{M} Brandon Forsett Cromartie

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{M} Brandon Forsett Cromartie

Mensagem por Murderer em Seg Jan 04, 2016 4:11 pm



let's play. ✖ ✖
H U N T E D


Nome: Brandon Forsett Cromartie
Poder: Hipercinese
Nível: 03

Nos olhos não se passavam nada mais que um profundo obscuro guardado dentro de si. Quando Brandon acordou era capaz de perceber o corpo solitário no lugar de paredes prateadas ao brilho entardecedor. Continha o corpo em um dos cantos, a penumbre do corpo de um outro individuo se fazia ao lado oposto, algo que a início não havia sentido a presença. A mulher tinha o rosto familiar e ali havia algumas cicatrizes, assim como o restante de sua silhueta que continha uma blusa parcialmente amassada, e por trás de toda aquela encarnação pode ligar a quem o corpo realmente pertencia, Angel Cromartie.

As palavras jorradas da boca da mulher eram súbitas e descontroladas, e causavam certa tensão ao homem sem saber o que estava realmente a acontecer. Ele estava sendo testado e todo seu medo estava sendo testado junto a si. O americano podia sentir a raiva se contorcer afim da exposição, lutava contra ela, mas de algum jeito ou outro, ela seria a sua única escapatória.


Obstáculo I – Brandon terá como missão enfrentar o medo juntamente a coisa mais importante de sua antiga vida. A única maneira de escapar do simulador será encarando seu temor, agredindo sua mãe de forma incontrolável pela raiva, comprimindo seus medos com o uso dos poderes.
Obstáculo II – Assim que concluir o primeiro obstáculo o chão abrirá e seu corpo será sugado para uma sala de contenção, haverá dois homens a qual atacar, escolha entre ambos. Assim que houver a derrota seu corpo será desempenhado ao chão como se estivesse em um sono profundo.

Código:
Indivíduo I: Necromancia, nível 10.
Indivíduo II: Fotocinese, nível 10.

Narre a parte a qual Brandon acordara no ambiente solitário, descreva cada emoção do personagem ao reencontrar a mãe, seja criativo ao descrevê-la. Leve em consideração os medos e sua condição diante deles.
Finalizará a postagem como se estivesse acordado outra vez em sua cela, intacto, porém conseguia sentir o poder desvendado circular no corpo.
Não haverá consideração a nivelação dos seus poderes, utilize-os com sabedoria.
Seja coerente a respeito da condição do seu personagem, do psicológico, físico e mental, leve em consideração os atributos e perícias também. Coloque-os em spoiler no final da missão.
Narre sua missão em um único post.
Em caso de dúvida ou qualquer outro contratempo envie MP. Boa sorte!

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murderer

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Re: {M} Brandon Forsett Cromartie

Mensagem por Brandon Forsett Cromartie em Sab Jan 09, 2016 5:50 pm




Brandon F. Cromartie




'Clear eyes, full heart, can't lose!'
A escuridão poderia ser assustadora, mas tudo dependia de como o ser encarava a ausência de luz. Existiam certos tipos de escuridões que davam medo, outras sossego. Mas quando acordei naquele lugar marcante pelas paredes prateadas e do brilho vindo do entardecer, a luz havia revelado algo que me fez desejar permanecer na escuridão do sono. O lugar parecia obscuro, apesar da intensidade de luzes. Acordar e se encontrar sozinho era uma coisa estranha e desoladora, ainda mais quando não lembrava de como havia parado ali. Meus pensamentos estavam confusos, muito provavelmente igual a uma pessoa que havia acordado recentemente depois de uma noite de bebedeira. Se era assim que uma pessoa de porre se sentia, não teria como afirmar pois nunca havia tido um.

E foi então que o lugar solitário mostrou-me uma companhia. Um corpo. "Morto?". Primeiro me coloquei sentado, olhando o distante corpo. Depois me vi de pé, analisando o ambiente em minha volta. Não me lembrava como, nem de que forma ou até mesmo o motivo de estar ali, portanto tudo ainda me parecia bastante confuso. A intenção de ir na direção do corpo veio de forma automática, afinal de contas poderia ajudar em algo, quem sabe. Sempre fui bastante prestativo e, apesar de ser uma situação tensa, não podia simplesmente ignorar um corpo jogado em meio aquele lugar. Quem sabe poderia revelar uma dica do que havia acontecido? "Espero que não tenha nada haver comigo". E foi durante a caminhada até a pessoa que tudo revirou-se. Minhas pernas fraquejaram, meu coração disparou e tudo o que me restou foi correr até a figura estirada, uma figura que era infelizmente conhecida, conhecida demais! — Mãe! O que fizeram com você?! — Me ajoelhei e segurei a cabeça da mulher, ainda bela e conservada apesar da idade. Era uma mistura de sentimentos, havia tanto tempo que não via minha mãe que a felicidade chegou a sobrepor a angústia de vê-la daquela forma. Mas após de alguns segundos voltei a me preocupar, não poderia ser diferente, ainda mais enquanto ela falava uma série de palavras sem nexo e sem sentidos, palavras soltas, faladas rápidas e que me deram calafrios.

Procurei rapidamente algum ferimento pelo corpo, e logo os trajes amarrotados e diversas cicatrizes que tinha a total certeza de que não existiam no corpo de minha mãe antes de ter sido enviado para a prisão. — ESSES DESGRAÇADOS QUE FIZERAM ISSO? — Abracei-a, talvez com uma força mais intensa do que deveria ter feito. "Ou será que essas cicatrizes são frutos de problemas psicológicos depois que sumi? Ah mãe, por que tudo isso está acontecendo?". As lágrimas surgiram e caíram rapidamente no solo, percorrendo a extensão da minha face. Minha respiração ofegava e meus pensamentos lógicos haviam sumidos, meu rumo havia sido perdido e não tinha a menor ideia do que faria. Mas sabia que não podia se dar ao luxo de  pensar, de viver aquilo. Se não tomasse a rédia da situação, mesmo que emocional, de nada adiantaria. "Não, eu cresci liderando, me tornei famoso por ter nervos de aços, por não falhar em momentos decisivos". - Mãe, o que houve?! Mãe, fala comigo! - As palavras continuavam, e uma estranha sensação de que ela estava em uma espécie transe psicológico pareceu se tornar provável. Meu choro havia parado e tudo o que tinha que fazer era me concentrar, da forma como me concentrava em um passado recente.

O contato com minha mãe tinha me proporcionado lembranças da minha antiga vida, coisas que eram normais, boas e constantes e que na prisão não existiam. Mas também me trouxe lembranças de coisas boas, coisas que havia me esquecido em meio aquele lugar tenebroso e de atividades bem traiçoeiras. Respirei, fechei os olhos e me afastei um pouco do corpo da mulher que sempre vira com vigor e vivacidade, nunca em uma cama de hospital ou algo do tipo. Dobrei minhas perna direita, colocando meu joelho no chão e, com minha perna esquerda, agachei. Meu cotovelo esquerdo apoiou-se na minha coxa esquerda e minhas mãos serviram de sustento em minha testa. Era aquilo, era aquele movimento que me fazia estar centrado, me acalmar. Parecia o movimento de um ser que ajoelhava apenas com uma perna para saudar um rei, mas aquilo era minha forma de me acalmar. Alguns gritavam, outros matavam, outros liam...eu fazia aquilo! Funcionava como um gatilho para minhas habilidades fluírem, agora conseguia entender aquilo. Conseguia sentir, literalmente sentir, meu corpo se acalmando, a respiração se normalizando e meus pensamentos voltavam a fluir. Em uma matéria do jornal da escola a frase era referido ao futebol americano, mas a verdade era que podia se aplicar em toda minha vida. "Pressão, medo, ansiedade...todas essas palavras parecem não existirem ou estarem incompletas no dicionário do nosso jovem quarterback". E quando o medo se esvaiu, quando me levantei depois de segundos de concentração que pareceram anos, quando estava pronto para agir e salvar minha mãe, o chão se abriu!    

Meu corpo se transfigurou. "Será que é um desses engraçadinhos usando poderes mentais?!". De fato, quando me vi estava em uma sala totalmente diferente, com duas figuras em pé. Não havia nenhuma porta para sair, então o objetivo estava claro. Não estava no melhor estado físico para aquilo e talvez nem emocional, eram dois e seria difícil sair dali sem me machucar. Não tinha testado ainda minhas habilidade em uma luta, apenas em situações que exigiam atividades físicas como correr, arremessar, ou psicológicas como em instantes atrás. Fui andando normalmente até um dos rapazes, talvez poderia usar alguns argumentos para conseguir passar dali. Mas ao estar alguns metros do cara mal encarado, o mesmo veio em minha direção, tratando de desferir um soco que parecia ter sido certeiro. — Mas que porra! — , fui para o lado e em seguida para trás. Não havia conversa, tinha entendido aquilo. Levantei meus punhos e esperei o ataque novamente. Podia ver os golpes do cara um tanto mais lentos do que o normal, mas ainda não havia achado nenhum tipo de brecha para contra atacar. De certo, minhas habilidades me ajudavam e parecia questão de tempo até aquele infeliz estar estirado no chão. Mas então veio a surpresa! O homem canalizou uma espécie de energia em sua mão direita e em seguida desferiu-a contra minha direção. Esperava mais um soco e por pouco não fui atingido em cheio, mas ainda assim de raspão. "Merda, ele têm poderes!". Soltei um leve urro de dor e levei minha mão até o ponto em que havia me acertado, na parte esquerda do peito.

Não me vi em condições de continuar lutando, mas o que faria? Não tinha como fugir e nem mesmo parecia ter chances de derrotar o rapaz. Mas tentei. Me coloquei de pé com certa dificuldade e avancei, um pouco mais lento do que o normal, obviamente, mas ainda sim rápido o suficiente para confundir a cabeça do cara. Ameacei um chute nas partes genitais do cara, o que causou uma breve janela de tempo enquanto ele parecia preocupado em não ser acertado naquela parte tão dolorida para os homens, e aproveitando o embalo do corpo com a "volta" da minha perna, apliquei-lhe um soco em sua face. Minhas mãos acertaram algo, mas não o rosto do rapaz. Um escudo luminoso, não tão grande, mas suficiente para impedir meu golpe surgiu e o rapaz aproveitou minha distração para aplicar uma rasteira certeira em minha base. Caí de costas no chão, como um saco de batatas. Eu era bem mais rápido e mais forte até, mas aqueles truques que não conhecia tirava totalmente minha vantagem e me pegava despreparado. Por fim, ele conjurou uma espécie de espada de luz. Parecia ser cortante, mas preferiria não descobrir. O roteiro era esperado: ele aproveitaria minha desvantagem de estar caído e machucado e fincaria aquela merda em mim. Ele poderia até esperar por uma tentativa de derrubá-lo e por isso não era o que iria fazer. Estagnei até o esperado golpe e, quando ele tentou acertar-me, girei para o lado e me coloquei de pé. Rapidamente apliquei um chute na costela do rapaz e me afastei, afinal de contas não estava mais em condições de trocar golpes de forma intensa, teria que ser vencer na estratégia. — Humph, não vai conseguir nada fácil aqui... — Sorri ironicamente e esperei a investida. Desviei do primeiro, do segundo soco e apliquei uma joelhada na barriga do homem, que caiu de joelhos no chão. Tentei me afastar, mas o homem havia sido rápido e segurado meu corpo, apesar da certa dor e falta de ar que poderia estar sentindo. Minhas tentativas de me livrar foram falhas, e quando vi as mãos do rapaz começarem a ficar iluminadas, uma intensa dor atingiu meu tronco e a escuridão tomou partido, terminando como havia começado: meu corpo amoleceu e meus sentidos foram para fora de mim.

Escuridão. Amedrontava ou tranquilizava? O primeiro sentido foi o tato: o chão frio era notável mesmo com o uniforme prisional. Minha audição poderia não haver voltado, pois a cela estava silenciosa. O olfato era indiferente, parecia que na cela nada cheirava bem e nada cheirava mal. Mas foi minha visão que me alertou onde estava: aquela luz branca parecia uma forma de me cegar depois de um intenso sono. Meus olhos se abriram com dificuldades, mas ao dilatar das pupilas, tornou mais fácil encarar aquele teto que conhecia bem. Minha cara deveria estar acabada, meu corpo estava um pouco pesado e parecia mesmo que havia saído de um intenso coma. O despertar veio lento, mas na velocidade perfeita para conciliar pensamentos com realidade, verdade com mentira. Ao me sentar, uma coisa tinha certeza: havia algo de diferente em mim, aquilo não havia sido um simples sono e muita coisa dali pra frente seria diferente. Estava sem um arranhão, em perfeito estado. Mas era o interior que havia mudado, e mudado para melhor.

     


Atributos:


Destreza ( 9 )
Força ( 7 )
Inteligência ( 5 )
Carisma ( 4 )
Vigor ( 7 )



Perícia:

Mira - Amador
Rastreio - Amador
Furtividade - Amador  





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Re: {M} Brandon Forsett Cromartie

Mensagem por Murderer em Dom Jan 10, 2016 5:40 pm



avaliação
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Direcionando o assunto a sua missão posso descrevê-la como envolvente.Bastante interessante o ponto a qual desmembrou os obstáculos, mesmo sem efetiva-los de tal demanda.  A narração sucedeu de forma majestosa, algo que transmitiu interesse e ânsia por mais, precisamente ao reencontro dos familiares, sem omitir a escrita "saudável" e maleável, permanecendo cada detalhe drástico a seu devido local. Diferenciou bem os momentos de harmonia os duelos realizados, algo que chamou muito por minha atenção. Houve a pegada no fim agradável, trazendo a sensação de finalização e compreendimento, de fato não poderia ter um final mais bem composto.


Coerência Missão: 25/30
Gramática/Estrutura: 20/20
Enredo/Criatividade: 25/30
Objetivo: 15/20

85 xp.
 Colar da mãe.
Já houve a atualização da ficha do personagem, porém como houve aumento de nível seu personagem ganhou um novo ponto para ser distribuído em seus atributos, envie-me por MP para qual dos cinco deseja acrescenta-lo, espero que tenha gostado de compartilhar uma experiência conosco. Qualquer dúvida sobre a avaliação entre em contato por MP à esta própria conta Boss.

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Re: {M} Brandon Forsett Cromartie

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