[FP] Feuerschütt Joseph, Klaus

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[FP] Feuerschütt Joseph, Klaus

Mensagem por Klaus J. Feuerschütte em Qua Dez 30, 2015 1:22 pm




18Klaus Feuerschütte

Nome Completo /////////////Klaus Joseph Feuerschütt

Nascimento /////////////20 Novembro de 1997

Nacionalidade /////////////Alemã

Sexualidade /////////////Heterossexual

Super-Poder /////////////Telepatia

Medo /////////////
Morte e morte dos amigos e familiares. Alguns insectos.

Faceclaim /////////////
Jack Falahee


"Manners Maketh Man" Maneiras Fazem um Homem

PERSONALIDADE


Klaus é um jovem um pouco perturbado psicologicamente devido também ao seu dom. Prefere isolar-se do resto das pessoas e ficar no seu canto mas com o tempo e paciência pode revelar-se um bom amigo se interagirem com ele. Um ser muito decisivo nas suas ações e bastante realista. A sua paciência é pouca e por vezes o seu lado mais obscuro e depressivo vir ao de cima mostrando a sua fraqueza ou acaba por irritar-se facilmente e insultar a pessoa. Pode parecer uma pessoa normal mas tenta sempre esconder o seu lado mais fraco, mantendo-se assim calmo ,focado em outras coisas ou se necessário recorre ao sarcasmo.

HISTÓRIA



Diário de Klaus.

Sempre fui um rapaz muito mimado, sempre tinha o que queria, fazia quase sempre o que queria. Os meus pais matavam-se a trabalhar para garantir que houvesse sempre comida na mesa e que esta nunca faltasse e também compravam-me o que eu pedia para eles. Em troca estudava o suficiente para tirar boas notas na escola eu era um aluno exemplar e à frente deles fazia comportava-me sempre como um cavalheiro. Fazia também as minhas malandragens quando os meus pais não estavam por perto, bebia e fumava às escondidas, dava festas quando eles não estavam em casa ou levava garotas para casa, cheguei a fazer sexo algumas vezes e até mesmo sem proteção mas como poderei eu saber se deixei alguma uma mulher responsável de trazer à luz um ser humano? Mas essa boa e rica vida, definida pelos padrões da sociedade acabou rápido, aliás rápido de mais.
Lembro-me perfeitamente de como tudo começou. Em Janeiro de 2015 começaram a surgir os primeiros sintomas: tosse, um incontrolável ataque de tosse acontecia a cada minuto que dificultava a respiração, poucos dias depois e ainda com tosse a minha pele começou a ficar avermelhada e esta parecia sair facilmente quando era puxada e finalmente e já num estágio de recuperação começaram a surgir imensas dores de cabeça que duravam horas, as piores horas da minha vida pois também tinha insónias devido às dores.
Depois de uns longos meses de sofrimento voltei para a escola, decidi largar o tabaco e o álcool, fui-me afastando aos poucos das pessoas mais próximas a mim na escola, todas elas olhavam-me com um olhar de repugnância para e não sabia como mas parecia conseguir ler o que os seu olhares diziam sobre mim, ouvia vozes. Fiquei bastante alterado devido a toda aquela experiência que foi extremamente traumatizante para mim. Oh! Sim... as coisas mudaram drasticamente depois daquela virose que atacou o meu corpo, não sei como, nem porquê mas conseguia ouvir vozes na minha cabeça. Pensamentos aleatórios, por vezes frases das mais banais e ridículas às mais elogiosas mas pouco depois ficava normalmente com enxaquecas.
Decidi contar aos meus pais e posso dizer que foi a pior decisão da minha vida. Não demorou muito tempo até telefonarem para um centro de ajuda, pensavam que eu estava louco apesar de o negar não acreditavam em mim e não me compreendiam. Passei as últimas semanas da minha vida normal a ir aos melhores psiquiatras da minha cidade mas nada funcionava. Continuava a ouvir vozes e quando passava perto de uma multidão era um terror, tapar os ouvidos com as mãos não funcionava era algo mesmo vindo do meu cérebro mas não era uma perturbação, era algo que não conseguia explicar pois não era uma doença qualquer, com um pouco de concentração e calma conseguia ler o pensamento das outras pessoas. Com um pouco de tempo e paciência comecei a ler o pensamento das outras pessoas mas apenas conseguia perceber um pouco do que a pessoa estava a pensar e como consequência ficava com uma enorme enxaqueca. Parece que não era o único que sabia que algo de estranho se passava comigo e que era diferente das restantes pessoas, tinha a sensação de estar a ser perseguido desde que tinha começado a sair de casa. Comecei a ver muitas pessoas vestidas de igual para onde fosse elas estavam lá, a olhar para mim... Idiota... mal eu sabia o que estava por vir...
Um dia estava a voltar da escola para casa vi novamente essas pessoas estranhas, vestidas de preto mas desta vez empunhadas de armas ao peito e em maior número. Não hesitei e acelerei o passo, desviei-me da minha rota habitual seguindo outro caminho mas o problema é que aquela rua onde eu estava era pouco movimentada e só possuía duas saídas. Ao fundo já se encontrava outro grupo desses tais homens todos equipados, virei-me para trás mas o outro grupo que antes me perseguia também estava a bloquear a saída. Olhei para o lado e vi uns caixotes de lixo e em cima estavam umas escadas metálicas que levavam ao topo do edifício, pulei para cima de um dos caixotes e em seguida para as escadas mas não tive o impulso suficiente para alcançá-las e por isso devido à gravidade caí no chão. Nesse momento tinha a noção que estava numa grande encrenca pois não é normal ser perseguido por homens armados. Sem forças para me levantar e um pouco atordoado devido à queda apenas senti uma pequena picada no pescoço e em seguida apaguei por completo...

A ENTREVISTA



Off: Aviso: Contem linguagem ofensiva e que pode ferir o leitor

Abri vagarosamente os olhos devido à imensa quantidade de luz que vinha do teto.Depois de me ter habituado à luz tentei-me levantar para sair da cama mas estava agrilhoado à cama. Primeiramente pensei que teria sido uma partida de mau gosto de alguma rapariga que tinha comido na noite passada mas rapidamente me lembrei que esses tempos de glória tinham acabado há meses e quando olhei para as minhas roupas azuis claras um tanto esverdeadas, apercebi-me que não estava em casa ou qualquer outro local normal. Olhei para o meu braço esquerdo de onde saia um tubo fino que estava penetrado na minha pele e do lado oposto estava um recipiente de onde vinha um soro que entrava nas veias, entrando assim na corrente sanguínea."-Estarei num hospital?" Pensei eu... Não, não poderia ser um hospital qualquer para estar assim acorrentado à maca. De repente lembrei-me do que tinha acontecido antes de ter ido parar ali, lembrei-me dos homens armados. Fiquei agitado e comecei a tremer, tentando libertar-me das algemas fazendo força com os pulsos a todo o custo mas nada...
-HEY! Tirem-me daqui! Quando vos apanhar... Ai! Se vos apanho! Corto-vos aos bocadinhos e aproveito os vossos órgãos para tráfico!
Não se ouvia nada para além da minha voz e da maca que chiava devido aos meus movimentos e em poucos minutos acabei por desistir, fiquei ali deitado a olhar para o tecto e a pensar que mal tinha eu feito para merecer aquilo.
Alguns minutos depois ouvi uma porta a abrir, levantei a cabeça para ver quem era e um médico vestido de branco com o capuz a esconder o rosto adentrou pela sala. Fui baixando a cabeça à medida que ele se aproximava.
-Quem és tu? Porque estou aqui?
Limitou-se a ficar em silêncio e começou a procurar algo dentro de uma pasta que tinha trazido.
-Hey, és surdo ou quê? Não percebes o que eu digo?!
Tirou da pasta uma folha e começou a falar com uma voz distorcida e grossa.
-O que você tem de único? Qual sua melhor qualidade e seu pior defeito?
Rapidamente me exaltei, não consegui conter-me e desatei aos berros.
-O quê? Ah agora falas não é? Não querias tomar um xarope para a tosse não que essa voz está mesmo mal, quantas é que fumas por dia para teres ficado com uma voz assim? Eu perguntei primeiro! O QUE É QUE FAÇO AQUI E QUEM ÉS TU?!
Tentei novamente soltar-me das algemas, a minha vontade era de partir a cara daquele indivíduo que se escondia por trás do capuz.
-O que você tem de único? Qual sua melhor qualidade e seu pior defeito? - repetiu num tom um pouco mais alto.
Percebi rapidamente que não valia a pena discutir mais com ele e o melhor era responder à pergunta que tinha me posto.
-O que eu tenho de único? Para além de pouca paciência e um pénis enorme usado frequentemente para penetrar na tua mãe, consigo ler os pensamentos das outras pessoas e parece-me que não ficaste muito satisfeito com o que acabei de dizer .
Dei uma gargalhada meio desajeitada pois na verdade estava a mentir, não sei o porquê mas mesmo que me concentrasse ao máximo, não conseguia ler o pensamento daquele sinistro indivíduo.
- A minha melhor qualidade é pensar bem antes de fazer qualquer coisa e o meu pior defeito é a minha FALTA DE PACIÊNCIA! - gritei novamente para com ele na tentativa de o intimidar.
Por quais motivos acha que veio para cá? O que vai fazer se eu te contar que nunca mais vai poder voltar para casa?
- Os teus namorados trouxeram-me para cá não sei bem porquê... Oh, espera... Provavelmente descobriste que andava a sair demasiadas vezes com a tua mãe não é? E agora queres vingança... Desculpa lá, não é por mal, mas aquele par de melões que ela tem deixa qualquer um a desejar. Isso ou algum psiquiatra meu te contou que eu ouvia vozes e que parecia conseguir ler pensamentos não é? Foi aquele vírus que me atacou há uns meses... Não sei o que se passou mas consegui ganhar este poder. - fiz uma breve pausa para pensar o que responder à segunda parte da pergunta. - O que vou fazer? Arranjar uma forma de contactar a tua mãe para me libertar, ela nunca me deixaria! HAHAHA! Depois vou matar-te à frente dela, mas antes vou fazer-te passar pelo que estou a passar agora... Oh, sim! Deves achar que isto é bom? Estar algemado a uma cama com um palhaço vestido de branco a fazer-te perguntas? Se não conseguir contactar a tua mãe, arranjarei uma maneira de contactar a polícia telepaticamente! Aí estarás feito ao bife! Não deverão demorar a chegar ao saberem que sou eu. E mesmo que não consiga, demore o tempo que demorar de certeza que conseguirei sair daqui pois há sempre uma saída!

Qual era a coisa mais importante na sua antiga vida e por que era isso?
A coisa mais importante na minha vida antiga eram os meus pais... - baixei a minha voz gradualmente para dar um tom melancólico e pouco depois esbocei um sorriso. - E A TUA MÃE! AHAHAHAH! Ora... tu sabes bem porquê os meus pais sempre me apoiaram e sempre me deram tudo o que queria mesmo que tivessem de se matar a trabalhar para isso... Estou-lhes muito grato.

Se defina em três palavras.
Pacífico, Resmungão e Realista

Qual seu maior medo e o que você faz para combate-lo?
O meu maior medo é a minha morte ou a morte das pessoas mais próximas a mim e para combater isso tento viver ao máximo com eles todos os momentos. Uma dose diária de sexo com a tua mãe também ajuda bastante...

O local ficou por segundos em silêncio enquanto o doutor acabava de anotar seja lá o que fosse, limitei-me a ficar calado. Um pouco depois largou a ficha em cima da mesa que estava perto de mim e aproximou-se mais de mim ajeitando uma luva de látex verde e com uma seringa que continha um líquido acinzentado.
-Hey! Hey! O que é que estás a fazer?. - aproximou vagarosamente a seringa ao meu pescoço. - HEY! Estás a ouvir? O que pensas que estás a fazer? PÁRA COM ISSO!
Mas não pude fazer nada em relação a isso. Por isso aceitei a ideia que uma seringa cheia de químicos estava a ser inserida nas minhas veias e fiquei na esperança de que não fosse nada de grave. Comecei a perder os sentidos ainda consegui ver o homem a sair e dois vultos a entrarem no quarto mas depois apaguei novamente.
Quando acordei não me lembrava de nada como da outra vez. Acordei numa cela de prisão com a porta aberta por isso limitei-me a seguir para a saída enquanto reparava que as minhas roupas eram roupas de um prisioneiro comum.
Tinha começado o inferno.



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Klaus J. Feuerschütte
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