteiro de doce de leite alternando entre Soda e Coca-Cola. Seu estômago roncou, reclamando, e na hora Willem percebeu que havia sido uma péssima ideia por muitos motivos. O principal fazia seu rosto cansado murchar a expressão e a mente cansar: não sabia se veria a liberdade quando achasse a saída do labirinto. Poderiam ter mais guardas e agentes do exército do lado de fora esperando só para dar outra dose de morfina em seu pescoço.

Quis sentar e chorar, mas sua visão periférica capitou algo mais interessante. Havia passado direto mas voltou alguns passos, a cabeça virada para o lado e olhando para a porta aberta e a luz acesa. Logo se teleportou para perto da sala, muito parecida com a qual havia acordado: luzes acesas, mesas de metal aqui e ali e macas bagunçadas. Com uma diferença: havia um grande alçapão — única palavra possível para descrever aquilo — no teto, ligado ao chão por uma escada parafusada a parede.

Willem queria ter se teleportado para o topo daquela escadinha e girar a roda de metal que deveria trancar a pequena saída, mas o sentinela robótico foi mais rápido.

Antes que pudesse raciocinar, o menino se viu jogado contra a parede, a cabeça doendo e algo molhado descendo por sua nuca; não parou para pensar. Se teleportou para perto da escada, a primeira coisa que viu quando sua visão clareou, e quando estava prestes a subir, sua blusa foi puxada e lá estava ele, no chão, novamente. Estava preso por uma pinça de metal. Agora, o rosto perto do androide de metal, conseguia ver melhor os detalhes de sua projeção: o rosto lembrava o de um aracnídeo, e juntando com as imagens falhadas e meio transparentes na memória de Will, conseguia quase visualizar um aranha robô.

Até que saiu de seus devaneios e olhou para os lados, vendo a parede como sua única opção. Se teleportou, e assim que se viu livre do sentinela robô, procurou com os olhos alguma mesa de metal. Bingo. Estava mais longe ainda da aranha robô e Will desapareceu no ar, reaparecendo perto da mesa, lotada de frascos e e mais frascos de líquidos de todas as cores que o menino não se importou em identificar. Somente pegou com as mãos o máximo que pode e tomou impulso, visualizando um ponto no ar acima do sentinela e desaparecendo no momento que a aranha o pegaria com suas pinças de metal.

No ar, jogou todos os fracos em suas mãos na cabeça do animal; não parou para contar quantos havia pegado, mas julgando pela quantidade que havia posto em sua blusa, deveria ser uns 15 ou 20. Não esperou cair no chão ou que sua distração fosse em vão, virou a cabeça para o lado e a escada entrou em seu campo de visão. Reapareceu no topo dela, girando a roda metálica com tanta força que não se surpreenderia se, mais tarde, visse machucados dos dedos.

O vento fresco bateu em seus cabelos mas Willem não conseguia se importar com isso. Apenas pôs os braços para fora, apoiou-os na superfície mais próxima — que parecia grama — e fez força para se arrastar para fora daquela odiosa sala, não parando para descansar na grama quando se viu livre; fechou o alçapão, selando o sentinela metálico ali dentro.

Tum, tum, tum, tum. Seu coração batia acelerado num só ritmo, ensurdecendo Will com a pulsação acelerada do sangue. O vento era constante em sua pele e, de repente, teve uma sensação de vazio no pulso. Olhou para o chão, para a grama, e a pulseira que haviam colocado em si estava lá, no chão. Will deu alguns passos para trás, correndo para a árvore mais próxima, seu corpo cansado querendo uma sombra para dormir.

oi, me leia:
Então, eu foquei mais nas fugas/batalhas dos sentinelas do que no labirinto em si. Por quê? Porque se ficasse só em sentimentos, vira para aqui, vira para lá, além de ser chato para eu escrever, seria tedioso para o leitor, então investi mais na ação, embora tenha posto alguns intervalos onde, inúmeras vezes, Will foi para toda e qualquer direção no dito labirinto. A missão pode ter parecido simples e fácil durante o desenvolvimento, mas creio que seja somente um efeito da narração focada nas partes de ação: na minha cabeça, Willem ficou em volta de quatro a seis horas no labirinto, uma média para que seu corpo cansado tenha queimado quase todas as energias que podia ter acumulado e a sede se alastrar.

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Re: {M} Willem Wërtz Hoffmeister

Mensagem por Lust em Ter Dez 29, 2015 10:11 am



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Estou impressionada com a escrita de seu post, gramática impecável, conectores muito bem usados, digna dos parabéns e de uma pontada de inveja - Inveja branca... - amei as ações, pude visualizar claramente um pirralho loirinho correndo por um emaranhado de corredores, vez ou outra sentindo-se refém de seus medos. No mais consegui identificar alguns erros, apenas dois para ser sincera, a respeito de gênero, mas em vista do tamanho de seu post e da ortografia primorosa, percebo que foi o cansaço ou até mesmo a pressa... Não vou diminuir a nota de um post tão bom, só por dois erros que se tornam um tanto irrelevantes. Merece a nota máxima meus parabéns!

Gramática 5/5 (houve dois equívocos de gênero, e não faço questão de releva-los como expliquei anteriormente.)
Descrição e interação com o ambiente - 5/5.
Coesão e Coerência -  5/5
Interação com NPC's - 5/5
Narração (realidade do post) - 5/5
Nota = (5+5+5+5+5)x4 = 100XP = +1 Nível; + 1 perícia (Escolher entre: Furtividade ou Resistência a tortura - O ideal seria fuga, mas não temos essa perícia); + 1 ponto de atributo (Vigor)
+ Tubo de ensaio contendo ácido em seu conteúdo {o líquido pode ser usado 3 vezes}

Bônus:
Após ter seu corpinho revigorado, Will percebeu junto a ávore uma toalha xadrez estendida no chão, sobre ela havia várias goloseimas como: Hambúrgueres, batatas fritas, doces, fatias de pizza, suco de morango, coca-cola e soda.

O menino poderia satisfazer seu corpo faminto com comidas que não eram servidas na prisão e já faziam falta a seu. O garoto percebeu também, que um dos frascos que ele usara para arremessar no sentinela robô havia ficado preso a sua roupa, era um pequeno tubo de ensaio com um simbolo que indicava corrosão.

Por fim notou uma rosa artificial em uma garrafa que ornamentava o pique-nique. A rosa era vermelha e as petalas feitas de renda, junto a ela um pequeno cartão escrito:
Bom Trabalho... “L”
 
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Re: {M} Willem Wërtz Hoffmeister

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