[FP] GABRIELA HOLBROOK

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[FP] GABRIELA HOLBROOK

Mensagem por Gabriela Holbrook em Sab Dez 26, 2015 12:27 am




17GABRIELAHOLBROOK

Nome completo /////////////Gabriela Holbrook

Nascimento /////////////02 de Novembro

Nacionalidade /////////////Dinamarquesa, embora a família seja originalmente inglesa

Sexualidade /////////////Não interessa

Super-Poder /////////////Rajada psiônica

Medo /////////////
Ela mesma e o que pode ser capaz de fazer

Faceclaim /////////////
Camila Queiroz


"Não se vence um jogo quando a adversária é quem fez as regras"

PERSONALIDADE



Mentirosa, cínica, traiçoeira, sociopata e debochada são alguns dos traços mais importantes a serem salientados na excêntrica e perigosa índole da Gabriela. É interesseira e paranoica, capaz de qualquer coisa para atingir seus objetivos. Para ela, muitas vezes, as pessoas que as rodeiam são meros peões a serem usados a seu favor num jogo que ela mesma cria, sem clemência ou empatia alguma. Mas personifica a ideia de um lobo disfarçado de cordeiro, já que na maior parte do tempo é doce e agradável - claro, com quem lhe convém.

HISTÓRIA



Oriunda da Copenhaga, na Dinamarca, Gabriela tinha parentesco com algumas das famílias de sangue real espalhadas pela Europa. Tinha a vida comum de qualquer adolescente cujos pais eram magnatas e, diga-se de passagem, o que pode-se chamar de “famoso”. Estudou nas melhores escolas particulares de seu país, com mensalidades altíssimas e sempre, de uma forma ou de outra, acabava tirando boas notas. Fazia bullying implícito com as outras garotas, já que o fato de ser uma das mais ricas de sua escola a tornara, automaticamente, a menina mais popular. Os rapazes, entretanto, a adoravam pela aparência que fingia ter. Frágil, doce e agradável. Quando a explosão aconteceu e os resultados atômicos caóticos espalharam-se por vários cantos do mundo, não foi muito difícil para Holbrook lidar com seus poderes - descobriu-os quando foi confrontada no banheiro feminino por uma novata que almejava seu posto de "rainha" (a garota foi encontrada desacordada horas depois e, quando despertou, não lembrava-se de nada do que havia acontecido e sua cabeça doía como nunca. Acreditavam que ela havia bebido, mas não havia sido isso que a havia acometido e sim os dons da outra estudante paranormal) -, já que sua ambição em ser cada vez mais e mais possibilitou-a ver isso como um privilégio e não um defeito. Entretanto, tudo desmoronou quando três homens trajando ternos lúgubres invadiram sua casa na calada da noite e enquanto um o segurava, o outro tapava sua boca e o terceiro injetava uma dose desconhecida em suas veias. Acabou por desfalecer num sono profundo.

A ENTREVISTA



Quando a moçoila acordou, não estava mais em seu lar e sim em um quarto de decoração cinzenta, que lembrava puro concreto e decididamente uma prisão – ou um hospital psiquiátrico do mais baixo naipe. Ao perceber que alguém aproximava-se, fechou os olhos e parou de remexer-se – anteriormente, tentava se soltar –, fingindo que ainda estava sob efeito das drogas que lhe haviam injetado. O médico, então, levantou-se e ela conseguiu ouvir seus passos, entreabrindo os olhos mais uma vez e mirando seu crânio com ele já direcionando-se a porta. Começou a sobrecarregar sua mente através do envio de potentes rajadas psiônicas. Pondo-se de joelhos, ele urrou com todo o seu pulmão antes de cair no chão, desacordado depois de alguns minutos. Outros chegaram no local dele e ouvindo os passos dos outros cientistas, Gabriela gritou:

— Socorro! Socorro! Acho que ele está tendo um aneurisma! — Moldou um teatral semblante de preocupação.

Ainda desconfiados, eles começaram a fazer suas perguntas.

O que você tem de único? Qual sua melhor qualidade e seu pior defeito?
— Acho que minha capacidade de fazer o bem a todos é o que tenho de único e minha maior qualidade! Também acredito em clemência e pureza. Meu pior defeito as vezes é a inocência excessiva. — Mentia perfeitamente, piscando os olhinhos de forma angelical.

Por quais motivos acha que veio para cá? O que vai fazer se eu te contar que nunca mais vai poder voltar para casa?
— Talvez tenham me confundido com algum criminoso, ou sei lá. — Uma expressão facial manhosa apoderou-se de seu rosto, fez um biquinho. — Espero que isso não aconteça, mas não faria nada!

Qual era a coisa mais importante na sua antiga vida e por que era isso?
— Acho que tudo é importante. Valorizo cada coisa!

Se defina em três palavras.
— Meiga, sensível e verdadeira.

Qual seu maior medo e o que você faz para combate-lo?
— Meu maior medo é me magoar com as pessoas ao meu redor — esperava ser convincente na última das mentiras.

A entrevista havia sido concluída. O cientista deixou uma prancheta cheia de informações em cima da mesa e ajeitou uma luva plástica em sua mão, munindo-se de uma seringa e aproximando-se de Gabriela. Pareceu nervosa, mas tentou não demonstrar coragem. Não estava no momento de protagonizar heroísmos. Aquilo, certamente, poderia e iria custar sua vida.

— O que vai fazer? Me solte! — Emitiu um falso choro e aveludou ainda mais a voz naturalmente aguda e fofa.

Trincou os dentes ao ser perfurada novamente, começando a sentir-se zonza.

— Não tem porque fazer isso, eu não fiz nada! — Tentava convencê-lo inutilmente. — Me deixa ir, por fav...

Viu dois homens encapuzados chegando na porta quando o médico deixou a sala, ambos de ternos. Quando acordou, não sabia de nada. Apenas estava em uma cela desconhecida, trancafiada e usando um uniforme listrado.

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Gabriela Holbrook
the calm before
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