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Mensagem por Margot W. Furtwängler em Ter Dez 29, 2015 2:14 pm



Beautiful Disaster
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Re: [RP] Beautiful Disaster

Mensagem por Margot W. Furtwängler em Qua Dez 30, 2015 2:47 am




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You got your hazard lights on now, hoping that somebody would slow down. praying for a miracle. who'll show you grace?
Transfiguradas a folhas acinzentadas e até mesmo a telas abstergidas de qualquer manifestação artística, as paredes prontificavam-se para exercer sua mais nova função: tornarem-se cenário da imaginação da detenta alemã.

Umedecidas e convertidas a superfícies gélidas devido às gotículas que representavam as lágrimas das nuvens naquela noite, as construções de concreto entravam em um choque térmico ao colidirem-se com a pele parasita, eriçando seus pelos quase que automaticamente, estimulando impulsos nervosos pela divergência de temperaturas.

A superfície esbranquiçada e que esquecia resquícios de pó pelos dedos da ruiva deslizava delicadamente pela dimensão irregular, formatando desenhos que, inicialmente, não possuíam sentindo algum, mas que logo deram vida a pássaros e a borboletas em busca de uma liberdade que já não lhe cabia mais no peito, muito menos em todo o seu ser e, menos ainda em sua vida.

Relatos de que a cela de número trinta e sete seria preenchida por mais um integrante eram passados para a única habitante dali. Receosa de que sua nova parceira não gostasse muito de sua companhia, ou, quem sabe, fosse espaçosa e tomasse todas as poucas coisas da cela para si, deixando Margot apenas com suas fiéis companheiras: as paredes.

Jamais teve a audácia de se imaginar presa, trancafiada em um local extinto de saídas ou formas de escape, pelo menos, não haviam sido descobertas ainda. Sua atual realidade ia além de seu pensamento ou sensatez, criando ainda a mesma impressão de que sempre tivera: tudo aquilo não passava de uma fase. Mas e se fosse eterno?

A baixa temperatura em conjunto aos pensamentos pessimistas causavam-lhe arrepios, todos repletos de sentimentos negativos, mas com aquela brecha de esperança, a qual sempre era representada pelos pássaros de seus desenhos. Naquele momento, os devaneios retomavam a linha que dizia respeito à sua nova parceira de cela, na verdade, esperava que se tratasse de uma menina, pois não saberia o que fazer caso o contrário ocorresse.





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Re: [RP] Beautiful Disaster

Mensagem por Alby Krystvøn Bordlëtch em Qua Dez 30, 2015 3:58 am


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Uma coisa que eu não sabia sobre essa prisão é que eu poderia mudar de cela sem antes me consultarem, apenas chegou alguém representante bem no foda-se e ordenou que eu juntasse minhas coisas para me mudar, e eu não teria o direito de reclamar caso não gostasse. Ele me designou o caminho e o número da cela, e assim que saiu, me empenhei a colocar os meus pertences - que não eram muitos - em cima de um lençol estirado e depois puxei as pontas para cima para envolver em um formato de casulo, improvisando uma mochila para minhas coisas. Minutos depois, me vi com uma cara fechada e possivelmente irritada nos corredores da prisão, passando de cela em cela para checar seus números, cumprimentando algumas pessoas que via em seu caminho. Durante o percurso, dava para ver através das grades o desgosto de alguns prisioneiros que ali habitavam, eles ficavam quietos e sentados no canto da cela, abraçando os próprios joelhos e deitando a cabeça neles, isso impossibilitava que eu pudesse ver o rosto de alguns dos desgraçados que estavam na depressão.

Minutos depois, me vi em frente cela 037. As grades costumavam ficar destrancadas durante o dia, afinal ninguém conseguiria escapar. Aproveitei disso para chegar sem dar um aviso prévio e invadi o local privado que alguma pessoa aleatória ocupava. Joguei minhas tralhas no chão acinzentado de mármore que passava um sentimento de tristeza para quem convivia todos os dias com aquela merda de realidade e virei o meu corpo para a direção do meu novo colega de quarto. Ops, acho que seria... Nova colega de quarto? Quase de imediato, assim que eu a vi, uma gargalhada um tanto quanto alta se fez presente na cela e vinha de mim. — Mas nem fodendo. — Mexeu a cabeça para um lado e para o outro, negando a acreditar no que estava vendo. Os fios de cabelo ruivo da garota caíam-lhe sobre as costas, várias sardas pintavam o seu rosto como se fosse uma ferrugem, os lábios eram finos e tingidos de rosa claro. "Não, de maneira nenhuma." Talvez os diretores da prisão sabiam que esse tipo de reação aconteceria e tivessem me colocado ali por pura sacanagem da parte deles. — Foi mal a respeito das risadas... Não foi de mau gosto. Sério. — Me prontifiquei a falar ainda com um pouquinho de ar de riso em meu rosto. — Não foi de mau gosto... Você parece... Puta que pariu. — Apalpei as próprias coxas ainda meio que desacreditado.

Por alguns segundos, eu desviei o olhar da ruiva e tentei notar algo de diferente nessa cela que posteriormente não teria na minha antiga. Torci o nariz com a primeira coisa que percebi, e em seguida respirei fundo várias vezes, com um sorriso idiota no rosto e meio que desacreditado. — Aqui não tem o cheirinho de mijo da cela antiga. Gracias! — Comentei comigo mesmo em um tom baixinho, esquecendo um pouco a presença dela aqui, talvez ela tivesse escutado. Depois, meu olhar voltou-se as paredes rabiscadas com frases e desenhos aleatórios que eu não entendia o sentido e nem faria questão de entender por um bom tempo, não seria necessário. Virei para a ruiva e caminhei em sua direção, ficando a ter quase um metro de distância entre mim e ela, meu olhar caia sobre seu rosto a procura de detalhes que eu deixei passar durante a primeira impressão. Um sorriso idiota perdurava em meu rosto, já o dela, mostrava algo semelhante a confusão, dúvida. — Parece que vamos mofar juntos nisso aqui. Não seja muito irritante comigo que eu não serei com você. — Falei em um tom "limpo" desta vez, meio que sem sarcasmo, ironia ou alguma piadinha interna que apenas eu entenderia.

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Re: [RP] Beautiful Disaster

Mensagem por Margot W. Furtwängler em Qua Dez 30, 2015 4:55 am




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O esboço representativo era borrado por um tracejada involuntário, consequente do susto que estremecia seu corpo e o giz em sua mão. Soltá-lo fora quase que impulsivo, pois a audição era seu único sentido que trabalhava no momento, tão aguçado que impedia todos os outros de se exercitarem, estacionando os olhos, arregalados, em um encarar ao traço indesejado.

Processando a voz que proferira uma das palavras que fugia de seu vocabulário, a ruiva percebia que o autor de tal correspondia a um rapaz. Sim. O seu timbre era másculo, grave, não havia imitações ou fingimentos ali e, a prova de que suas deduções eram verídicas se deu ao virar-se na direção dele, tendo, agora, os olhos como principal sentido atuante de seu corpo.

Ele era relativamente mais alto, seus fios eram de um alaranjado próximo aos de suas próprias madeixas. Os olhos partiam de um azul claro e tornavam-se escuros pelas sombras acinzentadas representantes daquele lugar. A pele era pálida, criando um contraste adorável ao relacionar-se com o tom quente de seus fios. Ele era um menino. Aquilo não poderia estar acontecendo, não podia ser verdade.

Estonteados, os olhos permaneciam em estado de choque, arregalados e impressionados com as características daquele intruso que portava uma mochila improvisada. De antemão, a cabeça era movimentada de um lado para o outro em uma negação constante, incrédula por estar sendo submetida àquele teste, àquela prova de sobrevivência ao lado de um garoto! E o pior, ele era bonito!

Palavras não lhe cabiam e muito menos podiam ser liberadas através de seus lábios ligeiramente separados pelo espanto. Queria dizer a ele que estava tudo bem e pergunta-lhe o porquê de utilizar tantas palavras julgadas feias e ofensivas, além de descobrir se aquela era realmente a cela que ele estava procurando, afinal, dividir o único local privado daquela prisão com um garoto estava fora de cogitação.

“Mas o que é que ele está falando?” Perguntou-se em sua própria confusão mental, franzindo o espaçamento entre suas sobrancelhas e forçando-se a acompanhar as ações dele. O anônimo encontrava-se mais próximo, observando Margot que tinha as bochechas atingidas pela vermelhidão de sua vergonha, o que ela faria?

- Mas é claro que não tem! – Sentia-se um tanto quanto provocada pelas palavras dele, conseguindo coragem para se pôr de pé e em frente a ele, mantendo a distância que o mesmo estabelecera. – Não se preocupe, a única coisa que faço aqui é utilizar as paredes e a cama, então, contato que não me tire essas coisas, não irei te irritar ou tocar em você. – Exibiu um sorriso desenhado por seus lábios, discreto e quase imperceptível. – Afinal, você já me tirou até a pouca privacidade que eu tinha. – Revirou os olhos, encolhendo seus ombros ao cruzar os braços por debaixo de seu busto.

- Já que vamos “mofar” nisso juntos, como você disse, creio que o mínimo que eu deveria saber de você é o seu nome. Então... – Gesticulou com a mão para que ele a respondesse, enfatizando o termo utilizado pelo ruivo anteriormente. – Qual o seu nome e de onde você veio? – Buscou contatá-los a partir de trocas de olhares, procurando ver através das íris dele algumas informações que explicassem se a confiança deveria ou não existir entre os dois.

Logo, ressaltou eu um pulo, elevando seu indicador destro. – Eu vou dormir na cama, você chegou depois, pode se virar. –Pressionou os lábios, suspirando em ter de aceitar a ideia de dividir a cela com o rapaz.





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Re: [RP] Beautiful Disaster

Mensagem por Alby Krystvøn Bordlëtch em Qua Dez 30, 2015 4:12 pm


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Fiz uma fingida expressão de quem estava ofendido quando ela falou sobre ter tirado a privacidade dela. — Do jeito que você fala que eu retirei sua privacidade até parece que a culpa é minha. — Abafei uma pequena risadinha e levei uma de minhas mãos até minha nuca, baguncei propositalmente alguns cabelos que por ali se encontravam enquanto em minha cabeça tentava fazer uma fórmula momentânea de boa convivência. Pelo visto, ela se importava em manter apenas as paredes para si e a cama também, que infelizmente era apenas uma que deveria ser supostamente dividida para os dois. — Olha, você pode ficar na cama durante a noite, eu posso ficar acordado fazendo alguma merda aleatória para dormir pela manhã ou eu posso dormir no chão com a ajuda de alguns lençóis, decidimos isso mais tarde. Quanto a parede... — No momento em que citei as paredes, novamente fiquei observando as escritas e desenhos a procura de algum sentido, e eu falhei miseravelmente outra vez. — Você pode ficar com todas elas, nem tenha o medo que eu queria tomá-las de você. — A frase saiu com um tom de riso em minha voz mesmo sem intenção pejorativa, apenas em cunho simpático.

Ela fez uma citação de umas das minhas últimas frases que falei para ela e fez um gesto corporal para eu responder o meu nome, mesmo a pergunta tendo sido implícita. Para reforçar e não ter mais dúvidas, fui questionado por ela de modo direto, perguntando qual o meu nome e de onde eu vim. Esbocei um largo sorriso e estendi a minha mão na direção da ruiva, esperando que ela a apertasse como é o de costume na sociedade. — Eu sou Alberich, mas você pode me chamar de Alby e... WOW! — Houve uma mudança notória da "primeira parte" da minha frase para a "segunda parte". Fiquei um tanto quanto surpreso com um pensamento que me veio a cabeça e retirei a mão de perto dela, dando um passo para trás. — É impressão minha ou você é aquela menina que fode com a energia vital de tudo o que toca? — Minha voz emitia um tom de surpresa mesclado com um pouquinho de admiração para o tal dom da ruiva. Tudo o que eu sabia sobre ela era apenas boatos, mas eu não daria esse mole. Por um breve momento parei para pensar se o que eu fiz possa ter soado um pouco rude, ter recuado tão depressa, pois eu também ouvi falar de que ela era meio sensível e geralmente é visto sozinha. — Digo, é bem foda e tal, só... Não me mata. — Novamente esperei que ela interpretasse em um bom sentido.

Fechei a parte da grade da cela que compreendia a porta e caminhei até ao lado das minhas tralhas que estavam enroladas em uma trouxa de lençol. Me sentei com as costas contra a parede e apoiei minhas mãos sobre as coxas, logo em seguida bati contra as mesmas para fazer um ritmo musical com o estalo que ecoava pela sela. — E você? Qual o seu nome? — Perguntei para ela assim que percebi que estava faltando eu falar algo. Sempre que eu erguia a cabeça e olhava para seu rosto, vinha em mente as minhas irmãs, a semelhança entre a minha nova companheira de cela e elas era realmente assustadora. Talvez eu a levaria para conhecê-las caso mostrasse ser uma boa garota.

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Re: [RP] Beautiful Disaster

Mensagem por Margot W. Furtwängler em Dom Jan 03, 2016 7:18 pm




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O movimento repetitivo fora feito por seus olhos, revirando-se algumas vezes após o pronunciamento alheio. Cruzando-se sobre seus seios, os braços se tocavam e as mãos acariciavam os cotovelos contrários enquanto o rosto era maneado em uma análise minuciosa daquele que se encontrava em sua frente.

- Merda aleatória? – A confusão em seu olhar era perceptível no momento em que o semblante se erguera, prontificando-se a fitá-lo a face, memorizando seu traços. – Vou ser sincera, só o fato de estar dividindo a cela com um garoto já me assusta. Fora que só existe uma cama e o chão. Eu não faço ideia de quem você seja, e se você for igual ao meu pai? Ai, eu não quero passar por isso novamente, eu não quero ter que... – Repreendeu-se ao recitar a palavra, engolindo em seco na contenção desta e abaixando imediatamente o olhar, observando os pés pálidos.

A mão era estendida em um sinal cortês de cumprimento, porém, Margot apenas se afastou, o suficiente para que o toque entre eles fosse inibido pela distância e acatado pela invisibilidade da atmosfera. Ele tinha conhecimento de sua verdadeira identidade e, pelo visto, estava receoso, pois sua reação ao ter a percepção de quem estava ali não fora uma das melhores.

“Blá, blá, blá. Ecoando em sua mente como uma repetição de comparativos e pedidos insistentes e costumeiros como “Não me mate” faziam-na voltar a revirar os olhos, cansada de tudo aquilo e de sempre aparentar ser uma aberração ou motivo de temor para todos. Apenas pode expirar todo o ar gélido que conseguira, permitindo-o escapar como forma de suspiro, tão pesado que quebrava o silêncio momentâneo admitido entre aquela pausa de conversação.

- É, sou eu. A aberração que mata tudo o que tem vida e que suga os poderes dos outros. Aham, sou eu mesmo. – O tom irônico de sua voz escondia a decepção e angustia que sentia por ser quem era, mas acostumar-se com seus dons e utilizados em prol de sua proteção já era algo que vinha sendo aceitado com o tempo. – Creio que as pessoas deveriam ter uma aulinha sobre o que realmente é o meu poder, ou equívocos podem vir a acontecer. – Direcionou o olhar para o maior, oscilando entre a análise de todo o seu corpo até o rosto, exibindo um sorriso sem graça para ele.

Virando-se de costas para ele, a ruiva retomou sua antiga posição, abaixando-se e sentando-se sobre o solo acinzentado enquanto os dedos tateavam o cimento em busca do giz esbranquiçado. Percebendo que o outro também sentava-se ali, o observou de soslaio, pressionando os lábios na formação de uma linha horizontal que se movia algumas vezes.

Ao reencontrar o objeto poroso, a alemã encostou a ponta deste à parede, movimentando seu braço para que a mão o fizesse deslizar e formatar os traços que dariam origem a alguns pássaros, estes se dirigiriam até a janela, criando, assim, um significado particular e único para Margarida: A Liberdade.

- Meu nome é Margarida, mas você pode me chamar de Margot. – Disse em tom baixo, não ousando desviar a atenção de seus atos. – Tenho dezessete anos e sou uma parasita. Nasci na Alemanha, em Berlim. Passei toda a minha vida em um orfanato católico, coordenado por freiras totalmente conservadoras. – Recitava as palavras sem que estas fossem solicitadas, afinal, já que iriam ser a companhia um do outro a partir daquele momento, seria justo que se conhecessem melhor. – Eu não quero ser a sua inimiga e muito menos te matar, então por favor, não fale nada que vá me magoar com relação ao que eu posso fazer. – Confessou, encolhendo os ombros como forma de demonstrar a sua vergonha. O rosto ruborizava, avermelhado.





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Re: [RP] Beautiful Disaster

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