Lancaster, Alícia

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Lancaster, Alícia

Mensagem por Alícia Jay Lancaster em Ter Dez 29, 2015 10:06 pm




16AlíciaLancaster

Nome completo /////////////Alícia Jay Lancaster

Nascimento /////////////20 SET. 2000

Nacionalidade /////////////Floridense

Sexualidade /////////////Heterosexual

Super-Poder /////////////Fonocinese

Medo /////////////
Palhaços

Faceclaim /////////////
Luanna Perez


"Somos todos programados para cair, a morte e a perda são inevitáveis, fortes aqueles que as enganam."

PERSONALIDADE


  Alícia costumava ser muito doce e gentil para os que realmente a conheciam, mas para os demais, era realmente tímida e quieta, apenas uma estranha. Era realmente fácil encontrar a senhorita Lancaster com seu  livro – o qual ninguém realmente sabia do que se tratava – em mãos no parque próximo a sua casa, sempre vestida de tons escuros com seu enorme cabelo ruivo cobrindo a face, sempre fora muito misteriosa. Alícia não tinha muitos amigos, apenas uma chamada Katherine, uma grande amiga para ela. Sempre em seu canto, a ruiva demonstra muita intelectualidade em qualquer questão, suas nota altas confirmavam isso, mas nunca foi de se exibir. Através do comportamento de Jay, ela sempre foi muito zombada e ridicularizada na escola, nunca se defendendo, isso a tornava cada vez mais fria e criando um outro tipo de personalidade em si, que se mostrou mais poderoso após um acidente familiar que a tornou órfã, a partir disto passou a ter uma dupla personalidade.

HISTÓRIA


  Jay nasceu em uma família de empresários, muito ocupados volta e meia viajavam, morava em São Petersburgo, Flórida, nasceu em 20 de setembro do ano de 2000; sem irmãos se acostumou com a solidão e com a companhia dos empregados, sempre gentis e solidários com a garota. Ela havia um primo chamado Zed, eram muito próximos, porém não se viam em frequência – causado pela distância entre ambos – , por isso passava a maior parte do tempo com sua única amiga, Katherine – esta lutava contra o câncer –  a ruiva sempre ficou ao seu lado da amiga até, meses depois, chegar a morte da garota. Alicia não conseguiu superar a perda, se trancando em uma fortaleza solitária dentro de si, alimentando cada vez mais a sua dupla personalidade. Com apenas 12 anos, Jay foi diagnosticada de depressão e, à força, foi para uma clínica de reabilitação, onde lá se distanciou cada vez mais dos pais, ficando sem amigos, sem família, e sem amor, seus livros a rodeavam, mas não conseguiam preencher o vazio.
                                                                         ...
  Meses e meses foram se passando e a senhorita Lancaster não recebia mais visitas, apenas telefonemas, mensagens e correspondências, ela não melhorava, e sim continuava afundando em si mesma até que em um dia como qualquer outro, assistindo televisão, viu um noticiário em que os pais tinham sido mortos em um acidente de avião, ela não esperava se emocionar, ela nem sabia que era capaz, mas involuntariamente algumas lagrimas rolaram em sua face; agora órfã, ela não podia pagar a clínica e foi mandada para um orfanato. Tudo voltou a piorar, agora ela era mais fria, e deixava cada vez mais sua dupla personalidade tomar conta de si. Lá, no orfanato, nada a ajudava, as outras crianças zombavam da cor ruiva do seu cabelo, a apelidavam, a excluíam e a maltratavam, ela não aguentaria por muito tempo. Vozes ecoavam em sua cabeça, vozes maliciosas que a influenciavam a fazer outras coisas, coisas ruins, Alicia passou a querer fugir dali, aquilo não a agradava, ela estava se tornando perigosa.
                                               ...
  Não demorou muito para chegar ao fim, um dia, algumas garotas mais velhas a encurralaram no quarto e a ameaçaram de cortar seu cabelo, as vozes gritavam em sua cabeça cada vez mais alto, ela procurava uma saída, mas se viu presa, tampou o rosto com as mãos e gritou bem alto, nesse momento as janelas se quebraram e as garotas foram empurradas para traz, sem saber como aquilo aconteceu ou se era ela quem tinha feito, uma voz ecoou em sua cabeça “parabéns mocinha, você conseguiu”, Alícia olhou para as próprias mãos e meio que se sentiu satisfeita com aquilo, até que escutou sons de pessoas se aproximando, “fuja” a voz disse, e sem pensar duas vezes o fez, correu, correu, e correu mais ainda, até finalmente achar uma floresta, onde deitou-se e descansou. Algumas horas se passaram e Jay quis se testar, as vozes falavam menos, ela se sentia mais destemida e forte, era realmente diferente; passou alguns minutos tentando refazer o que tinha feito, mas não conseguia, até ouvir o canto de alguns pássaros, ela se concentrou naquilo, pois de alguma maneira, o canto a hipnotizou, seus olhos procuravam os pássaros mas não o achavam, e então o canto foi ficando cada vez mais alto levando -a a fazer um movimento bruscos com os braços que acabou partindo o tronco de uma árvore próxima, mas também causou um estrondo, ela nem pensou em se esconder, pois achava que estava em um local afastado, mas para seu azar um helicóptero sobrevoou o local, – primeiramente Alicia pensou que fosse a polícia, os bombeiros ou algo parecido, mas não reconheceu o modelo, era um modelo parecido com um de guerra, pintado de cor preta e escrito HUNTED –  e de lá de cima gritaram “achamos a garota”, Jay tentou correr, mas foi acertada por algum tipo de dardo nas costas, ela começou a ficar tonta, caiu e viu homens fardados vindo em sua direção até finalmente desmaiar.

A ENTREVISTA



  A senhorita Lancaster se deparou em um quarto, era familiar à de um hospital – isso explica por quê ela estava deitada em uma maca –, tentou se mexer mas estava algemada, era tudo muito estranho, estava ali, somente ali, mas aonde?. –  Alguém? – não houve resposta, ela tentou escutar as vozes em sua cabeça, mas parecia que elas tinham a deixado, não havia muito o que fazer;  seus olhos rodearam o quarto e só então percebera que havia um soro sendo injetado diretamente na veia, curiosa gritou de novo – em vão –, então resolveu esperar, só que não sabia ao certo por quem ou o quê.
                                                                        ...
  Depois de alguns minutos, um suposto médico entrou no quarto, ele estava com algum tipo de capuz cobrindo o rosto, a ruiva não conseguia enxergar direito, o soro provavelmente a deixava com os sentidos adormecidos; fez –se um enorme silêncio, ela recusava olhar para o homem, mantinha a cabeça baixa, mas mesmo assim falou – Que diabos é isso em mim ? – o homem se sentou próximo dela sem dizer nenhuma palavra – Ei, eu estou falando com você! me diz pelo menos onde eu tô – até que ele finalmente falou – O que você tem de único? Qual sua melhor qualidade e seu pior defeito? – Jay ficou ainda mais confusa – Ah, eu não sei, minha qualidade deve ser que eu geralmente sou a pessoa mais inteligente da sala, e o meu defeito deve ser a impaciência que eu tenho quando alguém não responde minhas perguntas, babaca – o homem soltou uma pequena risada e continuou a ignora-la – Por quais motivos acha que veio para cá? O que vai fazer seu eu te contar que nunca mais vai poder voltar para casa? – a garota revirou os olhos – Ai meu Deus! Eu não sei, tudo foi muito rápido. Eu não tenho casa, não me importo mais – ele anotou a resposta junto com as demais em um fixa apoiada ao colo – Qual era a coisa mais importante na sua antiga vida e por que era isso ? – ela fechou os olhos e respirou fundo – Eu não sei, talvez uma amiga, não faz diferença – o homem bufou alto – Se defina em três palavras. – ela ergueu a sobrancelha  – Não me subestime – ele riu – Qual seu maior medo e o que você faz para combate –lo ? – ouve um pouco de silêncio antes da resposta – A solidão talvez, eu aprendi a lidar com ela – ela o observou seriamente – E então? Pode me responder agora ou tá difícil? –, o “médico” se levantou, colocou a fixa em uma mesa perto da maca, andou até uma bandeja que continha uma seringa com um líquido cinza, Jay estava começando a entender as coisas – O que é isso ? – o homem se aproximou dela calmamente, deu uma pequena batida na agulha com a ponta dos dedos – Pare agora! – ela disse um pouco nervosa, mas mesmo assim ele injetou o líquido na garota; o efeito foi como antes, só que mais forte, a visão dela escureceu até desmaiar e, quando acordou estava em uma sela, usando uma roupa ridícula e quando percebeu já estava xingando a própria vida.


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and you chose the bitch
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Alícia Jay Lancaster
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