[FP] WIMBLEDEAUX, Alasca

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[FP] WIMBLEDEAUX, Alasca

Mensagem por Alasca Valois Wimbledeaux em Seg Jan 04, 2016 7:59 pm




20alascawimbledeaux
Nome completo /////////////Alasca Valois Wimbledeaux

Nascimento /////////////12 . novembro . 1996

Nacionalidade /////////////Francesa.

Sexualidade /////////////Bissexual.

Super-Poder /////////////Ilusionismo

Medo /////////////Envelhecer.

Faceclaim /////////////Taylor Hill


"the devil is real he isn't a little red man with horns and a tail. He can be beautiful, because he's a fallen angel and used to be God's favorite" ("o diabo é real, e ele não é um pequeno homem vermelho com chifres e uma cauda. Ele pode ser bonito, porque ele é um anjo caído e costumava ser o favorito de Deus")

PERSONALIDADE


Alasca é alguém que encaixa-se na descrição de Chaotic Neutral; "uma pessoa dentro da categoria Chaotic Neutral segue seus caprichos, é um individualista do começo ao fim. Valoriza sua própria liberdade, embora não se esforce para proteger a liberdade dos outros, nem se importe com isso. Evita a autoridade, desafia tradições e ressente-se com figuras de autoridades que possam bagunçar o equilíbrio doentio que criou para si mesmo. Entretanto, não combate as figuras de poder de maneira consciente, já que, para fazer isso, ela teria de ser motivada tanto pelo bem (e um desejo de liberar os outros) ou pelo mal (e um desejo de fazer aqueles que são diferentes de si mesmo sofrer). Muito pelo contrário, só liga para sua sombra. Alguém dentro desta categoria pode ser imprevisível, mas o seu comportamento não é totalmente aleatório. Geralmente são extremamente inteligentes a seu próprio modo."

Ela é qualquer coisa, menos perfeita.

Manipuladora, sedutora, e sorrateira. Possui uma ética bem definida, mas moral questionável. Está sempre tramando algo, sendo esta coisa algo que lhe trará algum benefício, de um jeito ou de outro.

É leal a ninguém, mas a si mesma, embora, para conseguir algo, deixa-se ser usada por outros, a fim de alcançar seu objetivo final. Wimbledeaux é, além de egoísta, falsa. Para salvar sua própria pele, a francesa é capaz de sacrificar um amigo ou conhecido, sem hesitações.

Ela é uma expert em enganar as pessoas. Uma manipuladora nata, desmancha-se em palavras e indiretas perceptíveis para conseguir o que quer, fazendo uso, principalmente, de seu corpo e beleza notáveis. Afinal, Alasca é bonita, jovem e, mais importantemente, gostosa. E, infelizmente - ou felizmente - essas três características são as de maior importância para a maior parte de seus "alvos".

Geralmente, finge ser essa garota superficial, mimada, lerda, e burrinha. Desse jeito, raramente demonstra suas reais características, deixando que tal personalidade esteja presente praticamente o tempo inteiro. Todo esse teatro, porém, a faz questionar se a máscara que coloca todo dia não acabou por fundir-se à si mesma.

Não possui nenhuma censura de palavras, e fala o que lhe vier à cabeça, tendo níveis de sarcasmo e ironia maiores dos que os socialmente aceitos. Ao contrário de muitos, não é impulsiva a ponto de agir como quer, mas pensa antes de fazer qualquer coisa, sabendo que toda e qualquer ação que realizar pode trazer séries consequências para seu futuro. Assim, tem sempre um plano que está sendo posto em prática, e alguma maneira louca de colocá-lo em ação.

Por baixo de toda a sua beleza exterior, é é possível perceber que há um certo grau de geniosidade e malícia, pronta para ser usada a qualquer instante. Raramente perde a usual calma que sempre tem, e nunca precisa elevar a voz para ser ouvida.

A francesa é uma vadia, basicamente. E, ao contrário de muitos, a morena não possui um "lado bom", um que possa dar-lhe algum tipo de redenção - ou, pelo menos, é isso o que ela acha. Afinal:

"Já vou para o Inferno mesmo".


HISTÓRIA


A história de Alasca não é exatamente a mais feliz do mundo.

Nasceu em meio à uma família problemática. Uma família de pais mais do que ricos e que, apesar de possuírem uma imagem perfeita, os pais eram quebrados. E pais quebrados geram filhas quebradas.
A família era da casa Valois, família real francesa,  (a linhagem existe mesmo ~link~). Ou seja, além do dinheiro próprio de Viktor e de Amanda, ainda restava a fortuna que o sobrenome carregava.
Não era nenhum segredo que seu pai era um projeto de Don Juan, e seus chifres em sua mulher eram mais que comuns. Amanda, porém, agia como se nada soubesse - já que ela tinha seu segredo também. Por isso que foi uma verdadeira surpresa quando foi anunciada a gravidez da mulher.

Viktor - o pai - parou de sair tanto de casa, começou a passar mais tempo com a esposa e, mais importante, com o que viria a ser sua herdeira. Nasceu uma bebê saudável alguns meses depois, e o casal comemorou até não poder mais. A felicidade que sentiram! A pequena, mesmo tão cedo, demonstrava uma beleza inestimável.
Ela recebeu o nome de Margot Valois.

A família foi feliz por um tempo, mas, então, os problemas, que haviam sido jogados debaixo do tapete, voltaram à tona. Viktor quase nunca dormia em casa e, quando o fazia, fedia à álcool e perfumes alheios. A mãe procurava ignorar tudo, concentrar-se somente em sua pequena Alasca, mas até mesmo isso estava ficando cada vez mais difícil.

Quando Valois fez onze anos, sua mãe suicidou-se.
O pai não aguentou a perda, e começou a descontar na filha, sem querer reconhecer a própria culpa. A todo instante arrumava alguma desculpa para brigar com a criança, bater nela, e sabe-se lá o que mais fizera. E, todas as vezes, a mesma frase repetia-se na cabeça de Alasca: "amor é inútil". Com apenas doze anos, ela já não acreditava em tal sentimento. Aos treze, passou a desprezar qualquer outro tipo de demonstração afetuosa. Talvez foi por causa dessa falta de atenção que ela desenvolveu um certo grau de "ninfomaníaca": carência.

Na escola, tornou-se uma daquelas pessoas que as mães avisam os filhos sobre. Causava discórdia entre as "amigas" e espalhava rumores daquelas que não concordavam consigo. Fazia tudo isso por diversão.

E foi aos treze anos que seu poder manifestou-se pela primeira vez.
Foi aos treze anos que a garota tornou-se verdadeiramente .
Aconteceu tudo muito rápido, nenhum dos colegas conseguiram descrever o que acontecera muito bem. Valois discutia com a amiga, uma briga sem nenhum motivo de grande importância. Tudo estava correndo normalmente, até que a sua "oponente" gritou algo que fez o mundo de Alasca parar de girar. A coitada da garota gritou:
— PELO MENOS EU TENHO MÃE - todos ao redor ficaram em silêncio absoluto. Os olhos da francesinha encheram-se de lágrimas, mas nem uma única gota caiu de seus olhos. Dentro de sua cabeça, via a idiota sendo estraçalhada viva por cachorros selvagens, viu centenas de insetos subindo por suas pernas e entrando por sua boca e nariz.

Em menos de um segundo depois, a menina berrava de desespero, buscando por ajuda, tentando defender-se de... Nada. Não havia nada lá, estava tudo em sua cabeça. Levaram-na para o hospital, enquanto ainda balbuciava algo sobre monstros. Todos falaram que havia sido sua imaginação, que havia sido uma coisa que acontecera devido ao calor do momento.
Mas Alasca sabia que alguma coisa havia acontecido.

Foi mais ou menos nessa idade que o corpo de Alasca começou a mudar. Ganhou as curvas que tanto admirava nas modelos que via nos comerciais. Seus dentes foram consertados pelo aparelho dental. E, finalmente, começou a prestar mais atenção aos garotos de sua escola. Aprendeu desde cedo que, no mundo atual, tudo que teria de ser é bonita e saber falar, que conseguiria tudo o que quisesse. Aprendeu desde cedo a como manipular qualquer um, baseando-se em chantagem, charme e luxúria.
Perdeu sua virgindade aos quinze, para seu melhor amigo, após uma noite fora, comemorando o aniversário de sua amiga.
No mesmo ano, foi mandada para os Estados Unidos, em Nova Iorque, onde seus tios moravam, já que Viktor cansara de ter de lidar com sua filha problemática.

As coisas só pioraram.

Lá, tornou-se uma verdadeira pessoa má. Manipulava todos, fingia estabelecer elos, dava as infames "facadas nas costas" de muitos, e vingava-se de todos que entrassem em seu caminho. Desde o primeiro momento em que deu as caras na nova escola, percebeu os sinais de desejo dos garotos. Oferecia-se sem pudores para alguns, a fim de conseguir o que queria e até mesmo chegou a fazer o mesmo com um dos professores mais novos, para que passasse na sua matéria sem ter atendido uma única classe.

Além disso, começou a praticar mais seu poder.
Passou a usá-lo sem dó em todo e qualquer indivíduo que ousasse desafiá-la, punindo-o com visões aterrorizantes de monstros, seus piores pesadelos.
Um garoto chegou, até mesmo, a arrancar seus próprios olhos, achando que estava infestados de vermes, fazendo furos nestes.

Quando completou dezessete anos, recebeu uma carta de casa. Nem importou-se em abri-la, deixando-a para o dia seguinte. Saiu, e festejou como ninguém antes.
Quando finamente acabou, chegou a notícia. Seu pai havia falecido. Aparentemente, uma das mulheres com quem seu pai vinha tendo um affair envenenou-o, e ele caiu morto na cama.
Todo o dinheiro da família seria seu, ao alcançar os vinte e um anos. Ela era a mais nova herdeira da longa linhagem dos Valois. Até a tão esperada data, iria receber o dinheiro em mesadas.

Quando estava viajando nas Bahamas, conheceu um homem que, aparentemente, era imune ao seu charme. Isso a deixou intrigada. Trabalhou nele por dias, até que finalmente conseguiu levá-lo para sua suíte. Tirou as roupas, ficando apenas com suas peças íntimas. Subiu em seu colo e, antes que pudesse fazer qualquer outra coisa, sentiu uma picada forte no pescoço e seu mundo ficou de cabeça para baixo.

Caiu, desacordada, nos braços do homem.
Havia sido pega.

Estava fodida - e não no sentido bom da palavra.


A ENTREVISTA


Abriu os olhos, devagar. A luz penetrava suas pupilas sem dó, causando tontura e pequenos pontinhos pretos no começo. Logo, acostumou-se e começou a analisar onde estava. Estava deitada, com pouca mobilidade, devido ao fato de que estava presa por algemas, que estavam, definitivamente mais apertadas do que deveriam. As roupas não eram as suas, e a descrição mais aproximada seria roupas de hospital.
Ao tentar mover o braço, sentiu uma dor e logo constatou que havia uma agulha enfiada nele, injetada na veia e, ao invés de trazer alegria - como nas outras vezes que havia tido uma agulha no braço - esta vinha acompanhada de um soro.

Alasca respirou fundo. E então encostou a cabeça na maca novamente. Que porra é essa?
Fechou os olhos novamente, tentando repassar tudo o que acontecera, tudo o que conseguia lembrar. Seus pensamentos, porém, foram substituídos pela porta abrindo.
O visitante era, claramente, um médico. Vestia branco, mas era só isso que ela conseguiu reconhecer. Não viu seu rosto. Permaneceu calada, observando-o.

E então, começaram as perguntas.

— O que você tem de único? Qual sua melhor qualidade e seu pior defeito?
A francesa queria gritar, espernear, arranjar respostas. Mas não fez nada disso. Assumiu uma expressão convencida no rosto.
— Sou uma Valois - o peso de seu sobrenome era grande, mas se o idiota com a voz zoada reconheceu, não deu sinais.

— Por quais motivos acha que veio para cá? O que vai fazer se eu te contar que nunca mais vai poder voltar para casa?
— Isso tem alguma coisa a ver com a garotinha inútil de Paris? Por favor, já foi confirmado que ela arrancou os próprios olhos em um ato de depressão intensa - rolou os olhos e respondeu a segunda parte da pergunta — Chorar, te assassinar. Não sei. São tantas opções, qual é a que você deseja ouvir? - resolveu, então, entrar no joguinho do cara. Estava entediada, e responder às perguntas bestas era melhor do que ficar encarando seu entrevistador com uma cara de .

— Qual era a coisa mais importante na sua antiga vida e por que era isso?
— Meu bichinho de pelúcia chamado Arrume Sua própria Vida. É de uma linha de brinquedos chamada Espero Que Você Tenha Uma Morte Dolorosa & Cia - a paciência havia esgotado.

— Se defina em três palavras.
— Me lambe - então, percebeu que foram apenas duas. E que tipo de dama não faz o que lhe foi pedido? Completou, então — Inteira.

— Qual seu maior medo e o que você faz para combate-lo?
— Medo de acabarem as coisas para eu comprar. Uma tragédia, claro.

E, com isso, ele simplesmente parou. Largou a ficha, pegou umas luvas e uma seringa.
— Olha, por mim já chega de agulhas. Só vou querer alguma coisa que traga uma sensação boa, não essa merda enfiada no meu braço - ignorando-a, ele furou a pele macia da francesa antes que essa pudesse fazer algo e tudo ficou preto.

Acordou algum tempo depois, dessa vez em uma cela. Olhou para baixo, constando que vestia roupas clássicas de presidiária.

O que estava acontecendo?

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