[FP] Scott, Bauer Reese

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[FP] Scott, Bauer Reese

Mensagem por Reese Bauer Scott em Dom Jan 03, 2016 4:32 pm




21Reese BauerScott

Nome completo /////////////Reese Bauer Scott

Nascimento /////////////03.10.1994

Nacionalidade /////////////País de Gales.

Sexualidade /////////////Bissexual.

Super-Poder /////////////Fonocinese.

Medo /////////////
Diga alguns.

Faceclaim /////////////
Behati Prinsloo


"Quando entra o vinho, sai o juízo."

PERSONALIDADE


Meiga, simpática e brincalhona a jovem loira sabe divertir qualquer um. Timidez não a define em momento algum e seu bom humor é sua marca registrada, sem deixar sua educação de lado ela é capaz de brincar até nos piores momentos. Positiva e carismática, Reese emanar uma vibe boa e faz questão de que todos se sintam confortáveis perto dela. Sua teimosia é notada quando decide algo e quando acontecer saia de perto, ela vai atrás o que quer com unhas e dentes. Tranquila, paciente e lógica. São três adjetivos perfeitos para se referir a Reese. Sendo uma menina extremamente "pés no chão" e completamente não passional, acaba por ser uma espécie de âncora para todos aqueles que estão a sua volta, conseguindo conter o caos, sempre levando todos á realidade e os ajudando em uma missão muitas vezes próxima do impossível: manter a calma.

HISTÓRIA


Filha ilegítima de Aiden, Reese fora criada por sua mãe Isobel e suas primas Ivy e Ava. A loirinha sempre viveu tendo o bom e do melhor mesmo não tendo grandes condições financeiras, de classe média, nunca se importava de ganhar roupas de segunda mão, coisa que seu pai soberbo detestava. Demoraram-se anos até que o segredo fosse descoberto, Isobel, era amante de Aiden que estava preso em um casamento por conta de um filho especial.
Aiden era casado por anos com Grace e do casamento tiveram um casal, Dexter foi diagnosticado com Síndrome de Down e Isla tinha apenas o diagnóstico de rebeldia, o casamento de seu pai decaía de mal a pior até que uma traição de Grace fora descoberta, aquele não seria o momento em que ele iria conhecer Isobel mas serviu como uma ponte.
Aiden apesar de anos casado ainda nutria um sentimento por sua esposa e com a traição o mesmo se viu perdido, não poderia pedir divórcio pois seu filho precisava dos pais e sua filha... Se perder ainda mais ao mundo que lhe cercava. Aiden sempre possuía a vontade de terminar a faculdade, e para tomar as rédeas da própria vida foi o mesmo fez.
Isobel desde jovem era batalhadora e lutava pelos seus ideais, tinha grande fé e sua mãe era sua base, aos 20 anos a jovem recebeu a notícia que seu irmão havia se envolvido em um acidente de trânsito e noticias ruins correm rápido. Em momentos como esse a família se junta e presta algum tipo de ajuda, mas não naquela família que Isobel tinha, todos decidiram se afastar ao terem em mente que a jovem e sua mãe iriam servir como pedintes e seriam a vergonha.
Volta por cima foi o lema de Isobel, a mulher trabalhou e se focou ainda mais em sua vida para cuidar de si e de sua mãe até que a chegada de Holly com uma criança no colo e grávida fez todo o mundo de Isobel e sua mãe virar de ponta cabeça.
Isobel trabalhava para manter sua mãe e mais duas crianças, Ivy e Eva. Deixou seus sonhos de lado e tratou as sobrinhas com amor e carinho como se fossem dela e quando sua vida pode melhorar iniciou então a faculdade de seus sonhos para que pudesse criar carreira na empresa que trabalhara.

Foram-se 10 anos de relacionamento até que a notícia da gravidez de Isobel foi dada a sua mãe e suas sobrinhas, gravidez de risco aos 37 anos e o medo de encarar a maternidade quase a fizeram desistir de seu sonho, Aiden deu-lhe total apoio e nunca escondeu o medo de sua filha com Isobel tivesse algum tipo de distúrbio. Foi então que em início de outubro o mundo sorriu com mais alegria e as cores ganharam mais vida, vida que nascera junto com a pequena menina loira e chorona.
Início de noite quando foi anunciado o nascimento, fazendo questão do registro Aiden tratou logo  da papelada.

-O nome será Mariah...
-Reese é  melhor.
-Não! Ivvy e Ava escolheram Mariah e eu gostei.
-Vou registrar Reese... A ligação está ruim, vou desligar.
-É MARIAH!


Estavam no caminho de casa e a bebê dormia, sua calmaria e seus sorrisos ao longo do sono faziam-na ser o centro das atenções.

Pequena Reese perdeu sua avó muito cedo, tinha apenas um ano quando aconteceu o infarto fulminante. Sem saída aparente, Isobel matriculou a filha na escola integral onde deixava a menina de 7 horas da manhã até18 da noite.
Aprendeu inúmeras coisas nos anos que viveu na escola, estudou até seu 5° ano até ter de se mudar de bairro. Seu pai ainda era casado, mas com promoção do emprego ele havia ganho  aumento de 60% e pode ajudar ainda mais Isobel.  
Bairro novo, casa nova, vida nova.
Sua prima Ava havia sido aceita em uma faculdade em Londres e Ivy com diploma de professora fazia faculdade em outra cidade, sua vida agora seria apenas Reese e sua mãe.
Ensino integral e o tempo que havia com sua mãe era muito bem aproveitado, acredita-se que a menina se tornou tão carinhosa por não ter sua mãe por perto como outras crianças. Sempre foi de ter muitos conhecidos, amizades mesmo contava-se nos dedos, mas nunca estava sozinha.
Sendo uma adolescente sincera a mentira nunca lhe foi necessária, viajava para ver suas primas e se divertia com elas apesar de ser tratada como criança pelas mesmas.
Era hora de escolher qual faculdade cursar, sempre sentia um grande fascínio pela mente humana e não pensou duas vezes antes de preencher a ficha.
Aiden havia fundos para bancar a faculdade, Isobel apenas pedia para que sua filha não fosse para tão longe e seu pedido foi atendido com todo bom gosto.
Reese conseguiu cursar a faculdade, estava apaixonada pelas matérias e até testava seus pais aplicando o que lhe fora ensinado. Tinha o objetivo de conseguir um bom emprego para que sua mãe  pudesse descansar e aproveitar a vida sem problema algum.
Conheceu na faculdade Callum, um dos populares que fazia parte da panelinha de saídas e principalmente da zona. Pode dizer que não foi paixão, mas sim implicância que fez com que ambos despertassem sentimentos.

Foi início de noite de um sábado, estava saindo da casa de sua amiga Lydia e indo ao encontro de Callum quando percebeu que estava sendo seguida, não sabia como reagir e nervosa e menina andou mais rápido. Suas pernas bambeavam  e suas mãos tremiam, a rua estava cheia mas ninguém reparava no nervosismo dela o que a fez chorar. Sentia seu coração se apertar de nervosismo, olhava pouquíssimas vezes para trás e via a figura, ao entrar em uma farmácia ela se dirigiu ao balconista.

-Estou sendo seguida.

Disse até que sentiu algo perfurar sua pele na altura do pescoço e ouviu por alto uma voz.

-Esquizofrenia... Desculpe o incômodo.

Seu corpo então amoleceu, seus sentidos sumiam e sua audição foi o último a se desligar sentindo apenas braços em volta de seu corpo.


A ENTREVISTA



P.O.V –Reese

Acordei, minha cabeça girava e ao abrir os olhos e ver as paredes brancas tentei me levantar, um puxão me fez reclamar de dor e vi que estava presa em uma cama hospitalar.  O que aconteceu? Por que não me lembro de nada além do dia incrível que tive com Lydia?
Olhei em volta vendo que de fato era um hospital, minha respiração e acelerou e ao olhar para minha mão vi que tomava soro. Não, agulha não, uma coisa que me fazia ter pavor era agulha. Meus olhos se encheram de lágrimas e algumas até rolavam pelo meu rosto, via a agulha presa em mim e não poderia soltar, minha respiração falou e estava cada vez mais difícil alimentar meus pulmões.
Ataque de pânico.
Estava presa em uma cama hospitalar, não sabia onde estava, havia agulha em meu corpo e recipiente de soro cheio ligado a mim. Sem emblema algum e a janela fechada perdia toda noção de onde estava.  Tentava me acalmar, mas não funcionava, tentei puxar minha mão presa à algema e nada me causava mais dor que aquilo.
-SOCORRO!!!!
Gritei em meio ao choro, sempre fui de chorar fácil mas aquele choro era de pânico. Gitei novamente e a porta do quarto se abriu, me estiquei para ver se via algo além do meu quarto e sem sucesso voltei meu olhar para a aparência de um homem encapuzado, senti um frio percorrer minha espinha e minha barriga.

O que você tem de único? Qual sua melhor qualidade e seu pior defeito?
-Eu não sei... Eu, não sei... Me solta por favor.
Respondi chorando, que tipo de tortura era aquela? Não conseguia pensar em uma resposta, passei eu rosto pelo meu braço tentando tirar as lágrimas e respirei fundo. A descarga de adrenalina e de emoção poderia ser demais para meu corpo..
-O senhor deve estar me confundindo, eu não sou a pessoa que o procura. Eu estudo! Faço faculdade, só!

Por quais motivos acha que veio para cá? O que vai fazer se eu te contar que nunca mais vai poder voltar para casa?
Resposta.
-Não sei onde estou, não foi uma opção estar aqui. Por favor... NUNCA VOLTAR PARA CASA? POR QUE? Não.... Não pode ser.
Ele disse as piores palavras para mim, era apegada a minha família e não viveria bem sem elas. Onde eu estava?

Qual era a coisa mais importante na sua antiga vida e por que era isso?
-Era? Minha família.. Por favor para com isso.
Se defina em três palavras.
Teimosa... Tranquila... É... Lógica.
Qual seu maior medo e o que você faz para combate-lo?
Não sei... Por favor. Agulha, medo de agulha. E evito ficar doente e não tomo vacina.

Ele mantinha uma ficha e anotava minha reação, as lágrimas já cessaram, estava alterada e seria capaz de xingá-lo, odiava palavrões por ali valeria a pena. Ele fazia o trabalho dele, mas custava dizer algo para me orientar ou acalmar?
Ele largou a ficha e se aproximou tirando um par de luvas plásticas e ajeitou em sua mão, me encolhi na maca evitando ser pega por ele.

-Não... Não por favor!

Supliquei até ser ignorava por ele, o líquido era cinza o que me apavorou ainda mais e tirou meu fôlego. Pensei que não fosse mais capaz de chorar. Ele estava me dopando, por que ele iria me dopar?

-Fala comigo! Olha pra mim!

Pedi nervosa, me debati na cama, ele então pegou meu braço e sentiu a veia, ele iria me aplicar aquele líquido eu parada ou não. Temia mais que qualquer coisa, agulha era meu ponto fraco. Parei de me mexer e fechei os olhos suplicando para que ele parasse. Abri meus olhos ao ver a agulha ser retirada, não senti alteração alguma do líquido em minha veia, me agitei ao vê-lo se afastar e apenas me observar.
Ele balançou a cabeça em negação.

-Jovenzinha inocente... Já já descobrirá seu poder.

Meus olhos pesavam juntamente com meu corpo, sentia uma grande moleza me atacar e mover um músculo sequer era bem difícil. Fiquei imóvel, sem forças.

Acordar, tudo havia sido uma grande loucura e torcia para que estivesse em minha cama ao abrir meus olhos, respirei fundo me virando e ao abrir os olhos dei de cara para a parede, uni as sobrancelhas vendo a cor cinza e alguns rabiscos, de forma bruta me levantei sentando na cama e olhando em volta. Arregalei meus olhos ao ver que estava em uma cela, e minha roupa. Preta e branca. Eu estava em um presídio? Por que estava em um presídio? Me levantei indo para as grades, as segurei e berrei.
-OI!!! ALGUÉM?? SOCORRO!
Gritei e tive vários "shh" em resposta e até gracinhas e piadinhas. Por que eu estava em uma prisão? Não havia feito nada de errado!

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Reese Bauer Scott
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