[FP] - LÖWKECZYK, Andy S.

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[FP] - LÖWKECZYK, Andy S.

Mensagem por Aiden Baümler D'Fiore em Sex Jan 08, 2016 11:03 am




23ANDYS. LÖWKECZYK

Nome completo /////////////Andy Szěr Löwkeczyk

Nascimento /////////////15/01/1992

Nacionalidade /////////////Áustria

Sexualidade /////////////Heterossexual

Super-Poder /////////////Manipulação de Energia

Medo /////////////
Lugares altos

Faceclaim /////////////
Sean O'pry


"O egoísmo não é amor por nós próprios, mas uma desvairada paixão por nós próprios" – Aristóteles.

PERSONALIDADE



Descrever as características psicológicas dele pode ser resumido em imaginar alguém que vive no próprio mundo e que só há nela, ou seja, não liga para os outros, seja o que eles pensam, seja o que fazem, seja quem sejam, são somente marionetes preparadas para o ventríloquo as controlem. Sua vida baseia-se em si mesmo, megalomaníaco e egocêntrico. Tem desejo incontrolável por cumprir suas metas a qualquer custo, e ênfase em “qualquer custo”, porque pode fazer alguém impiedosamente conquistar o que quer, além de não contentar-se com o segundo lugar no pódio, há de ser o melhor. Algo a destacar é a sua frieza, usualmente não tem afeto ou simpatia por algo ou por alguém, já que ama somente a si mesmo.
Suas palavras são contornadas por ironia e sarcasmo, isso pode ser percebido por aqueles que são sagazes. Fora a frieza, o mesmo é arrogante. Os passos tomados, os pensamentos vindos à mente são friamente calculados. Guarda rancor e remorso de quem o maltrata, e então, há de vingar-se da pessoa que fez mal a ele. É disciplinado, prático e prudente, mas é reservado, não se expõe, ou procura não se expor.  

HISTÓRIA



Noite tão bela quanta aquela não há. Nublada, céu negro, sem estrelas no céu, chuva torrencial, vento veloz. Atmosfera escura iluminada por rápidos feixes brancos quase imperceptíveis, os quais são chamados por raios, os quais são destrutivamente poderosos, não há quem resista à morte após ser atingido por um. Claro que pode perceber o meu sarcasmo. Enfim, a data não importa, entretanto, o ano era 1991. Fora quando duas almas se completaram, quando as metades de duas laranjas tornaram-se somente uma só e simétrica, a formação do yin-yang, basicamente, duas pessoas casaram, são essas: Emilly Rähls, esbelta húngara de pele claríssima, olhos claros, cabelos enloirecidos; e James Allenhart, alto homem de porte físico médio, pele pálida, também dono de olhos azulados e madeixas castanho escuro. Após a cerimônia e a festa, teve a lua de mel, não necessita comentar o que acontece nessa parte.
Tudo teve início numa madrugada de 1992, o dia era datado com 15 de janeiro. É uma tensa noite fria de inverno, não tão frias quantas as noites nos tenebrosos invernos passados naquela capital da República da Aústria, Viena. Uma mãe estava em trabalho de parto em um hospital local, o mais próximo da sua casa localizada nos ricos bairros. Um menino nasceu e recebeu Levi como nome e acompanhado com os sobrenomes da sua família (Rähls Zephelyn).
Ao decorrer do tempo, ao decorrer do seu crescimento, o garoto demonstrava ser estranho, dependendo da situação, da hora, do local, da vontade, ele passava de um garoto comum para um diabo possuindo o corpo daquela pobre e inocente criança. Ele sofria com algo parecido com dupla personalidade, no entanto, a segunda personalidade, a ruim, só vinha quando o desejo do menino de fazer algo ruim surgia. Era seu alter ego (Andy Szěr Löwkeczyk) nascendo pouco a pouco dentro de um corpo não tão desenvolvido. Era outra criatura se criando. Uma vez, sua mãe deixa-o no quarto brincando com uns bonecos, ela observou o mesmo brincar direitinho, então, foi fazer o almoço, quando ela retorna para ver seu filho, percebia os bonecos sem membros e decapitados sobre o chão.  
Enfim, o tempo passou mais uma vez, agora era no fim da adolescência, Levi não tinha amigos, vivia isolado, sentava sozinho na sala de aula, por vários motivos. Certo dia, uma garota o chama para ir a um beco da escola (?), e inocentemente, vai até lá, assim ele é encurralado no caminho por um valentão que o espancou. Estava caído sobre o chão, sangrando, ele respirou fundo, levantou-se um pouco cambaleando por causa da quantidade de líquida vermelho do seu corpo perdido, agarrou uma grande pedra que estava ao seu e ataca a cabeça do valentão, fazendo o mesmo tombar, e começa a bater novamente sobre a cabeça, destruindo a caixa craniana.
Os outros descobriram o feito, mandaram o mesmo para um reformatório juvenil. Lá também ainda permanecia isolado. Participou de algumas brigas, ele saiu ferido, e os outros, mortos ou com diversos ossos fraturados. Um confronto em especial que deve ser citado aconteceu numa gélida madrugada do inverno com um cara, que possuía o dobro do tamanho e peso que o rapaz. A briga deu-se devido que a suposta “namorada” (na realidade, o homem armário era apaixonado pela a menina, mas ela tocava o foda-se para) do meliante resolveu ter certas saliências com o austro-húngaro. Talvez tenha sido a disputa mais árdua de ambos, tanto um quanto os dois estavam cansados e repletos de hematomas, no entanto, Levi quebrou o vidro duma janela com o punho direito, esse que ensanguentou-se, e em seguida, pegou um caco de vidro comprido de forma pontiaguda e perfurou a artéria.
Saiu dessa prisão depois do evento, o qual matou o homem brutamente, além de que tinha completado 18 anos. A pessoa antes como Levi Rähls Zephelyn não existia mais, o rapaz resolveu tomar novos rumos, e para isso necessitava de uma nova vida, ou seja, novo nome, nova identidade, nova cara se pudesse trocá-la.
Resolveu entrar em alguma universidade por algum motivo que não sabe ou não se lembra, mas provavelmente era para canalizar sua energia em algo que pudesse ajudar o país. Começa o curso de engenheiro nuclear, onde foi o primeiro, ou melhor, melhor aluno por assim dizer; sempre tivera gosto por química, física, matemática. Devido ao seu intelecto, finalizou a faculdade antes dos demais e foi logo empregado em uma usina nuclear, a usina Zaporozhe na Ucrânia, essa que possui seis reatores, gera aproximadamente de 31,061.104 gigawatt-hora. Certo dia, o qual não recorda a data, um reator explodiu, no entanto, fora aquele que Andy estava trabalhando. Mesmo com certa distância, fora atingido, e diferente dos outros, o mesmo saiu ileso, sua fisionomia havia absorvido a energia (nuclear) que fora disperso, e a liberada, em seguida, como um feixe energético descontrolado.
Sentiu uma brisa balancear suavemente suas castanhas madeixas não compridas, nem curtas. Passos livres de alguém que aproveitada a liberdade, mal sabia que essa vida “libertina” é momentânea. Andava como alguém que não tem rumo, apesar de não haver mesmo, somente caminhava lentamente preguiçoso, nem aproveitava a bela vista da poluição daquela metrópole. A noite, a lua e as estrelas elevaram-se ao céu daquela atmosfera antes azul, não... Eram 3h da tarde e tinha um sol forte acima, porém, tudo o que enxergava era escuro. Estava acordado? Não, foi colocado para dormir involuntariamente.

A ENTREVISTA



Sono tão forte, sono que não pode ser saciado pelo os sonhos. Queria dormir. Dormir como um preguiçoso sedentário. Já tinha sido desacordado anteriormente, o que veria acontecer agora então. Sua visão via ainda somente a escuridão, devido às pálpebras cerradas. Elas ergueram-se, pesadas e lentamente. Viu o clarão das luzes logo acima de si, fez seus olhos arderem fortemente. Tentou mover seu corpo de alguma forma, não conseguia, movimentou o crânio e notou estar preso.  - .... – queria dizer algo, no entanto, não achava as palavras ou xingamentos corretos. Cogitara a fisionomia com a tentativa de soltar, pena ter sido falha. Reparou em sua vestimenta, a qual assemelha-se a de um paciente de hospital. O peito estufa e esvazia rapidamente, ofegava ao ver, sentir, provar uma agulha com um desconhecido líquido adentrando na veia na região entre o antebraço e o braço destro.  
A solidão tomou conta do local, que não reconhece, estava somente ele e ele mesmo, e talvez a sua sombra. Seus olhos percorrem o perímetro rapidamente, engoliu um seco, nervoso e assustado. Estar sozinho e ainda preso o incomoda de maneira descomunal, queria libertar-se e fugir, e não conseguiu, uma aflição o atingiu, aflição seguida por desespero. Debateu-se, porém, nada de fuga. Sua mente começava a formar hipóteses de experimentos. Enlouquecia e enlouqueceria pouco a pouco ali.
Minutos passaram, minutos que pareciam uma eternidade e uma figura mostrou-se vindo das sombras. Um médico, supostamente. Traja branco por completo, além de um capuz tampando sua face.  – Que merda é essa aqui? – disse, ainda tentando se soltar. – Me solta, porra. – o rapaz não se conformava, porque queria socar a cara do tal médico até que ficasse irreconhecível até para família e, logo em seguida, cortar a jugular com um bisturi enferrujado, enferrujado só para ser mais doloroso o rasco. – Cale a boca, experimento. – soltou o doutor com uma voz distorcida por algo sentando-se numa cadeira logo a frente duma mesa, a qual depositou os pés cruzados sobre a mesma, pegou uma caderneta com uma caneta. Andy franziu o cenho, sua fúria aumentou assim como o seu remorso.

O que você tem de único? Qual sua melhor qualidade e seu pior defeito?
- Meu pau é único. – respondeu sarcasticamente, mas falando sério. – Minha maior qualidade sou eu mesmo, além de isso ser o meu pior defeito. – revirou os olhos. – Entenda, se possível.

Por quais motivos acha que veio para cá? O que vai fazer se eu te contar que nunca mais vai poder voltar para casa?
- Vou saber, querem testar uma nova droga em mim, talvez uma pílula mais forte e que tenha os mesmos efeitos que a Viagra. – arqueou a sobrancelha. – Escolheram a pessoa errada se for para isso, quem sabe tenha que ser você a provar esse comprimido, porque me parece velho. – o doutor lançou outra pergunta, Andy deu de ombros. – Estou pouco me fodendo para minha casa.

Qual era a coisa mais importante na sua antiga vida e por que era isso?
- Eu, minha vida somente dependia de mim mesmo, nunca precisei dos outros. – mordeu o lábio inferior.

Se defina em três palavras.
Com essa pergunta, ele ficou momentaneamente pensativo. – Frio, sarcástico e egocêntrico.

Qual seu maior medo e o que você faz para combate-lo?
Medo de lugares altos. Nada, eu os evito.

Depois que a entrevista for concluída, ele largará a ficha em cima de uma mesa próxima e vai chegar perto de você ajeitando uma luva plástica e pegando uma seringa com um líquido cinza. Descreva o que achou ao perceber o que estava acontecendo e qual foi sua reação ao perceber a agulha te furando. Alguns segundos depois você vai desmaiar e o homem sairá da porta e entrará dois outros de terno preto, também encapuzados. Você não saberá de mais nada, apenas vai acordar novamente numa cela de prisão, com a porta aberta. Suas roupas são listradas nos tons preto e branco.

Após o término do interrogatório, a ficha foi colocada sobre a mesa. Ele vestiu uma luva plástica, pegou uma seringa com um outro estranho líquido de cor cinzenta. Aproximou do paciente forçado a ser um paciente. O austro-húngaro franziu o cenho, não tinha calma, soltava injúrias para o homem a cada passo, que o mesmo dava vindo a direção do rapaz. Tomou ar com frieza e nem ligou para a entrada da agulha na veia, e depositando o tal líquido dentro do local. Sono começou a ter, as pálpebras pesaram e muito como se fossem toneladas de pesos, não resistiu a fechá-las. Desmaiou. Não sabe o que aconteceu após isso, entretanto, o doutor saiu, dois homens com terno preto apareceram. Após certo tempo, acordou em outro local. Sentia dor de cabeça. Levantou-se, fitou arredor, trajava uma vestimenta listrada preta e branca. Estava em uma cela de prisão com a porta aberta.

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