[FP] SILVERSTONE, Zepheryn High Kannenberg

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[FP] SILVERSTONE, Zepheryn High Kannenberg

Mensagem por Zepheryn High Silverstone em Dom Jan 03, 2016 8:02 pm




24ZepherynSilverstone

Nome completo /////////////Zpheryn High Kannenberg Silverstone

Nascimento /////////////16 de setembro de 1991

Nacionalidade /////////////Austríaca

Sexualidade /////////////Homossexual

Super-Poder /////////////Manipulação de Energia

Medo /////////////
Esquecimento, exclusão e perder.

Faceclaim /////////////
Lindsay Perry


"Os homens quando não são forçados a lutar por necessidade, lutam por ambição."
~Maquiavel

PERSONALIDADE



Converse com ela e você entenderá oque é uma pessoa egocentrista e sarcástica. Zepheryn acha que é melhor que qualquer um e que sem ela todo esse mundo seria um grande pedaço de merda. É uma garota de poucas palavras, toda e qualquer conversa com ela é curta e cercada por uma enorme nuvem de sarcasmo, sensação superioridade e tédio.Tudo oque importa para ela é ter seus momentos de atenção, quer seu nome na boca de cada ser que pode falar e quando alguém não a conhece, bem Zepheryn dá um jeito de ele a conhecer. Apesar de tudo ela possui um lado sensível e mais delicado, este se manifesta apenas com as pessoas com as quais ela possui uma enorme afinidade, ou seja, seus bichinhos de pelúcia e sua prima Kiera.

HISTÓRIA



Filha de uma mulher da vida e de um dono de bordel, Zepheryn nasceu em Viena, capital da Áustria, onde passou toda a sua vida morando no sótão do recanto das ninfas (a casa de satisfação de prazeres pessoais que o pai dela administrava). A garota desde cedo teve contato com sexo e drogas das mais diversas, sempre estudando em “casa” e tendo suas necessidades ignoradas pelo pai ela cresceu com ódio mortal pelo mesmo. Aos seus oito anos o pai dela a “vendeu” por uma noite, ela foi arrastada para fora do local e então no meio de uma praça acabou tendo sua primeira vez com quatro homens adultos. Ela voltou para o bordel sozinha, as funcionárias de seu pai cuidaram dela enquanto o mesmo continuava a contar o dinheiro em seu escritório. Aos seus onze anos teve sua mãe tirada dela, um cliente dela havia se tornado agressivo e bem... Não acabou nada bem. Ficando agora aos cuidados de seu pai terrivelmente negligente.
Aos quinze anos ela começou a trabalhar no bordel, não como uma meretriz e sim como garçonete, o pai dela a tratava como uma verdadeira desconhecida e não a chamava pelo seu nome, Zepheryn agora era “Garçonete numero 2”, mas ela tinha um plano, para se derrubar um boss tem que se começar do level 1 não é? Enquanto assaltava algumas garrafas de bebidas e as levava para seu imundo quarto no sótão a garota conheceu um garoto de dezenove anos. Ele fora arrastado para ali por seu pai bêbado, e decididamente não queria ter uma mulher na cama por uma noite só porque pagou para ela. Zepheryn começou a conversar com Aleksander e logo os dois se tornaram amigos, depois de alguns meses conversando o garoto começou a fingir que ia ao bordel para pagar as funcionárias do pai da garota, para simplesmente se encontrar com ela. Alek jamais encostou um dedo na amiga em uma amizade que durou quatro anos.
Porém um dia, Zepheryn conversava com seu amigo no bar quando seu pai resolveu supervisioná-la, ele insistiu para que a garota fosse para um quarto com o amigo, porém Alek não aceitou a oferta e ficou sentado em seu banquinho. O pai não levou isso nada bem, e como ele havia bebido um pouco antes de ir até o bar, o homem achou que Alek estava caçoando dele e falando que as funcionárias dele não prestavam. Zepheryn segurou seu pai o máximo que pode, mas no final ele acabou iniciando uma briga com o amigo dela, uma briga que deixou o chão do bar cheio de sangue e o corpo inerte do garoto de 23 anos.
Depois daquele dia a garota voltou a pensar em seu plano, até que achou que estava pronta para acabar de vez com toda aquela palhaçada. E quando o bordel estava prestes a fechar a garota subiu até o escritório do pai, onde começou uma discussão. De alguma forma a mulher podia sentir que o calor da lareira passava para seu corpo pouco a pouco, apesar de estar um pouco longe, mal ela sabia que aquilo era energia térmica fluindo para seu corpo. E então em um momento de exaltação suas mãos ficaram mais quentes e ela deu um tapa em seu pai, o tapa fez com que o homem voasse pelo escritório e fosse de encontro à uma janela aberta. O pai da mulher morreu na hora de atingiu o chão devido ao rompimento completo do pescoço.
No dia seguinte o corpo dele foi cremado e Zepheryn assumiu o comando do Recanto das Ninfas, tudo oque ela sempre quis desde pequena era fechar aquele lugar, mas ao provar um pouco do gosto de mandar em todas aquelas mulheres, bem ela não resistiu e ficou alguns meses à frente do bordel, até que sua prima Kiera saiu do interior do país para morar junto dela. Zeph fechou o bordel e guardou todo o dinheiro que tinha em uma conta conjunta com Kiera, o por que disso? Bem ela ama Kiera, a pureza nos olhos da prima que só é alguns anos mais nova faz com que Zepheryn se derreta toda. As duas moraram juntas em um apartamento no centro de Viena por alguns meses.
Até que em um dia de Sol enquanto Zepheryn caminhava pela feira municipal junto da prima, a mulher começou a sentir novamente a sensação de que algo fluía para ela. Zepheryn agora sabia bem oque era, era energia fotovoltaica irradia pelo Sol que a alimentava pouco a pouco de forma involuntária. Mas então ela escuta um baque sonoro muito alto seguido de uma explosão, Kiera cai no chão e Zepheryn tenta ajudar ela. Porém não consegue e é pega de surpresa por dois homens super parrudos que a desacordaram com um porrete, a ultima coisa que ela se lembra era de cair ao lado de sua prima.

A ENTREVISTA


 
Lentamente abri meus olhos e então pude sentir uma forte dor na nuca, um cheiro ridiculamente incomodante invadiu minhas narinas, tive vontade de coçar o nariz e então percebi uma coisa, eu estava de mãos atadas -- AI MEU DEUSO EU TO NO QUARTO DO CHRISTIAN GREY, MIM POSSUA SEU LINDO CADE VOCÊ? - tive vontade de bater em minha cara depois que percebi o quão idiota eu estava sendo. Às vezes a pancada teve ter afetado meu raciocínio... A dor na nuca agora continuava a se prolongar, enquanto lentamente eu me lembrava dos últimos acontecimentos. Arregalei meus olhos e tentei me levantar -- ME DEIXA SAIR! EU PRECISO VER A KIERA! - gritei com todas as forças que tinha, e só então olhai ao meu redor à procura de algo para me libertar... Era só uma sala velha com uma maca, uma mesa e um pedestal com um soro que era injetado em minha veia.
Ouço então um forte som de algo pesado arrastando, a porta de correr feita de metal que dava acesso à sala onde eu estava se abriu e então um homem vestido de branco da cabeça aos pés -- Você é um milkman ou algo do gênero?[/i] - perguntei em meu velho tom sarcástico -- Bem, deixa eu esclarecer uma coisa pra você, eu não deveria estar aqui, eu preciso achar minha prima Kiera - o homem ignorou minhas palavras e então arrastou uma cadeira até próximo de minha maca, se sentou e pegou uma prancheta O que você tem de único? Qual sua melhor qualidade e seu pior defeito? - aquela estranha voz distorcida ecoou pela sala -- Já que vamos brincar de quiz do milhão, eu vou te responder... Eu acho que o fato de eu ser linda bela e gostosa me torna única, além do fato de que sou tão foda que consigo absorver e manipular energia - ele fez algumas anotações e então voltou sua atenção para mim mais uma vez Por quais motivos acha que veio para cá? O que vai fazer se eu te contar que nunca mais vai poder voltar para casa? - olhei para o teto, eu realmente não sabia o motivo, mas bem vamos inventar -- Acho que foi por causa daquele ataque terrorista em Viena não é? Quer dizer, até onde eu me lembre a bomba de chocolate que eu comi não sairia daquele jeito nem tão cedo. - deixei um riso escapar, o mesmo se espalhou pela sala, fazendo um eco, mas logo me tornei séria e lancei um olha petrificante para ele -- Quanto a isso de não poder mais voltar para casa... Bem primeiro eu iria surtar e depois  eu iria me libertar e sair correndo com essa roupa horrível pela rua até chegar em Viena.
Outro riso escapou enquanto o homem escrevia na prancheta, mas logo ele levantou a cabeça e quase tive certeza que olhou para mim Qual era a coisa mais importante na sua antiga vida e por que era isso? - mordi meu lábio inferior com tanta força que pude sentir o gosto do sangue invadir minha boca, deixei um suspiro escapar -- Kiera, minha prima... Por que? Porque ela tem a única coisa que eu não tenho, inocência - ele voltou a fazer anotações enquanto eu olhava para a bolsa de soro que já estava quase no final logo o homem fez outra pergunta -- I’m the boss - sorri maliciosamente para ele e então mordi meu lábio inferior, eu era realmente a chefa das mulheres de Viena.
Ele logo anotou rapidamente a frase e então se levantou da cadeira Qual seu maior medo e o que você faz para combate-lo? - engoli seco, eu na verdade nunca havia parado para pensar nisso -- Eu tenho três medos maiores... Esquecimento, esse eu combato fazendo com que os outros se lembrem bem de mim. Exclusão, eu faço com que todos me amem, e assim eu posso mandar neles. Perder, esse é o mais simples, eu nunca perco - o homem anotou mais uma vez algumas coisas na sua prancheta, e então a largou encima da mesa velha, pegando uma bandeja que com certeza não estava ali antes.
Ele se aproximou de novo e então pude ver o conteúdo da bandeja, uma seringa que algum tipo de remédio de cor cinza. Ele então arrumou uma luva de plástico e esgurou a injeção -- Poxa, eu pensei que provaria heroína só quando eu quisesse - revirei os olhos e então o encarei friamente enquanto ele injetava o conteúdo da seringa em meu corpo. A agulha causava uma enorme dor, além do comum, parecia que eu estava sendo torturada pelo próprio satanás. Ouço o som da porta se abrindo de novo, dois homens parrudos vestidos de preto entram na sala, meus olhos se reviram e então desmaio.  E quando finalmente consegui abrir meus olhos com uma enorme dificuldade, eu estava encima de outra cama completamente fria, a única iluminação que havia no local vinha do lado de fora, do outro lado das grades da cela, a porta aberta talvez indicasse que eu devesse dar um passeio -- Aquele filha da.. - me sentei na cama e senti a dor na nuca mais uma vez, o local onde o médico havia aplicado aquela injeção estava enfaixado e doía muito. Me levantei e então rumei para fora da cela, é, eu estava presa.



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