{M} Dimitri Volk Orlov.

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{M} Dimitri Volk Orlov.

Mensagem por Lust em Sab Dez 26, 2015 10:15 pm



the asgardian thief
H U N T E D

Naquela manhã Dimitri Volk Orlov, havia acordado em um lugar atípico, o cômodo não fedia a urina ou a fezes de rato muito pelo contrário exalava uma fragrância de jasmins, o chão era de porcelana branca que refletia tudo que estava sobre ela. Móveis de mogno lustroso adornavam o salão elíptico que ostentava uma cama circular, havia uma pequena geladeira no canto e uma tv LCD na parede, o luxo era muito superior do que aquilo que estava acostumado na prisão Hunted, embora o rapaz estivesse algemado a uma poltrona.
Na cama uma bela mulher de pernas torneadas e corpete vermelho com seios saltados observava o homem sem camisa, a face da dama era uma incógnita embora fosse fácil evidenciar as íris verdes que contrastavam com a pele morena. – Tão indefeso e pensar que outrora poderia escapar das algemas sem um único esforço ou arranhão... – a presença da mulher era intimidadora, caminhou até o homem enquanto bebericava uma taça de vinho tinto, passou a mão arranhando o peitoral do mesmo e ligou a tv mostrando um pingente singular.
- Lindo não é mesmo? O pingente retrata o mjolnir, o martelo do filho de Odin, sou fascinada por estes artefatos exóticos... – A mulher sorriu enquanto continuava a acariciar o homem  – Quando me trouxeram para cá... – suspirou fazendo um beicinho, com os lábios vermelhos – ...Disseram que teria tudo o que eu quisesse e o que eu quero neste momento é aquele pingente em meu pescoço. – seus olhos se encheram de fulgor, a dama mordeu a bochecha sentando-se no colo do senhor Volk – Consiga-o para mim e será bem recompensado... – tirou uma minúscula chave escondida em meio a seus seios protuberantes e libertou seu prisioneiro.
Voltou-se para a cama e deu uma ultima espiada para o jovem enquanto a porta do quarto abria – Saiba que é muito difícil te manter nos eixos, tive de ser bem convincente para que a comissão da prisão resolvesse tal problema. – sorriu e continuou – Os cientistas da Hunted injetaram em seu organismo um vírus que te matará caso tente alguma gracinha... Agora vá! – a mulher mordeu o lábio inferior acenando para o homem que seguia pelo corredor.

Terá que narrar a partir da saída do quarto da moça, até chegar em um ponto que os carcereiros te doparam e você acordará em furgão na cidade onde se encontra o museu.
O museu apresenta uma tecnologia avançada de segurança máxima, sendo quase impossível rouba-lo. Conta com escâneres de presença, sensores infravermelhos e guardas robóticos.
O pingente se encontra em um pequeno domo no centro do museu em seu terceiro andar, a maioria da segurança está voltado para ele, já que o pingente é a atração principal.
Sua missão é rouba-lo substituindo o original por uma falsificação que será entrega pelos carcereiros a você.  
Narre como conseguiu adentrar no museu, passar pela segurança e fugir do mesmo.
Seja coerente é uma atividade de dificuldade fácil a media.
Por fim será dopado novamente para que possa voltar até a prisão e consequentemente até o quarto da mulher que espera o artefato.
Na presença da mulher não conseguirá usar suas habilidades, ela pode inibir os poderes de mutantes de forma espontânea.
Boa sorte... Duvidas, envie MP.
@DFRabelo

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Re: {M} Dimitri Volk Orlov.

Mensagem por Dimitri Volk Orlov em Dom Dez 27, 2015 11:07 pm


   
   
   




Best Of You




Ultimamente estou me sentindo um adolescente que toma um porre durante a noite, apaga e mal sabe onde acordou. A diferença é apenas o fato de não eu não ingerir uma gota de álcool sabe-se lá desde quando. Os meus “porres” de agora são resultado de anestesias ou seja qual for a merda que estão injetando para me derrubar. E era inacreditável, porque minha cabeça sempre doía um pouco no início, como se estivesse com uma ressaca leve e como eu sempre acordava preso de alguma forma. Daquela vez estava algemado em uma cadeira luxuosa. Um tanto sonolento ainda e piscando algumas vezes para me acostumar com claridade do lugar, percebia que não estava em minha cela. O cheiro ali era muito melhor, o perfume doce que invadia o quarto e consequentemente o meu olfato era como o aroma do paraíso pra quem estava vivendo praticamente na imundície. Franzi um pouco o cenho e olhei ao redor, observando os detalhes do luxuoso quarto que parecia demais com um quarto de motel de luxo. Percebi também que estava sem camisa daquela vez e aquilo me deixou com um bocado de raiva. O que esses putos queriam agora? Meus olhos finalmente se voltavam para a cama enorme que havia ali e nela uma morena deliciosa que me fez ponderar se tudo aquilo não se passava de um sonho ou uma ilusão fabricada pela minha mente.  

Quando ela se levantou vindo em minha direção e falou aquilo, em vão, eu tentei utilizar os meus poderes. Era como se tivessem injetado em mim algo para inibir que eu conseguisse utilizá-los. Suspirei de forma pesada e com seriedade, eu perguntei pouco antes da morena ligar a TV.

– O que vocês querem de mim, afinal?

Recebi aquele arranhão que deixou uma marca avermelhada e não posso negar que senti prazer com aquele toque. Eu não me recordava quando fui tocado dessa maneira por uma mulher. Os dias que estava na prisão mais pareciam anos pra mim. Com o corpo ligeiramente arrepiado pelo arranhão da morena, fiquei apenas a fitando, impossibilitado de reagir de outra forma. Ela ligou a TV e na tela tinha a imagem de um belo pingente no formato de uma martelo, cunhado em ouro envelhecido, eu acredito e me falava algo sobre o objeto, só que era impossível prestar tanta atenção naquilo com aquela morena fantástica me alisando forma tão tentadora. Minha resposta veio sem palavras, em um aceno concordando com o que ela dizia, eu não confiava muito em como minha voz sairia com ela ali me alisando. Mas nada se comparou quando ela me mordeu e sentou em meu colo, cheguei a entreabrir os lábios ao sentir o calor dos quadris da deliciosa morena. Ela falou algo sobre ser recompensado se eu conseguisse aquele pingente e nossa, eu sabia muito bem que recompensa eu queria. Olhei de um jeito guloso enquanto ela fazia toda a ceninha de tirar a chave que me libertaria de entre os seios maravilhosos.

Podia ser a coisa mais idiota do mundo a se fazer, mas eu simplesmente não consegui resistir.
Tão logo eu senti meus pulsos livres, eu agarrei a mulher deliciosa e provocante que estava em meu colo. Assaltei dela um beijo repleto de volúpia e com um quê selvagem de alguém que não sente o sabor doce de uma mulher a algum tempo. Uma de minhas mãos foi até a nuca dela e arranhei a região com suavidade antes de massagear e puxá-la mais para próximo de mim. Senti ainda mais o calor tentador dela e só parei com aquilo quando ela me empurrou suavemente e falou ligeiramente ofegante. Que eu tinha um serviço para fazer e ainda me passou o alerta para não tentar nenhuma gracinha e que tinham me injetado um tipo de vírus e que aquilo me mataria caso tentasse alguma coisa. Tombei a cabeça para trás diante daquele banho de água fria que ela me dava tanto na pegação quanto na informação sobre o vírus. Vi ela se levantar do meu colo e seguir para a cama como se nada tivesse acontecido. Me olhou daquele jeito lascivo e provocante quando já estava na cama e me mandou ir executar a tarefa quase impossível ou morreria vítima de um vírus que eu não fazia nem ideia de qual era.  

Andei pelo extenso corredor tão diferente do quarto bem iluminado e decorado e mais parecido com os corredores da prisão em que me encontrava, não precisava ser nenhum gênio para saber que eu ainda estava naquela maldita prisão, mas era uma área VIP ou algo desse tipo. Andei até o final do corredor e ao me encontrar com carcereiros, acabei mais uma vez tomando uma daquelas injeções derruba touro com a qual apaguei completamente.

***

Não sei quantas horas depois eu acordei. Só sei que estava dentro de um furgão e parecia ser de madrugada. Um dos guardas me deu um pouco de um líquido aí que não sei também o que era, mas que me fez me recuperar mais rápido dos efeitos do tranquilizante. Perguntei pra ele onde eu conseguia mais daquilo ali, mas fui sumariamente ignorado. Ele me entregou a réplica do pingente que eu deveria colocar no lugar do original e me deu instruções de onde ficava o museu. Eles pararam o furgão a uns 4 quarteirões de lá para que não houvesse suspeita nenhuma de que o furto era obra de um dos internos da Hunted. Me deu uma touca e uma roupa preta para que eu pudesse conseguir passar mais desapercebido e pudesse me camuflar melhor nas sombras e além disso me entregou um spray que deixava visível onde havia alarmes. Ele me mostrou também uma planta do museu, me indicando onde estava o pingente e me falou dos possíveis dispositivos de segurança que eu encontraria em cada sala até chegar ao meu objetivo.

Com posse das informações relevantes de onde era o museu, em que lugar estava o pingente e com a roupa devidamente trocada, eu caminhei para onde me foi indicado, já meio que me esgueirando pelas sombras para que ninguém me visse. Ao finalmente ver o museu, eu resolvi ir pelos fundos, pelo o que vi na planta do lugar, ali era um pouco menos monitorado por não conter itens tão valiosos assim. Me colei na parede dos fundos e fechei os olhos para me concentrar e acalmar meu coração acelerado. Depois de uns cinco minutos, eu estava pronto, dei uma última olhada se não tinha ninguém por perto e logo meu corpo foi passando lentamente pela parede, com bastante cautela até. Me vi primeiro na ala de arte moderna, olhei para as paredes, buscando onde havia os sensores que projetariam os lasers de segurança e usei um pouco do spray para conseguir enxerga-los temporariamente. Tracei em minha mente o caminho que deveria percorrer para sair daquela ala e utilizando meus poderes de ajustar as moléculas do meu corpo, avancei com cautela e de olhos atentos nas câmeras de segurança.

Cheguei na ala da Pré História e fiz a mesma coisa, busquei os sensores primeiro com os olhos e em seguida usei o spray para então traçar em minha mente o melhor caminho para ir, por vezes eu precisava andar meio agachado para que meu tronco ou minha cabeça não pegasse em algum laser que ficava mais em cima. Finalmente eu consegui chegar na ala principal, onde estava o bendito pingente. Oculto pelas sombras da noite, eu observei mais uma vez todos os dispositivos de segurança pelos quais deveria passar, principalmente para o tempo das câmeras de segurança, buscando o momento do ponto cego delas para só então passar, como qualquer bom ladino. Vi o pingente protegido por uma redoma de vidro, que provavelmente era à prova de balas, mas aquilo não fazia a menor diferença para mim.

Avancei até a redoma, calculando mentalmente o tempo de cada câmera para não ser flagrado pelos seguranças do turno da noite. Meu coração estava batendo forte por conta de minha tensão, aquele sem dúvida alguma era o roubo mais protegido que eu já havia feito na minha vida. Ele em nada se comparava com os roubos residenciais que eu costumava fazer. Por sorte a máscara, no estilo de máscara ninja, que me deram cobria todo meu rosto e evitava que as gotas de suor que se acumulavam lá caíssem. Sem dúvida eu estaria enrolado se por acaso o meu suor estivesse escorrendo, já que ele poderia acionar os alarmes. Me recostei em uma pilastra onde conseguia me ocultar melhor e esperei a próxima passada das câmeras de segurança. Eu tinha cerca de um minuto para conseguir fazer a troca até elas se voltarem para o pingente novamente. Na hora certa, eu avancei para fazer a troca, por muito pouco não coloquei tudo a perder ao quase deixar a réplica cair pelo nervosismo, mas no fim das contas, eu consegui segurar a peça no último segundo e então fazer a troca com cuidado para não disparar o sensor de peso que havia no local. Consegui fazer a troca um segundo antes das câmeras voltarem e por muito pouco elas não me pegaram em pleno ato, ainda bem que sempre havia um ponto cego.

Voltei para pilastra que estava anteriormente e ponderei se faria o mesmo caminho que fiz para chegar ali e concluí que era a forma mais segura de sair dali. Respirei fundo e voltei a controlar minha respiração e emoções. O pingente já estava são e salvo dentro do bolso da calça preta, agora eu só tinha que me preocupara em sair. Quando julguei que estava controlado o suficiente, eu comecei a fazer o mesmo caminho para voltar dali, cauteloso, mas rápido o suficiente para não ser pego pelas câmeras. Estava tudo indo muito bem eu só precisava atravessar novamente a ala da Arte Moderna para sair dali com 100% de aproveitamento. E eu devia estar sendo abençoado por Loki, o irmão trapaceiro de Thor, pois eu consegui sair do museu sem ser visto ou ter disparado alarme algum. Nem eu sabia que era tão bom naquele tipo de coisa. Fiquei um tempinho parado do lado de fora do museu, aproveitando a brisa gelada da noite para ajudar a diminuir o calor e a ansiedade do meu corpo. Eu tinha um sorriso orgulhoso de mim mesmo por detrás da máscara ninja e foi só depois desse tempo que andei todo o trajeto de volta. Ao chegar e entrar no furgão, eu finalmente tirei a máscara e depois o pingente do meu bolso, eu estava com um sorriso satisfeito nos lábios quando falei me vangloriando.

– Essa foi moleza, qual é a próxima?

Mas não me responderam, é claro que não me responderam, aqueles filhos da puta me colocaram pra dormir e só fui acordar de novo no quarto, ou melhor, na cela da morena gostosa. Estava mais uma vez algemado e com aquela sensação de que havia tomado um porre daqueles, mas menos fui bem sucedido, né? Olhei meio grogue para a bela morena para no segundo seguinte fechar os olhos e tombar a cabeça para trás.

- Na boa, estou cansado daquele filhos da puta injetando essas drogas em mim. Essa porra não pode me deixa impotente não, né?



post: 005 | notes: Queria saber fazer posts pequenos. x.x / E espero que esteja tudo de acordo | tagged: Lust | music: The Best of you – Foo Fighters



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Re: {M} Dimitri Volk Orlov.

Mensagem por Lust em Seg Dez 28, 2015 12:44 pm



correção
H U N T E D

A historia conseguiu de fato capturar minha atenção, confesso que esperava mais ação, alguma luta algo do tipo, mas a forma como você descreve cada cena é impressionante... Chega a tornar o post uma história realista e emocionante. Apesar de ter recebido alguns equipamentos não citados no texto piloto, percebi que os equipamentos deram veracidade a informações citadas nos pontos impostos, embora tenha sido uma escolha arriscada não tenho do que reclamar, foi uma missão excelente, parabéns.

Gramática 5/5 (houve um único erro de concordância em todo texto, não vou diminuir sua nota por um único deslize)
Descrição e interação com o ambiente - 5/5.
Coesão e Coerência -  5/5
Interação com NPC's - 5/5
Narração (realidade do post) - 5/5

Nota = (5+5+5+5+5)x4 = 100xp = +1 nível + 1 perícia (furtividade profissional) + 1 ponto de atributo (escolher entre: Destreza, inteligência, vigor) escolha e atualize em seu personagem
+ Um punhal antigo, com runas nórdicas marcadas em baixo relevo na lâmina, não é uma arma poderosa e sim decorativa, embora possa perfurar inimigos.

Bônus:
Um sorriso formou-se nos lábios da morena ao perceber a chegada do jovem rapaz, usava um vestido negro com um decote provocante e uma mascara de renda delicada, que deixava os olhos esmeraldas e lábios carnudos e vermelhos a mostra, aproximou de Dimitri e ficou de costas para o mesmo, encostando seu corpo no dele tentando provoca-lo, com as mãos prendeu o cabelo para que ele pudesse colocar o colar em seu pescoço. Animada caminhou até o espelho vangloriando-se da nova aquisição.

Voltou para o rapaz agarrou o corpo atlético do mesmo, passando a mão em suas costas por baixo da camisa arranhando-a, mordeu o lábio inferior do garoto e por fim depositou um beijo meigo no canto de sua boca. Gesticulou com a mão um comando para o rapaz se retirar de sua sala, assim ficando a sós com seu novo artefato. No corredor um item o esperava, um punhal antigo com runas nórdicas talhadas em baixo relevo na lâmina. Não era uma arma poderosa, mas de grande significância, pois fazia parte da coleção particular da morena.
@DFRabelo

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