{FP} Kristina Kröes Novacchio

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{FP} Kristina Kröes Novacchio

Mensagem por Kristina Kröes Novacchio em Sab Dez 26, 2015 8:55 pm




17KristinaK. Novacchio

Nome completo /////////////Kristina Kröes Novacchio

Nascimento /////////////23 AGO. 1998

Nacionalidade /////////////Americana

Sexualidade /////////////Bissexual

Super-Poder /////////////Super-Força

Medo /////////////
Aracnofobia

Faceclaim /////////////
Kylie Jenner


"There is a match, I wanna strike it."

PERSONALIDADE



Apesar de ter um problema com raiva, Kris nunca foi uma menina de pegar briga fácil. A garota de cabelos curtos sempre foi muito didática quando entrava em uma briga, sabia escolher quem era culpado ou não e separar o certo do errado, mas sempre preferiu resolver as coisas na base da conversa. Sua paciência é mínima, mas é o tipo de garota que se dá bem com todo mundo e, por isso, essa sua característica não é a mais marcante na garota. É simpática e completamente amigável, conseguindo fazer amigos com o mínimo de conversa. Ela é uma garota completamente tranquila, e que não se estressa muito, mas mesmo assim, quando precisa, está pronta para a briga.

HISTÓRIA



Kristina não é o tipo de garota que teve uma infância conturbada, muito menos o tipo de menina que tem algum trauma quando era pequena. Ela sempre foi uma aluna exemplar, e tinha em casa todo o amor que precisava, vindo de sua mãe, Beatrice, de seu padrasto, Benjamim, e de sua inseparável gêmea, Rosalie. Na escola, Kristina era conhecida por todos, mas não fazia parte do grupo das crianças populares, por não dividir o mesmo tipo de pensamento que o deles. Ela podia contar seus amigos em uma mão, e aquilo era suficiente para a garota. Ao entrar no High School, a garota começou a focar em suas aulas de educação física, principalmente nos esportes em geral. A menina conseguia ter uma força de um lutador de MMA, diferente das garotas da sua sala, o que chamou a atenção do professor para a morena. Ao longo do ano, Kristina treinou o suficiente a ponto de ser melhor que metade dos garotos que participavam do clube de luta da sua escola, garantindo a menina o lugar de lutadora principal, e assim passou os anos na escola, perseguindo uma carreira esportiva, curtindo com seus amigos, e aprendendo a viver a vida, mesmo com seu problema de raiva, que fazia com que a garota se juntasse com a sua irmã em um nível molecular, se tornando uma única pessoa.
As gêmeas eram muito chegadas uma com a outra, tão chegadas que elas viravam uma única pessoa quando precisavam lutar. Elas se davam as mãos, e suas moléculas se juntavam em uma, as transformando em uma única mulher que carrega ambos os poderes das garotas: Super-Força e Telepatia. Quando não estavam lutando, uma era melhor amiga da outra, e era difícil que elas brigassem: Ninguém conseguia separar as irmãs.
Para você que está lendo essa história e acha que eram tudo flores, não se engane. Kristina, assim como sua irmã, sabia quem era seu padrasto, e sua mãe nunca escondeu da menina o que era capaz, assim como nunca escondeu das gêmeas seus dons. Constantemente a garota estava de mudança, de casa em casa, de apartamento em apartamento, de condomínio em condomínio, tudo para evitar que guardas da prisão que tanto a queriam atacassem sua família. Mas, como tudo na vida, planos não são perfeitos, e, pelo menos uma vez no ano para animar as coisas, a família Novacchio recebia uma visita de algum monstro em sua residência, os quais eram recebidos de braços abertos, armas afiadas e poderes à mostra.
A primeira vez, foi uma semana depois de quando sua mãe contou para as gêmeas sobre seus poderes: Dois guardas da prisão invadiram sua casa pela janela, com o alvo as garotinhas de dez anos, que mal faziam ideia de como tudo funcionava. Desde então, Benjamim, seu padrasto e também guardião das garotas, começou a treiná-las com armas brancas e lutas corporais, também ajudando as garotas a treinar seus poderes o máximo que ele conseguia. Quando foram visitados uma segunda vez por meia dúzia de guardas, Beatrice sabia que não seria o suficiente apenas proteger as filhas, teria que se mudar constantemente, e as garotas precisaria ser seguida pelo seu padrasto vinte e quatro horas por dia, já que ele era o que deveria lhe proteger, e o que carregava as armas consigo.
Depois de sete anos nessa incessável luta, Kristina e Rosalie se sentaram e conversaram sobre suas vidas. Elas não queriam que sua mãe e seu padrasto ficassem expostos assim à pessoas perigosas, e resolveram que assim que terminassem o colégio iriam para outro país, trocar de identidade e começarem uma vida nova, sozinhas. Seguindo o seu plano, Beatrice disse adeus à suas filhas e ao seu companheiro de manhã cedo do último dia de aula das garotas, que saíram pela porta sem olhar para trás. Kristina e Rosalie nunca realmente disse aos seus amigos o que ela era, muito menos para onde ia depois da escola. Ela deixou sua mãe e todos aqueles que ela amava para trás, apenas para proteger aquelas pessoas que elas tanto se importavam. Tinha sido uma viajem relativamente tranquila, elas estavam de carro com seu padrastro, gastando apenas com dinheiro, e elas não encontraram um guarda se quer no caminho. Essa paz aconteceu até chegarem a 150 metros de Belize, onde Kristina, Rosalie e Benjamin começaram uma corrida contra um grupo de vinte guardas vestidos de branco. A corrida começou com os carros, e assim que Benjamim achava que tinha despistado os dois furgões, um deles bateu ao lado do carro, fazendo o veículo capotar, mas não ferir a família. Os três saíram a pé do carro, e começaram uma corrida contra os guardas, brigando com eles quando necessário. Apesar de conseguir distrair a maior parte dos guardas para que Kristina e Rosalie conseguissem correr pelas suas vidas, Benjamin não escapou da fúria dos brancos, que quebraram seu pescoço e as garotas precisaram assistir aquilo ao vivo. Aquela foi a primeira vez que Kristina realmente tinha sentido raiva, e não era por causa do seu problema. As garotas olharam uma para a outra, e deram as mãos, se fundindo em uma e começando uma briga contra os dezoito homens que brigavam com elas usando armas brancas. Apesar de estarem no começo do lado vitorioso, um deles as atacou por trás com uma arma de choque, e as garotas caíram ao chão, se separando enquanto sentiam seus corpos se eletrocutarem. Os olhos de Kristina piscavam, tentando  se focarem, mas ela só sentiu uma agulhada em seu braço, e depois sua visão estava preta, seus olhos e cabeça cedendo aos guardas.

A ENTREVISTA



As luzes do local não deixavam que Kristina abrisse direito seus olhos. A garota morena tentou levantar as mãos sem sucesso, se perguntando onde diabos estava. Se contorceu em cima da maca, enquanto suas pupilas contraíam para conseguir olhar ao seu redor: um quarto vazio com paredes brancas. Ela não sabia onde suas roupas tinham ido, e não ligava agora. Bateu sobre a maca e puxou as mãos em desespero, apenas a imagem de Rosalie passando por sua cabeça. Kristina não queria estar ali. Isso é, pelo menos não sozinha. Ela não conseguia, era completamente ameaçador. Olhou para as algemas mais uma vez e puxou as algemas com toda a força que ela tinha, que não era pequena, tentando se soltar, mas sem sucesso. De repente a porta se abriu, e sua garganta se fechou. Um homem de cara fechada entrou na sala e olhou para o seu tablet, dando um sorriso curto para ela. Seu corpo se debatou na maca, e ele só esperou que ela parasse.

O que você tem de único? Qual sua melhor qualidade e seu pior defeito?  
Eu sou completamente justa. Minha qualidade é que eu não deixaria quem eu gosto para trás em nenhum lugar, e meu defeito é... amar demais as pessoas com quem eu vivo.

Por quais motivos acha que veio para cá? O que vai fazer se eu te contar que nunca mais vai poder voltar para casa?
Eu sei de tudo, e porque estou aqui. Estou fugindo de vocês há meses. Eu não ligaria, eu vou fugir daqui.

Qual era a coisa mais importante na sua antiga vida e por que era isso?
Minha família. E não eram importantes, seu babaca, ainda são.

Se defina em três palavras.  
Leal, confiante e justa.

Qual seu maior medo e o que você faz para combate-lo?
Perder o resto da minha família, já que vocês já mataram o homem que eu chamava de pai. Aqui eu não consigo realmente fazer nada, não é?! Para que servem essas perguntas?! Onde está Rosalie?!

A garota se debateu na maca e gritava em desespero. Puxou o braço, as peças de metal cortando seus pulsos e a agulha começou a entrar em seu corpo. A última coisa que seu corpo aguentou fazer foi quebrar as algemas, enquanto um grito de dor que saía de sua boca com o nome de Rosalie tomou conta do quarto. E mais uma vez Kristina fechou os olhos e se deixou tomar conta do que tinham a injetado. Seus sonhos foram tomados por sua família mais uma vez.  



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Kristina Kröes Novacchio
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