{M} America Pyper

Ir em baixo

{M} America Pyper

Mensagem por Runaway em Sab Jan 02, 2016 2:19 pm



Olympiad deadly
H U N T E D


Nome: America Pyper.
Poder: Gravitocinese.
Nível: 01

A jovem se encontra em meio a um grande campo aberto que se estende de forma grandiosa e ilimitado. o sol ostenta todo seu poder enfeitando o céu e provocando um calor com sensação términa de quase trinta e cinco graus. Todo o chão é feito de concreto cinza e bruto, com a superfície tão áspera que se simplesmente caísse de joelhos poderia causar-lhe um desconforto, ou causar algum ferimento na pele. A única parte diferenciada do curioso local era um percurso característicos de corrida de olimpíada. A grossa faixa estava pintada com uma coloração avermelhada, com tiras brancas dividindo-a em cinco partes proporcionais. America olhou a sua volta, conferindo se havia presença de mais alguém. Ela estava só. Subitamente uma corneta tocou alto por alguns segundos. A partida era dada. America, confusa, olhou novamente ao seu redor, desta vez vendo duas sombras pequenas correndo sua direção ao longe. Eram dois cachorros, e não pareciam nada amigáveis. Realmente, America não havia escolha, teria que correr. E descobrir por si próprio o que aquela corrida de obstáculos lhe preparara.

Obstáculo I – Barreiras flamejantes. São várias barreiras dispostas em torno de 300 metros que você terá que saltar. Caso encoste em alguma delas vai acionar um sistema que fará ela liberar chamas altas e súbitas, que consumirão quase instantaneamente a barreira, e causará muito dano em você. Além disso, terá máquinas de tênis espalhadas por aquela parte de obstáculo lançando bolas de tênis contra você.

Obstáculo II – Piscina explosiva. Você então se depara com uma piscina de 100 metros cheia de boias coloridas que cobrem quase toda a superfície. A água em si não é um problema, ela é limpa e livre de elementos tóxicos, mas já as boias... São verdadeiras bombas de ácido. Ao serem tocadas liberarão um gás tóxico que agredirá seus olhos e nariz, irão te prejudicar muito, então é de extrema importância que monte uma estratégia e use bem os poderes.

Ao terminar os obstáculos você irá se deparar com um pódio com apenas um lugar, ali um troféu grande de primeiro colocado te espera, assim que você o pegar voltará para a sala de projeções. Caso não termine o percurso, os cachorros mutantes irão te pegar.

Narre você sendo conduzido até a sala de projeções por guardas, o local é totalmente branco e sem nenhuma mobília, você é preso em uma cadeira onde furam sua veia com uma seringa. A partir daí a simulação se inicia. É uma opção descrever ou não sua saída da sala; pode finalizar desmaiando subitamente ou vendo a projeção se dissipar.
Deve manter-se o tempo todo dentro da faixa pintada da corrida, caso tentar ir pelas bordas, laterais ou fora da faixa - qualquer derivado - irá imediatamente explodir e fracassar. Não se esqueça de que está sendo perseguido por cachorros mutantes - os quais não tem nenhuma chance de lutar -, então mantenha-se numa corrida segura.
Seja coerente a respeito da condição do seu personagem, do psicológico, físico e mental, leve em consideração os atributos e perícias também. Coloque-os em spoiler no final da missão.
Narre sua missão em um único post.
Qualquer coisa envie MP. Boa sorte!
@DFRabelo

● ● ●

You can't runaway

avatar
Runaway
this is our reign
this is our reign

Mensagens : 49
Data de inscrição : 27/11/2015
Localização : -

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: {M} America Pyper

Mensagem por America Pyper em Dom Jan 10, 2016 2:27 am


"the will to death is  what keeps me alive."



I


A melhor forma de passar o tempo quando se está enfurnada numa cela é tentar lembrar toda a letra das suas músicas favoritas. Não é fácil, não enquanto estiver planejando meios de fugir dessa insignificante e ridícula cela. Mas sempre tinha um detalhe no plano que me fazia fracassar. Parei um instante para recompor os pensamentos. Esfreguei as pontas dos dedos na têmpora direita e depois no chão. Tudo naquele lugar foi adequadamente estudado. Sem falhas e nem brechas. Ah, e sem deixar de mencionar os poderes. Com os olhos bem abertos, fito a escuridão. De repente, um grito irrompe o silêncio, um grito desesperado que lentamente perdia força até sumir num zunido.

Menos um? Sorrio de canto da boca, sentindo um toque de desgosto. Não faz muito tempo desde que fui jogada nesse ‘alojamento’ e já perdi a conta de quantas vezes gritos e imprecações, protestos, choros e súplicas estremeceram o ar. Dia após dia a rotina se repetia, deixando-me fadigada. Pessoas facilmente enlouqueciam ali, especialmente aquelas que sentiam a súbita vontade de mandar mensagens de texto para alguém, olhar sua caixa de e-mail ou de navegar pela rede. É patético... e engraçado ao mesmo tempo. Os jovens em sua ignorância ou inocência. Quando será minha vez? Logo.

O murmúrio da respiração do meu companheiro de cela me arranca dos meus devaneios. Ele não fala. Eu não falo. Então, ouço outro ruído, o de botas se arrastando pelo corredor. Me ponho sentada no beliche ansiosamente enquanto a porta se abre devagar. Não faz sentido fingir que estou dormindo, mas também não demonstro nenhuma reação, meu rosto permanecia impassível quando os dois homens encapuzados surgem na entrada da cela. Se eu fosse suficientemente rápida e esticasse os dedos e enfiasse nos olhos deles, talvez conseguisse coloca-los para fora de combate. E assim, quem sabe, poderia escapar. Isso seria... burrice. Com os recursos de que dispõem, não seria difícil de me abater. Pense antes de agir. Eles querem algo de nós, do contrário, estaríamos todos mortos. Descubra.

Dedos longos e ágeis me puxam para o corredor. Minhas pernas se movimentam, tentam acompanhar o ritmo apressado dos guardas em um silencio brutal. — Hoje está um belo dia, não acham? — Digo, esbanjando um sorriso cínico. O mundo poderia estar pegando fogo e eu nunca saberia, já que meu querido e aconchegante quarto é desprovido de janelas.

Pensei em recuar, lutar e berrar como outros prisioneiros fizeram antes de mim. Em vez disso, olho avidamente à minha volta. Tetos altos, lâmpadas quadradas embutidas no teto, paredes de blocos de concreto e portas trancadas sem identificação igualmente brancas. Esperava ver um semelhante, porém o lugar estava deserto. Não. Na verdade, este lugar é assombrado por fantasmas. Espíritos vingativos vagam por estes corredores... pelo menos, ouvir alguém dizer, acho. Chegamos a uma outra sala branca, grande, sem janelas, sem mobília, exceto por uma cadeira acolchoada, uma máquina de sinais vitais de um lado e do outro um homem usando roupas brancas.

Os guardas então redobram a força, as mãos agem como garras prendendo-me na cadeira. Talvez achassem que iria me rebelar no último momento e, queriam cortar o mal pela raiz. Sem aviso, eles saem. A porta se fecha com um rangido. Estou sozinha com o lunático.

Ele me olha fixamente em silêncio. Cinco segundos se transformam em dez. Dez se transformam em vinte. Após trinta segundos uma eternidade se passou. Meu estomago se revira com repugnância ao ver mais uma vez a seringa. Cerro o punho o mais forte que posso; imaginando a garganta dele envolto na minha mão. Quatro minutos para asfixia-lo e expulsar a vida de seu corpo. Apenas quatro minutos.

Como o primeiro médico que conheci, ele não hesitou, perfurou minha veia inserindo o liquido cinzento num só empurrão. Fechei os olhos, resistindo a dor. A sensação de afogamento estava ficando mais intensa. E então, mergulho na escuridão total, não tão diferente da primeira última vez.


II


Um estranho som aguça meus sentidos, e desperto de forma abrupta. Por um milésimo de segundo fico desorientada. Uma brisa passa como um suspiro levantando uma nuvem de poeira. Ergo a mão em protesto a intensa luz e calor que transbordava do céu. Sentia o rosto queimando e o tênue suor na testa escorrer do pescoço às costas. Suor? Um sonho? A sensação era real demais para ser um sonho. Primeira coisa que noto é o chão duro e arenoso debaixo de mim. A segunda, quente a ponto de ressecar a pele. — Que merda é essa? — Dou um passo para trás, me afasto e quando observo melhor, percebo que estava em um tipo de percurso, característico de pistas de corrida olímpicas. Franzo a testa, confusa e levemente irritada. — Onde foram que aqueles malditos me jogaram??

Sorvi o ar com urgência, tentando manter a calma. Eles devem estar manipulando minha memória, argumento num tom quase entediante. Mas como? Balanço a cabeça em negativa. Como cheguei aqui não importa. Como escapar — essa é a pergunta que vale a pena responder. Volto a atenção ao meu redor. Levanto o olhar, em direção ao horizonte, em busca de algo ou alguém, mas não vejo nada além das grossas faixas avermelhadas no chão. Então, uma corneta é tocada.

Procuro por ela, mas era difícil distinguir em que direção o som vinha. Quando a corneta para, duas sombras emergemm no horizonte. Mantenho a atenção fixa nelas. Eram ágeis como veados e selvagens como... bastou um segundo para que eu identificasse as criaturas; dois cachorros absurdamente monstruosos, tão negros quanto a escuridão e tão malévolos e famintos quanto os próprios cães dos infernos. Sinto os pelos da nuca se arrepiarem e a minha reação é instantânea. Corra. Digo a mim mesma. Corra.

De princípio, começo tropegamente, vacilo um passo, mas encontro o ritmo das passadas. Isso não é um sonho, exclamo mentalmente. Tinha estado perto da morte várias vezes, conhecia o seu cheiro, o seu goto, a sua sensação. Carregava a morte dentro de mim, a lembrança da minha mãe e do garoto com o rosto desfigurado. Sendo um sonho ou não, do jeito que vejo a situação, a única saída é seguir em frente.

A meio caminho, noto as barreiras flamejantes se elevando à minha frente. Reprimo um palavrão. Eles realmente não estavam para brincadeira, mas agora compreendo, isso é um teste. Querem saber até onde posso aguentar. Franzo o cenho, com escárnio. A adrenalina vem com tudo, o instinto entra em ação, bradando que eu continuasse avançando.

Por instinto, analisava a quantidade de passos que deveria dar antes de me aproximar do obstáculo e a força que iria exercer para ultrapassa-lo sem atingir as brasas. Saltei no automático, feito uma autêntica atleta. Só isso? Esperava um desafio. Nesse breve instante, um vulto irrompe da minha visão periférica. Esquivo do primeiro e do segundo vulto, porém, sou alvejada na coxa esquerda por uma bola de tênis. Perco o equilíbrio e improviso uma cambalhota ridícula no intento de amortecer a queda, mas na trajetória, o sucinto toque do meu pé nas chamas faz um mecanismo assassino ser ativado. Filho da... cerrei os dentes sentindo um formigamento, como se uma corrente elétrica tivesse passado na minha perna esquerda. Achou que seria fácil? Não seja ingênua. Eles vão esmaga-la se tiverem a chance. Esqueceu de seus poderes? Concentre-se e use-os! Malditos sejam, não basta os cachorros, agora querem fazer churrasco de mim? Bufo com desdém, contudo, a menção do desafio faz meus lábios se alargarem num sorriso atrevido. Talvez esse fosse a meta deles: fazer com que os prisioneiros sofram o máximo possível em seus testes homicidas.

Ainda me recuperando da surpresa, escuto o rosnado furioso dos cães dos infernos em meu encalço. De um pulo, volto a correr a toda velocidade, ignorando a dor. Não se permita erros. Um reluzir amarelo reaparece novamente na visão periférica, e dessa vez sou mais rápida. Movo as mãos de um lado para o outro desacelerando as bolas, diminuindo a gravidade em torno delas, antes de desviar e ultrapassar o obstáculo de fogo. Apesar de repetir o mesmo gesto, em questão de segundos, tenho pequenas marcas vermelhadas por todo o corpo.

Engulo a contragosto a dor no rosto, braços e penas, o suor e a irritação. O ar quente se torna desagradável, uma combinação de carniça, ovos podres e tudo que a podridão tem direito. O mau cheiro me diz que os cachorros negros sedentes de sangue estavam próximos. Pensei em usar uma das mãos para impedir que o fedor se embrenhasse ainda mais nas minhas narinas, mas se o fizesse perderia o controle dos meus poderes. Então, o chão tremeu com violência. Atrás de mim veio o estrondo e a arfada pesada e fedida. Eles vão te alcançar. Você foi fraca demais, lenta demais. Só mais um pouco e irão estraçalhar essa sua carne nojenta e ninguém a reconhecerá. Respiro fundo, retesando o maxilar. Sei que estão a um passo de me pegar, mas continuo avançando em passos firmes, olhos perscrutando à frente. Não pense, apenas faça!

Num ultimo intento, aumentei a velocidade e lancei-me para frente, levando as mãos ao chão e as pernas para cima, implementando uma estrela vertical. Aterrisso em pé e de novo exerço força nas pernas, jogando meu corpo para o alto enquanto puxo os joelhos até o peito para executar a rotação lateral, ultrapassando a barreira flamejante. À medida que girava, vi de relance o ataque furtivo de um dos cães. As garras passam zunindo, rasgando todo o ar com as unhas. Felizmente, eles acertam a barreira, onde uma rajada de fogo os inunda. Faço uma careta quando um grito sobrenatural ecoa. Escapei por pouco, mas sei que isso não iria segura-los por mais tempo.


♦♦♦


Arqueio as sobrancelhas quando me deparo com uma piscina cheio de boias coloridas. Esperava algo mais... interessante? Sádico? Claro que sim, mas sei que essas boias não são apenas... boias. Iria totalmente contra as regras. Sinto uma pontada de calor surgir no centro da palma da mão direita; havia interceptado uma bola de tênis e não tinha me dado conta. Eu me forço a concentrar na dor. A dor eu posso suportar, mas não as mordidas dos cachorros negros, curativos não seriam suficientes para tampar os buracos do meu corpo. Então, reabasteço os pulmões de ar. Com os sentidos hiperalertos, decido entrar na água.

Estremeço e ofego no momento que minha pele machucada encontra a água fria. Espero que as batidas no meu coração se aquietem, enquanto obrigava-me a ficar calma, a controlar a respiração e os espasmos. E, por fim, lutava contra uma crescente sensação de pânico, de ter um choque térmico e perder o controle. As boias pairavam na água de forma hipnotizante, feito bailarinas inquietas, se movendo de um lado para o outro e entrelaçando-se umas nas outras, como se negassem abrir caminho. Sacudo a cabeça. Olho para a bola amarela, e a pressiono na palma da mão doída. Tenho que descobrir o que contêm nessas boias. Percorro com os olhos o canto mais distante da piscina. Levanto o braço devagar, quase parando, e lanço a esfera naquela direção. Ela sobe e desce formando um arco, e cai exatamente ao lado de uma boia azul. Só precisou de um toque para que ela explodisse em gás.

Passo a língua nos lábios secos. Absorvo todas as informações e arquiteto um plano. A boa notícia é que tenho uma ideia de como passar sem tocar nessas coisas. A má é que se eu continuar nessa maldita piscina terei uma hipotermia, ou pior, os cães dos infernos arrancarão minha cabeça. Só tenho que mudar a força gravitacional das boias. Moleza. Certo, Pyper. Vamos ver se você é boa mesmo.

Depois de alguns passos, sinto a pressão e a dureza da água envolto das pernas. Gravitação, cantarolo mentalmente, num tom impaciente de uma professora. É a força que regula os objetos em repouso, cada partícula de matéria atrai outra partícula com uma força, que é diretamente proporcional ao produto das suas massas e, inversamente proporcional ao quadrado da distância entre elas. Se pensarmos na história da maçã, não é só a Terra que a puxa para seu centro, mas também a maçã puxa a Terra.

Estufando o peito, elevo os braços mais uma vez, contendo ao máximo o vacilo. Concentro-me primeiro na boia do centro, a amarela. Vagarosamente, o ar estremece e sinto em meu intimo que a força gravitacional em torno dela mudou. Sem perder o foco, repito o mesmo na próxima boia. Elas se atraíam e se repeliam feito as estrelas no céu. Parte do caminho se abriu como uma cortina, a outra permaneceu intacta. Nenhum plano é perfeito, e o meu estava longe de ser. Sentia meus membros, meus músculos, as extremidades e até mesmo meu cabelo, tudo com o peso ampliado exponencialmente, e com isso, meus movimentos gradualmente diminuíam.

Não podia negar que eu era como um Limitador, quanto mais tempo usava minhas habilidades, mais difícil era controla-los, até que a energia se esvaísse de meu corpo por completo. Nesses casos, deixo a ira tomar conta de mim. Uma fúria que nunca pensei que tivesse. Cerrei os pulsos com força e socando o ar, persisto no meu caminho. A energia durou o suficiente para estar próxima da beirada, porém, não foi o suficiente. As boias voltaram-se na minha direção como que estivessem enraivecidas. Pense garota. Faça algo. Mexa-se!

Inspiro profundamente, expiro. Novamente. Respiro fundo, prendo a respiração e mergulho no gelo. Os sons foram abafados. Alguns metros acima de mim, enxergo pontos escuros limitando a passagem de luz. Ignoro e bato os pés em outra direção. Disparo, pois começava a ficar sem fôlego. Com os últimos fragmentos de oxigênio, compelir a mudança oposta da gravidade em uma porção de água; uma pequena onda ergueu-se afastando as boias para longe. Frenética, puxo o corpo sobre a borda da piscina. Sorvo ar para os pulmões com urgência.

A sensação de cair ficava mais evidente, e tateando a pista vejo um pódio com apenas um lugar. Aproximo-me devagar. À direita, o sol rompe o horizonte e a quentura se lança pela paisagem e por cima de mim. Minhas roupas estão congeladas, estalando quando me movo. Sinto o frio penetrante e o calor escaldante sob meus pés. Meu corpo e minha consciência estavam pedindo descanso, ajuda com o processo de cura. Não. Nenhum descanso até que isso termine.

Olho intensamente, atordoada por um segundo. Mas somente por um segundo. Não é tão importante esmagar a capacidade de lutar, mas sim acabar com a vontade de fazê-lo.

Pego o troféu com as pontas dos dedos, e de repente, fui forçada à voltar para a sala branca. Sinto uma súbita vontade de aninhar na cadeira. Mas as sentinelas que estavam em prontidão, me vigiando, anotando cada movimento meu, certamente pensariam que eu quero desistir. No entanto, não desistiria. Para eles, era apenas uma mulher enjaulada, mais ser com poderes. Contudo, seria eu que determinaria a distância entre as barras daquela prisão. Continuaria pensando, e meus pensamentos iria me levar ao meu caminho. Jamais daria o prazer de me ver enlouquecer. Eles não vão conseguir me dominar, nunca! Mais cedo ou mais tarde, eu vou escapar.


Pericia
Acrobacia {Amador}
Atributos
Destreza: 05
Força: 06
Inteligência: 09
Carisma: 04
Vigor: 07
avatar
America Pyper
the sherlock's
the sherlock's

Mensagens : 21
Data de inscrição : 19/12/2015

Ficha do Prisioneiro
Nível: 01
Experiência:
96/100  (96/100)
Mochila:

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: {M} America Pyper

Mensagem por Runaway em Dom Jan 10, 2016 3:13 pm



Olympiad deadly
H U N T E D


Coerência Missão: 30/30
Gramática/Estrutura: 18/20
Enredo/Criatividade: 30/30
Objetivo: 18/20

Primeiro de tudo, sua missão teve pontos positivos e negativos, mas talvez os negativos estejam mais destacados aqui na avaliação com o objetivo de você sempre poder melhorar sua narração e não repetir os mesmos erros.
Vamos em partes: sua escrita é adorável e agradável de se ler. Detalhada, com personalidade e impecável. A sua introdução fugiu um pouco da objetividade, de ir logo para a missão, ficou desnecessariamente longa e, embora importante, ela não mereça tamanha atenção. As frases que você colocou em um tamanho maior comprometeu a estrutura do texto, se quiser destacara algo, diferenciar, aconselho usar o negrito ao invés de aumentar o size; e claro, colocar uma legenda, pois não ficou confuso se era a fala ou pensamento da personagem. Eu gostei do uso de seus poderes, a forma que você o descreveu e esclareceu, suas limitações, suas emoções. Tudo foi impecável. Parabéns.

96 xp.
Barra de ferro pequena.
Solicite a atualização no tópico especifico.
@DFRabelo

● ● ●

You can't runaway

avatar
Runaway
this is our reign
this is our reign

Mensagens : 49
Data de inscrição : 27/11/2015
Localização : -

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: {M} America Pyper

Mensagem por Conteúdo patrocinado


Conteúdo patrocinado


Voltar ao Topo Ir em baixo

Voltar ao Topo

- Tópicos similares

 
Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum