[FP] Kalashinikov, Vladimir [Em Construção]

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[FP] Kalashinikov, Vladimir [Em Construção]

Mensagem por Vladimir Kalashinikov em Ter Dez 22, 2015 9:01 pm




25VladimirKalashinikov

Nome completo /////////////Vladimir Kalashinikov

Nascimento /////////////26 de Junho de 1990

Nacionalidade /////////////Russo

Sexualidade /////////////Heterosexual

Super-Poder /////////////Manipulação de Energia Nuclear

Medo /////////////
Palhaços e Aranhas

Faceclaim /////////////
Keno Weidner


A loucura é como a gravidade, precisa apenas de um empurrãozinho.

PERSONALIDADE


Desde novo Vladimir não poderia ser considerado um rapaz calmo, muito pelo contrario era um rapaz deveras agitado. Sempre fora carismático, fazendo amizades facilmente, entretanto o complicado era mante-las. Por mais carismático que conseguia ser, Vladimir, sempre fora explosivo e assertivo, muitas vezes sendo "cabeça dura" e querendo impor sua opinião para as pessoas. Recorrendo a agressividade e força física sempre que sentia sua "autoridade" desafiada por alguém, assim tentando impor-se na base do medo alheio. Alguns diriam que ele é um tanto louco, afinal não tem limites para conseguir o que quer ou impor sua opinião.

Vladimir é ateu, mas não tem opiniões conclusivas sobre outras religiões e nem sobre coisas místicas. Cré que a ciência pode sim explicar tudo, só não descobriram como fazê-lo ainda.

É um grande fã de literatura fantástica e Sci-Fi. Gosta de filmes dos mais variados gêneros, apesar de sua preferencia pelos filmes de ação. Apesar de sua aparência e forma de agir, ele é demasiado culto e bem informado, contrariando o que muitos achariam ao vê-lo pela primeira vez.

Vlad, é ambicioso e gosta de pensar grande. Sempre vai atrás daquilo que deseja, independente do que achem de suas motivações. Uma de suas maiores ambições era montar um império na industria de cinema pornográfico, pois devido ao dinheiro que rende conseguiria realizar tudo aquilo que planejava para a vida, mesmo que fosse apenas ficar em uma mansão fumando o dia inteiro e gastando dinheiro, talvez até viajar pelo mundo.

Não é um homem de muitos amigos, aliás não tem nenhum amigo de verdade, é bastante solitário, mas por opção e isso não o incomoda. É feliz de sua forma e não permite que ninguém mude isto nele.

Toma suas decisões baseando-se naquilo que deseja no momento, não costuma pensar em futuro distante, busca ver longe o suficiente para a realização se suas metas. Por vezes age por impulso achando que aquilo que está a fazer é o correto e mesmo quando erra não admite e não se arrepende.

Vladmir trata as pessoas ao seu redor como inferiores a maior parte do tempo, a não ser que elas provem para ele que são merecedoras de um tratamento melhor de sua parte. Poucos conseguiram tal proeza, pois o Russo não costuma confiar em ninguém e mesmo quando confia sempre tem um plano para eliminar essa pessoa quando preciso. Com isto ele demonstra-se sangue frio, não importa-se com os outros e nem com aquilo que ocorre com as pessoas a sua volta, apenas olha para si mesmo e sempre visa o seu lado.

Ele tem medo de Aranhas devido a um problema ocorrido na infância com uma imensa quantidade desses animais e lhe deixou sequelas até os dias atuais, porém não demonstra esse medo de forma alguma, até quando se vê diante do medo tenta parecer o mais forte e imponente possível e subjugar tal fobia.

HISTÓRIA



Nascido em um vilarejo ao norte de Moscou, filho de um pai bêbado e violento, uma mãe ausente e que trazia homens para casa quando meu pai estava fora. Um belo exemplo de família feliz não é? Porém eu pouco me importo com isto, fugi de casa aos oito anos quando tive a primeira chance de sair de casa sozinho sem a supervisão de ninguém. Minha mãe deleitava-se com alguns homens em sua cama enquanto meu pai havia saído para trabalhar, aproveitei e parti com tudo o que havia roubado de dinheiro e comida da casa.

Em cerca de uma semana depois encontrava-me nas imundas, bagunçadas e violentas ruas de Moscou. Imagine uma criança com apenas oito anos sem base ou princípios algum vivendo nas ruas de uma das capitais mais perigosas do mundo. Por incrível que pareça eu não terminei tão mal assim. Em alguns dias encontrei um grupo de fugitivos de uma fazenda escravista do lado Asiático do país, eles me "adotaram" por assim dizer. Conseguimos uma casa precária para ao menos vivermos, certo que foi uma invasão, entretanto ninguém nunca apareceu para reclamar.

Eu ainda com todos esses problemas estava decidido a tomar o controle de minha vida. Eu pedi para que me matriculassem em uma escola publica qualquer para que eu pudesse terminar meus estudos. Sempre fui apaixonado por livros e por cinema, isso me fez tentar ser alguém na vida, porém a vida não me deu grandes chances. Ainda sim formei-me, consegui alguns trabalhos e tentei uma faculdade, o que não deu muito certo no final. Nesta época eu já havia saído da casa com aqueles ex-escravos, havia fugido de mais uma "família".

Em um belo dia, quando tinha meus dezesseis anos estava saindo da casa de uma garota qualquer que acabara de perder a virgindade, e provavelmente estava caída na cama ainda sentindo dores. Enquanto andava pela rua vi um casal brigando e o homem deu um tapa na mulher. Como reação corri na direção do casal e tentei intervir na situação, até que o homem puxou uma pistola e apontou-a para mim e por susto ergui as mãos como forma de proteção enquanto na minha mente eu queria uma forma de proteger-me da arma até que eu ouvi um barulho. A arma explodira na mão no homem que sangrava e gritava de dores. Algo havia acontecido e de alguma forma eu sabia que havia sido eu.

Finalmente estava completando meus dezoito anos e naquele um ano de descoberta das minhas habilidades eu havia mudado completamente. Em um ano consegui aprender duas línguas novas, Inglês e Alemão. Consegui um emprego e estava prestes a me mudar de um hotel mequetrefe na zona pobre para uma casa de classe média próxima ao centro. Mas tudo parecia bom demais para ser verdade. No dia da minha esperada mudança algo estranho aconteceu, eu estava bebendo em um bar quando uma briga ocorreu e por algum motivo a minha reação fora bater no homem ao qual havia me importunado, mas não apenas soca-lo, eu bati até seu sua cabeça fosse apenas sangue e uma pasta de ossos quebrados e carne. Aquela ira que eu guardara e escondera tanto tempo me fizeram perder tudo. Naquela noite algo me pegou, eu simplesmente estava correndo para fugir e algo me acertou a nuca e então desmaiei.

A ENTREVISTA



Aqui você deve descrever uma situação em que seu personagem acordou, deitado numa maca com roupas de paciente de hospital. Suas mãos estão presas com algemas, não conseguindo se levantar, apenas a cabeça para observar o que tem ao redor. Você esta tomando um soro, como se estivesse doente e então me conte como foi ficar ali pro alguns minutos sozinho. Depois de alguns minutos um médico vestido de branco, com um capuz escondendo o rosto e a voz distorcida vai entrar e você deverá reagir de alguma forma quando ele aparecer, seja perguntando o que esta acontecendo, xingando ou algo do tipo, seja criativo.

Ele começará fazendo perguntas e apenas isso.

O que você tem de único? Qual sua melhor qualidade e seu pior defeito?
Resposta.

Por quais motivos acha que veio para cá? O que vai fazer se eu te contar que nunca mais vai poder voltar para casa?
Resposta.

Qual era a coisa mais importante na sua antiga vida e por que era isso?
Resposta.

Se defina em três palavras.
Resposta.

Qual seu maior medo e o que você faz para combate-lo?
Resposta.

Depois que a entrevista for concluída, ele largará a ficha em cima de uma mesa próxima e vai chegar perto de você ajeitando uma luva plástica e pegando uma seringa com um líquido cinza. Descreva o que achou ao perceber o que estava acontecendo e qual foi sua reação ao perceber a agulha te furando. Alguns segundos depois você vai desmaiar e o homem sairá da porta e entrará dois outros de terno preto, também encapuzados. Você não saberá de mais nada, apenas vai acordar novamente numa cela de prisão, com a porta aberta. Suas roupas são listradas nos tons preto e branco.

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