[FP] Zaria Ko'Zov Pavlovna [em edição]

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[FP] Zaria Ko'Zov Pavlovna [em edição]

Mensagem por Zaria Ko'Zov Pavlovna em Sex Dez 25, 2015 9:26 pm




+- 17ZARIAPAVLOVNA

Nome completo /////////////Zaria Ko'Zov Pavlovna

Nascimento /////////////Desconhecido

Nacionalidade /////////////Russa

Sexualidade /////////////Heterossexual

Super-Poder /////////////Vodoo Humano

Medo /////////////
Aprisionamento, confinamento

Faceclaim /////////////
magdalena zalejska


Acredita, por experiência própria, que os meios justificam os fins, sejam estes quaisquer que forem.

PERSONALIDADE

Sabe-se pouco sobre Zaria Pavlovna – menos do que seria considerado seguro. Seu rosto de boneca esconde uma personalidade reclusa e solitária que desconhece amor, seus tipos e significados, sendo assim uma pessoa aparentemente fria e distante que não parece ter sentimentos para expressar. Dona de um vocabulário relativamente pequeno, não é a maior fã das conversas desnecessárias e raramente Zaria será vista puxando papo por aí sem uma finalidade específica. Sua voz é baixa e carrega um teor sarcástico elevado, mas escutá-la é algo esporádico. Como sempre foi muito sozinha, acostumou-se com a voz de seus pensamentos e consegue conviver quase que unicamente com ela, sem sentir muita necessidade de contato exterior. É uma pessoa sozinha e que aprecia, de certa forma, essa solidão. Raramente sente-se culpada por algo que fez (inclusive causar dor a alguém, por exemplo) ou disse e não é exatamente o tipo de pessoa que tem muitos amigos. Cresceu sem noções de moral, tendo para si suas próprias regras de convivência baseadas na lei de Talião: se você machucá-la, será machucado. Com isso, é possível notar que é uma pessoa rancorosa e vingativa, além de carregar uma maldade singular dentro de si. Age sorrateiramente e não gosta de se envolver diretamente com nada e ninguém a não ser que seja estritamente necessário, como em casos de vida ou morte. Odeia dever algo a alguém, procurando ser o mais autossuficiente possível. Ironicamente, é uma pessoa bastante fria para o poder que tem. Acredita, por experiência própria, que os meios justificam os fins, sejam estes quaisquer que forem.

HISTÓRIA

Filha de Ewa Ko’Zov e Oton Pavlovna. Nascida entre Setembro e Outubro, pelo que estima-se. A data é incerta uma vez que sua mãe não tinha condições de dar a luz a menina em um hospital e tampouco de pagar pela documentação que a tornaria uma cidadã reconhecida pela Rússia (nota adicional: entrevistados afirmam que Oton e Ewa nunca tiveram envolvimento emocional, o que explica a ausência do pai na vida da garota até os seus três anos, aproximadamente). É devido a essa falta de documentações que a datação destes arquivos históricos é aproximada, hipotética, ilustrativa.

Sua mãe era uma prostituta nível baixo de Stalingrado que veio a falecer quando a menina tinha, aproximadamente, dois anos e dez meses, três anos. A autópsia indicou que sua morte deveu-se principalmente a quantidade abusiva de substâncias de todos os tipos em seu organismo - overdose. Foi levantada a hipótese de suicídio (foram encontradas receitas de anti-depressivos na cena do crime, além de existirem comprovantes consideráveis de que esta possuía algum problema semelhante), mas o caso foi abandonado pouco depois de iniciar.

Seu pai, dono de riquezas de procedência desconhecida, adotou-a legalmente alguns meses (não se tem certeza exatamente de quantos uma vez que Zaria era pequena demais para lembrar-se e ele não quis informar). A menina, que até então não possuía nome, passou a chamar-se Zaria Pavlovna. Foi morar com o pai em Moscou, capital russa. Este era muito ocupado e vivia a viajar devido a sua carreira (desconhecida), de modo que a criação da menina ficou na mão de empregados contratados para tal.

Rotina normal a de crianças da idade em que estava (12 anos, estima-se), sempre acompanhando o que era considerado o ritmo normal. Poucos amigos (basicamente só os próprios empregados do pai) uma vez que vivia enclausurada na casa dos Pavlovna (alguns empregados afirmam que ela não tinha permissão para sair das dependências da casa). Fechada para o mundo e de poucas palavras, houve suspeita de que pudesse ter alguma espécie de autismo que fora negada após uma série de exames pela qual ela passou. Completamente saudável, exceto por possuir uma distimia que tratava com alguns remédios.

Por passar grande tempo da vida dentro da casa do pai, não aprendeu coisas básicas da socialização humana - como lidar com pessoas estranhas -, desenvolvendo assim certa fobia pelo novo. Acabou caindo em uma zona de conforto psicológica, em que o costumeiro é bom e o novo é ameaçador. Por isso, aos treze anos (mais ou menos), quando seus poderes começaram a aparecer, a vida da garota se tornou um pesadelo.

Aos treze anos passou a ir para uma nova escola particular na região (não se tem registro de qual - curiosamente, todos eles foram aparentemente apagados) e começou a lidar com os jovens figuras da elite russa. Sentindo-se pressionada pela socialização e pela falta de aceitação nos grupos das crianças da sua idade, passou a se castigar - ao desenvolver uma espécie de rejeição a própria personalidade – passando a se ferir para isto (começou com alguns elásticos apertados que marcavam seu pulso, depois puxões destes elásticos até o uso de lâminas). Foi na época de mutilação própria que seus problemas realmente começaram.

A primeira pessoa a se ferir por causa dela foi seu amigo mais próximo em todo o mundo: um dos empregados do seu pai, seu mordomo particular (Zaria e o homem mantinham uma relação de confidentes em que o homem – pai de dois filhos falecidos – havia desenvolvido um afeto enorme pela menina, quase a tomando como sua própria cria, o que no fim das contas ela era).

Zaria fazia o trabalho com suas lâminas, as passando sobre sua pele e vendo o sangue escarlate escorrer por seus machucados, mas não sentindo um só fio de dor. Quinta ou sexta-feira. Ela diz que foi surpreendida com uma porta aberta de supetão e então Wladimir – seu mordomo – adentrou o quarto, flagrando a cena. Na época, a jovem tinha sérios surtos psicóticos (não era medicada, apesar de que já tinha sido avaliada com certo grau de psicopatia), sendo extremamente desestabilizada, e quando o homem tentou a impedir, tudo o que ela fez foi instintivamente passar a lâmina novamente sobre seu pulso.

Ela não sabe explicar o que a fez cometer o ato. Quando o enorme corte foi feito em seu pulso, contudo, não foi do sangue dela que o chão se banhou e sim o do mordomo, que caiu em desespero por um estancamento, perdendo uma quantidade questionável de sangue até que a criança conseguisse pedir por ajuda (o homem foi levado ao hospital e depois daquele dia não se houve mais notícias dele). Zaria Pavlovna alega que se viu sozinha no mundo e sua angústia aumentou, agora que sequer sua necessidade de companhia era capaz de nutrir. Talvez, nesse período, fosse possível identificar depressão, todavia os exames não foram realizados.

O problema apenas se agravou depois de Wladimir foi afastado do seu serviço - ela nunca mais o viu desde que os paramédicos tiraram seu corpo ensanguentado do seu quarto. O pai da menina resolveu, depois do episódio, a manter cada vez mais trancafiada dentro de casa, como se ele soubesse da ameaça que ela poderia ser para o mundo. Aos quatorze anos (aproximadamente) aconteceu de novo, dessa vez com uma garota na escola que adorava fazer da vida da menina o inferno (foi um corte diretamente na garganta que tirou a vida da menina, e a perícia deu resultado da morte como suicídio, por mais que ninguém pudesse explicar como aquilo aconteceu).

Foi naquela mesma semana que um transporte foi buscar Zaria, a tirando de casa. Não houveram explicações, não houveram esclarecimentos, pelo que foi narrado. Ela foi simplesmente colocada na parte traseira de uma van que passou a correr com em direção a uma estrada desconhecida. Nenhum dos homens com a Pavlovna eram faces que ela conhecia e ela não tinha ideia do que estava acontecendo, tudo o que a menina sabia era que seu pai era responsável por aquela operação.

A garota teve que se mudar para uma cabana, uma pequena construção de madeira com pouco mais de dois quartos, que abrigava a menina, agora morando no meio de uma floresta que parecia sem fim, novamente isolada, usando apenas da companhia de empregados que, nem de longe, eram tão amigáveis quanto aqueles que estava acostumada com na casa do seu pai. A menina teve que largar a escola, largar tudo. Passou a viver confinada naquela pequena cabana, morando com três homens rudes que eram responsáveis por tomar conta dela. Uma vez por mês, um cientista ia até lá e fazia experimentos com ela, testando suas capacidades e seus limites físicos, emocionais e psicológicos. Isso procedeu até os dezessete anos de Zaria (estima-se).

Sem grande coisa para fazer no lugar a que fora confinada, teve tempo de sorte para aprender a lidar com seus poderes e questionar cada vez mais como seu pai poderia saber sobre eles, querendo escondê-los de forma tão desesperada.  Junto com a experiência de Teresa em relação às suas habilidades, outra coisa se desenvolveu dentro dela. Uma espécie de desequilibro que ela já tinha, mas que com o tempo foi se agravando, entrando em um plano de extremos opostos. Em um minuto, Zaria podia ser a sociopata mais fria existente, enquanto no outro poderia desejar pelo bem da humanidade e paz mundial. Foi em um desses surtos psicóticos que a menina se tornou uma real assassina.

Cansada de viver em cativeiro, planejou a morte de cada um dos homens que tomavam conta dela. Rosto mergulhado contra uma panela de óleo fervente, faca no pescoço, um prego disparado contra o crânio. Saindo do cenário mergulhado em sangue, não se saciou com um homicídio triplo. Ela vingança do homem que havia apresentado o sofrimento à sua vida. Ela foi atrás do seu pai (pouco se sabe sobre como o fez). Sabe-se que entrou no escritório do homem e então deu um tiro no crânio do homem, o assassinando sem sequer ter tido que apontar o revólver a ele.

Depois de realizar sua onda de assassinatos, tentou fugir e ficar foragida em algum lugar. Conseguiu manter-se longe da polícia e do pessoal da prisão secreta por três semanas e meia, quando, por fim, foi capturada e trazida até a prisão.

A ENTREVISTA


A primeira coisa que nota, antes mesmo de abrir os olhos, é que suas mãos estão presas à superfície incrivelmente lisa e fria ao qual ela está deitada. Seu coração palpita e seus olhos estrondosamente azuis abrem-se, estampando sua raiva e um pavor explícito. Pavor porque estar presa assim

O que você tem de único? Qual sua melhor qualidade e seu pior defeito?
Resposta.

Por quais motivos acha que veio para cá? O que vai fazer se eu te contar que nunca mais vai poder voltar para casa?
Resposta.

Qual era a coisa mais importante na sua antiga vida e por que era isso?
Resposta.

Se defina em três palavras.
Resposta.

Qual seu maior medo e o que você faz para combate-lo?
Resposta.

Depois que a entrevista for concluída, ele largará a ficha em cima de uma mesa próxima e vai chegar perto de você ajeitando uma luva plástica e pegando uma seringa com um líquido cinza. Descreva o que achou ao perceber o que estava acontecendo e qual foi sua reação ao perceber a agulha te furando. Alguns segundos depois você vai desmaiar e o homem sairá da porta e entrará dois outros de terno preto, também encapuzados. Você não saberá de mais nada, apenas vai acordar novamente numa cela de prisão, com a porta aberta. Suas roupas são listradas nos tons preto e branco.

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