[FP] Kreiger Drakunov

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[FP] Kreiger Drakunov

Mensagem por Kreiger Drakunov em Dom Jan 03, 2016 9:44 pm




20KREIGERDRAKUNOV

Nome completo /////////////Kreiger Von D'art Drakunov

Nascimento /////////////01 Agosto 1995

Nacionalidade /////////////Russa

Sexualidade /////////////Bissexual

Super-Poder /////////////Persuasão

Medo /////////////
Falhar a perfeição

Faceclaim /////////////
Liam Hemsworth


"Que olhos tão lindos...Agarra num garfo e arranca-os com ele."

PERSONALIDADE



Kreiger é um génio. Um verdadeiro génio, no entanto, o seu excesso de..."confiança" fê-lo tornar-se egocêntrico, arrogante e bastante sarcástico. Ele cria o seu próprio caminho e não tem problemas nenhuns em eliminar qualquer obstáculo que se meta à sua frente, isto sem ter que sujar um único dedo. Tem um estranho de passatempo de dizer às pessoas mutilarem-se de diversas formas, para depois vê-las durante breves momentos a considerarem tal hipótese. Não tem nenhuma aversão à morte, sendo adepto de autópsias e estudos ao corpo humano/animal. É bastante manipulador e sádico. Basicamente....afaste-se dele.

HISTÓRIA



Sendo filho de dois conceituados cientistas russos, Krieger cresceu rodeado de outros cientistas, estudos, teses e laboratórios. Sempre foi um rapaz bastante reservado, tendo se virado mais para os livros e pela sua intensa busca por mais conhecimento. Mas Kreiger nascera com um propósito: um bebé "proveta". Os seus genes foram adulterados pelos seus próprios pais antes mesmo do óvulo ser implantado. O objetivo era criar um ser com acesso a 100% do seu cérebro ao mesmo tempo. No entanto, Kreiger foi considerado "um fiasco" como experiência. Porém, ele não fora totalmente um fracasso. Aos 10 anos, a vida perfeita passou a ser um verdadeiro inferno. Tudo começou quando Kreiger chegara à escola, irritado por mais um dia de "convívio com seres inferiores". Era comum o jovem Drakunov ser ostracizado pelo demais colegas (o miúdo tinha inteligência para estar dois ou três anos à frente deles), mas nesse dia Kreiger estava com ainda menos paciência para eles do que o comum. Um rapaz teve a infeliz ideia de se meter com ele. Kreiger irritado agarrou-o, olhou-o nos olhos e mandou-o ir lá para o WC beber água da sanita até não haver mais. O rapaz não pensou duas vezes e correu para o WC. Essa foi a primeira manifestação do poder de Kreiger. Os restantes anos foi a descobrir os seus limites e a treinar-se a sim mesmo para os ultrapassar. Com 20 anos, Kreiger bastava se concentrar um pouco, olhar nos olhos de alguém e tocar-lhe para conseguir sair sem pagar, entrar onde quisesse, etc. Isto levou-o a tornar-se bastante sádico, egocêntrico e perigoso. Na altura, não havia ninguém que o pudesse parar, mas um poder destes chama a atenção dos mais indesejados. Mas o fim de Kreiger estava perto. Pouco ou nada se lembra quando acordou na sala médica, com uma amarra na boca e as mãos com luvas. Os seus pulsos e tornozelos estavam presos a uma cadeira. Tentou soltar-se, sem sucesso. Um estranho vestido de médico entrou na sala em silêncio. Kreiger ainda barafustou com a amarra na boca, mas o que recebeu em troca foi um pequeno riso vindo dele. Aproximou-se do Drakunov e injetou-lhe um soro com uma seringa. A cabeça ficou pesada e os olhos acabaram por se fechar.

A ENTREVISTA



Acordei atordoado e com a visão turva. Por breves momentos tinha tudo à roda. Quando a visão estabilizou, dei por mim a olhar fixamente para o tecto branco. Olhei em frente e acabei num cenário parecido a um que já temia: estava num quarto de hospital. A maca, por estranho que pareça, era bastante confortável, não fossem as amarras novamente nos pulsos e tornozelos. Tentei-me soltar da mesma forma que fizera antes, sem sucesso. Desta vez prenderam-me bem...
Espetado no braço estava uma espécie de catéter onde soro entrava para as minhas veias. Reparei depois que estava descalço, usando apenas um traje branco típico de alguém no hospital. Estava sozinho no quarto, aguardando por algo ou alguém. Venero a minha solidão, mas aquela arrepiava-me a espinha e causava-me arrepios.
Os segundos pareciam minutos. Os minutos pareciam horas e eu não via a hora de sair dali. Cerca de 15 minutos depois (ou será que foi menos? Ou mais? Não sei...) entrou um homem vestido de médico, mas desta vez usava um capuz que lhe escondia grande parte da cara. Usava uma pequena máscara junto à boca que lhe distorceu a voz quando entrou e disse "Interessante...". Aproximou-se de mim com um bloco de notas e uma caneta, perguntando:

O que você tem de único? Qual sua melhor qualidade e seu pior defeito?
Ora bem...o que tenho de único? Uma voz suficientemente poderosa para te fazer atirares-te dessa janela sem pensares duas vezes.
Qualidade? A minha inteligência.
Defeito? Pouca paciência para a ignorância.

Por quais motivos acha que veio para cá? O que vai fazer se eu te contar que nunca mais vai poder voltar para casa?
De certeza que me querem fazer testes ou algo do género como os meus pais me fizeram em tempos.
E quem te diz que EU quero voltar?

Qual era a coisa mais importante na sua antiga vida e por que era isso?
Liberdade. Antigamente eu tinha liberdade para te tocar e fazer-te suicidares-te. Solta-me e podemos experimentar, a ver se ainda funciona.

Se defina em três palavras.
Sou A Perfeição.

Qual seu maior medo e o que você faz para combate-lo?
O meu maior medo...o meu maior RECEIO é talvez não conseguir atingir a perfeição. Como o combato? *risos* Eu já sou perfeito.

Ele coçou o queixo ao analisar o que eu haveria dito. Virou-se, deixando as folhas em cima de uma mesa. Quando se voltou novamente, ajeitava uma luva enquanto segurava uma seringa na outra. Eu já sabia o que se avizinhava. Não ia valer a pena eu debater-me ou protestar. De uma forma ou de outra ele iria injetar aquilo em mim:
- Faça isso rápido. - disse-lhe
Ele espetou a agulha no tubo do soro, misturando o líquido cinzento com o soro. Um ligeiro ardor percorreu as minhas veias, conforme uma enorme sonolência se apoderava do meu corpo. Lentamente fui adormecendo, mas ainda pude ver o médico a sair da sala, dando vez a dois homens maiores, de terno preto e capuz da mesma cor.
Apaguei.
Quando acordei novamente, estava numa cela de porta aberta, deitado na cama. Aos pés desta repousava uma camisola ás riscas brancas e pretas e umas calças iguais. No chão, estavam dois sapatos pretos. Agarrei na camisola e abanei a cabeça:
- Será que isto tem Serviço de Quartos?

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Kreiger Drakunov
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