{FP} BORDLËTCH, ALBERICH

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Mensagem por Alby Krystvøn Bordlëtch em Dom Dez 27, 2015 11:25 am




XIXALBERICHBORDLËTCH

Nome completo /////////////Alberich Krystvøn Bordlëtch

Nascimento /////////////17/04/1996

Nacionalidade /////////////Norueguês

Sexualidade /////////////Heterossexual

Super-Poder /////////////Mimetismo Demoníaco

Medo /////////////
Gerascofobia, Anatidaefobia

Faceclaim /////////////
Andre Klitzke


"Se eles fodem com você é só você foder com eles. Simples."

PERSONALIDADE



Alberich talvez tenha nascido na época errada. Seu temperamento assemelhava-se aos de seus antepassados vikings, e sua personalidade foi sendo moldada desde cedo ao escutar histórias dos heróis vikings matando gigantes e temíveis monstros, sempre querendo ser igual a quem ouvia falar. Durante a infância, tornou-se uma criança insuportável e que gostava de meter-se em perigos. Por ser o filho "Mais velho" em uma diferença de três minutos, possuía mais liberdade e atenção que as duas irmãs juntas recebiam, e por isso, tentava sempre chamar a atenção de seus pais expondo-se ao perigo, como quando atravessou a área permitida para visitantes de um zoológico e tentou montar em um leão para domá-lo aos 4 anos de idade. Com a chegada da fase adulta e depois de todos os problemas que passou, seja familiar e pessoal, tornou-se uma pessoa um tanto quanto peculiar para quem convivia com ele. Queria mostrar ser o melhor que qualquer outra pessoa em determinada coisa e sempre fazia questão de afirmar superioridade. Apesar de gostar muito de suas irmãs, utilizava da inocência delas manipulava-as para conseguir coisas que queria e que trouxesse bem próprio.

HISTÓRIA



O primeiro filho, o "alpha". Alberich compartilhou o útero com duas irmãs, Elish e Cait. Nascidos em Tromsø, uma das comunas da Noruega, cresceram controlados por seus rígidos pais. Elish, a filha do meio, e Cait, a mais nova, foram atormentadas pelo controle excessivo dos pais, enquanto Alberich convivia em repleto prazer frascário. Elish e Cait não possuíam tanta liberdade como Alberich, por serem mais nova possuíam um grande laço fraternal. O mais velho desde cedo sempre soube que as duas tinham inveja do irmão mais velho, por ter liberdade e poder fazer o que queria. Por vezes ele sabia que elas questionavam-se se tivesse nascido primeiro teria aquelas regalias, porém acabou por entender que não se tratava de ordem, e sim sexo. Alberich tinha amigos, com os quais brincava, mas a companhia que mais prezava era a dos personagens literários, nos quais focava sua vida. Sua paixão eram as páginas, as aventuras que lá aconteciam. Aos quatorze anos de idade, os trigêmeos aventuraram-se em uma viagem apenas de ida para a grandiosa Alemanha, local em que viviam seus avós maternos. A viagem deveria ser apenas uma rápida visita de alguns dias, mas um trágico acidente de carro pois fim a vida de seus pais. Alberich, sentimental com seus pais, não derramou uma lágrima. Não durante três dias de luto, enquanto guardava seus sentimentos no interior, até que no quarto dia, no enterro, deixou-se extravasar, até que estava toda seca de quaisquer tipo de tristeza. Entendeu que, então, teria a liberdade.

Com uma súplica de esquecimento e amargura, o prazer carnal tornou-se uma necessidade para o trio, ato que a todo custo deveria ser ocultado para os demais. Alberich abraçou aquela realidade liberta recém-adquirida com hesitação, por ainda deter dentro de si a rígida forma de cuidado dos pais, mas não demorou muito para que aprendesse a aproveitar de forma responsável.

Certo dia, em frente a um espelho, observou seu rosto por vários minutos até que obteve feições inumanas. Piscou os olhos e sua aparência havia voltado ao normal, não sabia se aquilo era coisa de sua cabeça ou algo real. Dias passaram-se, e algo estranho manifestava-se em seu corpo. Uma anomalia por dia. Um dia era uma pele meio avermelhada, outro dia a pele já estava normal mas as unhas tomavam uma coloração escura e alongadas, sempre um sintoma diferente. Escondeu o que acontecia com ele de suas irmãs, até um dia em que foi desacordado em público por um dardo tranquilizante no pescoço.

A ENTREVISTA



Ele acordou em uma sala escura, ampla, deitado sobre uma maca e trajando vestes de hospital. Seus pulsos estavam presos por algemas à maca, e ele não podia mover-se direito. Sentiu um arrombo de desespero, até que viu a presença de uma pessoa. Um homem, por sua silhueta. Usava uma máscara e sua voz era modificada quando começou a fazer perguntas.

O que você tem de único? Qual sua melhor qualidade e seu pior defeito?
Meu DNA. Ele é único. Minha maior qualidade é omitir sentimentos. Meu pior defeito é agir por impulso.

Por quais motivos acha que veio para cá? O que vai fazer se eu te contar que nunca mais vai poder voltar para casa?
Eu vim para cá porque eu represento perigo para você, sua mulher e seus filhos. E eu vou tentar escapar sempre que tiver oportunidade.

Qual era a coisa mais importante na sua antiga vida e por que era isso?
Minhas irmãs. As duas são tudo o que me sobrou depois de ficar "sozinho" no mundo.

Se defina em três palavras.
Arrogante, Impulsivo, Protetor.

Qual seu maior medo e o que você faz para combate-lo?
Ser observado por patos. E eu combato esse medo evitando ficar em lugares com a presença deles.

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Alby Krystvøn Bordlëtch
the boredom killers
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