{M} Nichollas Linchest

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{M} Nichollas Linchest

Mensagem por Runaway em Ter Jan 05, 2016 3:47 pm



murder house
H U N T E D


Nome: Nichollas Linchest.
Poder: Necromancia.
Nível: 01.

Nichollas acorda em meio a uma clareira. Tudo está escuro, mergulhado no mais perverso breu que era acompanhado por uivos melancólicos. Nem a lua mostrava todo seu esplendor naquela noite. Desnorteado, o rapaz iniciou uma caminhada entre a floresta, em busca de alguma saída para aquele lugar. Ele estava faminto, sujo e cansado, e não tinha ideia de como ficara daquela maneira. Os uivos se tornaram mais presentes, mais próximos, denunciando que por ali perto havia uma matilha de lobos que poderiam facilmente alcançar Nichollas. O rapaz então encontra luzes em meio a escuridão, uma cabana média, bem arquitetada e equipada. Decidi ir até lá, buscar alguma ajuda. O homem já com seus fios brancos o atendeu, portava um porte físico até aceitável e suas feições eram duras. - O que quer? - indagou rispidamente o homem. Nichollas revelou suas intenções, queria apenas comida e poder usar o telefone, afinal. - Não! Apenas saia daqui! - respondeu o homem, com os olhos esbugalhados e já na iminência de fechar a porta. - ANDE, SAIA DAQUI! - e assim a porta foi se fechada, negando toda a ajuda que Nichollas precisava e deixando o jovem com raiva. Mas o garoto não iria deixar aquilo assim; estava faminto, na floresta não havia nada. Faria de tudo para sobreviver.

Narre você sendo conduzido até a sala de projeções por guardas, o local é totalmente branco e sem nenhuma mobília, você é preso em uma cadeira onde furam sua veia com uma seringa. A partir daí a simulação se inicia. É uma opção descrever ou não sua saída da sala; pode finalizar desmaiando subitamente ou vendo a projeção se dissipar.
Você irá roubar a casa: comida ou qualquer coisa que lhe ache útil para sua jornada até a civilização. Mas você irá descobrir um cadáver, de uma mulher que julgava ser esposa do homem. Nisso, o homem vai te descobrir na casa e irá tentar te calar (te matar, para ser mais específica) e você precisará se defender e criar uma armadilha para manter o homem preso até que a polícia chegue. O ato de chamar a polícia não foi propriamente de justiça, talvez uma pequena vingança porque o homem não lhe ajudou.
Seja coerente a respeito da condição do seu personagem, do psicológico, físico e mental, leve em consideração os atributos e perícias também. Coloque-os em spoiler no final da missão.
Narre sua missão em um único post.
Qualquer coisa envie MP. Boa sorte!
@DFRabelo

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Re: {M} Nichollas Linchest

Mensagem por Nichollas Linchest em Sab Jan 30, 2016 6:10 pm



the castle


Deixei um gemido escapar enquanto a porta da cela se abria, abri meus olhos com dificuldade, e então senti um puxão, alguém havia agarrado meus dois braços e me tirado da cama -- Mas que merda vocês estão fazendo? - falei para os dois guardas que me arrastavam para o corredor, eles mencionaram algo sobre uma sala de projeções. No corredor da prisão os guardas pararam de me arrastar e falaram para eu seguir em frente, mais dois homens apareceram e ficaram na minha frente me guiando enquanto os que haviam me retirado da cama ficavam atrás de mim. A prisão estava vazia, lógico ainda era de madrugada enquanto tudo ocorria.

Eles forçaram minha entrada na sala e então pude ouvir Pauline falar alguma coisa em minha mente, não entendi direito, talvez fosse mais um aviso de perigo dela. Um homem parecido com o médico que havia feito algumas perguntas à mim antes de eu acordar na cela me esperava junto de uma cadeira, os guardas me conduziram até a mesma e me fizeram sentar -- Eu ainda quero saber que merda tá acontecendo - virei para um dos guardas e então senti uma picada no meu braço, o tal doutor havia injetado alguma coisa em mim. Deixei um grito de dor escapar e então fechei meus olhos, pendendo minha cabeça para frente.

...

Lentamente abri meus olhos, puxei ar para meus pulmões e me sentei rapidamente no chão coberto de uma pequena camada de grama em que eu me encontrava. Olhei ao meu redor, era uma clareira e de noite, uma voz ecoou em minha mente, uma menina me falava que aquele parecia com o local onde ela havia sido assassinada. Bufei e então me levantei escutando alguns uivos distantes -- Eu só digo duas coisas - falei enquanto começava a caminhar -- Primeira, eu não ligo para onde ou como vocês morreram - acelerei um pouco o passo e lambi meus lábios -- E a segunda é que eu não quero morrer. - continuei a andar a passos rápidos, o breu me forçava a ficar com as mãos estendidas para frente para eu não bater de frente com alguma arvore. Os uivos se tornaram mais altos, oque fez com que eu acelerasse meu passo mais ainda.

Após caminhar um pouco consegui achar um ponto de luz no meio de todo aquele breu. Uma pequena cabana estava iluminando alguns metros à frente dela oque possibilitou que meu me aproximasse bem rápido dela sem me preocupar. Quando me situei na porta bati na mesma, e olhei para os lados, os uivos estavam mais altos. Um homem atendeu a porta e me perguntava oque eu queria -- O senhor pode me ajudar por favor? Eu... Eu to perdido por aqui e talvez tenha lobos atrás de mim. - falei com uma expressão de desespero no rosto, convencer era comigo mesmo. O homem não aceitava me ajudar e ameaçava fechar a porta, segurei a mesma com minhas mãos -- VOCÊ NÃO ENTENDE POR FAVOR ME AJUDE!- gritei expressando desespero, o homem apenas me ignorou e fechou a porta na minha cara. Engoli seco e então ouvi mais uivos, minha respiração se tornou pesada. O homem simplesmente rejeitara todos os meus anos de treinamento em persuasão utilizando uma porta, eu não admitiria isso, eu ia entrar naquela cabana.

Rodeei a cabana, chegando à uma janela na parte de trás, ouço um “Você vai mesmo fazer isso?” ecoar em minha mente, era Pauline, a ignorei como sempre fazia e forcei a janela, consegui abri-la  e então entrei sorrateiramente para dentro do recito. A janela me deu acesso a um dos quartos da casa, caí de cara no chão, mas rapidamente me levantei olhando ao meu redor. Encima da cama, havia uma mulher, que tinha o pescoço cortado. Engoli seco, aquele cara a havia matado. A porta do quarto se abriu e o velho entrou com uma faca na mão, ele me fitou com olhar de ódio e avançou na minha direção gritando que não era para eu ter entrado -- EU TINHA QUE ENTRAR! SE NÃO EU IA MORRER LÁ FORA! - gritei enquanto saia correndo pelo quarto desviando das estocadas dele com aquela faca.

Ele gritou alguma coisa sobre me matar, mas a voz dele foi abafada por várias vozes que gritavam em minha mente -- CALA A BOCA! -  uma explosão se apoderou de mim, rangi os dentes e encarei o homem, saí correndo na direção dele e então consegui o derrubar no chão, ele fez um leve corte em um de meus braços, não liguei no momento, chutei a barriga dele e saí correndo, para fora do quarto.

A cabana possuía pouca iluminação, oque fazia com que o ambiente acabasse se tornando extremamente sombrio. O corredor em que eu me encontrava possuía duas portas além do quarto, uma dava para a sala (que estava tão sombria quanto o corredor) e a outra dava para algum tipo de porão. Saí em disparada para a porta do porão, mas logo ouvi a voz do homem, talvez não fosse bom eu ir até lá me trancar lá. O único móvel presente no corredor iria ser de grande ajuda, uma cômoda com um pequeno castiçal encima dela. “Quem ainda usa essas coisas tão bregas?”, ouço uma voz ecoar em minha mente, “É cult, deixa ele” -- CALEM  A BOCA! - gritei e pus as mãos nos ouvidos.  Peguei o castiçal e me virei para o velhote, ele me encarava friamente com a faca em sua mão.

Rangi meus dentes e então segurei firme do castiçal, o velho avançou sobre mim, e com um rápido movimento consegui me desviar de sua investida, batendo com o castiçal nas costas dele. Dei um forte chute em uma das pernas do homem que soltou um grito de dor. Dei outro chute, havia me esquecido de como era bom machucar os outros. Meus chutes faziam o homem rolar pelo corredor até que chegamos na porta do porão -- Bons sonhos - um ultimo chute empurrou ele abaixo por poucos degraus da escada que dava para o porão.

Com certa dificuldade tentei posicionar a cômoda do corredor enfrente à porta (ainda aberta) e quando eu estava pronto para fechar a porta e empurrar a cômoda para trancar tudo, alguns dedos malditos impediram que ela se fechasse -- Você - forcei a porta contra os dedos do homem -- Não - forcei mais uma vez, com maior intensidade -- Aprende - ouço então um baque sonoro, como se ossos dos dedos dele haviam se partido, um sorriso se formou em meu rosto -- Nunca não é? - forcei a porta uma ultima vez, oque fez com que os dedos do homem se partissem, ficando metade deles para fora.

Começo a rir desenfreadamente, e então empurro a cômoda, travando a porta. Meu riso incontrolável ecoava pela casa enquanto eu andava pelo sombrio corredor, me dirigindo até a sala e logo em seguida para a cozinha, onde tratei de lavar alguns dos meus poucos machucados na torneira velha da casa. Logo depois ataquei os armários e a geladeira, pondo todos os itens que me fossem uteis dali encima da mesa -- Okay... Não sei quanto tempo vai demorar até eu chegar à algum lugar, oque você acha Bob? - pela primeira vez nenhuma voz em minha cabeça falou, era sempre assim, quando eu fazia alguém sofrer eles sempre se calavam.


Fui até o quarto, onde o corpo da mulher ainda estava sobre a cama, engoli seco e fiz um sinal da cruz, pobre mulher nem se deu o praz, engoli seco e fiz um sinal da cruz, pobre mulher nem se deu o prazer de ser morta por alguém decente. Abri o armário e peguei um cobertor fino e uma das duas de mochila alpinista presentes (aparentemente os dois eram alpinistas), voltei para a cozinha e coloquei todos os itens que me eram uteis dentro da mochila. Ao ir para a sala pude ouvir os gritos do homem no porão, e então observei que tinham um telefone ali...

Matar, entregar ou deixa-lo perecer? -- Eu vou matá-lo - falei enquanto pegava uma faca de dentro da mochila e começava a ir até o corredor e então uma voz gritou em minha cabeça “NICHOLLAS WINTER LINCHEST SE VOCÊ FIZER ISSO VOCÊ VAI ESTAR MAIS FERRADO NA VIDA DO QUE EU”, Pauline continuou a repetir continuas vezes até que cedi -- OKAY SUA KENGA MORTA! EU NÃO MATO ELE! - gritei pondo as mãos nos ouvidos enquanto guardava a faca mais uma vez dentro da mochila. Deixei um suspiro escapar e então fui até a sala, onde peguei o telefone e liguei para o 111 -- Não é possível que eu to fora da Nova Zelandia - falei enquanto esperava minha ligação ser atendida, até que ela foi -- Alô, bem, tem um assassino no porão daqui, eu prendi ele e ele matou a esposa dele, venham pegar esse desgraçado e sim rastreiem por que eu não faço a mínima ideia de onde é esse lugar. - eu não deixaria ele passar em claro depois de ter me rejeitado como rejeitou.

Deixei o telefone fora do gancho e então me dirigi até a porta, a abri e então um clarão tomou conta do local, era como se todas as imagens estivessem sendo desfeitas bem na minha frente e dando lugar para uma sala completamente branca.



 SICK OF ALL THESE PEOPLE TALKING, SICK OF ALL THIS NOISE 

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;Just Work;

“Talvez esse homem seja mesmo um tolo. No entanto, é menos tolo que o rei, que o vaidoso, que o empresário que o beberrão. Seu trabalho ao menos tem um sentido. É um belo trabalho. E, sendo belo, tem sua utilidade.
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Re: {M} Nichollas Linchest

Mensagem por Runaway em Ter Fev 02, 2016 12:53 am



avaliação
H U N T E D


Coerência Missão: 20/30
Gramática/Estrutura: 0/20
Enredo/Criatividade: 20/30
Objetivo: 15/20

Olá, Nicholas! Como vai? Vamos para a sua avaliação. Tem uma escrita adorável e cativa, mas tenho certeza que a presença de mais detalhes tornaria ela muito mais envolvente. Poderia ter criando uma conversa mais especifica com a menina morta que falava contigo, e também poderia descrever mais o ambiente e seus movimentos para que a leitura se torne mais real. Por exemplo, quem é Pauline? Fiquei totalmente à deriva em relação a ela. Teve um trecho que ficou bem confuso pela carência de detalhes.

“[...] uma menina me falava que aquele parecia com o local onde ela havia sido assassinada. Bufei e então me levantei escutando alguns uivos distantes -- Eu só digo duas coisas - falei enquanto começava a caminhar -- Primeira, eu não ligo para onde ou como vocês morreram [...]

Esse plural não se encaixou na frase. Estaria se referindo a menina morta e a Pauline? Bem, ficou muito confuso. A personalidade de Nicholas é bem presente na narração, ela segue a mesma do início ao fim. Também teve um erro gravíssimo de repetição, que deixou claro que você não revisou o texto.
“engoli seco e fiz um sinal da cruz, pobre mulher nem se deu o praz, engoli seco e fiz um sinal da cruz, pobre mulher nem se deu o prazer de ser morta por alguém decente.”

Bem, é isso, espero que a avaliação tenha lhe ajudado a crescer na narração, você tem potencial, acredito nisso, e só tem a melhorar.

55 xp.
Solicite a atualização no tópico especifico.
@DFRabelo

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