[FP] Cameron Bjørhovde

Ir em baixo

[FP] Cameron Bjørhovde

Mensagem por Cameron Bjørhovde em Seg Jan 04, 2016 12:07 am




22CameronBjørhovde

Nome completo /////////////Cameron Laef Bjørhovde

Nascimento /////////////05 Agosto. 1993

Nacionalidade /////////////Latina.

Sexualidade /////////////Bissexual.

Super-Poder /////////////Gravitocinese.

Medo /////////////
Claustrofobia e Aicmofobia.

Faceclaim /////////////
Emeraude Tobias.


"Eu uso minha aguçada capacidade mental para esconder a minha dor interior."

"É o meu lema. Nada com menos de 18 centímetros."

PERSONALIDADE



Era famosa pelos seus longos cabelos negros e seu belo par de olhos profundos, com um senso de humor ácido, Cameron era egoísta, mimada, além de confiante em excesso, cheia de si, presunçosa e, por fim, carente, criativa, espontânea e atenciosa. Retratada como arrogante, mas ainda assim uma pessoa calorosa e amorosa. Apesar de sua atitude totalmente narcisista, a mulher é de fato muito leal a sua família. Tem seus amigos e não larga de mão deles por nada, e se eles a deixassem de lado, poderia se dizer que o fogo comeria, acredita que nada pode separar uma amizade tão forte e profunda e que não seria cônjuges que tirariam aquilo de importante da mulher. A latina tinha um grande potencial de convencimento começando por uma cintura fina, cortejada por pessoas de ambos os sexos para prazeres e aventuras.

RESUMO DA HISTÓRIA



Uma vida cercada de possibilidade ligada a um passado tão denso era a história de Cameron Laef Bjørhovde. Adotada, nunca foi boa nem interessada o suficiente para descobrir sobre os pais biológicos, ou quem quer que eles fossem. Havia herdado o sobrenome da família acolhedora, porém diziam sobre Cameron ser o nome de sua mãe que teria lhe dado a luz, algo que a garota nunca levava ao tom de verdade, ou tornasse aquilo a mais um histórico importante. Vernon Bjørhovde vindo de uma das famílias mais tradicionais, o sobrenome lhe dava autonomia e credibilidade, sem deixar de se esquecer da identidade e todo aquele peso carregado a apenas um nome, herdeiro de uma das marcas mais luxuosas já existentes. Cameron não era conhecida apenas pela fortuna da família, cortejada por rapazes e garotas bem-sucedidos. Contudo não era pouco que ninguém deixava de notar os longos cabelos negros que finalizavam próximo à sua silhueta fina.

Nova demais, misteriosa aos múltiplos. A garota passava a maior parte da vida se desviando de olhares preconceituosos vindos principalmente em relação à sua nacionalidade. A mídia nunca ajudava muito menos em situações como aquelas, a mulher vivida era extrovertida e bipolar, culpava a bebida em grande parte das situações a qual passava, mesmo quando ela não possuíssem tanto efeito sobre esta mulher. Havia chamado atenção demais e a cada dia a atenção chamada era plenamente desnecessária, familiares não apoiavam o comportamento da latina e desqualificavam o controle de seus pais sobre si. Os mais velhos tentavam convencer a filha que não precisavam de atitudes como aquelas – bêbada que se trancava em festas no banheiros, ou quartos com alguns parceiros(as). Por pressão chamaram a assistência, entre outras palavras iriam a internar e assim aconteceu, nos seus vinte e um fora internada, aos vinte e seis meses descobria a saída do local usando o pouco do poder da mente e de sua habilidade de convenção, ali então descobriu o que a fazia única, sendo assim guiada para a prisão localizada na França deixando para trás tudo aquilo a qual se importava, deixando para trás sua vida.

A ENTREVISTA



As mãos estavam gélidas, o ar era intenso a qual fazia a mulher tremer, e as pupilas contraiam a claridade quase cegante. Não sabia onde estava, mas lembrava-se um pouco de como viera parar ali, deixando-a por um pouco tempo menos preocupada. Partes do seu corpo a qual pouco conhecia se estavam doloridas, uma dor quase intensa a seu desconforto. Um individuo a qual não pode definir por sexo entrava na sala com a cabeça rebaixada ao chão e o capuz lhe tampava o rosto, sem deixa-la observar o que realmente continha por baixo. Nas mãos possuía uma especie de prancheta com apenas uma folha se aproximava cada vez mais, deixando Cameron atenta ao futuro questionário.

O que você tem de único? Qual sua melhor qualidade e seu pior defeito? — O gargalho surgia nas cordas vocais da mulher. — EU sou única. — O sorriso sorrateiro demonstrava contentamento em relação à sua própria resposta, onde caso as mãos não estivessem atacadas estariam sendo exibidas junto com o corpo que aos poucos se contorcia sobre a cama. — Sou repleta delas. — O sorriso transbordava a pele arqueando os cantos dos lábios sem deixar aparente o branco dos dentes. — Não me venha perguntar de coisas que não posso responder, senhor.... — Pensava no que chamá-lo desta vez, não fazia ideia do que transferir aos lábios. — Hooded — Encurvou os lábios em um sorriso malicioso, umedecendo aqueles com a ponta da língua.

Por quais motivos acha que veio para cá? O que vai fazer se eu te contar que nunca mais vai poder voltar para casa? — Os ombros eram lançados para frente em um intuito desinteressado. — Disseram que tenho algo que não deve ser mostrado, algo que chamaria atenção desnecessária. — Umedeceu os lábios com as línguas tentando se concentrar o suficiente para retomar o dito anterior. — Não vou me surpreender, nunca esperei que pudesse sair mesmo. — Não que ela devesse se sentir preocupada, mas aquilo era algo que não a agradava.

Qual era a coisa mais importante na sua antiga vida e por que era isso? — As bochechas foram contraídas para o inferno bucal, comprimidas entre os dentes. — Meus pais tentaram fazer de tudo para que não me trouxessem para cá.

Se defina em três palavras. — A mulher não tinha ao certo três palavras, contudo havia três que de fato poderiam defini=la. —Eu sempre surpreendo. — O tom de voz havia mudado, desta vez quase superior, da mesma maneira a qual se sentia. Superior.

Qual seu maior medo e o que você faz para combate-lo?— O rumo da conversa deixou Cameron tensa. Não queria abrir seus medos a um encapuzado desconhecido. — Conheça-me e saberá. — Cuspiu as palavras estreitando os olhos.

Suas perguntas haviam sidos desconsideradas no silêncio, Cameron não sabia se aquilo havia acontecido pelo fato dela não querer responde-lo ou se havia acabado a folha, mas concluiu que os dois. Ele se aproximava outra vez com as mãos vestidas por uma luva algo que podia demostrar confiança a seus quesitos de higiene, ela sabia que ele iria a tocar, todos faziam aquilo, porém, infelizmente, não seria mais uma maneira de desviar prazer. O brilho da agulha aguçou o medo contido na mulher, rangia os dentes, seu suor era gélido e podia sentir o tremor nas mãos, apagou antes do que viria a ser feito.

As primeiras imagens estavam desfocadas e os olhos ainda caçavam um foco qual fosse para se firmar. Quando traçou o campo de visão deparou-se com cabelos ruivos cobrindo toda uma face, era uma mulher, e a morena estava sendo levada para aquela cela, apoiou-se nos dois a qual lhe carregava, ajudando-os com os passos até que pudessem se desfazer da mesma dentro da cela. — Hello bitch. — Sua primeira palavra soava com um tom nada mais que ameaçador.


avatar
Cameron Bjørhovde
the boredom killers
the boredom killers

Mensagens : 1
Data de inscrição : 14/12/2015

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Voltar ao Topo


 
Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum