[RP] Demons in my head

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[RP] Demons in my head

Mensagem por Maena Hotchener em Sex Dez 25, 2015 3:09 pm



Demons in my head
H U N T E D


✖ Usuários: Maena Hotchener & Dimitri Volk Orlov
✖ Status: Em Andamento.
✖ Local: Cachoeira
✖ Conteúdo: Livre.
✖ Dia: Quinta Feira.
✖ Clima: Ensolarado.
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Re: [RP] Demons in my head

Mensagem por Maena Hotchener em Seg Dez 28, 2015 2:54 pm




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Aquele lugar realmente deveria ser um inferno para muitos, sentir-se preso, ter sua liberdade arrancada. Era a reclamação que ouvia com mais frequência por todo o lugar, mas Maena tinha que admitir que tais coisas não a incomodavam. Liberdade era luxo que não conhecia a muitos anos, aquele lugar com todos os seus problemas com certeza ainda era muito melhor do que aquele prostíbulo que vivia. Os primeiros dias estavam sendo infernas e aprendia a lidar com problemas que não tinha antes, relacionamentos sentimentos. A verdade era que ainda não estava preparada psicologicamente para lidar com tantas coisas ao mesmo tempo, principalmente se relacionar daquela forma. Quem viveu a vida toda como um bicho não se acostumaria tão facilmente estar no convívio humano novamente.

Ainda estava na cama, deitada observando a luminosidade que entrava pela pequena janela, os poucos raios de sol que entravam pela mesma eram tímidos e aqueciam seu corpo lentamente. Maena pensava no que fazer e soltou um suspiro longo dos lábios, ainda não havia se atrevido a ir a parte externa da prisão. A última vez que havia brincado ao sol era quando morava no pequeno orfanato, eram tão poucas as lembranças que tinha daquele lugar e com certeza eram as mais cálidas que trazia dentro de si. Teve sorte de ter sido deixada em um lugar bom, não se lembrava dos nomes daquelas mulheres, mas conseguia se lembrar de seus sorrisos todas as manhãs. Não podia condena-las pelo que havia acontecido, todos foram enganados.

Quando fechou os olhos tentou de todas as formas manter as boas lembranças em sua mente, mas as lembranças más eram muito mais fortes. Aquele cubículo escuro e fétido que havia passado dez anos de sua vida. Havia passado sua adolescência e parte de sua idade adulta sendo estuprada. Prostituição era bem diferente de tudo que havia vivido ali, apenas as criaturas mais doentes conheciam aquele lugar e a perversão não havia limite. Escutava seus próprios gritos em sua mente, era desesperador, mas durou apenas os três primeiros anos. Depois disso parou de resistir, de lutar e todos os dias eram a mesma coisa, seis ou sete pessoas diferentes, por horas que pareciam não passar nunca. Seus olhos abriram de maneira abrupta, estava ofegante e suada, como se tudo aquilo estivesse acontecendo de novo. Passou a mão nas pequenas cicatrizes em seus punhos e então levantou-se, não podia se prender somente a isso.

Precisava fazer algo, ficar dentro daquele lugar sem nada para fazer poderia trazer de novo aqueles lembranças. Revirou os olhos e então pensou em fazer algo que nunca tinha feito ainda, conhecer a parte externa daquele lugar. Já havia escutado pelos corredores sobre os lugares ao redor da prisão e que mesmo assim era impossível fugir. Não pensava em fugir, não tinha uma vida para qual voltar, talvez começasse a ter uma agora. Depois que conseguiu vencer a indecisão, deixou a cela caminhando pelos corredores, era fácil notar os olhares em sua direção e não sabia se seu poder era uma benção ou uma maldição. Já tinha ficado com alguns garotos e garotas da prisão, seu corpo não conseguia mais ficar sem o êxtase que o sexo proporcionava. Era um vício que não conseguia lutar contra, mas naquela época foi a única maneira que seu corpo encontrou de sobreviver a toda aquela loucura.

Assim que deixou as dependências cinzas suas pernas ficaram paralisadas, uma brisa bagunçou seus cabelos que caíram sobre o rosto. Seus olhos tinham um pouco de dificuldade em acostumar com a iluminação, eram tantas coisas para assimilar ao mesmo tempo que se perdia sem saber para onde olhava. Por um instante sentiu medo de continuar, para quem sempre havia vivido trancada, a liberdade que sentia ali era assustadora, ainda ínfima. Respirou fundo e voltou a caminhar a esmo, sabia que deveria ter cuidado, os limites da prisão eram muito bem protegidos e não queria se meter em nenhuma encrenca. Olhou para o lado e viu uma espécie de construção antiga, na direção oposta um enorme descampando verde. Deixou então que seus instintos a guiassem para onde deveria ir, tudo era tão novo e deixaria que as coisas acontecessem ao acaso.

Perdeu a noção do tempo em sua caminhada até que um barulho chamou sua atenção, um som alto que lembrava água. Caminhou na direção do tal barulho, não estava muito longe e sentiu a curiosidade invadir sua mente, seus passos ficaram um pouco mais rápidos talvez pela ansiedade de descobrir o que era. Em pouco tempo seus olhos então avistaram a fonte do barulho e seu semblante foi tomado pela surpresa e excitação. Havia uma cachoeira naquele lugar, por mais improvável que fosse, de todas as coisas que poderia imaginar, nunca havia imaginado uma cachoeira ali. Aquela era mais uma coisa que havia sido impedida de conhecer, aquele lugar havia lhe tirado toda a oportunidade. Sacudiu a cabeça bagunçando seus cabelos no intuito de esquecer totalmente aquelas lembranças, naquele momento queria se dar ao luxo de experimentar uma coisa nova e nada poderia lhe tirar isso.

Caminhou até próximo de uma pequena pedra, sem muita cerimonia retirou a estranha blusa listrada ficando apenas com um sutiã preto, olhou para os lados certificando-se que estava sozinha e retirou a calça. Caminhou um pouco hesitante até a água, nadar também não era uma coisa que sabia fazer, tomou o cuidado de entrar na água até um lugar onde conseguisse manter os pés no chão, apensar de que a correnteza era muito forte. Um sorriso bobo tomou conta de seu rosto e timidamente abaixou-se em um breve mergulho, molhando os cabelos. Em alguns momentos se achava uma completa tola, se perguntava como poderia se sentir tão feliz com coisas tão simples. Era então que se lembrava que antes de estar ali só havia conhecido o verdadeiro inferno e naquele momento era como se estivesse descobrindo a vida e as pequenas coisas que ela pode ter de boa. Fechou os olhos e permaneceu ali imóvel, sentindo a correnteza contra seu corpo e ouvindo o barulho da cachoeira.  
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Re: [RP] Demons in my head

Mensagem por Dimitri Volk Orlov em Seg Dez 28, 2015 5:33 pm


   
   
   




Dreamed of Paradise




Depois que conheci a morena que me deu aquela missão para roubar o pingente, percebi que que aquele lugar poderia ser minimamente agradável caso se faça as coisas certas e para as pessoas certas lá dentro. Eu consegui limpar um pouco da minha cela com alguns produtos de limpeza que consegui com o pessoal do almoxarifado, então não tinha mais aquele cheiro insuportável de urina e excremento animal e humano. Devolvi todos os materiais para onde devia, afinal, eu não queria perder aquela regalia de limpar o local onde eu teria que dormir sabe-se lá por quanto tempo.  Eu tinha aprendido no Bordel como limpar bem um lugar, já que aquela foi a minha primeira função no local quando cheguei, então não foi um bicho de sete cabeças deixar a minha cela minimamente agradável.

Com o termino da limpeza, eu precisava meio que desesperadamente de um bom banho, o local abafado por ter só a ventilação da janela pequena somado com todo o esforço para tirar a sujeira acumulada, me fez suar um bom bocado. Ia primeiro para o banheiro masculino, mas ao ver a fila que estava lá formada, mudei de ideia. Havia ouvido uma conversa de que próximo da prisão havia uma cachoeira e por mais que fosse um banho gelado, era melhor que banho nenhum, certo? Peguei uma muda de roupas limpas e fui na direção que dois internos comentaram na fila do café da manhã. No máximo eu iria perder a viagem caso não encontrasse nada e teria de voltar para enfrentar aquela fila gigantesca, eu preferi pagar pra ver.

Percorri o caminho que os caras falaram, passando pelas ruínas de uma antiga base da prisão e entrando em uma vegetação fechada. Ao encontrar uma trilha, resolvi segui-la para ver até onde dava. Sei que andei por cerca de dez minutos até finalmente ouvir o som de água corrente e foi naquela direção que eu continuei, me guiando agora muito mais pela audição e o frescor que o lugar trazia. Quando finalmente viu a belíssima queda d’água tive que abrir um pequeno sorriso. De imediato me passou pela cabeça começar a ouvir mais conversas de terceiros para descobrir esses pedaços do paraíso próximos daquele inferno. Deixei a muda de roupa limpa pendurada em uma das pedras e despi tanto a camisa quanto a calça. A cueca eu só tiraria lá dentro da água mesmo.
Só quando desci algumas pedras até o poço de água cristalina que se formava é que eu percebi que não era o único ali no paraíso. Eu consegui ver muito bem o esguio e bem torneado dela por conta da cristalinidade da água. Reparei que haviam cicatrizes nas costas dela que pareciam ter sido feitas com alguma espécie de chicote, não era a primeira mulher que eu via com aquele tipo de cicatriz e sabia também como elas não gostavam de comentar sobre aquilo e por isso me fiz uma nota mental de não tocar naquele assunto.

Resolvi mergulhar no poço sem me anunciar, deixando que só o som da água respingada fosse o meu “cartão de visitas”. Quando finalmente emergi das águas cristalinas e doce, passei as mãos pelos fios de meus cabelos, que estava um pouco compridos, para trás e por fim, falei com a minha voz rouca tão carregada do sotaque russo.

– Espero não estar incomodando, moça, mas eu não estou com muita vontade de enfrentar aquela fila pro banho e estou precisando muito de um.

No lugar que eu estava, a água batia pouco acima do abdômen deixando à mostra o peitoral bem definido por anos de exercícios e também por um pouco de benção divina. Levei uma das mãos até meu rosto e cocei a barba por fazer, evitando de olhar diretamente a garota, em forma de respeito. Sem me aproximar muito dela, eu voltei a falar.

– A propósito, me chamo Dimitri e meus amigos.. Fiz uma breve pausa e pensei por um segundo, eu nunca tive muitos amigos, mas meninas de Madame Palova sempre me chamavam assim. – ... bom, me chamam de Dimi.

Eu não era o cara mais carismático do mundo, apesar de saber que sou bonito. Mas eu simplesmente não sei muito bem como agir nessas situações de conhecer , principalmente quando acabava de conhecer a pessoa, como era o caso. E precisava admitir que estava um pouco sem jeito por ter invadido o banho garota daquele jeito.




post: 006 | notes: -- | tagged: Maena Hotchener | music: Paradise - Coldplay



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Re: [RP] Demons in my head

Mensagem por Maena Hotchener em Ter Dez 29, 2015 3:45 pm




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Com certeza se pudesse escolher ficar naquele lugar ou dentro de sua cela ficaria ali para sempre. Não havia palavras para descrever a beleza do lugar, a água cristalina e gelada tocava o corpo da morena fazendo ela levemente se arrepiar. Suas mãos brincavam com a água criando intimidade com a mesma e a cada segundo que se passava sentia-se mais à vontade. A medida que se soltava criava coragem para pequenos mergulhos sempre tomando cuidado com a correnteza que não era muito fraca. Por precaução ficou mais próximo a margem do poço que havia se formado ali, afogar não era uma coisa legal e tão pouco desejava morrer dessa forma. Para sua sorte o dia estava bem ensolarado e Maena aproveitou para sentir um pouco mais do calor dele em sua pele. Na verdade, pensava que deveria sair mais vezes de dentro da prisão, tinha todos aqueles lugares ali e desde que não passasse dos limites poderia aproveitar muito.

Outra coisa que prendia Maena naquele lugar era a paz que conseguia sentir ali, não conseguia ouvir nada além do som da cachoeira. Durante algum tempo naquele lugar conseguia esquecer tudo de ruim que havia passado, como se aquelas águas lavassem sua alma e carregassem seu passado. Um sorriso largo estampou-se nos lábios da mais velha e como uma criança começou a jogar água para cima brincando. A situação em que se encontrava não era das melhores, presa em um lugar que talvez fosse passar a vida inteira, mesmo assim sentia-se estranhamente feliz. Lentamente nadou próximo a margem escorando-se em uma pedra menor que estava li perto, fechando os olhos. Somente o tronco estava exposto salientando ainda mais suas curvas e corpo bem definido, sentia os raios de sol tocando seu corpo e aquecendo eles aos poucos.

Mas de alguma forma seu pequeno paraíso havia sido violado, sentiu quando os respingos caíram em seu rosto e o som alto chamou sua atenção, fazendo a morena abrir olhos. Uma pontada de raiva invadiu seu coração, não queria perder aquele momento e ponderou se deveria abrir os olhos ou não. Para sua surpresa a visão agradou e muito seus olhos, talvez até hoje a que mais havia agradado desde que havia chegado na prisão. Seu instinto sempre a deixava um pouco receosa com relação as pessoas, mas aquele estranho havia despertado algo que Maena deixava a todo custo adormecido dentro de si, apesar de na maioria das vezes falhar miseravelmente. Ela deu um meio sorriso para o garoto que parecia estar totalmente à vontade no lugar e naquele instante soube que teria companhia.

Seus olhos espiavam discretamente o corpo de músculos bem definidos e torneados, um corpo esculturalmente feito pelo capricho dos deuses. Seus olhos azuis eram penetrantes e possuíam um brilho chamativo, os cabelos claros combinavam perfeitamente com a pele muito branca e a barba conferia um charme a ele. Lentamente se desencostou da pedra e deu alguns passos se aproximando ouvindo a voz dele: - Imagino que não deve ser legal ficar na fila do banheiro a essa hora. – Disse com um tom levemente brincalhão olhando para o garoto. Dentro de si a morena sentia algo mudar, algo que ela sabia que poderia leva-la a fazer loucuras, mas precisava ser conter, havia acabado de conhece-lo e não queria passar uma imagem leviana para ele, apensar de estar usando naquele momento apenas uma calcinha e um sutiã ambos preto.

Por mais que tentasse era algo que não podia controlar e seu gestos eram insinuantes mesmo quando não queria. Um suspiro escapou dos lábios de Maena, seus olhos disfarçadamente espiavam o corpo dele e instintivamente levou a mão a nuca passando um pouco de água fria pelo lugar. Aproveitou e puxou os cabelos para o lado deixando eles sobre os ombros escondendo uma das alças do sutiã. As vezes se odiava por ser como era, estava de calcinha e sutiã na frente de um cara que havia acabado de conhecer e não sentia nem um pingo de vergonha por isso, na verdade queria que ele olhasse para ela.

Sem cerimônia a morena se aproximou de Dimitri, diminuindo consideravelmente a distância entre eles: - Me chamo Maena... Mas se quiser pode me chamar de Mae. – Ela então o encarou nos olhos com um sorriso levemente travesso. Deu uma olhada para os lados verificando que estavam sozinhos o que agradava a morena: - Bom... Eu posso ficar aqui com você ou se preferir mais privacidade posso deixa-lo sozinho. Fica a sua escolha. – Perguntou para Dimitri o encarado. Levou suas mãos a água pegando um pouco e jogou com um pouco pelo pescoço, deixando a mesma escorrer pelo seu corpo e refrescando o calor que estava sentido. Em partes pelo dia que estava ensolarado e também pela companhia que tinha no momento.

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Re: [RP] Demons in my head

Mensagem por Dimitri Volk Orlov em Ter Dez 29, 2015 10:55 pm


   
   
   




Dreamed of Paradise




Ver a garota brincando com a água instante antes de eu entrar, me fez sorrir. Era bom ver que pelo menos ali alguém conseguia se divertir com tão pouco. Não que eu estivesse acostumado a ter muito, mas ao menos era livre para andar por onde bem entendia ao invés de ter receio de ser pego por algum guarda em uma simples saída em busca de um banho. Ouvi comentários de que a solitária não era o lugar mais agradável de ser estar e eu não queria tirar a prova daquilo. O pulo na água fria da cachoeira foi um alento para o meu corpo, eu já havia estado em outras, mas a situação de confinamento em que eu me encontrava, deixava os pequenos prazeres da vida com um sabor muito melhor.

Minha mente tentou inicialmente não dar tanta atenção assim, para a belíssima mulher que dividia aquela piscina natural comigo, mas eu mal acreditei quando a morena saía de onde estava e começava a andar em minha direção. E por mais que ela estivesse com parte do corpo submerso, eu podia ver muito bem como era cada curva que ela possuía por causa da cristalinidade da água. E eu não vou mentir que aquilo mexia e muito com os meus hormônios masculinos e bom, eu precisava controlar para que meu corpo reagisse de forma inconveniente, só naquele exato momento, é claro. Ela possuía um corpo delicioso e curvilíneo. Imagina como era o gosto dos lábios e do corpo dela. Não me recordava de ter tido uma atração tão grande por alguém, como estava tendo por aquela morena que eu nem conhecia. Mas é como diziam, o desconhecido pode ser prazeroso.

Eu não consegui tirar os meus olhos dela quando ela ajeitava os cabelos e deixava mais à mostra a alça do sutiã. Me perdi em meus pensamentos imaginando como seriam os tesouros que a peça guardava. Foi aí que ouvi a voz dela e apesar de levar alguns instantes pra entender o que ela dizia, pigarrei e deixei um sorriso breve surgir nos meus lábios.

– Não é nem um pouco legal mesmo. Fora ter que ver aquele bando de macaco sem roupa.

Eu estava me referindo a todos os caras lá. Ela então começou a jogar água em sua nuca e acompanhar a água escorrendo pelo pescoço até chegar aos seios perfeitos foi quase uma tortura. Deus, como eu queria tocar aquela mulher que eu nem a menos conhecia! Ela encurtou a distância entre nós dois e se apresentou, sorri e assenti com o rosto antes de falar, dessa vez preferindo olhar para os olhos dela dessa vez e ser mais charmoso do que um tremendo bobalhão babando na garota.

– É um prazer conhecer uma moça tão bela por aqui. E você não me incomoda de maneira alguma. Vai ser bom ter alguém para conversar por aqui.

Olhei para a bela queda d’água e em seguida para a morena para então perguntar apontando com o rosto naquela direção.

– E aí, já aproveitou a hidromassagem natural?

Pela altura da cachoeira, sem dúvida nenhuma a água fazia uma bela de uma de uma massagem ao cair. Eu estava doido pra sentir a água da cachoeira tirar todo aquela tensão dos meus ombros. Estendi uma mão para a morena e assim ajudá-la a chegar lá e tão logo ela segurou na minha mão, segui com ela em direção à queda da cachoeira. Aquele primeiro contato dos corpos foi bastante inocente e era bom que fosse assim afinal, apesar do desejo pela morena estar latente dentro de mim.



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