{FP} Maxine Kahale Oliver

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{FP} Maxine Kahale Oliver

Mensagem por Maxine K. Oliver em Sab Jan 09, 2016 9:27 pm




19MaxineOliver

Nome completo /////////////Maxine Kahale Oliver

Nascimento /////////////29/09/1996

Nacionalidade /////////////Nativo Americano e Francês

Sexualidade /////////////Bissexual

Super-Poder /////////////Néoncinese

Medo /////////////
Medo de falhar.

Faceclaim /////////////
Sergei Polunin


"A morte é a única coisa que nos salva."

PERSONALIDADE



Max é conturbado, o medo de falhas e de demonstrar emoções fortes de mais o faz trancar-se em uma prisão. Consegue ser calmo ao extremo, porém com uma faísca sua ira ascende. O garoto foi criado em um orfanato francês, no qual nenhuma criança era adotada e sim treinada de forma dura e impiedosa. Sua mãe era uma educadora do orfanato e a dona do mesmo. Max era forçado pela mãe a desempenhar papéis que criança nenhuma deveria passar, o que fez do garoto alguém com ferimentos profundos na alma. Maxine é tão forte e inteligente como qualquer jovem do orfanato, pois assim como todos era obrigado a ler livros de maneira compulsiva, acabou achando neles um refugio para as torturas diárias que lhes eram aplicadas. Maxine sempre fora altruísta ao ponto de sempre ajudar os mais fracos, ou aqueles que tinham um forte afeto. Ele era bom com os inferiores e cruel com aqueles que o subjulgavam.

HISTÓRIA



Maxine Kahale Oliver, nasceu na frança, seu pai era nativo americano e sua mãe uma renomada espiã francesa que ficou presa por assassinatos em série, acabou escapando da prisão e vivendo com identidade falsa; acabou que fundou o orfanato Jules Oliver, em homenagem ao pai fictício. Adalind era uma mulher com incríveis talentos, era uma eximia lutadora e também a melhor bailarina que país já teve. Aplicava treinamento rigoroso nos órfãos, não poupando nem o filho. Maxine morou com o pai até os dois anos de idade, uma fase que ele se lembra pouco, mas sente falta, pois foi a fase em que pode ser feliz, onde a dor não era um estilo de vida. Foi raptado pela mãe no aniversário de três anos, desde então o garoto sofre juntamente com os órfãos. Forçado inconsientemente pela mãe a ser o melhor do orfanato, Maxine não esconde os talentos que herdou na dança, e faz dela seu estilo de luta, derrotando qualquer um que se colocasse no seu caminho, mas a verdade é que ele não passa de um grande mentiroso, que é capaz finge ser alguém duro e sem emoção, mas são mentiras que são facilmente destruídas quando alguém que ama esta em perigo. Maxine sofre a cada oponente derrotado e mesma que seja de forma secreta ajuda quem pode e como pode no orfanato. Por ser filho de Adalind consegue um quarto melhor e comidas em bom estado, mas ainda assim o quarto não passa de uma sala de pedra gélida com uma cama que range e um baú.
- Maxine! – Um dos guardas do local me chama na porta de ferro.
São três da manhã, do dia 23 de outubro e é provável que os treinos de hoje serão pesados, acordamos neste horário para treinar no pátio, não nos esperam levantar direito, nos jogam armas com balas de borracha e nos mandam para o fora do orfanato. Segundo o mestre de armas, não podemos nos dar a deleite de nos sentir cansados quando podemos estar em perigo. Aqui é o inferno.
Levanto-me rápido e não escovo os dentes, rotinas de sextas feiras nunca mudam. Assim que saio pelo corredor, ainda estou descalço, percebo que o guarda já trancou meu quarto não tem como voltar lá, não sem receber uma punição. Sigo o caminho junto aos órfãos. Todos estão alertas, devidos ao treinamento apenas uma meia dúzia sem calçados de 100 internos apenas isso, um despreparo total, até para um veterano. Seguimos para o pátio de pedra no fim das escadas. O lugar é cercado por um muro alto, no centro foi colocadas barricadas e tambores, um lugar para treinamento bélico. Assim que entramos no local, mochilas com objetos pesados são colocadas nas nossas costas, o peso faz os mais novos desabem no chão. Recebendo o olhar de reprovação dos tutores, quatro deles vão acompanhar nosso treinamento. Minha mãe estava observando da janela da coordenação logo atrás de nós. Os que já estão acostumados conseguem carregar as mochilas sem muitas dificuldades, mas ainda assim o peso nos desequilibra com facilidade.
- Fila. – Mikal grita, ele é o nosso tutor de tiro.
A fila se forma como de costume. Os maiores tem prioridade por ser mais alto e estão na frente. Os menores ainda tenta se manter em pé com a mochila nas costas. Todos são magros, porém tem músculos fortes e definidos devidos aos treinamentos, o governo não interfere no que o orfanato faz, nem mesmo tenta descobrir a verdade sobre minha mãe ser uma condenada, talvez já saibam e apenas a encobertam; pois de longe os melhores soldados franceses saem daqui, além de espiões, claro. Somos classificados com pulseiras, as mais claras são dos mais novos e menos promissores, os mais velhos possuem pulseiras mais escuras, todas são de metal, o que impede de ser arrancada. Minha pulseira é negra, sou um dos cinco mais promissores.
- Postura ereta. – Mikal grita novamente. – Hoje quero leveza nos passos e velocidade, não quero ninguém sendo fraco, caso contrario todos vão irão pagar pela fraqueza alheia. – Mikal tem voz firme e ameaçadora. Ele é um ex-fuzileiro Frances, e foi convocado pela minha mãe a nos treinar.
- Senhor... – Um garoto de pele negra no fundo da fila diz. Ele provavelmente esta louco, ou é novato.
Todos nos viramos para olhar, ele abaixa os olhos com vergonha. Sinto uma vontade enorme de mandar-lhe calar a boca, mas ele não o faz.
- Como iremos correr com essas mochilas nas costas? não da pra fazer isso... – Ele fala sem encarar ninguém, mas tem certa coragem.
Um suspiro coletivo começa, mas termina assim que Mikal caminha até ele.
- Você é novato certo? – Mikal se coloca na frente do garoto, todos estão olhando curiosos.
Eu levanto os olhos até a janela onde minha mãe esta. Ela encara a cena assim como nós, mas desvia o olhar para mim e acena levemente com a cabeça, não sei dizer o que significa, mas talvez seja ela tentando ser um pouco mais humana, eu sorrio com escárnio e a xingo mentalmente.
- Si... Sim senhor. – O garoto diz com a coragem cedendo lugar ao medo.
- Talvez devesse aprender a não questionar ordens, da próxima vez é melhor ficar de boca fechada. – Mikal diz se virando para todos. – Amarre todos em duplas, e depois molhem todos com água.
Todos murmuram ao mesmo tempo em protesto, mas é silenciado quando Mikal levanta o punho esquerdo e levanta um dedo para o alto, depois o segundo e no terceiro todos estão calados e olhando para frente. Dez cordas são jogadas para o líder de cada fila. Eu sou o segundo de uma das filas, em minha frente esta Adamus, um garoto de pele negra, alto e forte, talvez deva considera-lo um amigo. Ele é um dos mais fortes dos órfãos, ele tem os músculos definidos e as roupas que possui ficam justas no corpo. Ele passa as cordas para o terceiro da fila ficando com somente uma, o movimento é feito em sincronia nas outras filas e logo as duplas estão formadas. Eu e Adamus amarramos a corda em nossa cintura sem trocar palavras, somos uma equipe e nós temos que vencer. O jato de água vem assim que estamos amarrados, as roupas são encharcadas e dificulta ainda mais de nos movermos.
Assim que somos soltos corremos para o pátio e pegamos as armas de borracha, e tudo começou, Adamus era excelente com a arma, era bom o suficiente para derrubar vários. Assim que começaram os exercícios o garoto já tinha levado uma centena de tiros. As balas de borracha causavam machucados doloridos. No fim de tudo fui acertado por apenas quinze tiros, Adamus conseguiu se proteger melhor, foram dez em partes do corpo onde não o mataria. E como consequência vencemos dos outros. as mochilas quando foram arrancadas e nos permitiu respirar de verdade, mas o objetivo não foi cumprido; Mikal tinha informado que da cozinha era possível ouvir nossos passos, e nossa velocidade era a mesma de uma tartaruga. o café da manhã que era pão semifresco foi substituído por pão da semana anterior, e o leite era frio, nem eu pude escapar da punição. Eram seis da manhã quando saímos do pátio e fomos para o refeitório, a lei do silencio era quebrada muitas vezes, mas ainda era um lugar silencioso. Comi o café sem pressa, às sete horas poderíamos ir tomar banho, a água gelada acalmaria as dores nos músculos e os hematomas na pele. Adamus estava ao meu lado, como sempre, não se gabava por ter sido melhor, era algo admiravem do jovem; no rosto mantinha um olhar sério, mastigava o Maximo que podia do pão antes de engolir. O rosto era forte, mas com uma beleza rústica que eu admirava secretamente. Ele me ajudava nas aulas de campo e eu o ajudava no ballet e nas aulas de linguagens. Não conversamos muito, mas as palavras nem sempre era necessárias para nos entendermos.
O sinal tocou no orfanato, era hora do banho, desta vez os jovens eram primeiros, cinco minutos para todos. Porém os veteranos que ficavam para o fim, poderiam ficar mais tempo e a água não era tão gelada. Ficamos no refeitório quando ele se esvaziava, hora ou outra um guarda aparecia na porta para anunciar que tinha chuveiro disponível, mas no fim, dez veteranos ficaram. Eram 07:40 quando entramos no chuveiro, estávamos completamente nus, éramos cinco no primeiro banheiro e mais cinco no banheiro ao lado, não tínhamos distinção entre mulheres e homens. Amelie estava no banheiro junto conosco, ela na maioria das vezes era minha parceira no Ballet, formávamos a dupla imbatível, mas também era a mais cruel de todas as meninas, capaz de drogar qualquer uma que a ameaçasse. O que deu a ela a pulseira negra e a liderança dos veteranos. Quando os guardas apareceram na porta do banheiro logo saímos. Adamus seguiu para os dormitórios junto com os outros, eu fui para o meu quarto.
Assim que entrei no local, encontrei com Adalind minha mãe. Ela era magra, seios fartos e pernas torneadas, usava um vestido social cinza os cabelos negros caiam em cachos pelos ombros. Ela era bonita, tinha o rosto sereno e simpático, me dava medo, sabia que ela era tão cruel e má ao ponto de nos transformar em assassinos só por dinheiro.
- Senhora. – Acenei com a cabeça quando a vi, era o que nos era instruído.
Ela se sentou na minha cama, que rangeu sobre o peso dela.
- Não é necessário isso. – Ela disse com a voz melódica. – Você é meu filho e não um órfão.
Suspirei.
- Me sinto como um deles. – Disse mantendo a voz calma. Eu não a encarava, odiava olhar para aquele rosto, era doce e bonito de mais, não podia ser daquela mulher, fria e sem coração.
- Maxine, olhe para mim. – Ela disse com firmeza. O medo me fez olhar. – Feche a porta.
Tremi.
- Qual o motivo, mãe. ¬– A palavra saiu como um engasgo.
- Você sabe o motivo...
Tranquei a porta e me sentei ao lado dela na cama, no fim eu sabia que ela odiava aquele trabalho tanto quando eu, mesmo que ela fosse cruel comigo ainda era minha mãe e eu a amava mesmo que inconscientemente.
- Nunca mais aconteceu desde aquele dia, eu juro. – Disse antes que ela pudesse me falar algo.
Ela puxou a minha mão e olhou para meu pulso, o corte ainda era visível, mas já estava cicatrizando.
- Nunca mais te deram aquelas drogas? Não minta para mim.
Engoli a seco.
- Eu nunca mais aceitei, eu juro.
- Maxine... – Ela se levantou e andou pelo quarto de braços cruzados. – Por que não me diz quem foi? Quem foi que te deu aquelas drogas? Conte-me, filho.
Um nó se formou em minha garganta ao ouvir a palavra, ela nunca me chama de filho, não quando não é grave.
- Por que a senhora quer saber? Você não vai poder machucar ninguém, eu não vou permitir, se eles me drogaram foi para atingir você. É você quem os tortura, eles só queriam vingança. – Tremi ao dizer, mas as palavras saíram sem controle algum.
Ela me encarou, sou olhar variou do espanto a frieza.
- Desculpe. – Não consegui a encarar.
- Ballet agora! E seus amiguinhos vão com você.
Ela saiu da sala com passos pesados sem que eu pudesse impedir. Foram cinco minutos, talvez menos até um guarda aparecer na minha porta. Algumas lagrimas queriam sair pelos meus olhos meu eu as engoli e transformei em ódio, mesmo que esse sentimento fosse destrutivo eu iria precisar dele no ballet. Talvez o exercício matinal fosse pesado, mas o ballet era cruel e desgastante e recebê-lo como punição era o pior castigo.
A sala de ballet era a mais bela de todo orfanato, as paredes era em tom azul-pastel, diferente de todo o cinza que o orfanato era. Na parede espelhos grandes e limpos, junto com barras de ferro para apoio. Quando entrei no local e encontrei Adamus e Amelie, eles estavam colocando faixas para protegerem algumas partes do corpo. O collant dos dois eram semelhantes, porém Adamus usava um shorte curto para não mostrar o volume, pelo menos foi isso que ele me disse. Eu não me importava com isso, os shorts me limitavam.
- Vocês três... – Adalind disse entrando na sala. – Farão ballet por toda a semana, o dia inteiro, não quero ouvir reclamações e qualquer objeção vai ser tratado como rebeldia.
Ela nos olhou nos olhos, o azul dos olhos dela eram frios, não mostrava nenhuma emoção.
- Alonguem-se! – Ela esbravejou e saiu da sala a passos largos e silenciosos.
- O que você fez garoto?! – Amelie disse se aproximando, ela tinha olhos cinzentos e tempestuosos.
Olhei para ela e sorri.
- Protegi você! Acha mesmo que não sei que foi você que colocou aquela pílula de êxtase no meu copo de leite? – Disse baixo o suficiente para nenhum dos guardas ouvirem, mas o bastante para intimida-la.
Ela me encarou e serrou os punhos. Abri um sorriso frio e a encarei sem medo.
- Verme! – Antes de dizer algo ela se afastou de mim e foi para uma parede oposta.
No alongamos como sempre fazíamos, Adamus não pareceu ligar em fazer ballet, mas a forma bruta que ele se alongava demonstrava tensão, era sempre assim nas aulas de ballet, nunca entendi como ele não teve uma lesão nos músculos até hoje.
- Maxine... Por que não falou que foi ela? – Adamus pergunta casualmente.
Olho para Amelie, que me encara ainda irada.
- Mesmo que ela seja uma víbora não merece isso... nenhum de nós escolhemos estar aqui. – Suspiro.
- Comecem! – Um instrutor entra na sala, ele tem uma prancheta na mão. – quero uma Série de giros e saltos.
Adamus suspira. Amelie sorri, ela é a melhor nos dois, Adamus é bom em saltos, porém mal consegue completar dez giros sem desequilibrar.
- Merda. – Ele diz baixo.
- Relaxa você consegue. - Encorajo
Amelie se coloca no meio da sala, ela olha para o instrutor e cordialmente o cumprimenta, com um sorriso largo e feliz, mas ainda assim falso. Ela caminha na ponta dos pés, começa com um allegro dando ênfase nos giros de lápis, e logo se lança no alto com as pernas retas e firmes. Ela cai com suavidade e destreza, e logo inicia uma quantidade de giros com a perna direita ereta no ar, ela usa os braços para dar impulso. Ela é bela, graciosa e firme, como uma serpente, mas acaba se desequilibrando e com um passo, ainda girando se afasta para trás. O instrutor anota algo na prancheta e acena com a mão para ela sair. O sorriso dela se desfaz mais rápido do que quando se formou. Caminho para centro, deixando Adamus por ultimo, assim ele conseguira mais tempo para se acalmar.
- Pode deixar, eu vou conseguir. – Ele diz passando na minha frente e se colocando cordialmente de frente ao instrutor, o rosto dele é sério, e a postura é firme e forte. A série que ele faz é algo mediano, com giros militar que é seu forte; ele se lançando no ar em forma de tesoura e cai com força, porém consegue disfarçar com suavidade. A série continua com giros também com a perna direita ereta, a série é rápida, os giros são perfeitos, porém, antes de chegar no décimo, o pé esquerdo perde a firmeza e logo ele esta no chão. Adamus tenta levantar, mas o pé dele esta torcido em um ângulo estranho, o olhar de dor dele, mostra que ele se machucou. Sem pensar corro na direção para ajuda-lo.
- O que esta fazendo Maxine? – O instrutor pergunta se aproximando.
- Ele torceu o pé, deve estar quebrado. – Digo me ajoelhando e verificando o que consigo fazer.
- O erro foi dele e não seu, volte para seu lugar e faça sua série. – Ele diz com escárnio rotineiro na voz.
- Leve-o para enfermaria, por favor. – imploro.
O instrutor me avaliar a parece considerar a ideia.
- Adamus. – O rapaz o olha para o instrutor com o olho vermelho. – Levante-se.
O instrutor tem um sorriso sádico no rosto.
- Ele não pode apoiar no pé, vai piorar! – Digo em desespero. Adamus diz que não com a cabeça, eu o ignoro e me levanto.
- Olha como você fala comigo moleque! – O ódio na voz dele é visível. – Adamus em pé! – Ele grita.
Meu corpo se contrai de ódio. Meu sangue ferve nas veias. Adamus levanta se apoiando no pé bom. Eu fico do lado dele, caso ele se desequilibre.
- Vá fazer sua série antes que eu relate sua insubordinação. – Ele me olhar.
- Max, vai, eu vou ficar bem. – Adamus diz com a voz mais firme que consegue.
Deixo a raiva se esvair por todo meu corpo e me afasto para fazer a minha série. Minha mente esta a mil, meu corpo todo esta em alerta, lembro uma das séries mais difíceis que já aprendi e a executo, a sala gira como um borrão durante a execussão, não consigo distinguir nenhuma figura quando os giros estão sendo dado. Faço alguns saltos espacate, caindo com leveza. As mãos sempre em posição cordial. Encerro a série de giros encaro o instrutor ele esta ao lado de Adamus, o sorriso esta sádico em seu rosto.
- Boa série, quero uma pirouette. – Ele diz.
Obediente me viro de costas para ele e faço uma, duas, três... um estalo de algo de partindo quebra a ultima pirueta. Eu caio de joelho.
- Aaaah! – Adamus grita.
Sinto meu corpo descarregar adrenalina o suficiente para meu coração bater mais rápido do que quando o êxtase estava no meu corpo. Me levanto e me viro a tempo de ver o pé do instrutor esmagar o pé ruim de Adamus.
- Você falhou... – O sorriso sádico dele faz o ódio se misturar a adrenalina.
Sem pensar avanço para cima dele. Meu corpo todo vibra, minha visão fica azulada r vibrante. Rle tenta sair do caminho e acaba empurrado Adamus para o lado, ele cai no chão. Sinto a energia querer sair do meu corpo e eu a libero. Um feixe de luz azulada atinge o instrutor, ele cai o chão. O prendo no chão e aperto o pescoço dele. Minhas mãos tem um brilho néon azulado, que parece fritar o pescoço dele. A raiva faz meu corpo produzir mais até que todo o rosto dele esteja carbonizado, não consigo distinguir quanto tempo se passa, mas foi o suficiente para os sinais vitais dele desaparecerem.
- Maxine! – A voz assustada me faz virar.
Adalind esta em pé na porta. Ela me olha assustada. Amelie esta ao seu lado, com o queixo caído, Adamus parece ter se esquecido da dor e me encara espantado. Meu corpo parece se acalmar e o cansaço me invade. Pontos pretos saltam na minha visão e logo eu apago.
No fim da tarde eles vieram me pegar, eu tentei resistir, implorei para Adalind não me deixar ir, mas ela parecia estar em uma espécie de transe.

A ENTREVISTA



Senti meu corpo pesado, minha cabeça doía, não me lembro em que momento eu apaguei, talvez quando eu saia do orfanato, ou quando Adamus levava um tiro por mim, mas eu só consigo pensar em onde estou, por que não consigo me mover. Meus olhos se abrem, uma luz branca esta direto em meus olhos. Estreito-os até se adaptarem a claridade, a sala é confusa, parece com a enfermaria, mas alguns equipamentos têm botões de mais.

- Que merda é issa?
Uma figura vestida de terno esta ao meu lado segurando uma prancheta.

O que você tem de único? Qual sua melhor qualidade e seu pior defeito?
Eu não sei. Talvez eu me adapte muito rápido. Eu sou orgulhoso.

Por quais motivos acha que veio para cá? O que vai fazer se eu te contar que nunca mais vai poder voltar para casa?
Eu vim por que eu matei aquele homem... Eu nunca tive uma casa.

Qual era a coisa mais importante na sua antiga vida e por que era isso?
Adamus ele era meu único amigo, e quem se importava comigo.

Se defina em três palavras.
Obstinado, esperto e cruel.

Qual seu maior medo e o que você faz para combate-lo?
Fracassar, eu aprendo o tudo que posso para que isso não aconteça.

Senti medo, falei sem pensar, o que eu fiz? Merda. Me debato na cama, o homem solta a prancheta em uma mesa e veste uma luva. O pânico me invade, o medo faz a adrenalina ser liberada do meu corpo. Minha visão fica azul, aquela sensação de energia presa me invade, tento libera-la, mas a agulha já esta o meu braço. O liquido cinzento entra na corrente sanguínea e logo sinto meu corpo mole. Duas figuras encapuzadas entram, mas não consigo me manter acordado para saber o propósito. Apago.

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Maxine K. Oliver
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