[FP] - VILNIUS, Anders

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[FP] - VILNIUS, Anders

Mensagem por Anders Vilnius em Qua Dez 23, 2015 11:07 pm




19AndersVilnius

Nome completo /////////////Anders Vilnius (arquivo). O verdadeiro é desconhecido

Nascimento /////////////31 de outubro de 2006 (arquivo). O verdadeiro é desconhecido

Nacionalidade /////////////Britânico (arquivo). A verdadeira nacionalidade é desconhedcida.

Sexualidade /////////////Heterossexual

Super-Poder /////////////Eletrocinese

Medo /////////////
Nenhum até onde ele sabe.

Faceclaim /////////////
Ross Lynch


"Viver é fácil. É como andar de bicicleta. Só que com o chão pegando fogo, a bicicleta pegando fogo e com tudo pegando fogo, porque você está no Inferno."

PERSONALIDADE


Sarcástico, preguiçoso, infantil, vulgar, superconfiante, irreverente, hedonista... várias são as palavras que definem o jovem. Anders não possui um senso de reverência, sempre tratando tudo com humor (mesmo negro) e inteligência rápida. Adora provocar os outros e confia demais em sua capacidade de controlar o movimento de partículas a nivel atômico (o que se chama normalmente de "corrente elétrica"). Anders não possui respeito por figuras de autoridade, normalmente provocando-as.

Pode-se dizer que existem basicamente 3 tipos de pessoas no mundo: as que ignoram velhas feridas; as que colocam o dedo na ferida; e Anders, que coloca ácido fluorídrico na ferida antes de colocar a faca e torcer. Não que ele seja do tipo que guarde mágoa; longe disso: é apenas pela diversão de ver o circo pegar fogo. Em resumo, Anders é um anarquista.

HISTÓRIA



 E morreu.

 Certo que esse não é o início tradicional de uma história, então para a que será narrada, peço encarecidamente que pegue seu Livro de Regras e o queime, porque agora as regras vão para o saco. Então sente em sua poltrona, pegue a sua pipoca e relaxe.

-x-

 Viver é fácil, desde que você saiba como. Ou que tenha alguma dica. Do contrário, pff... é como dirigir um carro de Derby sem nem ao menos saber girar a chave para acionar a ignição. Tá bom, exemplo exagerado. Dirigir um carro de Derby nem é tão ruim assim. Enfim, voltando ao assunto, a vida teria sido mais fácil se Anders não trabalhasse para aqueles caras.

 Até onde ele consegue se lembrar, ele sempre treinou. Aprendeu a lutar, passou fome, passou frio... e ele recebeu um treinamento de classe militar antes mesmo de saber soletrar a palavra "militar". Combate armado, desarmado, técnicas de sobrevivência, interrogatório, negociação... ele aprendeu até coisas que o homem de bem repugnaria, mas o homem de mal vê como ferramentas para garantir a sobrevivência.

 Ah, e os caras que treinavam ele, ensinavam a ele, criaram ele (de certo modo)? Ele nem sabia quem eram. Todos os dias era um professor diferente, um treinador diferente. Um homem diferente. Nenhum conseguia se forçar a ser autoridade para o jovem, ele só os obedecia por conveniência; os dois lados se odiavam, mas enquanto o garoto obedecesse tudo estava bem. Talvez isso justifique a sua falta de reverência pelas coisas e desprezo por autoridades... E foi assim que ele cresceu.

 Até que chegou. Treze anos. Ele não entendia como conseguiu apagar o seu treinador de combate corporal do dia. Mas aquilo não foi ruim. Foi bom saber que tinha poder e ele se forçou a aprender sobre o poder. De início, coisas pequenas. Até que ele tinha controle suficiente aos quinze anos para desafiar o seu professor do dia e exigir respostas. O docente o ignorou e isso o deixou mais furioso. Não deve ter sentido muita coisa quando o garoto o eletrocutou.

 No próximo dia, um arquivo. Tinha um nome, um perfil, uma história, uma vida. Sobre ele. Criaram uma vida para ele. Heh, nada mau. E finalmente um nome para a organização que cuidava dele, um nome bem adequado: N.O.W.H.E.R.E.
-x-

 Mais um trabalho, mais um dia. Assim que terminasse de matar um doutor do caralho qualquer ele teria um mês de descanso. Aah, um mês! O máximo que aqueles sovinas davam era uma semana, duas se o alvo era importante. Para dar um mês, o tal doutor deveria ser mais importante que o , sei lá, Presidente dos Estados Unidos do McDonald's! Enfim, ele viu o tal doutor indo para o carro dele. Keh, nem teria graça.
 
 Silencioso como um gato, Anders se aproximou. Na falta de um nome melhor, ele aceitava aquele: Anders Vilnius. Sim, soa escroto, principalmente se você sabe que Vilnius é uma cidade da Lituânia. Agora se é a capital, vou ficar devendo. Voltando, Anders se aproximou do tal professor, e, quando ia pegá-lo por trás (para, sabe, eletrocutá-lo e tals), o filho da puta virou com uma arma de choque e o pôs no peito dele.

 Anders sentiu a sua carne chiar enquanto recebia o que ele mesmo dava aos seus "alvos". O doutor o encarou friamente enquanto o mundo do jovem mercenário se dissolvia em escuridão.

A ENTREVISTA



Aqui você deve descrever uma situação em que seu personagem acordou, deitado numa maca com roupas de paciente de hospital. Suas mãos estão presas com algemas, não conseguindo se levantar, apenas a cabeça para observar o que tem ao redor. Você esta tomando um soro, como se estivesse doente e então me conte como foi ficar ali pro alguns minutos sozinho. Depois de alguns minutos um médico vestido de branco, com um capuz escondendo o rosto e a voz distorcida vai entrar e você deverá reagir de alguma forma quando ele aparecer, seja perguntando o que esta acontecendo, xingando ou algo do tipo, seja criativo.

Ele começará fazendo perguntas e apenas isso.
-x-
 Legal que ele acordou sob uma fodendo luz forte que não o cegou por milagre. Agora, relatório de danos: uma puta dor de cabeça, vista embaçada, mãos algemadas e cada centímetro quadrado de seu corpo gemendo de dor. Parecia até que ele levou uma surra com uma barra de ferro. Não, espera, ele não se chamava Jason Todd. Deixando isso de lado, Anders sentia como se houvessem moído seus ossos.

 Ele estava com uma daquelas camisolas de hospital e tinha um soro transparente ligado à sua veia. Cacete, aquilo tinha adrenalina? Porque ele estava se sentindo melhor e a dor ia passsando aos poucos. Ele teria se levantado não fossem as algemas. E eletrizá-las era burrice, a maca era de metal e ele não queria se matar. Existem formas melhores de ir tomar chá com Lúcifer.
 
 Depois de um tempo que pode ter sido muito ou pouco, entrou um homem de branco. A sala era branca, a porta era branca, o vestido de Anders era branco... o que esses caras tinham contra as outras cores?

 Depois de tê-lo avaliado, medido ou sei lá o que, o homem começou. Convenientemente ele usava máscara e tinha a voz distorcida.

 - Anders Vilnius? - ele perguntou sem emoção.

 - É sou eu sim. E quem é você, ô Altaïr?

 - O que você tem de único? Qual sua melhor qualidade e seu pior defeito? - Ele sacou uma prancheta e começou a anotar. Anders pensou por alguns momentos antes de responder - O que eu tenho de único? Não sei... talvez minha beleza estonteante ou o fato de meu pai ter sido provavelmente o Pikachu... não sei... Ah acho que é o fato de eu FRITAR O SEU CÉREBRO QUANDO EU SAIR DAQUI, SEU FILHO DA PU**!!

 - Por quais motivos acha que veio para cá? O que vai fazer se eu te contar que nunca mais vai poder voltar para casa?  - Ele continuava impassível.
 - Vocês me prendem e sou eu que sei? Tenho cara de Mãe Diná pra ver o futuro? E que casa que eu tenho? Você acha que caras como eu tem uma 'casa'? Pu** que la merda, você é tão inocente... Quer que eu te explique de onde vêm os bebês? Olha é assim, tudo começa quando o homem enfia na mulher o seu p...

 Ele o interrompeu, frio e metódico como uma máquina. Que droga, ia chegar na parte boa. Estraga-prazeres...

 - Qual era a coisa mais importante na sua antiga vida e por que era isso?
 - Não tinha nada de importante na minha vida anterior, exceto é claro eu mesmo. E vem cá por que você tá fazendo tantas perguntas? Eu fui capturado ou vim fazer uma entrevista de emprego?

 - Se defina em três palavras. - Aquele jogo de "ignore o Anders" já estava irritando o mercenário.
 - Vou. Te. Matar. - ele rosnou, tentando se soltar mas apenas ferindo a própria pele.

 - Qual seu maior medo e o que você faz para combate-lo?  - Ele anotava irritantemente naquela prancheta, um risk risk risk ritmado que dava raiva ao jovem.
 - Não tenho medo de nada. Mas você deveria ter de um cara loiro que dá choque, preso numa maca usando aquele vestido de hospital BEM NA SUA FRENTE!!

 Depois de fazer a última pergunta, o homem pôs uma luva de borracha (sim daquelas que você acha em qualquer farmácia por uns trocados), e pegou uma seringa, com alguns centímetros cúbicos de uma parada cinzenta que Anders não estava muito afim de provar.

 - Algo a dizer antes de dormir, garoto?

 O jovem deu uma risada fraca e ergueu o dedo médio da mão direita:

 - Vá se fo... - e mais uma vez Anders foi devorado pelas trevas.

-x-

 Numa semivigília, ele viu algo que pareciam homens de preto, encapuzados, vindo até ele, mas Vilnius apagou de novo logo depois. Aquilo parecia mais um sonho de sua mente perturbada do que a realidade, se bem que...

 Ele acordou de súbito, como se houvesse levado um tapa. A cabeça doía horrivelmente e ele se apoiou nas paredes para se erguer antes de poder voltar 100% a si. Não levou muito para o púbere perceber que estava numa cela de prisão. E ele estava com uma daquelas roupas de prisão. Bem, pelo menos ele tinha a prova que listras não engordam.

 A cabeça ainda doía, mas ele estava aguentando. A porta da cela estava aberta; o caminho, aparentemente livre. Inspirando fundo e determinado a fugir daquilo, ele deu o primeiro passo para a nova prisão na qual se encontrava. Saiu da panela e caiu nas brasas. Ele sorriu.

 Diabolicamente adequado.




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