{M} Zachary P. Tucker

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{M} Zachary P. Tucker

Mensagem por Delirium em Qui Jan 07, 2016 7:07 pm



The New Gladiator
H U N T E D



Nome: Zachary P. Tucker
Poder: Telepatia.
Nível: 01.

Zachary foi abordado em sua cela por guardas com capacetes capazes de evitar que o rapaz tentasse usar seu dom contra eles de alguma forma. Pegaram-no pelos braços e sem explicação alguma, o levaram até uma porta grande que dava para uma sala. Foi ali que injetaram com uma seringa um líquido acinzentado. Um tanto grogue com efeito quase que imediato do produto que aplicaram nele, ele pode ver de forma nebulosa apenas as portas se abrindo e ele indo para para uma sala branca com apenas uma cadeira que parecia ser bastante tecnológica e puff.. as vistas dele escureceram.

***

Quando voltou a despertar, estava em um calabouço com grandes e úmidas pedras sólidas. Ele percebeu que haviam outros caras lá também, só que eram muito maiores e mais abrutalhados. Tinham cara de poucos amigos e estavam vestidos como antigos gladiadores do império romano. Ele podia notar que também algo parecido com isso, só que ele era bem mais franzino em relação aos outros caras. Guardas romanos abriram os portões e enfim a claridade invadia seu cativeiro. Os homens se levantavam de onde estavam sentados e marcharam para fora mediante o comando dos guardas. Ao sair, percebeu que estava em uma enorme arena que muito parecia o Coliseu em seus dias de glória. A plateia vibrava e urrava quando seus lutadores saíam pelos pesados portões de madeira. No centro da arena, ele podia ver que haviam quatro armas, uma lança, um tridente, e dois gládios. Ao sinal do imperador, eles estavam liberados para correr até as armas com que iriam ferir seus adversários.  
 

 Descreva como seu personagem reagiu ao ver o lugar delirante em que se encontrava.
Use seu poder e sua perícia para conseguir sair dessa. Seja criativo.
Seja coerente a respeito da condição do seu personagem, do psicológico, físico e mental, leve em consideração os atributos e perícias também. Coloque-os em spoiler no final da missão.
Você tem o prazo de 10 dias para enviar o post da missão. Ou seja, até 17/01
Narre sua missão em um único post.
Qualquer coisa envie MP. Boa sorte!
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Re: {M} Zachary P. Tucker

Mensagem por Zachary P. Tucker em Sex Jan 15, 2016 3:41 pm


ABOMINATION
If you are dead or still alive, I don't care

Mais um dia na tediosa e fedida Hunted. O dia estava uma bosta, como sempre, e nada me restava a não ser aproveitar o tempo jogando conversa fora. Estava dentro da minha cela com meu pé apoiado em uma parede, junto com minhas costas, enquanto ouvia Kristina contar mais uma história de como deu uma bela surra em um dos caras da prisão. – Ele simplesmente gritou: Você é uma mulher, como pode fazer isso? - Me permiti rir em algumas partes junto com ela e em outras apenas negava com a cabeça. Eu não sou um cara de falar e Kris sabe disso, por isso não se importa de só falar na maioria das vezes. – Eu vi ele passando pela minha cela chorando mais cedo.– Comentei, fazendo uma careta, o que acarretou de a morena soltar uma gargalhada alta e logo começar uma outra história, dessa vez me intimando a ver como Keith tinha ficado com o novo visual. – Eu tô... – Fui interrompido de dizer que estava pouco me fudendo para Keith quando vi os guardas da prisão entrarem com tudo e me pegarem pelo braço. – Ei, ei, calma aí cara! Eu não vou fugir ou coisa... – Novamente fui interrompido e céus, como eu odeio ser interrompido! Os dois apertaram as mãos ao redor do meu braço, seguindo um terceiro que andava a passos apressados na frente. – Nós já te conhecemos, Tucker. Não te daremos outra chance de fugir. – Foi tudo que ouvi e sem mais explicações, me encaminharam até uma sala. Assim que entramos, senti uma picada familiar e quase que imediato, senti minha cabeça e olhos pesarem, me dando uma sensação de tontura. Eu não lembro de muita coisa, só de ver, nebulosamente, uma sala branca com uma cadeira e apaguei.

Abri meus olhos de uma vez, inspirando profundamente o ar e o soltando. Um arrepio percorreu toda minha espinha quando uma pedra úmida encostou nas minhas costas. Olhei em volta, estranhando aquele lugar e percebi que tinham outros homens ali, porém eles eram brutamontes maiores que os guardas da prisão. Suas expressões não eram nada amigáveis, olhavam fixamente para um ponto ou pra outro cara ou para todos de uma vez. Suas vestes eram de como a de gladiadores do império romano e me espantei ao me dar conta de que vestia a mesma roupa. Eu me sentia uma lombriga no meio daqueles caras. Eu tenho 1,97 de altura, não me lembro meu peso, mas era o bastante para não parecer uma tripa escorrida no dia a dia e ter um corpo no qual me orgulhe, mas aqueles caras... Cara, o menor deveria ter 2,5 de altura e uns... 120 kilos? Chutando por baixo, claro. Que merda eu tava fazendo ali?

Poucos segundos depois, alguns guardas romanos abriram os portões e instintivamente apertei os olhos, colocando a mão na frente do rosto, em uma tentativa de amenizar o incomodo com a luz. Os guardas gritavam e os homens marchavam para fora do grande portão de madeira de acordo com os comandos e, é claro, eu fiz o mesmo. Assim que meus pés tocaram a claridade, pude me enxergar em uma espécie de arena, onde tinha uma plateia de centenas de pessoas gritando na nossa direção. Automaticamente me lembrei de diversos filmes e livros no qual assisti e li sobre eventos como esse na roma antiga. Era um banho de sangue e havia somente um vencedor. No centro da arena tinham quatro armas; uma lança, um tridente, e dois gládios. Se tudo ali fosse como eu li, eu teria que correr o mais rápido possível e pegar uma daquelas armas ou minhas chances seriam quase mínimas.

Quando ouvi o sinal do Imperador, corri em direção ao centro da arena, mas logo fui empurrado para o lado, caindo no chão e sentindo meu ombro latejar. Me levantei o mais rápido possível, mas quando olhei, os brutamontes já estavam em uma batalha fervorosa por sangue. Mexi meu ombro, checando se estava tudo certo com ele e agradeci por não ter osteoporose. Passei meus olhos por toda arena, até que vi algumas cordas saindo de um lado da plateia. Talvez servisse para algum espectador descer, mas aquilo não me importava no momento, eu precisava de alguma coisa. Corri até lá e puxei a corda, enrolando a mesma na minha cintura e prendendo-a de um modo que ficasse fácil puxar. Quando me virei, tive que rolar no chão para desviar de um dos gládios que fora arremessado na minha direção. Puxei o ar, enchendo meus pulmões e soltei. Eu estava fodido.

Por um momento fiquei sem reação, mas quando vi que que ninguém fora atrás da glade, corri em direção a espada, escondendo-a atrás do meu corpo. Muitos ali tinham um escudo, porém não faziam questão de usar. Eles se socava, se mordiam e tentavam quebrar os ossos uns dos outros. Aproveitei que ninguém estava me observando e segui até um escudo jogado no chão, largado por algum brutamontes que provavelmente tinha um corpo tão duro quanto aquele ferro. Peguei o objeto, empunhando-o na frente do meu corpo.

Os homens se digladiavam no centro da arena, o cheiro de areia e sangue se misturava e aos poucos tomava conta do ar. Eu tinhas nas mãos apenas uma espada simples e um escudo e de longe era um gladiador como aqueles homens. Precisa ser inteligente ou logo seria o meu sangue derramado no centro da arena. Pensei no que poderia fazer e isso fez com que eu me afastasse muito mais do centro da luta, tendo breves segundos para raciocinar; lutar contra todos era suicídio, uma vez que nem se quer possuía físico para isso. Antes que minha estratégia fosse concluída notei quando alguém se aproximou e assim que levantei os olhos, vi a ponta brilhante vindo na minha direção. Levantei o braço que segurava o pequeno broquel por instinto que refletiu o ataque erguendo a lança. O atacante recuou dois passos para trás me encarando com fúria e em seguida desferindo uma série de estocadas. Esquivar-se de todas não foi fácil, meu corpo foi de um lado para outro, dando passos para trás até que sai da linha de alcance. Mas aqueles ataques haviam sido suficientes para acostumar meus olhos com o ritmo de luta do adversário. Quando o próximo ataque veio na direção do meu tórax, a espada bateu de encontro com a lança, usei toda a minha força pois precisava abrir a guarda dele o máximo possível. Em um movimento rápido, dei um passo para frente entrando no campo do inimigo e precisamente bati o broquel no queixo dele o desequilibrando. A lança não estava mais firme nas mãos dele e naquele momento foi fácil desferir um golpe na diagonal rasgando o peito do infeliz homem na minha frente.

Se antes eu estava tranquilo até demais, agora eu estava puto. Meu peito subia e descia enquanto eu proferia palavrões na minha cabeça. Não demorou nada até um segundo homem vir em minha direção empunhando um tridente, ele esticou o objeto com força na direção da minha cabeça e eu não tive tempo de reagir, apenas inclinei todo meu corpo para trás, desviando do objeto pontiagudo. Com um pensamento rápido, deferi um golpe certeiro em uma de suas pernas com a glade, fazendo o mesmo se desequilibrar por conta do corte, mas o filho da mãe era bom e não me deu tempo de pensar em nada, soltou o tridente e veio correndo na minha direção com o punho cerrado. Desviei novamente e ali, percebi que eu tinha muito mais vantagem lutando do que usando aquelas armas que eu nunca tinha pego antes. Exceto para matar aqueles caras na aldeia, mas não precisei lutar tanto.

Larguei tanto o escuto quanto a espada, me fodendo para os cumprimentos da luta e deferindo um Mawashi Gueri, que basicamente é um movimento de karate onde a gente da um chute na barriga do cara, só que de um jeito muito mais doloroso. Não dei tempo para ele pensar, assim que meu pé base encontrou o chão, ataquei com um Ushiro Gueri, é um chute, mas seu corpo esta de costas. Junto com o Mawashi Gueri, é certo desequilibrar o oponente, não importa o tamanho que ele for. Como meus instintos estavam mais que alertas, senti alguém vindo por trás de mim e só me abaixei, rodando minha perna no chão, dando um rasteira no maior. O que estava antes caído, voltou a levantar, deferindo golpes na minha direção onde eu defendia, com certa dificuldade pela força dele, com Ague-Uke, aquele movimento que vocês veem o Jack Chan fazendo ao se defender com o braço. Eu vi que estava num fogo cruzado quando percebi o cara de trás levantar. Meu cacete, eu estava muito fodido. Com um pensamento rápido, virei meu corpo para o outro lado, deixando que os dois ficassem lado a lado.

Passei meus olhos ao redor da arena e vi que só tinha nós três lutando, a plateia gritava coisas como "Matem ele!" "Matem esse magricela" e eu realmente vi que não era bem vindo ali. Eu poderia morrer sim, mas morreria tentando. Os dois vieram para cima de mim segundos depois, me obrigando a usar diversos golpes de karate, tawekondo, kung fu em ordens diferentes e totalmente desconexas. A unica coisa que eu queria era acertar eles e tentar sair vivo. Eu estava me saindo bem, até que em um chute, senti minha perna ser agarrada e meu corpo ser arremessado como uma pluma para o outro campo da arena. Por sorte, meu corpo estava tão aquecido que machuquei somente o ombro e tinha alguns arranhões na pele. Pensei em levantar e me posicionar em defesa, mas uma ideia me pareceu muito melhor. Me mantive de olhos fechados, me fingindo de morto, derrotado ou o que quer seja. Fiquei ali alguns bons minutos, ouvindo a plateia incentivar os gladiadores e gritos de dor e raiva vindo dos maiores. De repente, tudo ficou em silencio até explodirem em vibrações, gritando um nome que eu não consegui distinguir. Abri um pouco os olhos e lá estava ele, o homem do tridente, com as mãos pra cima agradecendo a vitória.

Meu pensamento foi rápido, em um momento eu estava no chão e em outro momento eu estava correndo na direção do brutamontes com a corda que antes estava na minha cintura, em mãos. Tomei impulso e pulei nas costas dele, abraçando o tronco do homem com minhas pernas e o seu pescoço com a corda, puxando para lados contrários suas extremidades, desejando a morte daquele desgraçado. Ele se debatia e tentava pegar minha cabeça com as mãos, mas seu desespero por tirar a corda do pescoço se tornava maior, incapacitando-o de sequer tocar em mim. - MORRE! - Berrei, repleto de ódio, colocando toda força que eu tinha no aperto daquela corda. De repente, o homem parou de se debater e pude ver seu rosto ficando meio roxo. Senti seu corpo bambear e sai das costas dele em um pulo, vendo o mesmo cai no chão, fazendo um barulho. Sorri, satisfeito comigo mesmo, mas logo ouvi a plateia me vaiando. Não tive tempo nem de ver o que aconteceu, senti um golpe forte na cabeça e desmaiei.

Informações:
Atributos:
Destreza 04
Força 05
Inteligência 13
Carisma 04
Vigor 05
Perícia:
Resistência a tortura – Amador

● ● ●

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Re: {M} Zachary P. Tucker

Mensagem por Delirium em Sab Jan 16, 2016 12:33 am



avaliação
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Esses foram os critérios utilizados para a correção de sua missão:

Coerência Missão: 28/30
Gramática/Estrutura: 20/20
Enredo/Criatividade: 28/30
Objetivo: 20/20
Total: 96 XP

Eu só tenho mesmo uma ou outra crítica: Em momento algum você utilizou o seu poder. Poderia ter explorado isso em seu post. Ter usado ele para tentar ler os pensamentos dos outros gladiadores e a partir disso traçar seu plano de ataque, lembrando que os testes que os cientistas fazem com os prisioneiros são justamente para conhecer e explorar essas habilidades dos prisioneiros . Outra coisa que achei um pouco forçada foi essa corda que arrumou para conseguir matar o último gladiado já que não citei isso na arena e nem nas roupas.

A parte da luta ficou muito boa e se fingir de morto enquanto os outros se matavam, foi bastante inteligente! Tirando esses detalhes foi um excelente post! Meus parabéns!

Com essa missão você foi para o nível 2 e conquistou:

+1 atributo (qualquer um deles)
+1 perícia (Acrobacia, Resistência a tortura ou algo que envolva lutas corpo a corpo)
Uma gaita um pouco enferrujada, mas que ainda sai algum som.

Solicite as atualizações de seu personagem nesse tópico.

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Re: {M} Zachary P. Tucker

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