[FP] Quinn O'Hal Häkkinen

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[FP] Quinn O'Hal Häkkinen

Mensagem por Convidado em Sex Dez 25, 2015 4:02 pm




21QuinnHäkkinen

Nome completo /////////////Quinn O'Hal Häkkinen

Nascimento /////////////06 Maio. 1994

Nacionalidade /////////////Inglesa.

Sexualidade /////////////Bissexual.

Super-Poder /////////////Desintegração.

Medo /////////////
Espelhos e vidros.

Faceclaim /////////////
Alissa Violet.


"Quando eu te vi pela primeira vez
Do outro lado da sala
Eu diria que você estava curioso"

PERSONALIDADE



Uma inteligência considerável envolvia a garota, que podia as vezes não usa-la com tanta esperteza. Quinn tornou-se amiga próxima dos gêmeos Zed e Zach à sua primeira conversa. Maleável e responsável. Recatada à tímida quando preciso, além dos conhecimentos, podendo se considerar amiga e leal. Medo faz parte de um dos item essenciais a quem deseja descreve-la. O desconforto a preenche quando permanece por muito tempo sozinha, vem convivendo com tal à alguns anos desde a separação causada pelo orfanato, gosta de trocar ideias, compartilhar palavras, sentir o sentimento alheio fazer parte da sua vida, gosta de presenciar os momentos com mais emoção.


HISTÓRIA



Observação inicial:
História completa e detalhada será postada futuramente em tópico semelhante para expor sua trama.

BEFORE EIGHT


O que menos havia era a relembrar.
Eram um trio, ou melhor, quase isso. Zach. Quinn. Zed.
A garota entremeio ao seus quase irmãos aproximava-se cada vez mais com pequenas visitar de horas e dias, podia-se dizer já pertencente a família. Bons tratamentos eram transferidos a ela, os gêmeos lhe faziam feliz como se nunca tivesse sido feliz na vida e a desenvoltura foi abrindo portas ao conhecimento do que era amor, inclusive em relação ao considerado "prodígio" da família.
os sentimentos inocentes de uma pequena garota, cujo nunca acreditou que o parceiro pudesse sentir o mesmo, mas com tempo foi aceitando a possibilidade de haver reciprocidade. Ele a encantava, mas eram novos, novos demais para saber o que podia se vir. Lamentavelmente teria de ir.


BEFORE HUNTED


O primeiro passo foi ao orfanato.
Não havia exatamente uma família O'Hal ou até mesmo Häkkinen. Quinn fazia parte da família Lancaster, e aqueles que lhe trouxeram para aquele lugar haviam te tirado de sua família. Pelo menos a única família que se importava com sua presença. Não estavam só te tirando de casa, mas sim, a tiravam da vida.
Sus novos amigos não se comparavam nem ao passo dos gêmeos, era quase infernal estar naquele lugar, porém sempre como uma garota tanto quanto dedicada e aplicada, tentava fazer o maior número de amizades possíveis, como mais um lema: antes amizades à inimizades.
Quatro anos cruéis até que conseguiu fugir. Passava a vida na rua a procura daquele lar, outra vez, porém a casa anteriormente ocupada pelos Lancaster hoje fazia parte aos Laef.

TO PRISON

Orfanato nunca lhe fizera bem, porém viver sozinha também não. Aos vinte foi para prisão por invasão domiciliar, e lá ficou até o que consideramos quase atual. Sua fuga desta vez foi diferente. Houve a desmaterialização das grades a que a prendia.

A ENTREVISTA



Era apenas o pó que se restava.
O medo tomava conta do corpo da fugitiva. A mente não compreendia o feito anteriormente, mas se agradava com a liberdade a ponto de tentar apagar da memória. Cruzava as ruas da avenida principal quando o quente tomou grande parte de seu corpo, não estava indisposta, porém sua estrutura já não aguentava o peso do corpo.
As iris contraiam a claridade sobreposta ao tempo, era estranho a principio pelo silêncio presente ao ambiente, já que seus últimos ruídos eram fortes barulhos de carros per cursando normalmente. imóvel o corpo da garota se estreitou à baixo das cobertas, suas mãos se roçaram até que pudesse se reparar por presas. De branco arreganhou as portas adentrando com leveza na sala, Quinn não podia ver seu rosto coberto por um capuz, mas já conseguia sentir as lágrimas queimando suasbochechas.

O que você tem de único? Qual sua melhor qualidade e seu pior defeito? — A voz mecanizada deixou o corpo da garota quase paralítico, ela sentia medo, não queria respondê-lo já que não sabia o que se passava, contudo o maior medo era o que aquele poderia lhe causar caso não lhe desse resposta. —E..eu não sei. — Seus lábios tremiam freneticamente a medida que suas lembranças corriam a cabeça. — Leal, acredito eu que seja a maior. — Mordeu os lábios para forçar a pausa do nervosismo. — Orgulho me faz uma pessoa fechada. — Fitou o encapuzado estreitando seu corpo à cama. — Não possuo nada de especial. — Mentiu, tentando apagar da memória os rastros passados.

Por quais motivos acha que veio para cá? O que vai fazer se eu te contar que nunca mais vai poder voltar para casa? — A pergunta congelava o corpo quente da garota em baixo do cobertor. — N-não ir embora?— Gaguejou inconscientemente pelo medo, estava nervosa e ainda assim não sabia o que fazia naquele local. — Onde estou? Eu sou inocente, juro. Foi engano, me leva para casa! — Sussurrou a última frase baixa, torcendo para que o Lancaster pudesse a ouvir. — Cadê você Zach?

Qual era a coisa mais importante na sua antiga vida e por que era isso?— O mesmo, sem se importar com o choramingado baixo da garota e as palavras sussurradas continuou, fazendo-a responder a mais uma daquelas perguntas. — O que você fez com eles? — As lágrimas escorriam com mais intensidade. — Cadê eles? — Berrou em engasgos, deixando em perguntas uma resposta clara.

Se defina em três palavras. — O mesmo tom de voz anterior lhe fora enviado, ele não perguntava duas vezes, ou reclamava por suas respostas, apenas permanecia a questionar. — O que vocês querem de mim? — Pronunciou a frase em tremores causados pelo desconforto. — Eu tenho medo.

Qual seu maior medo e o que você faz para combate-lo?— As perguntas pareciam não acabar, e mulher se tornava cada vez mais agoniada em relação àquelas. — Espelhos refletem o que realmente sou. Não gosto do que sou. — Abaixou os olhos até  a ficha que segurava e caminhava com aquela, parecia ter acabado. — Tento olhar apenas superficialmente, não olhar para dentro de mim.

Não houve mais perguntas, e nem Quinn desejava dar mais respostas. A agulha de ponta grossa se aproximava a ponto que o médico o fazia, ela não desejava que aquilo entrasse na sua pele, obstante não era capaz de ter opções. O rasgo na pele a fez derramar outras daquelas lágrimas ácidas à face, era doloroso demais, contudo sagaz, assim como seu efeito sonífero. A mulher apagou, e suas novas condições nada mais era que novamente cela, grades e um uniforme listrado. Por mais que houvesse a diferença em relação ao local anteriormente presenciado, era como se ela nunca tivesse saído daquela prisão posterior.


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