[FP] Madelline D. Tarwick

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[FP] Madelline D. Tarwick

Mensagem por Madelline D. Tarwick em Qui Dez 24, 2015 2:43 am




06MadellineTarwick

Nome completo /////////////Madelline Durbtsky Tarwick

Nascimento /////////////04 de Março de 2009

Nacionalidade /////////////Britânica

Sexualidade /////////////Assexual

Super-Poder /////////////Mimetismo Feérico

Medo /////////////
Perder as pessoas que ama, monstros, e baratas

Faceclaim /////////////
Mckenna Grace


"Mamãe, se as estrelas são as princesas do céu, o Sol é o rei e a Lua a rainha?"

PERSONALIDADE



Madelline, apesar de jovem, é o tipo de criança que dificilmente se envolve em qualquer tipo de confusão. É bastante inteligente para sua idade, além de muito observadora, preferindo assim agir como uma espectadora na maioria das situações. Muito calma e educada, a garota quase sempre acaba conquistando todos ao seu redor com seu jeito meigo e delicado de ser.
Por outro lado, é sentimental, sonhadora e muito inocente, por isso tem certa dificuldade em ver maldade nas pessoas. Acredita em contos de fada e sempre espera que as coisas tenham seu "final feliz" como nas histórias que sempre ouvia de sua mãe.
Sempre teve uma ligação emocional muito forte com as pessoas ao seu redor, mas isso se intensificava com aqueles que a garota sentia algo especial, e mesmo sendo pequena e frágil faz o possível para evitar que estas pessoas fiquem tristes. Também é bastante atenciosa e ligada em detalhes, apesar de um pouco distraída e avoada. A curiosidade talvez seja uma das características mais marcantes da pequena, que sempre busca encontrar uma explicação - mesmo que não muito lógica - para aquilo que não sabe.

HISTÓRIA



Nascida em Londres, Madelline é fruto de uma relação um tanto complicada. Cresceu na casa do avô, junto com sua mãe e tia, por mais que acreditasse que ambas fossem suas tias. O patriarca da família Durbtsky era uma pessoa muito orgulhosa e não queria que a pequena soubesse que Francesca era sua mãe, obrigando a mais velha a manter o segredo imposto por ele. O homem usava isso como forma de punir sua filha pela gravidez precoce, por mais que ela não tivesse culpa pelo ocorrido.

A criação da garota foi rígida e repleta de regras, o que a fez sofrer muito no começo por sua falta de atenção e curiosidade. Com o passar do tempo Madelline se acostumou, mas mal podia ficar muito tempo com sua mãe, sendo que não existia a menor possibilidade de ambas ficarem sozinhas juntas. A garota sentia um enorme carinho por toda sua família, incluindo seu avô, mas sentia algo diferente vindo da "tia mais velha", só não sabia identificar o que era.

Sempre foi completamente apaixonada por histórias de fantasia, principalmente os contos de fada que envolviam magia. Sua mãe os lia para a garota sempre que possível, e isso fez com que o amor da garota para com as mesmas só aumentassem - por fazê-la se lembrar da loira mais velha.

Já com seus seis anos de idade, Madelline ficou sabendo de toda a verdade sobre os laços que compartilhava com Francesca, sendo que foi sua própria mãe quem lhe contou tudo durante a noite antes de dizer-lhe que ambas fugiriam de casa junto com Havva. Foi então que a pequena de olhos cristalinos teve o primeiro contato com as habilidades mutantes, ficando maravilhada com a "mágica" - como gosta de chamar - que sua tia podia fazer. E sem levar muito além das roupas do corpo, as três deixaram a casa literalmente através das paredes, chegando as ruas em poucos instantes. Foi então que eles aparecerem. homens grandes trajados com ternos confrontaram as garotas, que sem pensar duas vezes fugiram e tentaram se esconder.

A caçada durou algum tempo, mas antes de ser pega Francesca conseguiu esconder sua filha entre duas caçambas de lixo, alegando que logo voltaria; mas isso não aconteceu. Madelline aguardou o retorno de sua mãe durante aproximadamente uma  hora antes de deixar seu esconderijo, sentindo que algo ruim havia acontecido. Estava sozinha, caminhando por entre as ruas noturnas de Londres em busca das duas que desapareceram misteriosamente. Com toda certeza aqueles homens tinham algo a ver com isso. Pensou em voltar para casa e pedir ajuda, mas não lembrava o caminho, estava perdida e tudo o que lhe restava era a esperança de encontrá-las a qualquer momento. Procurou por horas, já em desespero, até que o cansaço dominou seu corpo e a pequena Durbtsky acabou adormecendo em uma esquina qualquer.

Assim que acordou, a garotinha percebeu que estava em um lugar quente e aconchegante, a iluminação era fraca e o cheiro um pouco diferente, mas bom. Seus olhos aos poucos foram se acostumando e logo soube que não estava em casa. Assustada, a inglesa olhou para os lados em busca de algum rosto conhecido mas ela estava sozinha. A porta se abriu e um homem já idoso adentrou o local, esboçando um simpático sorriso ao perceber que a loira havia acordado. O homem trajava vestes papais, e pelo crucifixo na parede a garota pode deduzir que ele era ao menos um sacerdote. Confusa, a criança perguntou por sua mãe, mas o senhor não soube respondê-la, apenas disse que a viu deixara sobre a calçada, tremendo de frio e resolveu ajudá-la. Agradecida mas ainda preocupada com o paradeiro de sua mãe e tia, a pequena Madelline - em prantos - pediu a ajuda do tal padre para que pudesse encontrá-las, e ele assim prometeu.

Durante os dois próximos meses o senhor cuidou da jovem de olhos cristalinos, levando-a para buscas frequentes por toda a cidade com a esperança de encontrar a família da mesma, uma vez que ela não podia mais voltar para casa. Nesse tempo, Maddie descobriu que o seu novo tutor também podia fazer mágica, tendo o incrível poder de manipular a luz. Foi então que seus poderem começaram a aumentar, e em um dia qualquer asas de borboleta repentinamente surgiram em suas costas. Encantada pelo fato de também ser especial como as pessoas por quem nutria tanto carinho e amor, Madelline foi instruída pelo padre no breve desenvolvimento do seu recém descoberto dom. Pouco tempo depois os homens de terno os acharam, e tudo o que a garota lembrava era de sentir uma picada em seu pescoço e depois tudo ficou escuro.

A ENTREVISTA



Com o corpo fraco e os olhos levemente pesados, a garota aos poucos desperta sobre a maca fria e desconfortável. Sua mente estava confusa, sem entender ao certo o que se passava ali. Tinha um soro estranho sendo injetado em seu corpo, e provavelmente por causa dele aquela sensação estranha se estabelecia em seu corpo. Os pequenos braços doíam, principalmente na região dos pulsos; culpa das algemas metálicas que apertavam a região.

O silêncio se instalou na sala, a qual se parecia mais com um leito de hospital. Quanto mais a recuperava a consciência, mais Madelline se desesperava e tentava se livrar das algemas. Seus olhos já estavam cheios d'água e aos poucos a garotinha se lembra do que aconteceu anteriormente. - Mamâe? - Chamou, olhando para os lados em busca de Francesca. - Mamãe, você está aí? - O tom de voz usado já não possuía mais a calma e a serenidade característicos da jovem Durbtsky, mas sim era algo que partir o coração. Lembrava que as duas haviam desaparecido pouco após a aparição dos homens de terno, portanto pensou que talvez estivesse no mesmo lugar. - MAMÃE! - As lágrimas rolavam pelo delicado rosto da pequena, quando de repente a porta se abre.

Um homem com roupas semelhantes as de um médico adentra o local, trazendo consigo alguns papéis. Ele fita a garota e logo começa a fazer perguntas.

O que você tem de único? Qual sua melhor qualidade e seu pior defeito?
Maddie não sabia como reagir, estava apavorada e deixava isso claro em seu rosto. - Q-Quem é você? Cadê a Mamãe e a Tia Havva?? - Perguntou a garota com a voz trêmula e chorosa. Sem resposta. - Onde eu estou? - Outra pergunta em vão. Tudo o que o médico fazia era encará-la e fazer anotações. - E-Eu sou uma fada, como a das histórias que a mamãe contava. - Respondeu, insegura. Ainda estava assustada com a situação em que se encontrava. - Eu sou gentil, mas um pouco distraída. Agora eu posso ir?

Por quais motivos acha que veio para cá? O que vai fazer se eu te contar que nunca mais vai poder voltar para casa?
- Eu não sei. - Soluçou, entre o choro. - Uns homens esquisitos de terno apareceram do nada e nos perseguiram. - Fez certo esforço para responder, e ficou muito triste ao ouvir a segunda parte da pergunta. - A mamãe vai voltar para me salvar. Ela prometeu...

Qual era a coisa mais importante na sua antiga vida e por que era isso?
- Por que está fazendo todas essas perguntas? Eu não sei, só quero voltar para casa. - Proferiu com um tom baixo, deixando implícito que a coisa que mais importante para si era a família.

Se defina em três palavras.
- A-Ahn... Princesa das fadas... - Sussurrou, tentando conter as lágrimas. Aquilo foi a primeira coisa que veio a sua mente, pois lembrou de como sua mãe sempre a chamava de princesa.

Qual seu maior medo e o que você faz para combate-lo?
- Por favor, moço... me solta. Deixa eu voltar para casa. - A garota dos olhos cristalinos pediu, mas novamente não obteve resposta. - Tenho medo de monstros... - Novamente lembrou das histórias que sua mãe contava, e dos monstros assustadores presentes em algumas delas.

O silêncio volta a reinar na sala e o médico larga a ficha sobre uma pequena mesa próxima a garota, pegando então uma seringa que estava sobre ela. No mesmo instante Madelline entra em desespero e volta a tentar se soltar, gritando cada vez mais conforme ele se aproximava. Tentou resistir, mas acabou sentindo a picada em seu braço e em poucos instantes perdeu a consciência.

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