— a crown made of crows [RP]

 :: H u n t e d

 :: Prisão

Ir em baixo

— a crown made of crows [RP]

Mensagem por Willem Wërtz Hoffmeister em Qui Dez 31, 2015 12:29 am



— a crown made of crows
H U N T E D


✖ Usuários: Kitty Levi feat. Willem Wërtz Hoffmeister;
✖ Status: Em andamento ft. restrita;
✖ Local: Prisão, corredores;
✖ Conteúdo: O choro a seguir é livre para todos os públicos.
@DFRabelo

● ● ●



Willem Bërk-Wërtz Hoffmeister


avatar
Willem Wërtz Hoffmeister
the stuck-ups
the stuck-ups

Mensagens : 35
Data de inscrição : 19/12/2015
Idade : 14
Localização : roubando

Ficha do Prisioneiro
Nível: 02
Experiência:
90/100  (90/100)
Mochila:

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: — a crown made of crows [RP]

Mensagem por Kitty Levi em Qui Dez 31, 2015 1:16 am




Le Petit Prince

Eram duas semanas, duas semanas mal dormidas, duas semanas de cansaço, sufoco, o diabo havia promovido minha sentença, para o quinto dos infernos, aquele descrito por Dante Aliguiere. Quem diria que um mini projeto de humano, poderia destruir todo um ser... O fato é que nunca estive preparada para ser mãe e de repente me vejo gravida, para sorte do bebê e para meu azar, desde que havia entrado na prisão não havia consumido nenhuma droga seja lícita ou ilícita, até mesmo a substância usada como sedativo, na prisão, foi interrompida.

Tentei abortar aquela vida nojenta que se desenvolvia em meu ventre de todas as formas possíveis, evitei me alimentar, meu peso diminuía gradativamente, estava destruída, a vida que eu gerava consumia o fim de meus nutrientes... Quando a comissão Hunted percebeu meu estado, ela passou a me monitorar, por alguma razão eles queriam aquela criança.

Bem, o bebê nasceu prematuro. O sedativo que injetaram em minhas veias para o parto ser realizado, me reconfortou, pois aquilo sumiria assim como as projeções na sala especial da prisão, os carcereiros fariam todas as experiências que quisessem com aquela criatura e eu estaria livre... Foram três meses me recuperando, recuperando a forma e o vigor, até que uma surpresa chegou a minha cela, uma cestinha com a maldita criancinha. Era um menininho, tinha um tufo de cabelo ruivo na cabeça, uma pele rosada e delicada e olhos azuis que se abriam com muita dificuldade. Junto a ele um bilhete escrito uma única palavra “Amamente-o”.

Estava decidia a deixa-lo em um corredor qualquer alguém o encontraria, tomaria conta dele, até que o desgraçado me fisgou com um sorriso, veja bem não sou uma mulher apegada a gestos fofos, raramente alguém me cativa. Mas aquele sorrisinho... Claro o diabo tinha promovido minha sentença, tinha piorado toda minha situação e sua maldição vinha em um frasco de pura bonança...

Cá estou eu, amamentando a criaturinha maldita, minha criaturinha maldita, acredito que ganhamos o peso que podemos carregar, a criança era meu peso, talvez até mesmo o meu carma, mas à medida que o tempo passava eu me adaptava, conseguia sustentar o peso com menos esforço, supera-lo quem sabe até ama-lo. Enquanto meu pequeno Finn se alimentava lia um livro qualquer que havia deixado junto com um bebê. Finn... Acabamos no afeiçoando por aquilo que nomeamos.

- Disse a flor para o príncipe: É preciso que eu suportar duas ou três larvas se quiser conhecer as borboletas. – Acariciei o rosto delicado do meu pequeno, lágrimas rasgaram minha face, meu semblante era de puro cansaço, mas o sorriso terno em meus lábios evidenciava o amor que tinha pelo meu pequeno príncipe.


Thanks for @Lovatic, on CG


● ● ●


myself
Est-ce que tu aimes le sexe? Le sexe, je veux dire l'activité physique, le coït Tu aimes ça?
avatar
Kitty Levi
the great danger
the great danger

Mensagens : 16
Data de inscrição : 02/12/2015
Idade : 22

Ficha do Prisioneiro
Nível: 01
Experiência:
20/100  (20/100)
Mochila:

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: — a crown made of crows [RP]

Mensagem por Willem Wërtz Hoffmeister em Qui Dez 31, 2015 2:05 am

a crown made of crows

Will estava, mais uma vez, andando e se teleportando a distâncias curtas pelos corredores da prisão. Não gostava de ficar em sua cela; estava sempre vazia, fria; silenciosa. Não muito tempo após seu encontro com Max, já estava entediado novamente, se encontrando em paralelo com o outro dia. Só que, ao contrário de quando encontrou o adolescente, havia um semblante triste em seu rosto, e os olhos grandes e expressivos estavam levemente inchados pelo choro noturno; além de sentir falta da irmã e de preocupar com a mesma, agora havia outra pessoa que assombrava sua mente: o próprio Max.

O rapaz havia varrido a monotonia da vida do menino de forma espetacular e memorável, se Willem pudesse categorizar. Mas, agora, como todas as pessoas, ele havia ido embora. Claro, ainda estava pela prisão, andando por sabe-se Deus onde, porém, desde o dia de seu encontro com o menino, o adolescente nunca mais aparecera. Will tinha noção de que faziam poucos dias, e isso não impedia que uma dor se instalasse em seu peito quando se perguntava onde foi todo mundo? O nariz avermelhou um pouco, quase de forma imperceptível.

O corredor frio e mal iluminado, com luzes piscando de forma inconstante, não incomodava mais o menino em sua tristeza. Tudo o que ele sabia fazer era dar alguns passos, se teleportar para frente da porta da próxima cela, e depois repetir o processo. Todas estavam fechadas, e as que Willem tentou abrir, trancadas. Se perguntava se havia algum sistema de reconhecimento dos residentes de cela e que somente eles poderiam entrar quando a porta fosse fechada. Não importava muito, para falar a verdade. Só queria algo para manter a mente ocupada.

Em sua mente, enquanto olhava para as paredes cinzentas e sem graça, se passavam cenas da sua última — e primeira — aventura fora da prisão; foi algo igualmente claustrofóbico, só que com risco de vida por combate. O arrepio que subiu por sua coluna ao se lembrar dos sentinelas robôs levantou até o mais alto fio de cabelo em sua cabeça. O coração acelerou só em pensar o quanto precisou correr e se esgotar para sobreviver àquela tarefa insana. Pelo menos eu comi algumas fritas no final... Se consolou, e o sorriso fraco e pequeno que se abriu em seu rosto lhe era incaracterístico.

Andou mais um pouco, se teleportou mais algumas vezes. Nada de muito interessante, mesma chatice se sempre. Nunca confessaria que esperava, de alguma forma, encontrar com o outro trapaceiro do outro dia. Fazer alguma coisa, qualquer coisa. Sentia medo de que sua mente começasse a inventar coisas se ficasse muito tempo em inércia, até que ouviu uma voz. Seu coração parou por um momento e a audição era tudo o que parecia funcionar.

Era uma voz feminina, embora diferente da que esperava ouvir. Não é Tessa, concluiu tristemente e logo afastando o sentimento. Tentou prestar atenção nas palavras, mas ainda estava pouco distante demais. Só conseguia ouvir murmúrios, sílabas sem sentido. Fechou os olhos e se teleportou para a parede mais próxima, pondo os pensamentos em ordem. Se a voz podia ser ouvida, então a porta da cela estava aberta. O sorriso malandro atravessou seu rosto meio tremido.

Olhou para os dois lados do corredor reto que seguia, vendo, mais para a frente, luz saindo de um dos lados da parede. Da parede não, de uma cela. Um pé na frente do outro, se pôs a corredor, e logo se teletransportou para alguns metros a frente, correndo de novo, se teletransportando de novo. Até que parou na frente da dita cela. Por um momento, não quis acreditar em seus olhos. Noutro, achou que, realmente, havia ficado louco.

Havia uma mulher — não muito mais velha que Max — dentro da cela, com um bebê no colo, amamentando-o. Em uma das mãos segurava um exemplar de livro — O Pequeno Príncipe. A expressão de Will era a mais confusa possível. Teleportou para dentro da cela, olhando melhor para a cena e, secretamente, apreciando a leitura da mulher. Logo que aprendeu a ler, aquele foi seu livro favorito.

Mas como ele era o Willem, senhor não-paro-quieto-e-vou-quebrar-o-clima-calmo-e-amigável, se teleportou para mais perto ainda, mas mantendo uma distância do que, calculou, ser um metro entre ele a figura materna — ou não, sempre teve péssima noção de distância, mesmo sendo um ladrão.

— Não precisa se incomodar. — Apontou, casualmente, para o bebê sendo amamentado, seu olhar mais fio no rosto da moça e no livro do que na criança. — Já vi muitas dessas cenas. — Esperava que seus olhos não estivessem muito inchados ou o rosto vermelho, sustentando o sorriso travesso da forma mais convincente possível. — Um livro. Eu lia muito antes de vir para cá. — Seu tom era meio vago, meio triste, e esfregou os dedos como se sentisse falta das páginas entre eles. — Esse era um dos meus favoritos.

Pela primeira vez, olhou para a criança — um olhar curioso, como um gato se perguntando quem é o novo morador da casa. Ele era ruivinho, que nem a mãe. Não parecia ser recém nascido, mas também não era muito grande, e nem parecia prestar atenção na história lida, muito novo para entender a maravilha que estava ouvindo.

— Ih, vocês dois são ruivos! Isso é legal. — Comentou, o sorriso no rosto ainda meio fraco. Finalmente, percebeu que estava sendo um invasor sem identificação, e não estava particularmente interessado em perturbar aqueles dois. Acho que até um monstrinho que nem eu tenho alguns limites. — Eu sou o Will.

"Tu te tornas eternamente grato por aquilo que tu cativas." A frase lhe remetia a Max, a Tessa. Mas manteve a expressão meio irônica meio amigável, decidido a não perder a chance de sair do seu tédio e tristeza.

● ● ●



Willem Bërk-Wërtz Hoffmeister


avatar
Willem Wërtz Hoffmeister
the stuck-ups
the stuck-ups

Mensagens : 35
Data de inscrição : 19/12/2015
Idade : 14
Localização : roubando

Ficha do Prisioneiro
Nível: 02
Experiência:
90/100  (90/100)
Mochila:

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: — a crown made of crows [RP]

Mensagem por Kitty Levi em Qui Dez 31, 2015 2:48 pm




Grey

Foleava o livro com certa dificuldade, tendo em vista a outra mão ocupada sustentando a criança em meu colo, Finn era muito guloso, já estava muito gordinho, e suas pequenas presas começavam a me incomodar, vez ou outra arranhando a aureola do seio – Já chega garoto! – o segurei delicadamente levando-o ao meu ombro e embalando, na tentativa de fazer com que ele arrotasse, não tinha a menor ideia se o procedimento estava correto, mas estava tentando.

Foi quando percebi um garoto a me encarar, ele possuía um semblante tristonho, seus olhos estavam inchados, mas diferente dos meus, não por cansaço, ele parecia ter chorado, chorado bastante por sinal, seu narizinho vermelho confirmava minha ideia. Embora triste, ele parecesse hiperativo, quer dizer, me fez um par de perguntas em um curto período de tempo.

Pus meu pequeno em sua cestinha, ele não tinha berço e era no pequeno objeto de palha trançada que ele dormia, ainda sim mais confortável que a cama da prisão. Arrumei minha roupa ficando vestida, olhei o loiro com ternura, algo que não costumava fazer, meu olhar na maioria das vezes era sádico, cruel ou volúpio. Fiz um cafuné em sua cabeça e sorri – Também gosto muito deste livro. – apontei para o exemplar do pequeno príncipe – Acho o amor que o principezinho tem pela rosa o mais bonito e espontâneo em vista a diversos outros que existem por ai... – mordi o lábio inferior, contendo lembranças um tanto vis de meu passado.

- Bem, o que uma criança faz sozinha pela prisão? Se perdeu ou andou fugindo de alguém? – mal pude esperar a resposta, aquela expressão vaga do menino me agonizava, rapidamente saquei de meu bolso um pedacinho que sobrara de uma barrinha de chocolate branco e entreguei ao garoto – Eu e o Finn... – apontei para o bebê que dormia de forma serena - ...Achamos que deve ficar com isto, afinal ele é muito criancinha para comer e eu preciso emagrecer alguns quilinhos... Voltar à ativa se é que me entende! – pisquei para o guri – Agora me mostra um sorriso de verdade, o clima da prisão já é sufocante, a última coisa que quero ver é um rostinho triste por aqui... – passei os dedos ágeis pela barriga do garoto fazendo-o cocegas.


Thanks for @Lovatic, on CG



● ● ●


myself
Est-ce que tu aimes le sexe? Le sexe, je veux dire l'activité physique, le coït Tu aimes ça?
avatar
Kitty Levi
the great danger
the great danger

Mensagens : 16
Data de inscrição : 02/12/2015
Idade : 22

Ficha do Prisioneiro
Nível: 01
Experiência:
20/100  (20/100)
Mochila:

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: — a crown made of crows [RP]

Mensagem por Willem Wërtz Hoffmeister em Sab Jan 02, 2016 3:16 pm

a crown made of crows

A mão em seus cabelos fez uma sensação boa correr pelo seu corpo, mas a prisão havia tornado-o uma pessoa desconfiada — sempre fora, e toda a situação com os poderes e a prisão somente lhe intensificaram essa característica. Então, quando a moça se aproximou e sua boca abriu para formar palavras, o mundo correu em câmera lenta para o menino: seu cérebro trabalhava em duas mil possibilidades ao mesmo tempo, não terminando uma e pulando para a próxima, saltos na linha de raciocínio, se lembrou de nomear o fenômeno dessa forma. Mas quando a mão delicada e leve tocou sua cabeça e afagou levemente os fios loiros, os milhares de cenários ocorrendo em sua mente desapareceram e ficaram em branco.

Nunca havia tido esse tipo de carinho — físico, palpável — em casa, com ninguém. Não de sua família em si, pelo menos. Alguns empregados, os mais amigáveis, às vezes lhe davam alguns sorrisos e faziam brincadeiras, mas todos eles tinham medo demais de Thorfinn para ir além disso, mesmo que o pai do menino vivesse dentro do escritório ou fora de casa, ocupado em trair a esposa. Então, receber aquele gesto — de graça —, foi o suficiente para que as defesas e a mente hiperativa de Willem fossem desaceleradas.

Mas isso não mudava a natureza infantil do menino de 12 anos, sempre desesperado por qualquer tipo de doce e porcarias deliciosas que destruiriam sua saúde, então quando recebeu o chocolate, sentiu que era capaz de chorar. Não mediu esforços em ser educado e assim que pegou o que a mulher estava oferecendo, começou a comer, dando uma grande mordida e saboreando o doce que não conseguia se lembrar a última vez que comeu. Sentia a hiperatividade voltar a circular em seu sangue.

— A amizade da raposa e do Príncipe é muito legal também. — Finalmente respondeu, quando engoliu o chocolate e agora dava mordidas mais controladas. Estava há não se lembrava quantos dias sem comer algo decente, tendo nojo demais da comida da prisão para colocar para dentro mais do que algumas garfadas sem vomitar. Ainda não tinha descoberto como roubar o estoque. — Quando tava aprendendo a escrever, tudo o que eu copiava eram algumas frases do livro. No caderno, no meu braço, nas paredes lá de casa...

Willem não tinha muitas memórias daquela época, só sabia que foi o tempo em que foi a pior criança para se ter por perto. Chorão, mimado, e extremamente esnobe. Passou a se odiar tanto quanto as outras pessoas o faziam, fazendo questão de enterrar e apagar o máximo de lembranças que poderia ter antes dos seus dez anos. Uma das poucas coisas que ficaram foram suas boas memórias a respeito do livro. Conseguia lembrar vagamente dos seus cadernos lotados, de cima a baixo, com citações da história; nas linhas, nas bordas, nas capas. Conseguia se lembrar dos braços rabiscados com uma letra feia e ininteligível mas que sabia que era algo relacionado a'O Pequeno Príncipe enquanto escrevia pelas paredes da mansão — com a mesma letra feia e incompreensível —, um exemplar no livro da mão enquanto copiava letra por letra.

— Eu fui entregado. — Respondeu com simplicidade, sem nenhuma emoção ao lembrar do pai inexpressível enquanto os homens do exército tentavam levá-lo embora. — Quando acordei e comecei a fazer isso — moveu a perna esquerda como se fosse dar um passo, mas se teleportou para perto da cesta onde o bebê estava, sentando no chão com as pernas cruzadas, como um monge — meu pai me entregou para uns homens de uniforme. Aí eu fugi e depois eles me acharam.

Deu uma mordida no chocolate e olhou para o bebê na cesta, de olhos fechados, as mãos em posição estranha, mas Willem decidiu não falar nada porque não sabia coisa alguma sobre bebês, só que choravam, comiam e faziam muito (muito) cocô. Observou os cabelos ruivos, a cor mais intensa que a da mãe. Agora sabia como as pessoas se sentiam quando viam ele, uma criança, dentro da prisão. Como um bebê foi parar lá? Será que a moça estava grávida quando foi capturada?

— É Finn, não é? — Perguntou por auto, sem desviar o olhar do bebê. Usou a mão livre para cutucar as costelas dele, de leve, sem machucar. Will quis rir ao pensamento de que ele seria capaz de fazer mal a alguém fora das suas pegadinhas. E não é como se estivesse planejando algo no momento. — Ele tem uma cara engraçada. — Abriu um sorriso fraco. — Bem, obrigada pelo chocolate, Finn. — Finalmente, seu olhar subiu para a mulher, ali em pé, observando. — E você também, moça.

● ● ●



Willem Bërk-Wërtz Hoffmeister


avatar
Willem Wërtz Hoffmeister
the stuck-ups
the stuck-ups

Mensagens : 35
Data de inscrição : 19/12/2015
Idade : 14
Localização : roubando

Ficha do Prisioneiro
Nível: 02
Experiência:
90/100  (90/100)
Mochila:

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: — a crown made of crows [RP]

Mensagem por Conteúdo patrocinado


Conteúdo patrocinado


Voltar ao Topo Ir em baixo

Voltar ao Topo

- Tópicos similares

 :: H u n t e d

 :: Prisão

 
Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum