{M} Lori von Furstenberh e Maxwell Baiocchi Fasano.

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{M} Lori von Furstenberh e Maxwell Baiocchi Fasano.

Mensagem por Lust em Dom Dez 27, 2015 7:52 pm



thief stealing thief
H U N T E D

Solavancos faziam os corpos de Lori Furstenberh e Maxwell Fasano, pularem de canto para outro como sacos de batatas, até que um freio brusco jogou o garoto em cima da menina, assim ambos acordaram com uma leve enxaqueca, em seus pulsos estavam presas às típicas pulseiras que costumam a causar pânico nos detentos dela uma voz destorcida e com estática começou a ser proferida.
- Ora, ora... Os pombinhos enfim acordaram! – Lori olhou em volta percebendo um cubículo minúsculo e escuro – Quero ser a primeira a desejar felicidades ao casal! – um sorrisinho sádico pôde ser ouvido através do chiado infernal – Temos uma missão especial para vocês, anjinhos... Sabia que nem todos os mutantes se comportam tão bem quanto vocês? – mais um riso abafado – Queremos que encontre esse pestinha e tragam-no para o vosso lar.
- Bem sem mais delongas, o nome do mutante é Albert Strauss, fontes confiáveis afirmam que o mesmo irá roubar o A.G.B. Aliance Gold Bank, banco clandestino da máfia inglesa, o prédio guarda algumas centenas de libras, joias e demais itens de valor...  É um complexo altamente difícil de ser invadido ao menos se você tiver a habilidade do nosso caro amigo Strauss. Tragam-no sem nenhum arranhão, não me importa se quiserem pilhar itens do banco, só quero que esse mutante em especial esteja são e salvo em minha prisão em exatas vinte quatro horas, caso contrário à pulseira irá emitir uma toxina neurológica que causará muita dor até seus órgãos ficarem inutilizáveis.
O silencio tomou conta da traseira do caminhão de carga quando a voz voltou a soar – Antes que eu me esqueça, as pulseiras possuem sensor de afastamento, se elas ficam na distancia de mais de um metro elas emitem uma descarga elétrica, acho que isso é tudo boa sorte!

Ambientação: a princípio estão em um caminhão que segue para unidade da A.G.B. logo em seguida, as portas do veículo se abriram e vocês estarão em frente ao banco. O edifício possui três níveis ou andares, todos equipados com sensores de presença, campos magnéticos, pistolas automáticas lasers e soldados armados até os dentes.

Missão: Narre a partir da saída do veículo, a forma que invadiram o banco

O primeiro nível possui sensores e três guardas como vigia

O primeiro nível é uma espécie de recepção não possui nada de valor.

Adendos -> Albert Strauss: Possui mimetismo fantasma, isso inclui forma etérea, intangibilidade, voo, lançamento de plasma, transparência corpórea.
-> Quando chegarem a andares superiores poderão roubar itens que estão disponíveis.

Ponham em spoiler seus atributos e itens, assim como devem colocar o método de ataque de defesa e uso de poder e seus respectivos HP e MP, assim como no evento "péssimo natal" eles serão atualizados posteriormente.

Deveram lançar os dados estipulando o ataque e defesa que fizerem contra os NPC's. Se o dado de defesa for igual ou superior que o de ataque a defesa ganha, os inimigos não possuem dados de defesa.

Sejam coerente é uma atividade de dificuldade: Difícil.

Boa sorte... Duvidas, envie MP.

Status NPC's e Jogadores nível1:

Soldado 1: HP = 50/50
Soldado 2: HP = 50/50
Soldado 3: HP = 50/50

Desculpa:
Peço desculpa pela desatenção, estou fazendo tantas missões OP que acabei me distraindo e pondo vocês lá. Peço paciencia também, pois esta é a primeira vez que narro uma missão, mas prometo me esforçar ao máximo...    
@DFRabelo

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Re: {M} Lori von Furstenberh e Maxwell Baiocchi Fasano.

Mensagem por Maxwell Baiocchi Fasano em Ter Dez 29, 2015 6:53 pm


I need to break out



And make a new name. Let's open our eyes, to the brand new day. It's a brand new day. I'vve taking hits like a brother, but I'm getting back up again and from the moment I saw her I was hell bent with heaven sent.

A pior parte de ter acordado sem memória não foi o fato de que era impossível enxergar alguma coisa naquele breu, mas sim por estar sendo jogado de um lado para o outro como uma merda de um saco de batatas. Quando abri os olhos e percebi que não estava na minha cela, sequer tive tempo de sentir pânico. Um solavanco fez com que meu corpo fosse atirado e então me choquei contra alguma coisa macia que soltou um gemido de dor com o impacto. Era uma pessoa. Tentei me levantar, mas assim que o fiz um novo tremor fez com que eu despencasse pela primeira vez, tirando um grito de ódio do meu alvo. Merda. Eu conhecia aquela voz de algum lugar.


Meu coração disparou e senti meu corpo congelar quando finalmente paramos de nos sacudir. Me afastei ao máximo do corpo da pessoa, me sentando contra o chão frio e que – pelos barulhos – parecia ser feito de alguma espécie de metal. Passei as mãos por todos os lados e me deparei com duas paredes próximas demais uma da outra. Onde eu estava eu não sabia, mas sabia que era uma sala pequena, escura e feita de... Bati duas vezes contra a parede e arfei ao perceber seu material. Metal. Aquilo me parecia ser um contêiner ou então a carreta de um caminhão.


-Alô! –Gritei o mais alto que consegui, batendo duas vezes contra o metal. Ninguém parecia me ouvir exceto pela pessoa no escuro que, ao soar pela segunda vez, fez todos os pelos do meu corpo se eriçarem. -Lori?


Ótimo. Agora eu havia sido sequestrado e haviam trazido minha colega de cela também como refém. Minha atenção foi completamente tirada do meu pânico e vontade de sair do meu cativeiro quando uma voz começou a soar. Pela altura, distância e fato de não haver mais nenhum corpo presente, supus ser uma gravação. Me sentei contra o chão e metal e apoiei as mãos contra a cabeça, escutando cada palavra que nos era proferida. De novo não. Primeiro o corredor da morte e agora isso. O pessoal da Hunted era fodido de todas as formas possíveis. Eu pensei em fugir, em fazer qualquer coisa, mas as instruções claras nos alarmaram do que aconteceria caso falhássemos com suas instruções: morte. Parecia que todos os caminhos me levariam aquele mesmo fim de qualquer jeito.


Era ridículo pensar no que escutei, mas Lori e eu teríamos que invadir um banco. Não só um banco, mas uma instituição clandestina e de segurança nacional. Cobri os olhos, soltando um grunhido quando a claridade invadiu a carreta, confirmando minhas expectativas. Estávamos em um caminhão e estávamos fodidos. Pelo menos não no bom sentido. Olhei para o lado, piscando algumas vezes e tentando me acostumar com a luz quando me deparei com quem eu pensava realmente estar ali: Lori. Agora tínhamos uma dor de cabeça insuportável e um problema nas mãos. Eu não conseguia acreditar que aquilo estava acontecendo.


-Merda, merda, merda, eu já passei por isso antes. –Cobri o rosto com as mãos, sentindo a indignação me tomar. Olhei para meu braço e confirmei o pesadelo: estávamos usando a pulseira. Soltei um suspiro, apoiando a cabeça contra a parede de metal. -Você está bem?


Perguntei sinceramente preocupado com a menina. Lori estava ao meu lado, encolhida no canto contrário de onde eu estava, mas parecia inteira. Soltei um suspiro, me forçando a ficar de pé. Então o plano era: tínhamos que entrar em um banco, escapar de armadilhas, guardas e encontrar um mutante que teríamos que arrastar para o inferno com a gente. Provavelmente ele não estava com vontade de ir para a cadeia – apenas uma suspeita – e nós teríamos que enfrenta-los também, assim como fazer papel de uma das criaturas que eu mais abominava no mundo: de guardas da Hunted. Ah, e com um pequeno detalhe: Tudo em menos de 24 horas. Se eu escolhesse não fazer, eu morria. Se eu corresse, eu morria. Se eu me separasse da Lori, bem... Nós provavelmente levaríamos um choque. A situação era simplesmente péssima e tinha um caminho só, infelizmente esse era o que eu menos gostava.


Pulei para fora do caminhão e bati os pés contra o concreto, sentindo meu queixo cair quando me deparei com a construção diante de mim. Se tratava de um enorme edifício composto por vários andares e uma arquitetura moderna e cara que trazia um ar de luxo ao prédio. Era como um banco central, porém clandestino. As grandes janelas de vidro, as portas grossas e o pouco movimento não faziam do local o mais convidativo, nem mesmo com o sol forte que brilhava naquele dia e esquentava nossas peles. Nós tínhamos um problemão nas mãos, e a pior parte era que eu não tinha ideia de como resolvê-lo. Estava na hora de sermos criativos.


Com um aceno de cabeça pedi para que Lori me seguisse e então disparei até uma das portas de entrada do que me parecia ser o saguão/recepção do banco. Tentei passar despercebido e me escondi atrás de uma das paredes de concreto, observando o interior do prédio – tão luxuoso quanto o seu exterior. Não posso negar que me senti um pouco surpreso e decepcionado quando comecei a vistoriar o espaço do banco. As portas grossas de vidro pareciam ser blindadas, os móveis estavam impecáveis e havia um enorme balcão onde provavelmente deveria ficar um recepcionista, mas não havia ninguém ali. Na verdade o único movimento era de três guardas que caminhavam pelo saguão fazendo sua vistoria. Se tratando de um banco daquele tamanho e de segurança nacional, era ridículo pensar que aquele era todo o reforço de segurança que eles tinham. Eu tinha que estar perdendo alguma coisa, algo deveria estar passando despercebido. E foi então que eu vi.


Eram quase imperceptíveis, estavam pintados da mesma cor das altas paredes, mas ali estavam dispositivos de sensores. De movimento e de calor, eu não sabia distinguir exatamente qual era qual, mas tinha certeza que poderiam ser encontrados os dois exemplares dentro do salão. Agora sim as coisas faziam mais sentido. Olhei em volta em busca de um painel, de um gerador central que controlasse os dispositivos, mas por mais que eu tivesse passado grande parte do meu tempo encarando as paredes como um retardado, não consegui achar. Dei um pulo quando Lori finalmente falou algo atrás de mim.


-Shhhh! Eu estou tentando achar o...


Antes que eu pudesse dizer alguma coisa a menina me apontou uma direção e abri um sorriso largo ao encontrar o brilho do que me parecia ser a caixa elétrica central do nível. Abri um sorriso largo me virando na direção da menina e aplaudi em silêncio, sem deixar uma mão tocar a outra de fato. Eu poderia beijá-la.


-Ok, ok. Eu tenho um plano. –Anunciei, puxando a loira para longe da porta e me abaixando atrás de arbustos, talvez desnecessariamente, mas eu não podia deixar de me sentir como um espião. Pelo menos ali poderíamos conversar tranquilamente. -Temos três guardas e um sistema de armadilhas em sensores para lidar. Ele não deve ser extremamente complexo e por manjar um pouco de sistemas de armadilhas, acho que eu consigo desarmá-las. O único problema são os guardas. Nós não podemos nos separar por mais de um metro por causa dessas merdas... –Apontei para as pulseiras em nossos braços. -Então temos que dar um jeito de ficarmos juntos, mas sem que eu seja visto. Assim enquanto eu desarmo o painel, você distrai os homens. Eu vou tentar chamar a atenção de um deles, mas você precisa segurar os outros dois no papo, ou eu estou ferrado. Assim eu vou roubar a arma e pontos para nós! Ok? Ok. Antes que você fale que o plano é bosta: eu sei. Mas temos que tentar.


Coloquei a mão para a frente, esperando que ela tocasse nela e pudéssemos fazer algo como “time”, mas fui completamente ignorado quando a menina me deu as costas e passou pela porta. Tudo bem, um de nós era confiante e isso era bom. Ver a postura de Lori, calma diante de toda a situação era extremamente confortante já que eu estava beirando um ataque de pânico. Respirei fundo tentando conter o nervosismo e então disparei junto de Lori, sempre tomando cuidado para não me afastar demais dela, caso contrário ambos levaríamos choques nada agradáveis.


Assim que a menina entrou e tomou a atenção dos guardas, pulei para trás de um dos móveis do hall de entrada, me arrastando contra o chão como uma lagartixa, fazendo o possível para não ser visto. Me arrasei até o móvel de madeira que formava o balcão no lado esquerdo do salão e escorreguei para debaixo do objeto, apoiando as costas contra a madeira fria e soltando um suspiro. Eu estava protegido dentro dele. Escutei as conversas fiadas que Lori jogava para cima dos homens e então encarei o painel diante de mim, o forçando cuidadosamente para abrir. Olhei para o circuito a para os fios armados, franzindo a testa. Aquele sistema parecia simples demais para um banco, mas pelo menos eu sabia como desarmá-lo. Com os dedos rápidos e com todas as instruções e equações em minha cabeça, comecei a trabalhar.


Assim que as luzes dos botões se apagaram, abri um sorriso satisfeito e rolei para trás do segundo móvel mais próximo do balcão: um armário de documentos. Agarrei o isqueiro que carregava comigo em meu bolso e o joguei contra o chão, arrastando-o em um ruído baixo, mas alto suficiente para ter sido causado por um animal de pequeno porte ou coisa do tipo. Rezei para que Lori conseguisse prender a atenção dos outros dois guardas e escutei o murmuro quando um deles dizia que iria investigar. Os passos soaram e então o homem pareceu encontrar o isqueiro, se abaixando para pegá-lo. Um sorriso de canto se abriu em meu rosto.


Foi tudo jogo de leitura corporal. Observei cada movimentação do guarda conforme ele olhava para o objeto no chão e então o pegava, analisando o que ele seria. Quando ele percebesse que aquilo era um isqueiro, ele se levantaria e procuraria pelo o dono dele. Quando ele me encontrasse, sacaria a sua arma e então seria tarde demais. Eu sabia seus movimentos, eu sabia o que ele faria, então quando o homem se abaixou e pegou o isqueiro em suas mãos, o observando em total confusão, foi minha hora de agir.


O mais legal é quando a pessoa está vulnerável demais para te notar, então correr o mais rápido que conseguia e empurrar o homem foi ridiculamente fácil. Quando eu me movimentava rápido, eu tinha a impressão de que o tempo passava mais devagar e – por mais que eu ainda não era rápido o suficiente para ver o tempo praticamente congelado – tudo a minha volta se movimentava com poucos segundos de atraso. Isso me deu tempo suficiente para agarrar a arma das mãos do homem, correr para trás do seu corpo e então bater com o cabo do objeto fortemente em sua cabeça, em prol de desacordá-lo. Tudo aconteceu muito rápido, em um turbilhão e é claro que a barulheira chamou pela atenção dos dois homens com quem Lori estava.


Peguei a arma desajeitadamente e apontei para o homem posicionado mais longe da mutante e apertei o gatilho, disparando o tiro em sua perna. Eu não pretendia mata-lo nem nada do tipo, mas pelo menos machuca-lo ou desacordá-lo pelo ferimento para nos dar tempo de fugir dali. Como Lori estava perto demais do terceiro homem, não atirei, apenas deixei a menina ataca-la e então corri em sua direção, empurrando-o pelas costas e correndo mais uma vez, parando de frente para ele e movimentando as mãos rápido o suficiente para arrancar também a sua arma. Joguei o objeto longe antes que ele pudesse tirá-lo das minhas mãos, apontando o cano da arma que eu segurava em sua direção, em sinal de ameaça para não se mover. Nós estávamos saindo dali e estávamos encontrando o mutante, não importava quem estivesse em nosso caminho.

informações relevantes:

Poderes usados:
✖ Nível 04 - O usuário é capaz de correr em velocidades médias, sendo muito mais veloz que pessoas normais.

Atributos:
Destreza: 10
Força: 03
Inteligência: 06
Carisma: 08
Vigor: 06

Perícias Utilizadas:
- Armadilhas (Profissional) - Você sabe construir, armar e desarmar armadilhas, explosivos e aparelhos de detecção.
- Psicologia (Profissional) - Você conhece a mente humana e, se tiver informações suficientes, pode prever o comportamento de uma pessoa ou grupo de pessoas.

Itens utilizados:
-Isqueiro
observação:
Obs: Em determinada parte do confronto, o personagem age como se o tempo tivesse desacelerado, mas é apenas uma questão de ponto referencial e perspectiva. Como o corpo do personagem está acelerado em relação ao tempo real, então ele vê o ambiente mais lento á sua volta e não ao contrário. Enquanto isso, um terceiro que estivesse observando a cena, apenas veria uma pessoa realizando todos os atos narrados em velocidade alta.






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Re: {M} Lori von Furstenberh e Maxwell Baiocchi Fasano.

Mensagem por Hunted em Ter Dez 29, 2015 6:53 pm

O membro 'Maxwell Baiocchi Fasano' realizou a seguinte ação: Lançar dados

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Re: {M} Lori von Furstenberh e Maxwell Baiocchi Fasano.

Mensagem por Lori von Furstenberh em Qua Dez 30, 2015 12:20 am

she called

the toe

herself

É engraçado como as coisas funcionam no Hunted. Estabilidade não é exatamente o lema da prisão e a primeira coisa que se aprende aqui (além de comer aquela massa estranhamente sólida que nos servem no refeitório sem fazer cara feia para não ser pego por um guarda implicante) é que absolutamente tudo pode mudar em questão de segundos. Você pode estar dormindo na sua cama consideravelmente confortável pelos padrões do local e acordar, no segundo seguinte, no que parece ser a traseira de um caminhão que está andando na Lua — pelo menos, é o que o chacoalhar incessante que sequer permite que eu fique de pé aparenta. Isso, claro, sem lembrar como e por que foi parar ali e para onde está indo. Aliás, alteração de memória é a terceira coisa que o pessoal do Hunted mais gosta, perdendo apenas para sequestros relâmpagos e instabilidade.

Não consigo ver nada. Isso é, de longe, frustrante. O breu é quase que total (alguma luminosidade entra pelas frestas miúdas) e distinguir qualquer coisa é uma tarefa árdua, se não impossível. Deitada no chão, escorada em uma das paredes do cubículo de metal, tento pensar no que fazer. Esse aprisionamento me incomoda profundamente. Com as palmas contra a superfície lisa que me rodeia, tento levantar. É algo difícil devido ao sacolejar constante, mas consigo ficar de pé, apesar de muita dificuldade. E isso dura cerca de dois segundos, quando o caminhão inclina para o lado em que estou e algo me atinge com força, me derrubando de novo. Bato a cabeça e gemo de dor ao sentir o que quer que tenha me acertado se mexendo em cima de mim. É algo macio e... claramente vestido. Mais pesado que eu e... espera, isso é uma respiração? Uma pessoa? Quem?

As sacudidas cessam tão de repente quanto quem quer que esteja comigo sai de cima de mim. Levo uma mão ao rosto, espantando as mechas que atrapalham minha visão, enquanto uso a outra para voltar a sentar. Minha cabeça dói, mas não sei se é pelo grito que acaba de ecoar (aliás, essa voz me é tremendamente familiar) ou se pelas inúmeras batidas e o provável sedativo que aplicaram em mim. Esfrego os olhos e consigo, mesmo com a pouca luz, identificar um garoto de pé. — Por favor, não grite. Muito. — Murmuro quase sem mover os lábios. E eis que a outra pessoa me reconhece e ainda me chama pelo nome. — Max? — Surpreendentemente, sinto um dos cantos de meus lábios se moverem levemente para cima, em um sorrisinho, ao saber que é ele que está ali comigo. Não sei porque, mas isso me deixa segura. Deve ser porque ele é a única pessoa que conheço neste maldito lugar. — Que porra é essa? — Minha frase é abafada por uma outra voz, mais alta e forte, que ecoa por todo o compartimento em que estamos confinados.

A missão que nos é dada demora alguns segundos para ser digerida em minha mente e, mesmo assim, parece difícil de engolir. Banco da mafia? Albert quem? 24 horas? Morte? Pulseiras...? Ah, que ótimo. Elas estão mesmo nos nossos pulsos. Bufo. Quando fui presa, pensei que viraria uma prisioneira típica, não um peão dos jogos dos doidos que comandam Hunted. — Ai. — Ergo o braço, protegendo os olhos da luz que subitamente banha o nosso pequeno contêiner. Ouço Maxwell resmungando algumas coisas que não compreendo e me perguntando se estou bem. Assinto.— Inteira. — Me coloco em pé ao responder, seguindo seu exemplo. Prendo o cabelo e me obrigo a andar até a saída recém aberta. Que outra escolha tenho, aliás? Apesar de tudo, gosto da vida. Ela é legal, mesmo que não pareça as vezes. — Wow. — O prédio que temos que invadir é mesmo incrível. Com isso, só consigo pensar em como estamos fodidos.

Pulo da traseira do caminhão e sigo Max, que já dá início a missão. Não posso deixar de notar, aliás, que ele parece achar que é o James Bond para estar fazendo esses sinais como se fôssemos espiões, mas não falo nada, apenas sigo-o. Paramos perto da porta de entrada, tentando nos manter escondidos enquanto examinamos o que nos aguarda do lado de dentro. De cara, noto os três guardas que andam de lá para cá, aparentemente fazendo a segurança do lugar. Não há recepcionista atrás do balcão da recepção, sendo eles as únicas almas vivas notadas até então. Franzo a testa, examinando tudo. Tem que ter algo errado. Não é possível que eles estejam protegendo tudo aquilo sozinhos, sem armas de fogo ou coisa do tipo. Aperto os olhos, procurando por qualquer outra medida de segurança. Apesar de não achar exatamente o que procuro, acho uma caixa de metal. Responsável pela eletricidade do primeiro andar? Provavelmente. Cutuco o italiano ao meu lado. — Max... — Ele manda com que eu faça silêncio. Bufo. — Ei, escuta! Olha ali! — Aponto em direção à caixa que ele logo localiza com o olhar. Maxwell se anima com a notícia.

O nascimento de um plano é anunciado enquanto Max nos guia para longe da porta. Novamente a coisa do espião. Seria uma gracinha se não fosse desnecessário. — Desembucha. — Ele explica sua ideia e, apesar de não ser a prova de falhas e 100% segura, é boa. Pelo menos, se tudo der certo, nos colocará dentro. Meneio a cabeça em concordância, já pensando no que farei para manter os homens ocupados. Algo se passa pela minha cabeça, mas acho que pelo bem do plano, é melhor estar vestida — afinal, já foi comprovado que Maxwell tem dificuldade de raciocínio ao ver uma mulher nua. Uma coisa bem idiota se passa pela minha cabeça e em um segundo decido que vai ser isso. Vamos lá. Me levanto e ajeito a roupa no corpo, deixando o decote a mostra. Solto os cabelos e estralo os lábios, umedecendo-os para, então, entrar no lugar. Max vem logo atrás, tentando não manter-se muito longe devido as pulseiras.

Os três param de andar instantaneamente, voltando o olhar para mim. Faço minha melhor cara de "sou a gostosonas da máfia" e me aproximo de um deles, tocando-o no braço e mantendo contato visual direto. — Buongiorno, operaio sicurezza rispettabile. Sono un gruppo italiano molto importante e ricco e vorrei parlare con il presidente di quel luogo per pensare a unirsi a noi. — Por sorte, eles não falam italiano. Os três me olham com uma cara de espanto. Ergo a mão livre e faço sinal de dinheiro, esfregando o polegar e o indicador, subindo as sobrancelhas. — Il mio capo ha un sacco di soldi e pensare di aree del nostro popolo e la sua alleanza in espansione. — De algum modo, consigo virá-los de frente para mim é de costas para Max, para que ele possa agir. Dou um sorriso malicioso, olhando para um outro guarda e tocando-o no braço. O que antes eu estivera tocando parece ligeiramente confuso, o que é bom. Ele continua me ouvindo, mas não parece muito certo de seus pensamentos. Fruto do meu poder, aliás.

Mantenho contato visual direto com eles o tempo todo. — Mi hanno mandadam a negoziare. Se mi capiscono , piccola cosa deliziosa. — A palavra "piccola" parece ter causado algum efeito sobre eles. Isso porque eles não entendem nada, claro, e porque tento parecer incrivelmente gostosa enquanto falo. Pelo visto, está funcionando. Eles balbuciam algumas coisas, mas não parecem muito afim de me fazer perceber que eu estou equivocada. — Mi sei piaciuto. Penso che potremmo avere abbastanza divertente dopo aver fatto il mio capo e la sua più potente. Cosa ne pensi? — Dou uma piscadinha. Eles parecem perdidos com minhas palavras, meus gestos exagerados, meus peitos (que estão aparecendo mais que o normal) e seus próprios pensamentos. Consigo espiar Maxwell pelo canto do olho e noto que estamos indo bem. Pelo menos, já se passaram dois minutos e ainda não morremos.

Ouço um barulho. Max terminou sua parte e está pronto para a segunda parte do plano. Um dos homens (o que parecia o líder do grupo e o primeiro que confundi) ergue o olhar e avisa aos outros que vai ver o que está acontecendo. Eles espiam por sobre os ombros, mas não deixo que eles o sigam: seguro o braço de ambos é faço-os virarem para mim. — Ragazzi! E il nostro trattamento? — Questiono, sorrindo de canto. E faço uma coisa que sei que fará-os prestar total atenção em mim: coloco as mãos de um deles por cima de um dos meus seios. O contato é rápido, mas os olhos arregalados fazem com que eles prestem total atenção. — Penso che piacerà. — Murmuro, erguendo uma sobrancelha e sorrindo de canto. A essa altura, o guarda já está quase babando. Homens são todos iguais, por favor.

E então, ouço um som alto. O guarda 1 caiu no chão, aparentemente desacordado. O guarda 2 se afasta um pouco de mim, enquanto o guarda 3 continua sob meu toque e olhar. Max atira na perna do 2, que cai também. A essa medida, o 3 já livrou-se do meu toque e está virando de costas para mim, pronto para revidar. Em um impulso, pego-o pelo pescoço, passando um braço meu ao redor de seu pescoço (ele tinha poucos centímetros mais que eu) e puxo-o para trás, apertando com os dedos uma das veias que leva sangue a cabeça. Solto-o quando Max aparece e corta o contato, empurrando-o pelas costas e depois arrancando sua arma pela frente. Ele é tão rápido que parece um borrão. Quando pisco, ele está com a arma que tem em mãos apontada para o 3. Não penso duas vezes antes de apanhar a arma jogada no chão e olhar ao redor para me certificar de que está tudo mais ou menos ok.

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Poderes usados
NÍVEL 1 – (influência) O usuário, de início, só possuí poder de influência, podendo fazer, através de sugestões, que alguém fique confuso consigo mesmo, suas convicções e gostos. Só pode atingir uma pessoa de cada vez e é necessário estar olhando diretamente para os olhos dela. Contato físico (toque) é necessário. Efeito dura enquanto os contatos físico e visual persistirem.

Atributos
Destreza: 05
Força: 03
Inteligência: 08
Carisma: 09
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Última edição por Lori von Furstenberh em Qua Dez 30, 2015 11:28 am, editado 1 vez(es)
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Re: {M} Lori von Furstenberh e Maxwell Baiocchi Fasano.

Mensagem por Hunted em Qua Dez 30, 2015 12:20 am

O membro 'Lori von Furstenberh' realizou a seguinte ação: Lançar dados

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Re: {M} Lori von Furstenberh e Maxwell Baiocchi Fasano.

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