[FP] AUTUMN D. MAXIMILLIAM

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[FP] AUTUMN D. MAXIMILLIAM

Mensagem por Autumn D. Maximillian em Qua Jan 06, 2016 6:49 pm




25AutumnMaximilliam

Nome completo /////////////Autumn D. Maximilliam

Nascimento /////////////25 Janeiro 1990

Nacionalidade /////////////Grega

Sexualidade /////////////Heterossexual

Super-Poder /////////////Rajada Psiônica

Medo /////////////
Perder o Controle

Faceclaim /////////////
VICTORIA DAINEKO


"— As vezes, apenas viver se torna um motivo de diversão como qualquer outro."

PERSONALIDADE



Fruto de uma união próxima familiar, a mente de Autumn é montada sob atividades em grupos mesmo agindo quase sempre sozinha sendo também considerada uma pessoa bastante egoísta. Costuma ser um papel vazio no meio de muitas letras o que lhe atrapalha as vezes. Sua maneira de agir é sempre volvida para adaptações. Para qualquer situação ela irá se encaixar não mudando ao ambiente, sempre se adaptando rapidamente como um camaleão. Não possui muita simpatia logicamente ao inferno sendo uma pessoa seca e bem ríspida parte do tempo. É uma mulher forte que tem garra nas palavras se parecendo uma personagem de livros e filmes sempre mesclando um jeito meio irônico e misterioso carregando nas suas falas e ações. citando ações tudo que ela faz desde pegar um caneta e colocar em cima de um papel a beber um suco dentro de algum copo, tem motivo, lógica e alvo. Provavelmente quando estiver nervosa ela vai apertar os próprios dedos ou encará-lo com muita pressão. Pode se dizer que em outros atos ela pode-se ser de passagem bem violenta, tem um ciúme em equilíbrio e ela se prender a você, não espere que ela vai lhe perseguir, mas ficar de olho de longe como uma coruja para qualquer ato vire uma tigresa para atacar. 

HISTÓRIA



Onde está ele? Por favor, ONDE ESTÁ TODO MUNDO?  Era muito comum, uma menina como Autumn viver perguntando sobre as coisas. É natural. Toda criança que vê uma necessidade em conhecer tal recinto ou pelo menos tomá-lo como ciência, deve-se antes do ato a pergunta. Autumn que vamos tratar, era uma menina que nasceu na Grécia, fruto de dois primos de primeiro grau e que logo dois anos depois ganhou um irmão. Ela tinha uma voz aguda no início da infância sendo ótima pessoa para cantarolar enquanto ajudava sua mãe, mas até a labuta lhe atingir quando completasse 13 anos. Naquela época, a Grécia como sempre parecia não lucrar muito de fato, o mercado mesmo rico e um dos recursos mais usados como o do turismo não estavam trazendo muita vantagem aos moradores fazendo com que muitas famílias, desvencilhassem-se de seus rebentos. A mais velha foi o alvo, o mais novo onde dotava-se por nome Cadmo, foi o escolhido para dar a continuidade da família decerta forma que fizesse Autumn ganhar ódio a famílias. Da trilha do abandono, a mesma foi enviada para a Sérvia através de outro grupo de crianças também deixadas pelo aperto da família para serem criadas numa instituição de caridade para depois quando uma parte completasse 16 escolhessem como uma tradição do catolicismo, verem suas vocações. O maior erro cometido até então na vida da menina ia ser reparado no futuro. Não tinha mãe, nem pai e seu irmão para ela havia se tornado um completo desaparecido. 

Fora da religião mesmo não tendo completo ensejo em aprender acabou escolhendo sua entrada para a vida monástica, tornando-se uma espécime de instrumento da igreja para depois desistir. Isso se foi vindo numa noite quando completaria 17 anos, a doutrina lhe pedia passar a noite orando pela igreja sozinha sem intervenção de terceiros para que expandisse seu lado “espiritual” de forma que atenuasse como crescimento humano e aceitação completa da vida que iria encarar dali adiante. O início não foi muito promissor, ela se dirigiu até os últimos bancos com um olhar cansado encostando suas costas no espaldar alto de madeira deixando terço derramar as contas cor rubras pelas coxas até fechar os olhos. a capela ecoava o doce tom do silêncio deixando sua cabeça desvairada passar por algum acontecido que jamais quis sentir. Relembrava de seu abandono e da explicação de sua mãe naquele dia, ela soluçava falando que não era um adeus que iria vê-la em breve, mas anos ali não se fizeram acontecer. Aut aperta com mais força uma das contas totalmente aprofundada em sua ferida não percebendo a presença de um frei que entrava no recinto com novas hóstias entre as mãos. Notava o sofrimento na expressão das sobrancelhas da jovem morena, mas como era o dizer, não lhe cortou em nada. Quando o tal tingiu o altar seu corpo se voltou para a menor com um olhar de desconfiança. A via dobrar o rosário com as mãos o fazendo não hesitar mais caminhando a sua direção em passos extremamente largos até observá-la abaixar a cabeça. O dedo profuso o indicador ao certo foi até a testa da mesma, afastando uma mexa. Uma dor o toma por parte da cabeça até depois o corpo caindo sentado no meio do corredor. Ele ficou desolado espalmando o chão até ela dar-se por conta se erguendo assustada o pedindo perdão. A lógica, foi os seus desejos. Tão mergulhada nas coisas ruins que lhe aconteceram, as orações foram deixadas de lado desejando igualmente o mal para todos assim como ela sentiu, assim afetando o sacerdote. Aborrecido, ordenou-a sair de dentro da igreja, mas depois refletiu não entendendo o motivo de certo aborrecimento  recatando-a novamente todavia, sempre por observá-la em seus atos. De fato, ela tinha um dom, um certo molejo no rito das emoções. Poderia acalmar uma fera, num simples comando, mas como isto? 

Durante a quarta missa da semana, Frei Edmundo não aguentou tamanha dúvida chamando-a a frente dos fiéis dizendo que se ela fosse santa acalmaria a ira de uma fera. Absurdamente, Aut já havia há muito tempo compreendido aquele sistema. Qualquer coisa era culpa de Deus seja bom ou ruim, foi ele quem o fez. Quando a tal virou o rosto em direção o padre que permanecia de pé com o microfone equilibrado na mão, no final do corredor central apareceu um cavalo desengonçado que tinha uma alma selvagem. Todos olharam assim para trás e empurrada, Maxi (sobrenome) ficou com o rosto branco de puro espanto. Encurralaram-na tomados pelo argumento e as palavras tão ofensivas do outro a jogando diante o corcel que ergue as patas da frente para cima num desespero enlouquecedor. Não acreditava na frase, mas consumida por dúvida acima de tudo pois é claro, mal se entendia, ela começava a pensar naquele ser se acalmando, progressivamente, tomando forma esbelta e imóvel de sempre sem machucar quem estivesse ao seu entorno até que estivesse longe da zona de pavor dos demais. Comprovar isso na frente de todo mundo foi mais uma vez um desastre. Como não podê pensar que fazendo aquilo, só daria suporte a palavra do Frei?

Dias depois, a cidade já considerava-a com um dom surpreendente um dom que poderia revolucionar o mundo. Engrandecer algo que ligue aos sentimentos era algo que desafiava a lógica, a ciência. O centro de pesquisas da região tentou estudar o caso até saber de um curioso caso de um gás eliminado e que ultrapassou todas as fronteiras basicamente, deixando um rastro de mudanças genéticas ou em raros, físicas registradas na parte Europeia até a América. Aquele grupo pequeno logo não se encarregaria somente de tentar descobrir como lidar com a nova famosa como também, serem centros de diversas perguntas. Um contato, sem localização logo os fizeram fazer um acordo. No telefone, onde uma voz metálica inscrevia um lindo discurso capaz de derrubar qualquer argumento, induzia-los dizendo que tinham muitos recursos de tal nível como o armamento russo que poderiam ajudar. A Sérvia já convencida de uma nova ameça, deixou-a na fronteira com a Hungria acompanhada por outras irmãs numa emboscada. O motivo usado? Caridade. 

 
[...]

As pálpebras só se ergueram então dentro de uma cúpula bem pequena, dava-se para sentir até mesmo  o cheiro de mofo. Uma gota d’água caia rente a sua testa fazendo automaticamente o corpo tentar se levantar até ver as mãos atadas. O desespero lhe tomou ao ver apenas uma luz no seu corpo até forçar a visão vendo um homem mascarado calçando dois pares de luvas cor esmeralda deixando o corpo ficar sob a mesma numa sombra confortante. Sinalizava os olhos e ela sem entender, ficando em choque, deixou-o averiguar. Bateu com o pé, na esperança de se desvencilhar da presença do tal, mas foi falha. Uma prancheta que dava para ler nitidamente dependurado sob um mastro de ferro preso ao lado de seu pé mostrava um grande ponto de interrogação e entre parenteses uma observação descrita como “Suposta rajada psiônica”. Sem entender ela pergunta o que faz por ali e em resposta, leva um tapa. Seu rosto virou, e uma fúria lhe sibila até a cabeça tendo fé do que os outros dizem, deseja a dor. Não parecia dar centro, o que poderia acontecer? O outro percebe e faz um “nam nam” com o dedo indicador posteriormente apontando para um medidor. Aquilo mostrava um líquido cinza ligado a veia, um deslize. A companhia que iria ajudar na verdade fosse escravizar? O lugar rodou na cabeça de Aut deixando o corpo relaxado. o outro percebendo que não teria problemas pegou um caderno e a fitou :

— Espero que mesmo zonza, possa me falar uma coisas. Depois disso pode ir embora é só uma garantia do que tem não seja ameaçador. - Sussurrou. Sem preocupações ele deixou a caneta sobre a lacuna branca onde correspondia a resposta da número um com certa pressão na caneta :

— Primeira. - Deixou um ar de mistério.— O que você tem de único? Qual sua melhor qualidade e seu pior defeito? - Ele parecia um psicólogo ao pousar o queixo na mão a olhando. Os olhos verdes deram de encontro aos dele indecifráveis um minuto foi o suficiente para a resposta :

— Só descobrindo para saber. - Respira com amargura. Por trás da máscara, sentia certa tensão algo muito bom mesmo que fosse praticamente ignorado, mas que via alguma atitude ou melhor, um progresso. Colocou uma exclamação cruzada e deu continuidade :

— Segunda. - Pausa e continua.— Por quais motivos acha que veio para cá? O que vai fazer se eu te contar que nunca mais vai poder voltar para casa?  - Ela então arqueia a sobrancelha séria :

— Eu irei embora de qualquer jeito. - Faz-se por confiante. O companheiro suspirou abafadamente deixando a máscara abafar o rosto momentaneamente deixando o silêncio pairar até a cobertura do rosto esfriar : 

— Vamos lá, vejo que perder tempo com você só me fará ganhar aborrecimento. Farei duas perguntas. Ou responde ou então perde um dos dedos. - Por garantia, ele gritou para que dois homens entrassem dentro da sala. Estavam de jalecos cor brancos e luvas idênticas as dele porém com uma maleta quase que semelhante a um mecânico. De lá extraísse um par de alicates alinhando ambos os lados nos quatro dedos finos e pálidos. Um suor goteja dela e engole a seco a sentença, era para responder :

— Qual era a coisa mais importante na sua antiga vida e por que era isso? E se defina para mim em apenas três palavras[. - DROGA. Pensou. O passado sempre intervém ao futuro não é possível. O peito subiu respirando o mais profundo que podê até soltar como um blefe :

— Nada aparentemente. - Dizia num timbre como se não se incomodasse-lhe estar sendo ameaçada de perder parte da mão.— Quem eu tinha que ter não tenho. Em definição sou tudo o que você vê. - Nesta parte ela exagerou, era incrível ver que o medo só lhe dominava por poucos segundos. Num sinal positivo do ditador, os homens impulsionaram com o alicate nas duas mãos e o berro ecoou. A visão ficou turva bem falha, até pelo menos, fechar os olhos. Só foi amanhecer enquadrada num cubículo com as vestes zebras, um desespero, uma palavra o terror lhe corrompe. Sai da cama na corrida alojando o rosto na cela inflexível marcando em linhas vermelhas, o material da cela o socorro era ecoada, porém não ouvido :

— Bem vinda ao inferno, miss sentimento. - Cumprimentou como se desse parabenização uma voz metálica. 


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Autumn D. Maximillian
the calm before
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