[FP] Davina Rose Claire

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[FP] Davina Rose Claire

Mensagem por Davina R. Claire em Qua Jan 13, 2016 3:13 am




17DavinaClaire

Nome completo /////////////Davina Rose Claire

Nascimento /////////////08 de Outubro de 1998

Nacionalidade /////////////Britânica

Sexualidade /////////////Heterossexual

Super-Poder /////////////Manipulação Sensorial

Medo /////////////
Solidão, Ser Traída, Cadáveres e Fantasmas

Faceclaim /////////////
Danielle Campbell


"Há mais coisas entre os céus e a terra do que supõe nossa vã filosofia. - Hamlet"

PERSONALIDADE



Talvez por sua criação ou pelo fato de ser filha única de uma família rica, a garota é um pouco mimada e gosta das coisas do seu jeito, por mais que acabe cedendo a vontade dos outros com alguma insistência. Não é muito fã de dividir o que é "seu" - tanto no sentido material quanto pessoas que goste - mas também não é egoísta ao ponto de negar ajudar alguém.

Alguns podem julgá-la como uma pessoa fria a primeira vista, mas não é proposital, Davina apenas tem dificuldade em confiar plenamente em qualquer um. Por outro lado, quando conquistam sua confiança demonstra seu lado doce e gentil, sendo muito carinhosa além de fazer de tudo para agradar.

Muito carente por atenção, a morena por vezes age de maneira um tanto infantil por motivos "bobos" para alguns, mas sebe manter a seriedade caso a situação exija isso. Também é bastante indecisa e curiosa, mesmo que isso possa vir a trazer-lhe problemas.

HISTÓRIA



Única herdeira de uma das mais ricas e influentes famílias da Inglaterra, Davina já nasceu em meio ao extremo luxo. Nunca lhe faltou absolutamente nada em questões materiais e financeiras, de modo que todos os seus desejos eram imediatamente atendidos, com exceção do maior deles; queria ter o carinho e atenção de seus pais, que por serem donos de uma grande empresa multinacional acabavam colocando o trabalho acima da própria família.
Quando pequena, a garota buscava meios de chamar a atenção por meio de atos rebeldes, mas só adotava tal comportamento para demonstrar e suprir a carência que sentia. Ela fazia de tudo um pouco, desde crises de histeria até quebrar coisas "acidentalmente", mas com o tempo viu que aquilo não lhe trazia bons resultados e que por conta de seus atos - no mínimo infantis - quase todo o tempo que passava junta de seus pais era brigando. Por isso passou a tentar lidar com o problema de outras formas.

Na escola Davina era claramente tratada de maneira diferenciada, o que não só a fazia se sentir solitária como também completamente alheia ao ambiente. Era como se os professores tivessem medo de chamar-lhe a atenção por qualquer motivo que fosse, provavelmente pelo status que sua família possuía. O pior de tudo era que tal distanciamento não partia apenas dos adultos; os demais alunos também tinham receio em ir até a garota para conhecê-la e consequentemente criavam a falsa imagem dela ser uma pessoa extremamente convencida, metida, egocêntrica e mimada. Mas apesar de tudo não significava que a morena não tivesse sua pequena roda de amigos - e quando digo pequena, é realmente pequena; cerca de três ou quatro pessoas sem contar consigo - na qual podia ser quem realmente era sem que fosse julgada pelos outros.

Aos dezesseis anos seus poderes começaram a se manifestar, fazendo com que Davina inconscientemente ligasse os próprios sentidos com os das pessoas ao seu redor, fazendo com que a garota experimentasse sensações que não provinham de si. Estas ligações inicialmente ocorriam com pouca frequência e não duravam mais do que alguns segundos, por isso a garota não percebeu que se tratava de algo anormal achando que só estava cansada ou estressada demais quando elas apareciam. Conforme o tempo foi passando as manifestações passaram a ocorrer de forma mais intensa, fazendo com que durassem mais tempo e a garota pudesse sentir o gosto de sabor que não estava comendo, ouvir as coisas com mais clareza, sentir com facilidade o cheiro de algo que estivesse longe de si mas perto de outra pessoa e assim por diante

Certo dia isso aconteceu entre ela e seu pai, ligando a audição de ambos enquanto o homem estava no escritório falando no telefone. No começo Davina ficou um pouco confusa e não reconheceu a voz, mas pôde ouvir claramente enquanto o homem proferia palavras sujas e pervertidas para outra mulher - que não parecia se incomodar nem um pouco com isso; muito pelo contrário, ela gostava e correspondia da mesma forma. Soube do que se tratava logo depois, indo imediatamente reportar para sua mãe da traição. A mulher não acreditou nas palavras de sua própria filha - que não sabia explicar como tinha ouvido a suposta conversa - e o pai obviamente negou tudo, se distanciando ainda mais da garota. A interação de ambos (pai e filha) passou a se resumir a meros cumprimentos desde então, dificilmente passando de um "Bom dia" por pura educação. Meses depois, Elizabeth Claire - mãe de Davina - descobriu do caso que o marido tinha com a secretária de sua empresa, e isso resultou na separação dos dois. Os bens foram divididos igualmente entre os dois, mas apenas 40% das ações da empresa foram para o homem e 70% + a casa para a mulher e filha.

A relação de Davina e Elizabeth só progrediu a partir daí, resultando em uma grande aproximação das duas - o que agradou muito a mais jovem. Em duas semanas recebeu o carinho e atenção de meses se comparado a sua "vida anterior", enfim sua tão esperada formatura do ensino médio chegou. O dia estava perfeito desde o momento em que Davina acordou, tando na escolha do vestido, no salão de beleza, na manicure... em absolutamente tudo. Quando sua mãe a viu pronta antes de irem já praticamente desabou em lágrimas, emocionada por esse dia ter chegado e por ela estar absolutamente linda. A garota nunca esteve tão feliz em sua vida, mas como coisas ruins acontece quando menos esperamos, com ela não foi diferente. Já no local onde o evento aconteceria, a morena estava no banheiro certificando-se de que tudo estava em seu devido lugar, até que viu pelo espelho dois homens de terno surgirem atrás de si e foi picada por alguma coisa que a levou a perder a consciência logo depois. Seu nome foi chamado, mas ninguém atendeu a ele pois Davina Claire estava sendo levada para muito longe de casa.

A ENTREVISTA



Confusa e com uma incômoda sensação de fraqueza no corpo, Davina aos poucos recupera a consciência, tendo os olhos violados por uma forte luz branca em sua primeira tentativa de abrir abrir os olhos. Estava deitada sobre uma maca fria e desconfortável, com as mãos e pés presos por algemas sobre a mesma. O que aquilo significava afinal? A garota não se lembrava de muitas coisas. Mais uma vez tentou abrir os olhos, e com o tempo a luz deixou de ser incômoda, permitindo que a britânica pudesse ver o ambiente ao seu redor. Estava em uma espécie de leito de hospital ou sala de cirurgia onde não havia mais nada além da maca que ocupava e uma pequena e cumprida mesa vazia. O peito da morena subia e descia com cada vez mais frequência, e o medo que a instantes atrás era suprimido pela confusão acaba se intensificando.

O som da porta de abrindo invade o local e faz com que a jovem imediatamente volte-se em sua direção, tentando inutilmente se sentar para ter uma melhor visibilidade. Uma leve tontura se faz presente e Davina desiste, apenas inclinando um pouco a cabeça ao se deparar com a figura mascarada que adentrou a sala. - O que aconteceu? Quem é você? O que você quer? - As palavras deixaram a boca da garota de maneira tão desesperada que seu medo era quase palpável. - Sabe quem eu sou? M-Minha mãe vai... te colocar atrás das grades por isso. - O homem com roupas de médico manteve-se em silêncio e logo começou a fazer algumas anotações em sua prancheta. - Você está me ouvindo? Me deixe ir pra casa logo. - E parecendo não se importar nem um pouco com o que a garota dizia, o homem começa a fazer algumas perguntas.

O que você tem de único? Qual sua melhor qualidade e seu pior defeito?
- O que?! - Davina pareceu indignada com a pergunta. Como assim ele ignorava cada uma de suas palavras e depois quer que as próprias sejam respondidas? - Que tipo de pergunta é essa? Isso é alguma brincadeira? - O homem apenas a olhava, em um silêncio que faz a garota sentir um frio na espinha. - Eu não faço ideia do que tenho de único. Minha melhor qualidade deve ser minha afetuosidade e meu pior defeito creio que a necessidade de atenção.

Por quais motivos acha que veio para cá? O que vai fazer se eu te contar que nunca mais vai poder voltar para casa?
- Olha, eu também gostaria de saber. Perdi minha formatura por causa de vocês, e aquele vestido não foi barato. - A morena então se dá conta de que estava vestida com aquela horríveis roupas de hospital. - Cadê minhas roupas?

Qual era a coisa mais importante na sua antiga vida e por que era isso?
- Antiga? Como assim? - Ok, se Davina já estava com medo agora ela estava apavorada. - Minha mãe, mesmo que só tenhamos ficado verdadeiramente próximas a pouco tempo. E é ela porque eu a amo.

Se defina em três palavras.
- Qual o motivo disso? - Aquelas perguntas não faziam o menor sentido para a jovem, que só ficava mais confusa conforme o interrogatório continuava. Ela bufou. - Curiosa, carente e... indecisa.

Qual seu maior medo e o que você faz para combate-lo?
- Acho que de fantasmas, ou cadáveres... Talvez os dois. Eu tento não pensar muito no primeiro enquanto fico bem longe do segundo.

Sem dizer mais nenhuma palavra, o homem se aproxima de Davina e aplica alguma coisa nela com uma seringa, indo até a mesa logo em seguida. Enquanto a garota começa a sentir o corpo se enfraquecer, a porta se abre novamente e por ela passam dois homens altos que soltam-na e a carregam para fora dali. Tudo o que a jovem pôde ver foram as paredes cinzentas antes de desmaiar. Quando acordou, estava com roupas listradas em uma cela fria e mal cheirosa, e de um instante para o outro toda a sua vida havia mudado. - Por que isso está acontecendo comigo? - Murmurou, se encolhendo sobre o velho e esfarrapado colchão antes de começar a chorar.


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