[FP] Gregory C.C. [+18 Sexo/Mortes/Pedofilia] ~Costrução

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[FP] Gregory C.C. [+18 Sexo/Mortes/Pedofilia] ~Costrução

Mensagem por Gregory Cotton Clark em Dom Dez 27, 2015 7:15 pm




17 AnosGregory CottonClark

Nome completo /////////////Gregory Cotton Clark

Nascimento ///////////// 25 Março. 1998

Nacionalidade /////////////Americano

Sexualidade /////////////Bissexual

Super-Poder /////////////Fator Cura

Medo /////////////
Não ser suficiente

Faceclaim /////////////
Thomas Davenport


"Quando acordei hoje de manhã, eu sabia quem eu era, mas acho que já mudei muitas vezes desde então.."

PERSONALIDADE



Gregory basicamente possui uma personalidade doentia, devido os anos que sofreu abusos sexuais feitos pelos seus próprios pais o garoto que sofria de Esquizofrenia, então o mesmo possuía diversos amigos imaginários que eram vozes em sua cabeça que com o passar do tempo começaram a tomar formas físicas, que depois de alguns anos o mesmo atribuiu ao seu nome, esquecendo seu sobrenome antigo. Gregory adquiriu ao longo do tempo outros transtornos de personalidade como: Sociopatia, que levou a morte de seus pais, ele usou como válvula de escape. Porém, mesmo com todo isso o menino possui um grade coração, ele gosta de fazer amigos, todavia, não suporta mentiras, pessoas que lhe façam mal, essas eles as planta a sete palmos da terra.

HISTÓRIA



Podemos negar que nossos anjos existem, dizer a nós mesmos que eles não podem ser reais. Mas eles aparecem de qualquer maneira. Em lugares estranhos, em tempos estranhos, eles podem ser qualquer personagem que possamos imaginar. Serão verdadeiros demônios se precisarem, nos chamando, nos desafiando a lutar.

As luzes piscavam. O relógio fazia tique, toque, tique, toque. Uma grande massa negra estava diante do menino de olhos frios. Ele lambeu os lábios umedecendo a superfície rugosa. Pigarreando o rapaz respondeu à pergunta anterior.  

– Meu nome é Gregory, Gregory Cotton Clark. Tenho 17 anos e assassinei meus pais, feliz?

O homem de sobretudo negro ficou de pé e andou de um lado ao outro na sala pequena. Ele jogou uma pasta cheia de fotos sobre a mesa. Voltando a se sentar o homem apoiou as palmas das mãos contra a superfície lisa e analisou a fisionomia do menino. Ele tinha grandes olhos penetrantes, sua pele era branca, mas com alguns tons acobreados, como os surfistas, seus cabelos eram loiros, vestia-se como um rapaz comum, porém, seus olhos lhe denunciava, mostrava que de traz de tudo aquilo ele era um ser doentio.

– Me conte tudo. – Ordenou o homem. – Desde o início. – Ele pegou um gravador de voz e deu Play.  – Não me esconda nada.

O rapaz cruzou os braços na altura do peito e olhou o homem nos olhos, como se tentasse ler seus pensamentos. Por fim deu de ombros e começou a falar.

– Tudo ocorreu em uma quarta-feira, foi meu primeiro dia de aula na nova escola, eu tinha apenas 09 anos de idade. Mamãe me deixou na parta da escola e me deu um beijo no rosto, ainda posso sentir o calor de seus lábios contra minha face rosada. Quando eu era pequeno eu era muito fofo, sabe aqueles anjinhos de coral? Eu era muito parecido com um. Sentei-me na segunda cadeira ao lado da mesa do professor, cochichos se espalharam por todos os lados, olhei para trás e vi um menino alto de cabelos negros me olhando, engoli a seco, ele me olhou como se fosse devorar minha alma.

O homem bufou e bateu com a mão sobre a mesa com violência.

– Eu não quero saber sua vida escolar. Vá para a parte importante.

O menino fechou os olhos, como se estivesse se concentrando e pedido aos deuses para não esquartejar o homem.

– Esta bem... Era verão o dia estava quente, eu tinha apenas nove anos e meio, ia fazer dez anos duas semanas depois, minha mãe estava muito ocupada cuidando do meu irmão mais novo John, ele era um sapeca sempre correndo e derrubando as coisas. Eu estava sem camisa e sentada de frente a tv jogando vídeo game, papai sentou-se no sofá e começou a tomar sua cerveja. Sabe quando você sente que tem alguém lhe observando? Pois é, foi assim que me senti, vez o outra eu olha para trás, papai estava usando um calção de dormir azul, chinelos de dedo. Ele era um homem musculoso, seu abdômen completamente trincado, cabelos negros bem cortados, cara de um verdadeiro executivo. Em um momento notei ele tocar seu membro e mexer um pouco, mordi meus lábios inferiores e voltei a prestar atenção ao meu jogo.  O suor escorria em minha testa, pois estava muito quente naquela dia. Levantei e fui até a cozinha pegar um chá gelado, papai veio logo atrás de mim. Abri a geladeira e peguei a garrafa de chá, quando me virei colidi com a barriga do papai derramando suco sobre sua roupa. Pude notar que ele estava excitado, fiquei corado. Foi nesse momento que ele baixou as calças e seu membro saltou. Seus pelos pubianos eram loiros, loiros como os fios de cabelo de minha cabeça. Engoli a seco, ele me puxou, tentei escapar, mas não consegui. Ele segurou nas minhas bochechas fazendo minha boca abrir, ele enfiou o membro ereto pela minha boca e segurou na minha cabeça.

O homem observava o menino falar, a fita girava dentro do gravador. – Continue. – Disse o homem.

– Meus olhos estavam repletos de lágrimas, pois ele enfiava profundamente na minha garganta. Seu pau era grosso e largo, mais ou menos 18cm, o pau entrava e saia de minha boca como se fosse um sorvete, ele me dizia coisas pornográficas como: Isso putinha chupa todinho o papai. Sua mão esquerda movia minha cabeça para chupar o seu membro, enquanto sua mão direita massageava minhas nádegas, ele enfiou seu dedo anelar dentro do meu cu, eu quase gritei de dor, ele me enforcou e balançou a cabeça negativamente. Eu tentava fugir, mas algo dentro de mim dizia: Chupa esse pau, chupa tudo. E ao mesmo tempo outra voz dizia: Seja forte, você consegue escapar. Eu tentei correr, mas ele me puxou, me jogou no chão e baixou minha bermuda, senti seu pau roçar entre minhas nádegas e então ele me penetrou sem dó. Quando soltei um grito de dor, ele enfiou a mão na minha boca e puxou minha mandíbula para baixo, eu fiquei tentando gritar, mas o som não saia. Ele enfiava seu membro grosso no meu cu com força, sangue escorria pela minha perna esquerda e caia sobre o chão. Ele deu duas palmadas com força contra minha bunda e puxou meu cabelo para trás, ele deu um longo gemido e seu corpo foi para frente e para trás e eu pude sentir um liquido quente adentra meu reto, ele se levantou ergueu minhas calças e eu fiquei lá deitado no chão, ele chutou minha costela e mandou eu limpar a bagunça e sumir da vista dele. Eu sofri disso por longos quatro anos, sabe o que é você virar a putinha favorita de seu pai? Quando mamãe não satisfazia ele, ele ia em meu quarto e comia meu cu toda noite, uma vez me obrigou a comer ele. Meu irmão mais novo via tudo, mas não dizia nada, ele era apenas um bebê.  Quando fiz 15 anos tomei coragem de contar para minha mãe. Má escolha.

O entrevistador olhou para o menino assustado, como ele havia sido forte aquele tempo todo, sendo estuprado dia e noite pelo próprio pai. – Continue. – Disse o homem.

O menino suspirou, colocou a mão sobre a mesa e olhou para o lado. – Ele vai lhe prender. – Disse com uma voz maligna. – Não, não vai, ele vai te ajudar. – Disse com outra voz olhando para a esquerda. – Eu não tenho culpa, quero deixar logo claro, ele mereceu. Todos mereceram. – Ele então lambeu o lábio inferior.

– Era noite, mais ou menos dez horas. Mamãe estava de plantão no hospital e só chegaria de madrugada, John estava dormindo e papai não havia feito nada comigo aquele dia. Estranho, eu havia passado a tarde toda planejando minha fuga ou como acabar com aquela tormenta. As vozes em minha mente me mandavam cometer suicídio, outra voz me dizia para fugir e a outra me deu uma ótima ideia. – O rapaz deu um sorrisinho de canto de boca, pegou a água sobre a mesa e tomou um gole. – Papai havia ido dormir, eu então me arrastei por debaixo do lençol, desci sua roupa de baixo de dormir e comecei a massagear seu membro, ele no mesmo instante abriu a boca surpreso. Eu como não era bobo abriu um sorriso e disse-lhe: Papai não quer brincar comigo hoje não? Eu fiz aquela carinha típica de cachorrinho caído da mudança e masturbei o membro dele, ele deitou-se de barriga para cima, colocou as mãos por de trás da cabeça e relaxou, minha boca começou a brincar com o pau mole dele, que em minutos estava trincando de duro. Segurei o membro dele e masturbei. O sorriso brilhava em meus olhos quando eu disse: Hoje de brincar de Doutor. Papai abriu o olho e deu um grito ao ver a faca na minha mão, ele não teve tempo de se mover, a lâmina percorreu o musculo ereto de seu membro e o decapitou, um jato de sangue atingiu minha boca, sujando minha roupa de dormir, montei sobre ele e cravei a faca em seu peito diversas vezes, uma sequência continua de golpes. O sangue salpicava contra minha face e eu gargalhava de prazer, pude ver o sangue escorrer pelo canto da boca de papai, seus olhos viraram e ele morreu. Passei a mão na minha boca e lambi o sangue doentiamente esfregando boa parte do liquido na minha língua.

O homem deixou o palito de dente que estava entre seus lábios cair sobre a mesa, piscou três vezes e balançou a cabeça de um lado ao outro, pegou uma caneta e começou a escrever em um bloquinho de papel. – Muito bem. – Disse ele.  Gregory então movimento a cabeça para o lado e cuspiu. – Não acabei. – Disso sorrindo. O homem por sua vez fitou ele. – Eu sei muito bem, continue.

– Ela não deveria ter chegado tão cedo. Eles me disseram que iramos só matar o papai, mamãe estaria no trabalho então daria tempo de fugir, mas não aquela puta teve que chegar, ela me abusou apenas uma vez, mas pediu desculpas. Desculpa é o caralho. Ela entrou na sala e me viu sentado no sofá todo sujo de sangue, correu em minha direção e sentou-se sobre as pernas diante de mim. Perguntou se eu estava ferido, balancei a cabeça negativamente, ela viu na minha mão direita uma faca, recuou, porém, fui mais rápido. A lâmina atravessou da direita para a esquerda fazendo um largo corte em sua garganta, ela levou a mão até o local e começou a engasgar com o sangue. Fiquei de pé e chutei sua face fazendo-a cair de costas contra o chão, com a ponta da faca subi pela sua coxa fazendo um belo corte vertical indo em direção a sua vagina. Mordi os lábios e olhei-a nos olhos e disse: Quer ficar molhadinha mamãe? Vou te deixar. Com a ponta da faca introduzida entre as pernas dela cravei até penetra e rasgar a roupa branca que ela usava, a lâmina subiu por dentro da vagina dela até chegar na altura do umbigo, sangue jorrava no chão, abri um largo sorriso e retirei a lâmina. Meus olhos analisavam a lâmina ensanguentada, com a língua limpei o sangue presente no objeto e disse-lhe: Bem molhadinha, do jeito que eu gosto.  – O menino deu uma gargalhada alta ao lembrar da cena. – Não posso negar, eu amei.

A sala ficou em completo silêncio, pode se dizer que não ficou devido ao som do relógio batendo, o horário indicava que eles haviam passado uma hora e meia conversando. O homem abriu o gravador e retirou uma fita totalmente cheia, retirou do bolsou uma virgem e colocou no lugar da anterior. Ele bebeu um gole de café.  – Podemos prosseguir. – Disse ele bebendo mais um gole do café.
– Quero saber o porquê de ter matado aqueles policiais.

Gregory se ajeitou na cadeira e inclinou o corpo para frente. Ele sorriu e lambeu os lábios.  Ele então olhou para o homem. Suspirou. O olhar do menino parecia uma cobra pronta para dar o bote. O homem caminhou na direção dele movimentando a caneta entre os dedos, o menino inclinou a face na direção do homem que gritou para que ele responsa, porém, ele se recusou. Desta vez Gregory não iria abrir a boca, ninguém poderia saber o que ocorreu com os policiais, ninguém...


Naquela mesma tarde, logo após o interrogatório terminar tragicamente em um novo assassinato, Gregory foi recolocado em um local para sua reabilitação, local recluso e com poucos membros, os métodos de tratamento do local podem ser taxados de bárbaros ou até mesmo cruéis. Lobotomia, terapia de choque, trepanação, entre outros tratamentos que já não são mais usados com frequência eram aplicados em seus pacientes. O garoto foi diagnosticado com distúrbio de personalidade, ansiedade compulsiva e hiperatividade. Sua primeira semana no local foi tratada com aplicações de medicamentos intravenosos, que não resultaram muito bem. Os ataques de raiva se tornaram constantes, mais de cinco médicos foram feridos ao longo do tratamento, que passou a ser aplicado terapias de choques na temporã. As descargas eram aplicadas duas vezes ao dia, os médicos ficavam pasmos como o garoto conseguia se recuperar das queimaduras tão rápido.

Seu penúltimo dia no local foi o mais tenso, pois ele levou a morte de dois internos sendo levado a ficar no quarto branco.

O cômodo estava em completo silêncio, os azulejos brancos eram vistos em todas as partes, desde teto até o chão. No centro um jovem amarrado com camisa de força balançava de um lado ao outro, gemendo, seus olhos se assemelhavam à loucura, seus lábios estavam secos, como se ele tivesse passado dias e dias sem beber água. Seus cabelos estavam longos, até a altura dos ombros e de uma coloração loira. Ele disse alguma coisa alguma coisa inaudível, sua cabeça movimentava da direita pra esquerda olhando para os lados, como se estivesse à procura de algo, seu coração batia rápido, como se estivesse a correr uma maratona. Ele passou lentamente a língua sobre os lábios umedecendo, suspirou fundo e abaixou a cabeça.
– Eu não fiz nada, eu não fiz nada, eles mereceram tudo aquilo, que eles mereceram, eu sei. Não fui eu, não fui eu. Sua culpa! Sua culpa! Não foi minha culpa. – O menino conversava com ele mesmo, olhando para direita olhando para esquerda, sussurrando algo muito baixo. Ele então ergueu a cabeça e soltou um grito. – Eu não tenho culpa de ter nascido assim, eu não pedi pra ser assim. – ele então soltou uma gargalhada e olhou pro lado com a face maligna. – Você fez por merecer tudo isso gatinho, você está colhendo o que você plantou apenas... E isso que você pode fazer com seu corpo é uma maldição, tudo em sua vida é uma maldição. Criança maldita, dizia a puta da minha mãe. – ele então colidiu com seu corpo contra o chão, seus dentes se trincaram, Ele ergueu a cabeça lentamente, dando uma risadinha.  
Então a grande porta se abriu. O menino se arrastou para trás tentando se esquivar como se fosse um rato fugindo de um Predador. Seus olhos dilataram, a última coisa que ele pôde ver foi a grande agulha penetrou no seu pescoço.


A ENTREVISTA



Estática da Luz fez o menino acordar. Em seu braço esquerdo uma agulha daquelas descartáveis penetrava em sua veia, trazia também um tubo branco que levava até uma pequeno saco contém o soro, ao lado direito uma máquina de calcular os batimentos cardíacos fazendo um som de pi, pi, pi.  Ele abriu um largo sorriso, lambeu os lábios e ficou esperando, em silêncio, ouvindo apenas o badalar da máquina. Não demorou muito para o silêncio ser rompido pelo som do gemido da porta, um Doutor adentrou o recinto, olhou o garoto nos olhos e sentou-se numa mesa.  Gregory já estava acostumado com aquele tipo de entrevista, como já ocorreram várias, várias vezes na delegacia e até mesmo no manicômio.

Gregory movimentou a cabeça para o lado esquerdo como se fosse um animal faminto analisando sua presa, ele já havia criado esse hábito de ficar analisando as pessoas. Sorria, apenas isso que fazia, não dizia uma palavra sequer, apenas demonstrar um sorriso cínico, doentio, daqueles que levam as pessoas a loucura, seus olhos demonstravam sabedoria adquirida ao longo do tempo, as várias e várias sessões de tortura que sofreu no manicômio o fizeram forte, também o fizeram descobrir o que ele era.

O homem então abrir uma pequena pasta contendo folhas brancas, a primeira página continha estampado a imagem de Gregory, havia uma pequena foto 3 por 4 o nome do rapaz ao lado, seu tipo sanguíneo, nome da mãe e pai, seus antecedentes, seu estado clínico, entre outras coisas. Então via-se no topo uma pergunta. O homem ficou de pé caminhou até o menino e olho nos olhos.

– O que você tem de único?  Qual é a sua melhor qualidade e qual é o seu Pior defeito?  

O menino apenas sorriu. Ficou lá parada, olhando para o homem com um sorriso estampado no rosto. Ele não me umedeceu lentamente os lábios e voltou a sorrir. O homem novamente perguntou, mas o menino nada respondeu. O homem então se aproximou do rapaz, pegou sobre uma pequena mesinha uma agulha contém um líquido branco, ele deu um sorrisinho de canto de boca e introduziu agulha no braço do rapaz. No mesmo instante o menino começou a se debater sobre a maca convulsionando.

Levaram-se alguns minutos até o menino recobrasse a consciência, quando ele viu que o doutor ainda permanecia no lugar ele começou a gargalhar, como louco.  O doutor fez novamente a mesma pergunta, desta vez mais calmo, sereno, ignorando completamente as risadas sarcásticas do rapaz.  Novamente o menino apenas sorriu.

O médico novamente aproximou-se do menino e da mesinha contendo utensílios médicos, ele pegou um bisturi e passou contra a bochecha do rapaz, que se remexia de um lado ao outro gritando não, porém, o corte foi certeiro. O sangue escorria pela lateral do rosto do rapaz e caia sobre a maca branca. O médico encheu a mão de vermes brancos e esfregou contra o ferimento do menino, no mesmo momento ele gritou tão alto que fez o ouvido do homem zumbir. Refazendo a pergunta o médico voltou a sentar na mesa e observar o menino sendo devorado pouco a pouco pelos vermes.
- Eu sou nada, apenas isso um verme insignificante. Como estes que estão em meu rosto, apenas isso que eu sou. Qualidade e defeito, nada disso me define. Sou aquilo que restou, aquilo que ninguém quer, sou as sobras, eu sei ser as s obras e você sabe ser o quê?

Por mais uma vez o homem ignorou as atitudes do menino, escreveu no prontuário algumas coisas e olhou para ele com um olhar sínico.
– Por quais motivos acha que veio para cá? O que vai fazer se eu te contar que nunca mais vai poder voltar para casa?

O menino ao ouvir as palavras do homem gargalhou alto, mas se calou a sentir que ainda possuía vermes devorando sua face, comendo cada parte, mas ao mesmo tempo ele sabia que aquilo estava sendo curado. Ele então suspirou e movimentou a cabeça para o lado.

– Porque eu sou especial, como você.  – Ele levantou a cabeça e olhou o homem nos olhos. – Porque mesmo que eu não queria ser eu sou, apenas isso. Família? Que família o que. – Ele gargalhou alto. – Aqueles vermes que eu matei? Eu nem deveria chamar eles de vermes, pois é uma ofensa aos vermes.


Qual era a coisa mais importante na sua antiga vida e por que era isso?
Menino movimentou a cabeça de um lado a outro estralando o pescoço, suspirou e tão deu pequeno gemidinho lembrando da dor que estava sentindo e sorriu, ele havia aprendido a ignorar a dor, por isso ele apenas sorria, esta era uma forma de demonstrar que estava sentindo muita dor. Quanto mais ele sorria mais ele sentir dor.
– Qual era a coisa mais importante?  Boa pergunta, boa pergunta. -  Ele engoliu Pouco de saliva. – meu irmão! É apenas Ele, eu fiz aquilo por ele! Porque eu não queria que ele fosse o novo eu. Eu queria que ele fosse alguém melhor, com uma família melhor, algo que nunca tive.

 – Se defina em três palavras.

– Verme insignificante ambulante. Está bom pra você? Ou quer que eu me defina do jeito mais positivo? – Ele abriu um largo sorriso sínico.

– Qual seu maior medo e o que você faz para combate-lo?
– Medo?  Eu não tenho medo.  Eu não tenho medo de nada. – O homem arqueou uma sobrancelha e deu um sorrisinho de canto de boca. – tá bom, tá bom. – resmungou – eu tenho medo de ser insuficiente para as pessoas, apenas isso. O que eu faço para tentar impedir isso? Sorrir.
Os minutos seguintes o homem largou a ficha sobremesa, andou até o rapaz pegou sobre a pequena mesinha um par de luvas de silicone, colocou e pegou uma seringa, dentro da seringa havia um líquido verde, ele pressionou a seringa liberando uma pequena gotículas do líquido verde no ar, para demonstrar que a agulha estava furada.  Segurou o pescoço do menino para o lado direito, que apenas se deixou levar ignorando qualquer senso de dor e aflição, ele sabia que iria voltar para a solitária, ela sabia que ia, porque era desse mesmo modo que ocorria todos os dias de sua vida naquele hospital. A agulha penetrou seu pescoço introduzindo o líquido, que fez o menino gemeu de dor e sorrir.

Seus olhos começaram a pesar e tudo ficou completamente preto, depois desmaio.  Quando acordou estava sentado no meio de uma sala de pisos branco vestindo roupas pretas e brancas atrás de uma grande grades, finalmente havia sido preso, mas seria que foi pelos crimes que ele cometeu?



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Gregory Cotton Clark
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