[FP] Madisson Eerin Sarani (concluida)

Ir em baixo

[FP] Madisson Eerin Sarani (concluida)

Mensagem por Madisson Eerin Sarani em Dom Jan 03, 2016 4:13 am




20MADISSONSARANI

Nome completo /////////////Madisson Eerin Sarani

Nascimento /////////////14 out 1995

Nacionalidade /////////////Australiana

Sexualidade /////////////Bissexual

Super-Poder /////////////Ilusionismo

Medo /////////////
Apaixonar-se e criar amizades verdadeiras.

Faceclaim /////////////
Jennifer Lawrence


"Em minha vida, eu já fui muitas pessoas, e ainda sim, me obrigam a ser mais."

PERSONALIDADE

Má, cruel, fria e calculista, esses são os adjetivos que podem definir a personalidade de Madisson, embora por mais incrível que pareça, ela não seja uma psicopata. Em toda sua vida, Madison apenas conseguiu se importar com três pessoas nessa vida, e no fim das contas, apena duas dessas ainda vivem, as quais ela guarda rancor. Apesar desses adjetivos fazerem-na parecer agressiva, ela na verdade se mantém o máximo possível longe de confusão. É má por ser uma verdadeira víbora manipuladora, cheia de veneno, pode manipular pelas mais diversos motivos, desde que ela queira, que mal tem? A crueldade está ligada ao fato de Madisson ser viciada na dor alheia, ela assiste alguém sendo torturado com o maior prazer, assim como pessoas conseguem apreciar pinturas, uma pessoa sendo torturada é como uma arte a ser apreciada por ela, Madisson pode inclusive torturar sem sentir remorso, apenas apresso, não precisa ser exatamente dor física, pode ser a tortura mental também, apesar de que embora gostar da dor alheia, detesta isso em si mesma. Fria porque seus sentimentos pelas pessoas são os mais nulos possíveis, ela não quer ter sentimentos por ninguém, chega até a ser um pouco antissocial algumas vezes, assim como não necessita nem um pouco de ter apresso por uma pessoa, também não faz a mínima questão de ser apreciada por outra, apesar disso, ela sente pelos animais, quem são podres são os humanos. Calculista porque jamais faz algo sem ter noção das devidas consequências, como já dito, ela não gosta de se meter em confusão.
Sua vida baseai-se em manipular as pessoas ao seu favor, fazendo coisas que ela quiser, dando coisas que ela quer, sejam elas materiais ou não, as vezes ela simplesmente que ver a dor de alguém para ver, ou as vezes quer ter prazer se é que você me entende, e outras, apenas ver o circo pegar fogo, porque apesar de tudo, ela não tem um grande objetivo de vida, e nem faz questão de ter. O mundo é seu palco, e as pessoas seus personagens.
Você só vai ve-la descontrolada em poucas situações: quando a torturam por bastante tempo ou quando ela ter alguma relação com alguém de novo.


HISTÓRIA


Inicialmente, Madisson não era Madisson, passou de Meivys pra Karina, de Karina pra Angel, e de Angel para Madisson, isso ai, ela já foi muitas. Seu nome de nascimento é Meivys, vivia com sua família numa pequena cidade australiana, perto da savana, logo a menina sempre foi acostumada a conviver com qualquer tipo de animal em sua casa, e de fato gostava muito deles. Vivia com seus pais e sua irmã gêmea, Karina, ao qual tinha uma ótima amizade, as duas faziam praticamente tudo juntas, brincavam e tempo todo, e as vezes faziam a melhor brincadeira que já criaram, se vestirem uma igual a outra e enganar os pais. Meivys era uma criança como qualquer outra, quem a via naquele tempo jamais diria que se tornaria quem é hoje, mas enfim, todo sentimento por alguém pode mudar, e foi isso o que aconteceu com Meivys. As duas irmãs sempre tiveram o estudo em casa, visto que no lugar onde moravam a escola era precária, a família apenas morava naquela pequena cidade pela proximidade com a savana e os animais, porque seus pais eram biólogos. Nesse momento da vida, aos quinze anos, Meivys demonstrava não ligar muito para os estudos, não era rebeldia, apenas negligencia, não entendia o porque de ter que estudar, pra arrumar um emprego no futuro? Ela nem sabia o que queria da vida, na verdade, nada a satisfazia.
Foi ai que o clima da casa começou a mudar, Meivys se tornou a ovelha negra, Karina se tornou a filhinha perfeita, e isso só fez crescer o ódio que Meivys tinha dentro de si com todas aquelas pessoas. Certo dia, ela estava assistindo filmes e começou a reparar no quanto apreciava as cenas de tortura, chegava a lhe ser um conforto simplesmente sentar e apreciar. Algumas pessoas nascem sádicas e psicopatas, já saem fazendo o que bem entendem para se satisfazer, outras como Meivys tem isso dentro de si, mas precisa de um empurrãozinho pra conseguir. Toda a irritação que passava naquela casa foi o são empurrão, então ela torturou pela primeira vez, um canguru, e ela se arrependeu amargamente, ele nada tinha com isso, os autores das desavenças eram sua família que a provocava o tempo todo. Então ela teve um plano, no aniversario das duas, Meivys combinou com a irmã com muita insistência e para que as duas se vestissem com a outra em nome dos velhos tempos, então assim fizeram, e Meivys matou sua irmã, assumindo a identidade desta, passando agora a ser Karina, a menina que matou a irmã por ser a quem atrasava a família. Viveu como Karina até os dezoito anos numa clinica psiquiátrica para jovens, até que conseguiu escapar, como ela fez isso, com algo que não achava possível. Karina (entenda Meivys como Karina a partir de agora), arquitetava sua fuga a dois anos, finalmente tinha conseguido as chaves para abrir a porta de seu quarto por lá, e saiu a caminhar por ai, esgueirando-se pelos cantos, quando vê uma das enfermeiras pelo corredor, não tinha para onde correr, ela se escondeu nas sombras das paredes, mas não seria o suficiente, era claramente vista, só bastava chegar perto, a cada passo que a enfermeira dava Karina ficava mas nervosa sem saber o que fazer, então vendo que não tinha mais saída, decidiu encarar logo a mulher. "Se é pra ser louca, viajamos ser." Seria uma boa forma de voltar para a sala sem que desconfiassem que era mesmo uma fuga arquitetada, então com o pensamento de ser uma enfermeira como a que vinha, Karina andou até a mulher, e inclusive deu uma boa noite para a que passava, e essa nada notou, apenas respondeu o cumprimento, como se Karina fosse mesmo uma enfermeira. Fora o calor do momento que fez Karina conseguir produzir uma ilusão sobre a mulher que vinha sobre suas roupas e parte de sua aparência, para parecer mesmo uma enfermeira do local.
Desde aquele dia, Karina nunca mais conseguiu fazer uma ilusão daquele porte, nunca mais tivera em tão situação de perigo. Começou a trabalhar em um bordel como prostituta, mulher a vida, chame como quiser, com um novo nome agora: Angel. Deixara toda sua vida para trás e passou a viver ali, dando prazer aos que ela queria e que a pagassem bem, pagava suas diárias no bordel com esse dinheiro, podia beber a hora que quisesse ali também, e as vezes brincava com o poder que nunca ousou contar a ninguém que possuía, de enganar os sentidos e percepção de uma pessoa, em um primeiro momento devido a como tinha usado o poder, ela achou que podia mudar de forma, mas depois percebeu que tudo era uma ilusão na cabeça das outras pessoas. Os bêbados eram os mais fáceis de se manipular, já estavam com a mente fraca, e geralmente era só esses que ela conseguia mudar alguma coisa, fazer com que eles achassem que sua boca estava na cabeça, ai eles se derramavam cerveja na cabeça, era engraçado. Angel agora como era chamada, nem se importava com tal habilidade especial, não procurava aprimora-la, e só a usava no tédio da vida boemia mesmo. Essa passou a ser sua vida, e ela até gostava de viver sem compromissos.
Em certo dia de trabalho, um estranho homem a visitou, querendo seus serviços, vez ou outra ela tinha que aguentar esses infelizes que nem se davam ao trabalho de serem bonitos para irem comer ela, enfim, ela levaria para um dos quartos do bordel e pediria para um segurança leva-lo embora pelo telefone do banheiro, como sempre fazia quando achava alguém estranho demais. Fala sério, quem anda todo de preto e quase não solta uma palavra num bordel? Chegou no quarto, mas não deu tempo de ir até o banheiro, o homem a surpreendera vindo com um pano por trás, ela se debateu, tentou fugir, tentou usar aquela coisa de iludir pessoas, mas já estava fraca demais. Só queria desmaiar, e assim fez.
E quanto a Madisson? Bem, a Madisson é a que veio quando ela acordou.


A ENTREVISTA


Acordava olhando para um teto branco, meio desnorteada com o que havia acontecido, a primeira coisa que se lembrou foi da última cena antes de desacordar, a mão vindo por detrás dela e fazendo desmaiar com um pano. Só depois olhou para o local, precário, um cubículo que só tinha a maca onde ela estava deitada, amarrada a algemas, vestida com uma roupa de paciente, e tinha também um soro ali do lado, o cateter descia até o seu braço direito. Pensamentos corriam em sua cabeça, conhecera já uma clinica psiquiátrica para jovens, e aquele lugar não era exatamente um lugar para loucos, era a única resposta que podia achar do porque terem a pego. Atitudes do tipo bater as mãos ali e fazer barulho não iam ser efetivas, se tinham-na prendido ali era porque não a queriam ver solta, só iria fazer nada mais do que chama-los. Na verdade, nem preciso chamar, porque um deles veio, um homem todo vestido de branco, seria mesmo um médico normal se não fosse pelo capuz que lhe tapava a cabeça.
- Ei você... O que quer comigo? - perguntou a mulher de forma de certa forma irritada, mas mantendo a calma, não era hora para se desesperar, e sim pensar em como escapar, assim como tinha feto com a clinica psiquiátrica.
Nenhuma resposta veio, apenas perguntas.
- O que você tem de único? Qual sua melhor qualidade e seu pior defeito? ("Mas que tipo de pergunta é essa?"), pensou Madisson, agora iria utilizar esse nome, porque afinal, quando menos soubessem de sua vida passada melhor). Não responder era uma opção, mas também era desnecessário, não era como se pudesse lutar contra o homem, então tratou de ir logo responder.
- De único, tenho meu jeito de ser, minha indiferença as coisas que todos consideram que devem ser feitas, eu não ligo pras leis que a sociedades quis. Qualidade, sou ótima manipuladora. Defeito, o mundo consideraria um defeito, embora eu não o veja de certa forma, mas enfim, eu não sinto algo bom por alguém em muito tempo.
- Por quais motivos acha que veio para cá? O que vai fazer se eu te contar que nunca mais vai poder voltar para casa?
- Porque fiz coisas no meu passado dignas de me capturarem pra seja lá qual for esse maldito lugar, o que eu claro não falarei, não sou tão estúpida de sair revelando tudo, quer saber, vai ter que pesquisar. Eu vou apenas sentar e ouvir, já fugi de um dessas lugares antes, faço isso de novo. - Tudo bem, ela nem sabia aonde estava direito, e de certa forma estava meio amedrontada, mas não ir demonstrar isso na frente de um inimigo.
- Qual era a coisa mais importante na sua antiga vida e por que era isso? ("Era? Quem pensa que é tirando minha vida?", infelizmente, ela não sabia controlar os próprios pensamentos)
- Minha liberdade, eu não gostei de regras, leis, favoritismo, gostava da minha vida sem responsabilidades.
- Se defina em três palavras. ("Que cara irritante")
- Indiferente, manipuladora, sádica..... Já acabou com essas perguntas agora?
- Qual seu maior medo e o que você faz para combate-lo?
- Sentir algo por alguém e ter um relacionamento com tal alguém. Simples, acho as pessoas imbecis e apenas tiro delas o que quero e largo, nada de laços......... Agora me diga o que quer comigo?
Madisson não teve nenhuma resposta ainda, apenas o cara largou uma prancheta em cima de uma mesinha que até agora ela não tinha reparado que estava ali. A pessoa misteriosa se aproximava, colocando aquelas luvas de borracha preta, virou-se por um tempo, a mulher observava com olhos atentos o que viria a seguir, ele empunhava uma seringa.
- Mas o que você pensa que tá fazendo?!
Madisson pensou em tentar iludi-lo como fazia com os bêbados, mas ela nem sabia usar aquele negócio direito, nunca tinha se importado de fato com aquele poder, não funcionou, aquela agulha acabou por perfura a sua pele, e ela não era fã de dor em si própria, seus olhos fuzilaram aquele homem por um momento, mas ela voltou a se controlar. Madisson só conseguia pensar no que aquela coisa cinza dentro da seringa faria com ela, num momento ela estava tão alerta e desperta, olhando para os lados e procurando uma forma de sair enquanto o cara estranho saia pela porta, mas então o sono veio, aos poucos, sorrateiramente, mas veio, e ela só viu por último mais dois homens entrando.
E então, acordava em outro lugar, ao que sua visão indicava, uma cela de prisão, bem precária por sinal, e ela usava roupas listradas como uma detenta. Seja lá o que quer que fosse, Madissom finalmente tinha ganhado um objetivo na vida, fugir dali e ter sua liberdade de volta, a porta da cela estava aberta, era hora de explorar.

avatar
Madisson Eerin Sarani
the stuck-ups
the stuck-ups

Mensagens : 1
Data de inscrição : 02/01/2016
Idade : 22
Localização : Onde mais? Na prisão e.e

Ficha do Prisioneiro
Nível: 01
Experiência:
0/0  (0/0)
Mochila:

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Voltar ao Topo


 
Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum