[Evento] Survival II - Floresta Proibida, Equipe 001

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[Evento] Survival II - Floresta Proibida, Equipe 001

Mensagem por Hunted em Sab Jan 16, 2016 12:04 pm



Survival!
H U N T E D


Survival II – Floresta Proibida

Uma única equipe em frente a um portão metálico, este que levaria para dentro de uma floresta gigantesca, escondendo mistérios e perigos a sua volta. A sorte de sobreviver naquele ambiente era mais difícil do que cada indivíduo pudesse imaginar. Em frente da entrada havia um homem escondendo a identidade, sua voz era distorcida e ele era quem passaria as informações para a próxima etapa. – Detentos, vocês precisam conseguir uma pedra vermelha e uma pedra azul e chegar ao centro da floresta, entrar na torre e subir em seu topo.  – Revelou o homem enquanto ele olhava para o relógio e mentalmente contava o tempo para abrir o portão. Em cima deste havia um cronômetro e ele descia vagarosamente, indicando que o começo do fim estava próximo. – 3... 2... 1... – Um apito ecoou e todas as entradas foram abertas, permitindo que todas as equipes pudessem iniciar sua nova jornada do evento.

Extras

A segunda etapa vai consistir em sobrevivência. É essencial que sejam criativos, pois esta fase é narrada. O primeiro post vai ser uma introdução, de vocês chegarem e então adentrarem a floresta proibida em busca de chegar ao centro do ambiente, pois nele existe uma torre alta, mas que não pode ser vista por estarem cercados de arvores gigantescas. Cada equipe estará com uma pedra, seja ela vermelha ou azul. O objetivo final é conseguir as duas, mesmo que para isso tenha que eliminar uma equipe adversária.

Vocês deverão lançar a quantidade de dados a baixo, mas todos devem ser D10.

Dado 01 – Acontecimentos com o personagem.
Dado 02 – Chance de encontrar inimigos.
Dado 03 – Combate.

Dados extras podem ser lançados em caso de buscas de alimentos, água, arma ou de ações como fazer fogueira, fazer veneno, construir armadilha, procurar abrigo. Lembre-se: deve ser lançado um dado por ação diferente.

Situações

Equipe com a pedra vermelha.

Equipe 001:
Zachary:
HP: 100/100.
Combate: 00.
Fome: 00%.
Sede: 00%.
Itens: Uma espada.
Status: Intacto.

Andrew:
HP: 100/100.
Combate: 00.
Fome: 00%.
Sede: 00%.
Itens: Nenhum.
Status: Intacto.

Zigfried:
HP: 100/100.
Combate: 00.
Fome: 00%.
Sede: 00%.
Itens: Nenhum.
Status: Intacto.

Pietro:
HP: 100/100.
Combate: 00.
Fome: 00%.
Sede: 00%.
Itens: Uma mochila com três maças.
Status: Intacto.

Informações Finais

O post pode ser editado caso seja necessário, mas a preferência é evitar.

No final de sua narração coloque observações que sejam essenciais para a avaliação. Um exemplo é citar suas ações, o que tentou fazer, como fez e etc.

Sejam criativos com o que vão fazer, isto vale bastante.

O post tem um prazo de uma semana. Podendo postar até o dia 20/01/2016 às 19:00 ou então até o narrador postar.

Qualquer dúvida poderá ser mandado MP ou então perguntar no Chatbox.
@DFRabelo

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Re: [Evento] Survival II - Floresta Proibida, Equipe 001

Mensagem por Pietro P. Beaumont em Ter Jan 19, 2016 7:48 pm



Survival
The Forbidden Forest...
 
Terminada a prova, deixei-a sobre a mesa e me debrucei sobre ela enquanto aguardava o término do período de avaliação. Ainda não podia compreender com clareza o motivo para aquilo tudo, mas esperava que ao menos o explicassem mais tarde. O tic tac do relógio se repetia de maneira constante, e como eu não tinha mais nada para fazer eram eles quem prendiam minha atenção. Tic tac... Sem nem perceber, começo a tamborilar silenciosamente os dedos sobre a mesa com a intensão de imitar a frequência dos sons emitidos pelo relógio, conseguindo me distrair um pouco com isso.

Longos minutos se passaram até que o homem mascarado se pronunciou outra vez, anunciando o fim da primeira etapa e dizendo os nomes dos eliminados. Nesse momento senti um frio na espinha e desejei profundamente não ser chamado, o que para minha sorte deu certo. Não pude deixar de ficar feliz por nenhum dos membros da minha equipe terem sido eliminados, mas ainda assim senti um pouco de pena daqueles que não puderam continuar. Sem aviso prévio, minha visão começa a ficar desfocada e as cadeiras repentinamente desaparecem antes da sala ser tomada pelo silêncio e a escuridão, e posteriormente acabo perdendo a consciência.

[...]

Uma brisa suave e levemente gélida passa pelo meu rosto e sinto-a mover meus cabelos, assim como movia algo que tocava minha bochecha e me proporcionava leves cócegas. Ainda um pouco confuso e meio zonzo, abro os olhos e aos poucos a imagem do gramado ao meu redor começa a focar, explicando de onde vinha aquela sensação. Levanto o corpo o suficiente para me sentar e uso a destra para cobrir os olhos por conta da intensa luminosidade do local, até enfim me deparar um um grande campo aberto, além de um grande muro metálico que nos separava do que parecia ser uma densa e perigosa floresta. Pisco algumas vezes, ainda sem entender muito bem como eu havia chegado até aqui, e só então percebo a pequena mochila que jazia ao meu lado. Curioso, apanho-a e quase que imediatamente começo a desbravar cada um de seus compartimentos, encontrando por fim três maçãs com uma ótima aparência. Imagino que aquilo era um bom sinal e até considero comer uma delas já que a prova havia sido bastante exaustiva, mas ao olhar melhor ao meu redor vejo que os demais rapazes da minha equipe também estavam presentes - e aparentemente na mesma situação que eu.

Zachary portava consigo uma espada, objeto que suponho que não estava com ele na sala de aula e que com certeza nos seria muito útil para sabe-se lá o que tivéssemos que fazer dessa vez. Me levanto, coloco a mochila sobre os ombros e bato minhas roupas para livrá-la da areia e terra que haviam se acumulado sobre ela, indo então na direção dos demais com um pequeno e amigável sorriso no rosto. - Olá... - Mal pude saudá-los antes do homem mascarado afrente do portão me cortar, sendo direto ao dar as instruções dessa nova etapa. Em uma de suas mãos havia uma pedra vermelha, e logo acima um cronômetro que marcava a contagem regressiva para o início do teste.

O cronômetro continuava sua contagem até marcar "0" e um apito estridente ecoar por todo o local, sendo seguido pela abertura dos portões. Vejo um dos rapazes apanhar a pedra das mãos do avaliador e nem sequer considero a ideia de ficar com ela - tinha medo de acabar fazendo alguma bobagem que poderia acabar com nossas chances de vencer aquela prova, e lidar com isso seria muito difícil. Inseguro? Só um pouco. Quando todos decidissem seguir para o interior daquela floresta potencialmente assustadora, os acompanho até que estivéssemos a uma certa distância do sinistro homem mascarado para enfim começar as apresentações.

- Ahn... Eu me chamo Pietro, entendo um pouco de biologia, tenho essa mochila com três maçãs e... posso drenar a energia vital e poderes daqueles que eu toco. - Profiro, mantendo um tom baixo e um tanto hesitante em minha voz. Não os conhecia, mas achava que o trabalho de equipe seria ainda mais importante nessa fase e esperava poder ajudá-los de alguma forma dessa vez. Não queria ser um estorvo. Aguardo até que cada um se apresentasse e dissesse seus respectivos dons, habilidades e pertences, e então começo a pensar no que poderíamos fazer. - Bem, eu não tenho um conhecimento muito bom de sobrevivência, mas acho que deveríamos encontrar água, comida e um abrigo, não é? - A voz sutilmente trêmula demonstrava minha incerteza, sendo que ficaria extremamente sem jeito caso estivesse falando bobagem. - Ah, e o que acham de procurarmos a torre ao invés de irmos procurar a outra pedra? De qualquer jeito teremos que chegar até ela, assim como os demais detentos, e de lá poderíamos tentar consegui-la. - Sugiro, novamente sem muita confiança. Era uma estratégia simples e um tanto óbvia, mas quem sabe pudesse dar certo.

Aguardo pela decisão do restante do grupo e aceito a decisão dos mesmos (desde que esta não envolvesse esconder a pedra nas minhas roupas íntimas) e sigo ao seu lado,com os sentidos sempre atentos para qualquer ruído, vislumbre ou coisa suspeita. Estava principalmente em busca de alguma pista da localização da torre, mas também mantenho-me atento para caso encontrasse alguma fonte de água potável que pudéssemos aproveitar. Estava com um pouco de medo, mas tentava não transparecer tanto para não parecer ainda mais patético do que já pareci durante a prova, esperando que tudo terminasse bem.

Ações:
Dado 1: Acontecimentos com o Personagem
Dado 2: Chance de Encontrar Inimigos
Dado 3: Combate
Dado 4: Busca por Pistas da Torre
Dado 5: Busca por Comida
Dado 6: Busca por Água

Atributos:
Destreza: 05
Força: 03
Inteligência: 10
Carisma: 10
Vigor: 03

Perícias:
Biologia - Amador
Furtividade - Amador

Informações Adicionais:
HP: 100/100.
Combate: 00.
Fome: 00%.
Sede: 00%.
Itens: Uma mochila com três maças.
Status: Intacto.

Together We Can Change This World.

@Lilah

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Re: [Evento] Survival II - Floresta Proibida, Equipe 001

Mensagem por Hunted em Ter Jan 19, 2016 7:48 pm

O membro 'Pietro P. Beaumont' realizou a seguinte ação: Lançar dados

'D10' : 6, 5, 10, 5, 10, 5

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Re: [Evento] Survival II - Floresta Proibida, Equipe 001

Mensagem por Andrew N. Cunningham em Ter Jan 19, 2016 8:30 pm

S
ad but
True
I'm your hate when you want love
Aquele exaustivo jogo persistia em continuar. Parecia não ter fim. Muitos talvez comemorassem o passe para a segunda etapa; Andrew, entretanto, achava aquilo um verdadeiro paradoxo, pois quanto mais se pegava prosseguindo, maior seria o esforço realizado ao final do ato. Era sempre assim, não? De qualquer modo, presumia ser tarde demais para simplesmente se dar ao luxo de desistir. E havia todo um grupo envolvido agora; deixá-los desguarnecidos de amparo beirava a covardia, algo do qual o rapaz se condenaria por longos dias. Justamente por isso... ele focalizou, mantendo-se firme diante do que estaria por vir.

O novo ambiente irrompeu diante dos seus olhos como um gigante fantasma. Um único portão metálico, obstruindo a passagem, pairava a poucos metros dele e dos aliados. Mais próximo ainda estava um homem curiosamente enigmático. Quando o mesmo falou em seu tom de voz rascante, suas palavras trouxeram ao conhecimento da equipe o que de fato os aguardava. Por fim, o apito ecoou ao término da contagem. Andrew lançou-se na direção da floresta, cruzando o portão antes de ser engolido pela penumbra da área relvada, dominada por árvores assombrosas de tão descomunais.

Mal posso acreditar nisso... — Os olhos semicerrados do moreno avaliavam o panorama ao redor. Sentia um misto de fascínio e aflição por estar ali. Passou uma vista rápida no grupo, a fim de saber se estavam igualmente perplexos. Seria uma longa jornada, tinha ciência disso. A floresta aparentava carregar uma extensão generosa. Precisavam de precaução; mantimentos seriam o básico para a tarefa adiante. O rapazote denominado Pietro foi o primeiro a se manifestar, apresentando-se e esmiuçando um pouco sobre si mesmo. Andrew considerou uma boa ideia, levando-se em conta as circunstâncias atuais. Os quatro precisariam agir de maneira harmônica se quisessem obter alguma forma de sucesso. — Bem, eu me chamo Andrew — começou a dizer, concentrando a atenção no grupo —, tenho a habilidade de deslocar objetos com a mente. Telecinese, compreendem? — Uma pausa para que absorvessem a informação. — Não trago absolutamente nada comigo. Confesso que fui pego desprevenido, porém não serei um fardo, isso eu garanto.

Uma rajada do vento uivante cruzou-os em disparada nesse momento, calando o escocês. Andrew esperou-o cessar para retomar o diálogo. — Eu concordo com você, Pietro. Mantimentos. Precisavam deles a todo custo. O percurso deve ser longo, e não chegaremos até o epicentro disso tudo se estivermos desprovidos de condições dignas. — A respeito da sugestão de seguirem à torre primeiro, Andrew mostrou-se meio contrariado de início, cruzando os braços à frente do peito enquanto franzia o cenho, deixando-se levar pelos pensamentos momentâneos. — Não chega a ser uma má ideia. Contudo... membros das outras equipes podem ter a mesma solução em mente... Aliás, existe a possibilidade de eles tentarem nos interceder durante o percurso. Estamos no meio do nada. Qualquer jogo sujo é válido neste lugar. — Seu olhar permanecia focado nos três sujeitos adiante. Ainda assim, seja qual fosse a decisão geral, Andrew não se importaria em acatá-la.

(...)

Minutos depois, ele seguia trilhando ao lado da equipe, todos munidos de compenetração conforme adentravam a penumbra da floresta. Andrew concentrava-se, principalmente, na busca por alimentos e água: achava-os essenciais para manter-se na corrida até a torre.

AÇÕES:

Dado 01: Acontecimentos com o personagem.
Dado 02: Chance de encontrar inimigos.
Dado 03: Combate.
Dado 04: Busca por água.
Dado 05: Busca por comida.

ATRIBUTOS E PERÍCIA:

Destreza: 06
Força: 08
Inteligência: 07
Carisma: 01
Vigor: 08

Furtividade (Amador)



I'm your dream, make you real


I'm your eyes when you must steal


I'm your pain when you can't feel


Sad but true


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Re: [Evento] Survival II - Floresta Proibida, Equipe 001

Mensagem por Hunted em Ter Jan 19, 2016 8:30 pm

O membro 'Andrew N. Cunningham' realizou a seguinte ação: Lançar dados

'D10' : 1, 10, 8, 9, 8

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Re: [Evento] Survival II - Floresta Proibida, Equipe 001

Mensagem por Zachary P. Tucker em Ter Jan 19, 2016 11:52 pm


ABOMINATION
If you are dead or still alive, I don't care

Meu corpo estava jogado preguiçosamente na cadeira, meus braços cruzados na altura do peito e um pé tamborilando no chão. O relógio estava pulsando enquanto eu estava matando o tempo entrando na cabeça de um e outro, falando algumas coisas sem sentido ou algumas respostas erradas com uma voz disfarçada. Era divertido ver o modo como as pessoas pulavam da cadeira ao ouvir uma voz na sua cabeça. Um sorriso divertido se apossou dos meus lábios, mas depois de um tempo aquilo se tornou chato. Bufei, erguendo meu corpo e abaixando os ombros. Apoiei o cotovelo na mesa e o queixo na mão, tamborilando com a mão livre na mesa. Que tédio. Kristina estava com a cabeça apoiada no ombro de Keith e eu preferia me manter no tédio a falar com a última. Uma espécie de sinal tocou, avisando que o tempo tinha terminado e Kris pulou da cadeira, o que me fez rir e negar com a cabeça.

O homem mascarado começou a chamar alguns nomes e indicando que estes não haviam passado. Bom, eu estava confiante, então não tremi na base ou coisa parecida. Eu não vi traço de dúvidas na cabeça do garoto que colei, muito pelo contrário, o que me deixou tranquilo durante os oito nomes chamados. Quero dizer, só não entendi o motivo de Rosalie ter sido desclassificada. Deixou escapar que estava colando, talvez? Bom, não sei, mas achei ela meio lerda, não esperava menos. Depois, ele se colocou mais a frente e com um tom de voz macabro e psicopata, nos deu boas vindas a segunda fase. Confesso que eu não sei distinguir se seu tom de voz era para colocar medo ou algo do tipo, mas fiquei com meu orifício anal um pouco trancado. Não teve tempo nem de falar alguma coisa com alguém, o silêncio predominou o lugar enquanto as carteiras começaram a se distorcer, como uma tv falha, e desaparecerem. Me senti um pouco zonzo e o escuro predominou na minha mente.

Senti algo gelado pesando sobre meu rosto, no nariz, precisamente. Apertei os olhos e os abri devagar, podendo ver uma lamina a centímetros deles. Arregalei-os, me levantando de imediato e vendo o objeto cair no chão. Ao reconhece-lo, não demorei para pega-lo do chão. Era uma espada. Um sorriso enorme se abriu nos meus lábios. Aquilo teria muita, muita utilidade. Agradeci mentalmente ao meu mestre, que me ensinou muito bem as artes marciais e como empunhar e manusear diversas armas brancas, incluindo as espadas, claro. Puxei um pedaço do meu cabelo para cima e encostei a lamina ali, vendo-a cortar com maestria. Se eu fosse alguém normal, provavelmente estaria fazendo alguma dança mentalmente ou fisicamente, mas como eu não era, apenas mordi o lábio em aprovação. Peguei a bainha que estava no chão e enfiei a espada lá, jogando-a sobre o ombro em seguida.

Voltei a observar o lugar e me vi em um lugar totalmente aberto. As paredes que antes nos acomodavam tinham desaparecido. Girei meu corpo em 360°, observando Pietro, Zigfried e Andrew também ali, mas parei de frente ao homem mascarado que guardava um portão grande e metálico. Era possível ver diversas árvores gigantes, o que me fez supor que entraríamos dentro de uma floresta.

“Detentos, vocês precisam conseguir uma pedra vermelha e uma pedra azul e chegar ao centro da floresta, entrar na torre e subir em seu topo.”

Olhei para cima, vendo um cronometro e quando este chegou ao fim, o grande portão foi aberto após um apito alto soar. Em uma de suas mãos estendidas tinha uma pedra vermelha, olhei para os integrantes da minha equipe e como ninguém se manifestou para pegar, fui até ele e peguei de uma vez, evitando qualquer gracinha que fosse feita pelo mascarado. Andrew seguiu para dentro da floresta e segui atrás dele.

Observei o lugar e a primeira coisa que tentei fazer foi enxergar a tal torre, mas era impossível. As árvores daquele lugar eram extremamente altas. Pude ver algumas pedras e folhas no chão, apanhei uma das pedras, já pensando em alguma estratégia para proteger a nossa pedra. Cara, vou ser sincero; eu odeio trabalhar em equipe. Odeio ter que depender de alguém pra conseguir alguma coisa. Não faz o meu estilo de vida, mas uma das coisas que eu aprendi aqui dentro foi: Quanto mais melhor. Ué, Zachary, como assim? Bom, não adianta trabalhar sozinho, ta ligado? Se eles nos colocam nisso de equipes, alguma coisa tem. Não tem motivo de ficar de mimimi, se não gostou, aguenta calado ou se mata, fim. Eu quero é ganhar e se pra isso eu tiver que trabalhar em equipe, não medirei esforços para isso.

Pietro começou a se apresentar. Arregalei os olhos quando ouvi seu poder. – Okay, temos uma arma em forma de pessoa aqui. – Disse, dando alguns tapinhas em seu ombro. Assenti com a cabeça enquanto ele falava, traçando um perfil rápido na minha mente sobre e ele e checando se ele estava sendo sincero. Pietro poderia ter cara de bonzinho, mas uma conferida nunca é demais, certo? Depois foi a vez de Andrew, um cara que eu realmente não conhecia. “Hm... Telecinese também? Ótimo.” Afirmei mentalmente, fazendo a mesma avaliação anterior, dessa vez com o snake. Minha cabeça borbulhava em pensamentos, traçando estratégias e planos de diversos tipos, mesmo eu não fazendo muito esforço pra isso. Um vento cortante passou, calando o moreno e todos do grupo. Olhei para cima, checando o tempo. Se chovesse... Nossa, não vou nem falar.

Minhas sobrancelhas se juntaram quando Andrew voltou a falar e de uma forma muito rebuscada. Epicentro... Quem diabos nesse mundo fala epicentro? Rodei a espada no ombro e abri as pernas, ficando em uma posição mais confortável enquanto analisava o garoto. Ele também parecia sincero e eu agradeci mentalmente. Não queria traíras na minha equipe. Porém, quanto a sugestão que Pietro deu sobre irmos procurar a torre primeiro, o moreno pareceu meio relutante. Apresentou os fatos, que concordei e vi que era a hora de finalmente falar.

- Bom, Andrew, concordo, mas uma vez na torre, teremos muito mais vantagem. Não precisamos nem subir, apenas ficar de tocaia ao redor, só esperando a equipe certa aparecer. E bom, se encontrarmos outra equipe, estamos preparados. Tenho total confiança de que somos uma equipe forte. – Depois de dar meu ponto de vista, percebi que não tinha me apresentado. – Alias, eu sou Zachary Tucker, sou mestre em artes marciais, tenho uma boa noção de sobrevivência, já que fui largado pela minha família na floresta quando mais novo, e tenho uma noção de armadilhas. Sou telepata e não – Me apressei em dizer, trocando o peso das pernas. – Não é aquilo em que você só ouve o pensamento de outro e blablabla. – Voltei a dizer, fazendo um gesto com a mão de tanto faz. – Na verdade, eu posso mexer com a cabeça inteira de alguém. É até bem legal. – Essa última frase falei meio pensativo, constatando comigo mesmo o quanto gostava da minha habilidade. Voltei a atenção para o grupo. – Então sugiro que pensem muito bem antes de tentar trair a equipe. – Meu tom foi um tanto divertido, um tanto desafiador e no final, tirei minha espada dos ombros, girando-a nas mãos. – Eu tenho uma espada, o que nos vai ser muito útil em combate. – Tirei o objeto da bainha, mostrando a lamina para todos e depois voltei a guardar, colocando-a entre minha calça e a lateral do meu corpo. – Ah e eu sou totalmente contra esse negócio de líder. Normalmente, eu faço tudo sozinho porque não tenho paciência pra esperar os outros, mas como somos obrigados a trabalhar em equipe e eu já vasculhei a mente de vocês um pouco, acredito que temos potencial para tomarmos boas decisões em grupo. Estamos em um desafio de sobrevivência, não temos tempo para ficar mostrando ego. – Dei de ombros, já estava falando demais. Que merda tinha acontecido comigo? Acho que a manga ainda estava surtindo efeito no meu bom humor. – E você, ex parceiro de cela? – Perguntei para o moreno.

Depois dele se apresentar e discutirmos o que faríamos, vi que a pedra ainda estava na minha mão. Pensei um pouco. A gente tinha que esconder ela de alguma forma. Vi uma cobra rastejando e uma ideia veio na minha mente. Talvez não fosse tão eficiente, mas tentaríamos. – Ai, galera. – Chamei, antes que começassem a andar. Empunhei a espada, cortando a cabeça da cobra e vendo o sangue molhar a terra. Peguei uma pedra clara e sujei com o sangue, deixando que a mesma ficasse bem vermelha. O sangue secaria em pouco tempo. Andei até Pietro e o virei de costas, abrindo um compartimento de sua mochila e colocando a pedra ali. – Qualquer coisa, você tem que convencer todos de que essa pedra é a verdadeira, posso contar com isso?– Apontei para a mochila, mantendo meus olhos em Pietro. – E quanto a essa. – Mostrei a verdadeira, pensando um pouco. Olhei para Pietro novamente, para Andrew e por fim para Zigfried, tendo uma ideia repentina. Ele não se importaria. Abaixei, peguei uma folha verde e enrolei bem a pedra, arrancando alguns fios mais duros de folhas do chão e amarrando, deixando a pequena pedra recoberta de folhas. Andei na direção do moreno e coloquei uma mão no seu ombro. – Você não vai se importar, né? – Meu tom de voz era misterioso e divertido. Puxei o cós da calça de Zigfried e enfiei a pedra lá dentro, não dando tempo pra relutância. Quem diabos iria procurar a pedra na cueca de alguém? – Você deixa cortarem teu pinto fora, mas não entrega a pedra, beleza? – Ri. Credo, eu tava com um bom humor horroroso. - E outra gente, fiquem atento aos animais. Temos transformistas entre nós, não confiem em um animal. - Alertei, dessa vez bem sério.

Passamos a andar, atentos a qualquer movimento e parando vez ou outra pra checar algum barulho. A equipe era da hora, o que me fez ficar mais tranquilo. Tínhamos grandes chances de chegar até a final. Minha espada, depois de usada, limpei a lamina com folhas e voltei a guardá-la ao lado do corpo, evitando que alguém a visse. Meu olhar era atento, esperava encontrar água e alguma galinha ou até passarinho. Esperava encontrar alguma coisa que ajudasse como corda, galhos e etc. Além de um abrigo, claro.

Informações:
Ações:
Dado 01 – Acontecimentos com o personagem.
Dado 02 – Chance de encontrar inimigos.
Dado 03 – Combate.
Dado 04 - Busca pela abrigo
Dado 05 - Busca por comida
Dado 06 - Busca por água
Dado 07 - Busca pela torre
Dado 08 - Busca por qualquer coisa que ajude, galhos, cordas, pedaços afiados de madeira e etc.
Atributos:
Destreza 05
Força 05
Inteligência 13
Carisma 04
Vigor 05
Perícia:
Resistência a tortura – Amador
Armadilhas - Amador


Última edição por Zachary P. Tucker em Ter Jan 19, 2016 11:55 pm, editado 1 vez(es) (Razão : esqueci de colocar uma perícia)

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Re: [Evento] Survival II - Floresta Proibida, Equipe 001

Mensagem por Hunted em Ter Jan 19, 2016 11:52 pm

O membro 'Zachary P. Tucker' realizou a seguinte ação: Lançar dados

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Re: [Evento] Survival II - Floresta Proibida, Equipe 001

Mensagem por Zigfried Voux em Qua Jan 20, 2016 1:31 pm



I feel like a monster...
Disturbia



Aparentemente a estratégia de Zigfried funcionara. Aos poucos, alguns detentos eram chamados para fora da sala. O pesado silêncio que se instalou no ambiente incomodava em demasia o telecinético. A experiência na solitária parecia transbordar para aquela realidade.

"Não. Esse pesadelo outra vez não. Eu sou mais forte", ele rogava para si enquanto fechava os olhos. O ar dentro da projeção começou a se esgotar e comprimir. As cadeiras e mesas estavam se retorcendo e a sensibilidade do rapaz se perdia gradativamente.

Antes que um grito de pavor escapasse de sua garganta, ele se viu diante de três rapazes perto de um imenso portão. A projeção e as instruções do misterioso ser mascarado fizeram os olhos do canadense se estreitarem.

Um jovem pert de Zigfried, visivelmente intimidado e franzino, se apresentou. Os demais também o fizeram e revelaram seus poderes. "Tolos. Se eu fosse o inimigo, estariam completamente perdidos. Não se revela tantas informações dessa maneira. É um suicídio certo."

- Não tenho muito a acrescentar - bufou o garoto e encarou Pietro com ódio em seus olhos. - Meu nome é Zigfried e da mesma for que Andrew, consigo mover objetos com a mente. Ah, claro, seguir para a torre seria uma excelente... - ele interrompeu a fala quando viu que a pedra "verdadeira" foi escondida em sua cueca. - A sua sorte é que eu estou em um humor maravilhosamente bom. Vamos logo com isso, odeio falações antes da ação.

O grupo começou a tomar seu rumo. Para o Voux, aquele desafio era desnecessário e tedioso. Passar alguns momentos de tensão perto de um animalzinho medroso e dois rapazes "super confiantes"? Um a zero para o pior dia de sua vida.

ações:
esconder a pedra na cueca :v

atributos:
Destreza:6
Força:6
Inteligência: 11
Carisma:11
Vigor:5

perícias:
Psicologia: Mestre
Resistência à tortura: Mestre
Leitura Labial: Profissional

Dados:
Dado 01 – Acontecimentos com o personagem.
Dado 02 – Chance de encontrar inimigos.
Dado 03 – Combate.
Dado 04 - Busca pela abrigo
Dado 05 - Busca por comida
Dado 06 - Busca por água
Dado 07 - Busca pela torre
Dado 08 - Busca por qualquer coisa que ajude, galhos, cordas, pedaços afiados de madeira e etc.


Thak's for@Lovatic, on CG


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Re: [Evento] Survival II - Floresta Proibida, Equipe 001

Mensagem por Hunted em Qua Jan 20, 2016 1:31 pm

O membro 'Zigfried Voux' realizou a seguinte ação: Lançar dados

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Re: [Evento] Survival II - Floresta Proibida, Equipe 001

Mensagem por Hunted em Sex Jan 22, 2016 12:28 pm



Survival!
H U N T E D


Survival II – Floresta Proibida

Pietro ao se arriscar se aventurar, encontrou um pequeno lago, onde este arriscou pegar um pouco da água, mas este se desequilibrou e caiu no líquido, onde a temperatura estava muito baixa. Com frio o jovem saiu tremendo, tentando respirar, mas com dificuldades. O jovem sentou encolhendo o corpo observando de canto uma espécie de sacola no chão, dentro dela havia cinco abacaxis de tamanho médio, suficientes para ingerir. O jovem encontrou algumas pegadas confusas, mas não sabia do que se tratava.

Andrew ultrapassou longos caminhos, ficando intacto a qualquer coisa. Seus olhos conseguiram se fixar num mesmo ponto, lugar onde Pietro estava. O rapaz encontrou duas garrafas com água um pouco atrás da sacola de abacaxis, parecia que alguém havia perdido aqueles itens, junto destas havia uma melancia média.

Zachary estava ao lado de Pietro após ter o visto sair da água, o rapaz viu de longe uma entrada atrás de uma cachoeira, poderia ser usada de abrigo se quisessem. Em seguida ele continuou seu trajeto, encontrando uma corda e um apito pequeno, pegando os objetos e seguindo seu rumo, o rapaz olhou para cima e viu em sua frente o topo da torre, ele sabia o caminho, só precisava descobrir como seguir. O jovem se aproximou do lago para descansar e ficou procurando perceber o que havia acontecido com Pietro, mas algo se enrolou em sua perna e o puxou para dentro do lago, afogando o jovem até este desmaiar. O outro foi jogado para fora da água de olhos fechados, desacordado e com o corpo gélido.

Zigfried estava junto do outro garoto, encontrou o mesmo lugar para se esconder atras da cachoeira, mas ainda teve sorte de encontrar uma mochila perdida, esta que havia cinco pedaços de carne crua em uma bandeja e uma garrafa de vidro com cerveja. O garoto colocou o material nas costas e voltou para se encontrar com seu grupo, mas observou de longe o corpo de Zachary e Pietro, um desacordado e o outro encolhido, com frio. Assustado, este achou que havia acontecido algo e então se aproximou procurando investigar o que houve, mas um pedaço de madeira foi lançado contra suas pernas, batendo em ambas na região de trás dos joelhos, causando dor e levando ele para frente, impossibilitando que esse se movimentasse. Ao chocar-se contra o chão, bateu a cabeça num tronco de arvore, deixando este com sérios problemas de raciocínio.

Extras

2800 metros percorridos.

Vocês deverão lançar a quantidade de dados a baixo, mas todos devem ser D10.

Dado 01 – Acontecimentos com o personagem.
Dado 02 – Combate.

Dados extras podem ser lançados em caso de buscas de alimentos, água, arma ou de ações como fazer fogueira, fazer veneno, construir armadilha, procurar abrigo. Lembre-se: deve ser lançado um dado por ação diferente.

Situações

Equipe com a pedra vermelha.

Equipe 001:
Zachary:
HP: 90/100.
Combate: 06.
Fome: 30%.
Sede: 30%.
Itens: Uma espada, uma corda, um apito.
Status: Afogado, desmaiado, corpo gélido.

Andrew:
HP: 100/100.
Combate: 08.
Fome: 30%.
Sede: 30%.
Itens: Uma melancia, duas garrafas de água.
Status: Intacto.

Zigfried:
HP: 85/100.
Combate: 10.
Fome: 30%.
Sede: 30%.
Itens: Cinco pedaços de carne crua, uma garrafa de vidro com cerveja.
Status: Impossibilitado de andar, dores intensas nas pernas, confusão mental, dores fortes na cabeça.

Pietro:
HP: 95/100.
Combate: 10.
Fome: 30%.
Sede: 30%.
Itens: Uma mochila com três maças, uma sacola com cinco abacaxis.
Status: Com muito frio, corpo tremendo.

Informações Finais

O post pode ser editado caso seja necessário, mas a preferência é evitar.

No final de sua narração coloque observações que sejam essenciais para a avaliação. Um exemplo é citar suas ações, o que tentou fazer, como fez e etc.

Sejam criativos com o que vão fazer, isto vale bastante.

O post tem um prazo de uma semana. Podendo postar até o dia 30/01/2016 às 19:00 ou então até o narrador postar.

Qualquer dúvida poderá ser mandado MP ou então perguntar no Chatbox.
@DFRabelo

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Re: [Evento] Survival II - Floresta Proibida, Equipe 001

Mensagem por Andrew N. Cunningham em Dom Jan 24, 2016 11:32 pm

S
ad but
True
I'm your hate when you want love
Quando eles, o quarteto, no início decidiram tecer uma linha de raciocínio e estabelecer um planejamento sistemático para o que estavam prestes a confrontar, não imaginavam como aquele esquema podia ser terminantemente desordenado diante de uma série fatídica de acontecimentos cuja força acometeu mais da metade da equipe. O único ileso, aparentemente, era o próprio Andrew, afortunado durante toda a jornada até então. E justamente por isso, pairava sobre ele a responsabilidade de reorganizar a aura de perseverança do grupo. Precisaria ser cauteloso e determinar uma sequência de prioridades. Começando por Zachary, desfalecido ao ser submergido involuntariamente por alguma espécie desconhecida de criatura, é provável.

Andrew pôs-se a correr até o parceiro de equipe, que encontrava-se afundando na imensidão traiçoeira do lago, o corpo esvaindo, gradualmente sugado às profundezas. À primeira vista, assemelhava-se a um cadáver, o que a princípio sobressaltou o escocês. Quando mais próximo, porém, achou ter vislumbrado um tênue e debilitado sinal de vida no rapaz. — Oh, cara, espero que não tenha sucumbido... Aguenta firme! — Fez menção de ir ao seu encontro, prestes a mergulhar, contudo antes que o moreno se arremessasse no lago em um ato frenético, a figura de Zachary fora cuspida para longe da água, despencando na margem, sem o menor vestígio de consciência. Andrew seguiu até ele, agarrou-o com convicção pela região dos ombros e impeliu-o para cima através de um empurrão. Posteriormente, ainda mantendo-o firme contra si, Andrew o transportou até uma zona segura, apoiando-o delicadamente ali. Resolveu postar-se com os joelhos fincados no solo, estrategicamente posicionado ao lado da figura estatelada de Zachary. Valendo-se de ambas as mãos — entrecruzadas, a destra sobre a canhota —, deitou-as um pouco abaixo do esterno dele. De repente, passou a exercer uma sucessão de pressões calculadas naquela área de Zachary, a fim de expelir o acúmulo de água de seu interior. Passaram-se segundos ininterruptos assim, estimulando-o, incitando-o a despertar, até Andrew cessar os movimentos, achando o necessário para retirá-lo daquele estado desfalecido.

Em seguida, afastando-se gradativamente de Zach, passou o olhar avaliativo em volta, estudando o panorama, forçando-se a pensar no que fazer na sequência daquele caos crescente. — Ah, merda... Isso é algum tipo de carma? — A pergunta retórica fez-se ouvir ao avistar Zigfried também estático no piso relvado a poucos metros de distância, semiconsciente; os olhos então saltaram para Pietro, não muito longe, açoitado pelo frio dilacerante. Afora isso, parecia bem. Achou que precisaria do amparo dele naquele instante. — Ei, você! Pietro! Tente mover-se e me ajude a recolher alguns utensílios, sim? Essencialmente galhos, pedras e folhas secas! Vamos precisar disso se quisermos continuar vivos até chegarmos à torre! Seja rápido! Ainda temos um membro do grupo em situação precária. — Fez um gesto rápido com a cabeça, indicando Ziegfried. Nisso, Andrew da mesma forma tratou de correr desesperadamente atrás dos objetos citados, buscando enfiá-los na mochila que trazia consigo conforme os encontrasse.

Por fim, sentindo-se devidamente abastecido, lançou-se às pressas no sentido de Ziegfried, examinando superficialmente a situação do colega. Algumas escoriações nas pernas, pelo visto, e um hematoma de maior agravo na cabeça. Eis o porquê de sua condição debilitada. — Sem condições de caminhar, droga... Maldição... — Andrew inalou um longo suspiro revigorante. Por fim retesou os músculos do corpo, flexionou-os, agachou-se cuidadosamente e passou a envolver o tronco de Ziegfried entre os braços. Utilizando de uma firmeza extravagante, começou a erguer o sujeito lenta e prudentemente até arrancá-lo por completo do solo. Num único solavanco, trouxe a silhueta do rapaz aos braços — por ora, seria necessário levá-lo sob essa condição. Retornou a atenção a Pietro. — Está pronto? Vamos seguindo. Já perdemos tempo demais.

Retomar o trajeto veio a ser árduo. Era como se toda a equipe tivesse perdido momentaneamente o ritmo dos afazeres — de fato, com dois deles à mercê da inconsciência e o outro fustigado pela atmosfera congelante, não podia ser diferente. Porém... precisavam prosseguir, recobrar o tempo perdido, mesmo lidando com aqueles infortúnios. O caminhar lento e precavido levava-os adiante. Metros foram sendo deixados para trás. Mais à frente, não muito longe, Andrew avistara o que parecia um abrigo. Pareceu ter brotado ali no momento adequado.

Com seus passos arrastados, conduzindo Ziegfried e constantemente analisando a condição dos outros dois membros, alcançou o receptivo local sofregamente. — Consegue manter-se de pé, Ziegfried? — Vagarosamente foi pousando primeiro os pés do rapaz no assoalho arenoso. — Vai devagar, sim? Nada de esforço. — Vendo-se livre da função de carregá-lo, Andrew voltou-se para Pietro, o mais capaz do trio atingido. — Uma fogueira. Pegue os galhos, as pedras e as folhas secas. Qualquer coisa de serventia. Vamos acendê-la o mais breve possível. — Iniciava-se então a preparação da fogueira; Andrew organizava os galhos meticulosamente, aliados a algumas poucas folhas secas. Logo as chamas estariam serpenteando na pequena estrutura formada pelos itens, disparando um calor receptivo à equipe.

AÇÕES:
Dado 01: Acontecimentos com o personagem.
Dado 02: Combate.
Dado 03: Retirar Zachary do estado de inconsciência.
Dado 04: Busca por pedras.
Dado 05: Busca por folhas secas.
Dado 06: Busca por galhos.
Dado 07: Amparar Ziegfried.
Dado 08: Procurar abrigo.
Dado 09: Acender fogueira.

ATRIBUTOS E PERÍCIA:
Destreza: 06
Força: 08
Inteligência: 07
Carisma: 01
Vigor: 08

Furtividade (Amador)



I'm your dream, make you real


I'm your eyes when you must steal


I'm your pain when you can't feel


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Re: [Evento] Survival II - Floresta Proibida, Equipe 001

Mensagem por Hunted em Dom Jan 24, 2016 11:32 pm

O membro 'Andrew N. Cunningham' realizou a seguinte ação: Lançar dados

'D10' : 2, 1, 10, 2, 4, 1, 1, 8, 8

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Re: [Evento] Survival II - Floresta Proibida, Equipe 001

Mensagem por Pietro P. Beaumont em Qua Jan 27, 2016 6:47 am



Survival
Blood and Cold...
 
Pude perceber que nessa nova etapa do teste de sobrevivência os organizadores exigiam grande cooperação entre os membros de cada grupo, de modo que deveríamos trabalhar juntos se quiséssemos continuar "no jogo". Provavelmente me preocupando mais do que o necessário, mantive-me em silêncio até estarmos a uma certa distância dos portões por onde estramos, onde paramos por alguns instantes e começamos com as devidas apresentações para que pudéssemos nos conhecer um pouco melhor.

Mesmo não sendo de meu costume, tomei a iniciativa e comecei a falar um pouco sobre mim, explicando meu "dom" e minhas capacidades. O segundo a se pronunciar foi Andrew, que apesar de não possuir nenhum item alegou que não seria um fardo, revelando ter o poder de mover objetos com sua mente. Logo em seguida é Zachary quem começou a falar; algo no rapaz me parecia familiar mas eu não sabia dizer o que. Ouvindo seu comentário sobre meu dom, não pude deixar de esboçar uma breve careta e encolher os ombros, me sentindo um pouco ofendido apesar de saber que suas palavras correspondiam a realidade. "Uma arma em forma de pessoa..." De maneira irônica e levemente melancólica, repito tais palavras em minha mente como se refletisse sobre elas. Droga, não era hora nem lugar para pensar naquilo. Balanço a cabeça de um lado para o outro na tentativa de afastar aquele tipo de pensamentos, e então volto a prestar a atenção nos demais presentes.

O americano foi o que mais falou, revelando diversas coisas sobre si e algumas de suas opiniões sobre nossa atual situação, parecendo bastante calmo e seguro de si. Ele parecia saber o que estava fazendo. "Tucker... eu já ouvi isso em algum lugar." Penso, me distraindo um pouco em meio as palavras do maior até o mesmo chmar minha atenção, e quase que imediatamente presencio o decapitamento de uma cobra. Viro o rosto no mesmo instante, e um grunhido deixa meus lábios como se eu estivesse enjoado. Definitivamente não foi uma cena agradável de se ver.

Vislumbro pelo canto dos olhos o telepata se abaixar e fazer alguma coisa com o líquido carmesim que era despejado sobre a terra, descobrindo seu plano apenas no momento em que ele vem até mim, me vira de costas e coloca algo em um dos compartimentos da mochila, proferindo instruções que me permitiram facilmente deduzir o ocorrido. - Certo... - Murmuro, ainda sentindo arrepios pela horripilante movimentação do corpo morto do réptil sem cabeça. Logo em seguida, Zachary tem a estranha ideia de esconder a pedra nas calças de Zigfried, que também se apresentou como um telecinético. A julgar pelo olhar que ele me dirigiu imagino que o canadense não havia gostado muito de mim, ou que estava de mau-humor, por isso desvio sutilmente o olhar voltando-o para o chão antes de seguirmos em frente.

[...]

Nenhum de nós disse uma única palavra pelos longos minutos seguintes, aparentemente concentrados na busca por abrigo, suprimentos e pistas da tal torre que havia no centro da floresta. Tudo aquilo era tão surreal que por enquanto eu mantinha minha mente ocupada focando nos objetivos, evitando pensar em coisas como "teremos que passar a noite aqui?" ou "o que eu faço se encontrar uma aranha?". Não parecíamos ter sorte em encontrar nenhuma das coisas que procurávamos, até que ao longe avisto um pequeno lago de água corrente e aparentemente potável. - Gente, olhem! Água! - Profiro de modo animado e sorridente, apontando a direção para que os demais também pudessem vê-lo.

Sem demorar acompanho os demais até o local que a partir de agora nos serviria como fonte de hidratação, nem acreditando na sorte que tivemos ao encontrá-lo. Sorrio de canto e retiro minha mochila das costas, deixando-a ao meu lado juntamente com as luvas de couro para poder me abaixar na margem e tentar pegar um pouco de água - com as mãos em forma de concha - para beber. Nesse momento acabo me desequilibrando e em um instante eu estava completamente dentro d'água. A temperatura estava baixíssima, fazendo com que eu retornasse o mais rápido possível para terra, tossindo algumas vezes por ter engolido um pouco de água. "Droga, porque eu tenho que ser assim tão desastrado?" Critico-me mentalmente, sentindo todo o meu corpo começar a tremer enquanto praticamente implorava por calor.

Com certa dificuldade para respirar, me sento próximo a minha mochila e volto a vestir as luvas, ouvindo meus dentes baterem involuntariamente uns contra os outros por conta do frio. Em uma tentativa desesperada de me aquecer, envolvo os joelhos com os braços e os mantenho bem próximos ao peito, mas isso não ajuda muito. Zachary se aproximou de mim, aparentemente preocupado com o ocorrido, e me perguntou se eu estava bem. Querendo me fazer de durão, tentei sorrir para o mesmo e apenas assenti, fazendo o possível para não parecer tão mal. Foi então que percebi que no chão haviam algumas pegadas estranhas, e seguindo-as com os olhos vi que em seu caminho havia uma espécie de sacola jogada próxima a uma árvore. Curioso, me levanto mesmo a contragosto e vou analisar o que havia em seu interior, encontrando alguns abacaxis aparentemente maduros e deliciosos. Quase que imediatamente apanho a sacola e guardo-a junto das maçãs, ouvindo então o som de alguém se jogando na água - ou sendo puxado para lá.

Fito o local que o americano estava sentado e não o encontro, e no mesmo instante avisto Andrew correndo na direção das margens do lago. O escocês estava prestes a mergulhar nas águas gélidas onde o telepata claramente havia caído, até que o outro foi lançado de volta para a terra, inconsciente. - Zach! - Grito, e só então me lembro de onde o vi antes. Nos conhecemos por puro acaso em um encontro de amigos qualquer na pizzaria, mas conversamos algumas vezes enquanto ele esteve na França. A cena foi no mínimo estranha, e para completar Zigfried ainda foi atingido, acabando por bater a cabeça em um tronco de árvore. - Tsc... - Travo o maxilar, frustrado pela repentina onda de desgraça que nos envolveu e derrubou com tanta facilidade.

Zachary logo recebeu a ajuda de Andrew, que além de me pedir para ajudar nosso outro companheiro também me deu instruções para coletar alguns recursos. Sem reclamar, prontamente começo a recolher alguns galhos e folhar secas como me fora pedido, armazenando-os na mochila antes de ir até o moreno com o machucado na cabeça e tentar ajudá-lo a levantar, fazendo com que meu corpo lhe servisse de apoio - sempre tomando cuidado para que nossas peles não entrassem em contato direto uma com a outra. - Consegue ficar de pé? - Perguntei, fitado-o com um semblante preocupado. Era tudo tão difícil, o frio ainda assolava meu corpo e me fazia tremer, o peso do rapaz somado ao da mochila também não eram assim tão fáceis de se suportar, mas ainda assim faço um esforço para não fraquejar agora que eles precisavam de mim.

Carregando o canadense da melhor maneira que eu conseguia, me aproximo dos demais integrantes para me certificar de que todos estavam bem. Tucker já havia acordado, Andrew dizia que não podíamos mais perder tempo ali e o Voux logo comentou sobre o abrigo que havia encontrado nas proximidades, uma caverna atrás da cachoeira, para onde fomos sem pensar duas vezes. Uma vez "seguros", vou calma e vagarosamente pousando Zigfried sobre o chão da caverna, deixando-o sentado - caso conseguisse ficar confortável dessa forma - e então entrego todos os recursos que consegui coletar para a confecção da fogueira para Andrew, permitindo que o telecinético acendesse o fogo. - Aqui então, foi tudo o que consegui.

Em poucos instantes as chamas ardiam por entre os gravetos e folhas, queimando-as vagarosamente conforme emanavam uma acolhedora aura de calor. A essa altura eu provavelmente já não estaria mais tão abalado pelo frio, caso a caminhada até o abrigo e as chamas da fogueira tenham aquecido meu corpo. Sem saber muito bem o que fazer, peço a ajuda de Zachary para cortar um pedaço da manga do meu uniforme, umedecendo o tecido com um pouco de água antes de levá-lo até o ferimento na testa de Zigfried. -  Posso? - Perguntei, um tanto receoso. Precisávamos cuidar daquilo, mas não o faria se ele não quisesse. - Se doer você me fala e eu paro. - Caso tivesse sua permissão, limparia o local da forma mais gentil e delicada que eu pudesse, apenas para prevenir que aquilo se tornasse algo pior.

- Estou faminto... - Comento algum tempo depois, e então retiro todo o alimento que eu tinha guardado na mochila, deixando-o livre para os demais escolherem o queriam comer. - Precisamos recuperar as energias depois de todas essas coisas que aconteceram. -  Terminava de falar e pagava uma maçã, comendo-a com calma enquanto bebia um pouco de água para acompanhar.

Ações:
Dado 1: Acontecimentos com o Personagem
Dado 2: Combate
Dado 3: Ajudar Zigfied a levantar e caminhar, servindo de apoio para ele
Dado 4: Busca por galhos e folhas secas
Dado 5: Limpar o ferimento de Zigfried (caso ele permita)

Atributos & Perícias:
Destreza: 05
Força: 03
Inteligência: 10
Carisma: 10
Vigor: 03

Biologia - Amador
Furtividade - Amador

Informações Adicionais:
HP: 95/100.
Combate: 10.
Fome: 30%.
Sede: 30%.
Itens: Uma mochila com três maças, uma sacola com cinco abacaxis.
Status: Com muito frio, corpo tremendo.

Together We Can Change This World.

@Lilah

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Re: [Evento] Survival II - Floresta Proibida, Equipe 001

Mensagem por Hunted em Qua Jan 27, 2016 6:47 am

O membro 'Pietro P. Beaumont' realizou a seguinte ação: Lançar dados

'D10' : 3, 7, 8, 5, 7

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Re: [Evento] Survival II - Floresta Proibida, Equipe 001

Mensagem por Zigfried Voux em Qui Jan 28, 2016 10:07 am



I feel like a monster...
Disturbia



Não demorou muito para que a expectativa de Zigfried fosse reduzida a pó. Enquanto ele caminhava com o grupo e observava a desnecessária animação de Pietro, os pensamentos convergiam para um único objetivo: sair dali.

Junto de Andrew, uma passagem atrás de uma cachoeira foi localizada, além de alguns suprimentos abandonados pelo caminho. "Sério? Não tem coisas mais óbvia para acontecer do que largar comida e bebida por aí?" Sem resmungar muito, ele guardou os pedaços de carne e a cerveja que encontrou.

Em poucos minutos, a catástrofe aconteceu. Alguma criatura dificilmente classificada por cientistas puxou Zachary e Pietro para dentro do lago. "Era só o que me faltava. O Kraken do lago." Antes que pudesse pensar em ajudar, algo atingiu fortemente suas pernas, causando uma dormência acima do normal.

— AI, CACETE — ele berrou.

Como se não fosse suficiente, durante a queda o rapaz bateu com a cabeça no chão e segurou outro grito. "Poxa, que bacana. Agora tem uma urucubaca de Exu rondando o grupo? Quanto azar..."

Andrew foi um dos primeiros a socorrer. Tirando os dois companheiros do lago, ele verificou o estrago de cada um e rumou para a cratera que se formara ao redor do Voux. Ele e Pietro ajudaram na locomoção do simpático rapaz que queria xingar muito no twitter mundos e fundos.

— Ei, vocês — ele olhou para os "enfermeiros". — Atrás da cachoeira tem uma caverna.

De fato, uma abertura por trás da cortina de água foi encontrada. Pietro depositou o corpo de Zigfried cuidadosamente. Não conseguia sentir as pernas, algo realmente preocupante no momento. O jovem encarou seu colega ao notar que ele estava sendo extremamente cuidadoso com seus ferimentos.

— Rapaz, deixa de drama.. AI — ele chiou quando pano encostou em uma das maiores feridas. — Quanta delicadeza. Meu herói. Para nossa sorte, encontrei carne suficiente para repor as energias.

Ele tirou a cerveja e a carne da mochila e ajudou a cozinhar o que lhe cabia. Não era muito fã de bebidas alcoólicas, portanto preferiu a água que era fornecida entre todos os membros do grupo.

atributos:
Destreza:6
Força:6
Inteligência: 11
Carisma:11
Vigor:5

perícias:
Psicologia: Mestre
Resistência à tortura: Mestre
Leitura Labial: Profissional

Dados:
Dado 01 – Acontecimentos com o personagem.
Dado 02 – Chance de encontrar inimigos.
Dado 03 – Combate.
Dado 04 - Busca pela abrigo
Dado 05 - Ajudar a cozinhar a comida
Dado 06 - Repor energias - fome/sede
Dado 07 - Busca pela torre
Dado 08 - Busca por qualquer coisa que ajude, galhos, cordas, pedaços afiados de madeira e etc.


Thak's for@Lovatic, on CG


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Re: [Evento] Survival II - Floresta Proibida, Equipe 001

Mensagem por Hunted em Qui Jan 28, 2016 10:07 am

O membro 'Zigfried Voux' realizou a seguinte ação: Lançar dados

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Re: [Evento] Survival II - Floresta Proibida, Equipe 001

Mensagem por Zachary P. Tucker em Sab Jan 30, 2016 12:28 am


ABOMINATION
If you are dead or still alive, I don't care

O tec tec que nossos pés faziam ao pisar em alguns galhos velhos era até reconfortante. Fora da Hunted eu costumava colocar aqueles barulhos de florestas, mar e chuva para tentar dormir. Era da hora, eu sempre dormia no meio da primeira música de tão bom que era. Mas ali eu não podia me dar ao lixo de simplesmente deitar no chão e dormir enquanto ouvia os sons ao redor. Muito pelo contrário. Meus sentidos tinham que estar alertas no máximo.

Nosso grupo se manteve em silencio enquanto caminhávamos em busca de água, comida, a torre e algum abrigo. Meus olhos passeavam por todos os lados, desde o chão até o mais alto das árvores, sempre buscando checar tudo que estava acontecendo. Ouvi o grito de Pietro, avisando que tinha encontrado água e meu peito se encheu de... Bom, não sei do que ele se encheu, mas foi algo tipo “Caralho, que da hora, encontramos água.”. O moreno parecia pinto no lixo de tão feliz que estava ao apontar o lago, mas todos nós – me incluo nisso – levamos um susto quando ele, de um jeito bem desajustado, caiu no lago. Como eu estava o mais próximo do garoto, desci o pequeno morro meio apressado, chegando a tempo de ver Pietro já fora do lago, mas tremendo de frio. – Você está bem? – Ele deu um meio sorriso, talvez querendo se fazer de durão. Bom, eu não ia discutir com ele né? Assenti com a cabeça, dando dois tapinhas no ombro dele enquanto me levantava. Meus olhos se encontraram com a cachoeira, onde eu pude enxergar uma entrada. Comemorei mentalmente, aquilo serviria de abrigo caso necessário.

Vi que Pietro estava recolhendo algumas coisas que achara e eu me afastei, continuando meu trajeto. Precisava encontrar mais coisas que pudessem nos ajudar. Tudo poderia ser útil. E, como se as forças universais lessem meus pensamentos – irônico, não? – acabei encontrando uma corda e um apito pequeno. – Encontrei uma corda e um apito. – Gritei, para avisar o que tinha encontrado e então guardei o apito no bolso. Enrolei a corda em três partes e então a amarrei na minha cintura, de forma que prendesse ainda mais a espada ao meu corpo. Depois de me achar o bambambam da sorte por ter encontrado esses objetos, continuei meu caminho para me sentir o trevo de quatro folhas em pessoa. Motivo? Bom, enquanto eu andava ainda procurando uma galinha – tipo aquela que apareceu em Lost – vi o topo da torre. O sorriso que abri não poderia ter sido maior. Eu sabia o caminho, só precisava descobrir como segui-lo.

Procurando pensar melhor e descansar, me aproximei do lago, me sentando próximo a beirada. A imagem de Pietro veio a minha mente. Como ele tinha caído? Não era possível que o equilíbrio dele fosse tão ruim a ponto de cair só tentando pegar água, ainda mais na borda! Bordas não costumam ser tão fundas ao ponto de... Não tive tempo de concluir meu raciocínio. Senti alguma coisa se enrolar na minha perna e me puxar. Arregalei meus olhos e fiz força para me soltar, mas a coisa era terrivelmente mais forte que eu. Finquei meus dedos na terra, numa tentativa falha e desesperada de me segurar, mas logo senti meu corpo submergindo naquela água gelada enquanto deixava marcas das minhas mãos ali.

Eu não conseguia ver nada além de água por todos os lados. Meu corpo se debatia, procurando se soltar do que quer que fosse que estivesse me puxando. Fiz uma força descomunal, conseguindo chegar até a superfície e me debater. – SOCO...– Tentei falar, mas fui puxado novamente. Voltei a me debater, sentindo água entrar na minha boca. Meu corpo se balançou para um lado e outro e eu tomei impulso de novo, voltando a superfície. – SOCORRRO! – Urrei, tentando que alguém me ouvisse. Contudo, eu não passei mais que três segundos ali. Minha perna foi puxada novamente e agora para mais fundo, sacudindo o meu corpo como um cachorro sacode um osso. Pela primeira vez eu consegui sentir. E eu tive certeza de que nunca mais queria sentir algo na vida. O sentimento, pelo que eu conhecia, parecia ser desespero, terror, pânico. Minha visão já se embaçava e eu engolia cada vez mais água na tentativa de respirar. Foi então que aconteceu. Um cara, no qual eu nunca tinha visto antes, estava de um lado do meu corpo, com uma expressão aterrorizada. E do outro lado Juliet, minha irmã morta - que eu matei, pra variar -, apareceu ali, com os olhos arregalados enquanto me olhava apavorada. Me assustei, arregalando os meus olhos ao máximo e soltando um grito, o que fez com que mais água entrasse e eu perdesse a consciência.

Senti duas pressões. Uma era dentro de mim, nos meus pulmões e outra era no meu peito, do lado externo. Senti uma ânsia subir por todo meu corpo e virei meu corpo para o lado, vomitando água. Apertei meus olhos e os abri devagar, podendo ver Andrew ali. Não consegui sequer agradecer, apenas deixei que meu corpo tombasse pro lado e respirei. Buscando absorver o máximo de ar que eu conseguia em meio as tossidas. Eu ouvia eles falando alguma coisa sobre Zigfried e virei um pouco o rosto, vendo o garoto sem conseguir andar. Respirei fundo algumas vezes. Eu ainda tava absorvendo tudo. Primeiro, eu tinha sido puxado pelo monstro do lago ness, tinha morrido afogado e visto minha irmã morta e um outro cara que nunca tinha visto na vida. Daí eu lembro que senti. Sim, eu senti desespero, pavor ou seja lá o nome que dão pra isso. Eu senti. E cara... Aquilo era confuso. E depois eu voltei a vida porque Andrew me salvou. Eu...Ah, cara, eu tô muito confuso.

Pude ouvir Zigfried falando do abrigo atrás da cachoeira e agradeci por ele ter visto também. Me coloquei de pé e chequei a corda, o apito e a espada. Todos estavam seguros. “Ok, Tucker, você consegue. Foi só um afogamento de nada, agora bola pra frente porque vocês tem um jogo pra ganhar.” Encorajei-me e estalei o pescoço, caminhando atrás dos garotos. Enquanto caminhava, ainda observava o topo da torre e deixei que minha mente traçasse algumas estratégias para que pudéssemos chegar até lá. Contudo, o mais importante no momento era repor as energias.

Assim que chegamos a caverna, vi Zig ser colocado no chão com cuidado e murmurei. – Pra acontecer tanta coisa com a gente, devemos estar perto. Vi o topo da torre, só precisamos descansar e partimos para lá o mais rápido possível. – Disse, minha voz ainda mais rouca que o normal e então deixei que meu corpo se encostasse na parede da caverna, ao lado de Pietro. O moreno logo me pediu ajuda para cortar um pedaço de seu uniforme e eu ajudei, vendo-o passar no machucado de Zigfried com uma paciência invejável. – Se qualquer coisa acontecer, você pode ser enfermeiro. – Comentei com Pietro, dando uma leve risada e olhei para Andrew. – Valeu cara, namoral mesmo. – Bati no meu próprio peito com o punho fechado e estiquei, mostrando os dois dedos na direção do cabeludo.

Senti meu estomago roncar e pude, enfim, ver o que eles tinham pra comer. Vi os pedaços de carne ali e meus lábios salivaram. Pude ver a melancia, maças e abacaxis. Optei por pegar uma maça, mas sabia que aquilo não seria suficiente. Vi o mal jeito de Zigfried com a carne e peguei a dele, coloquei a carne na fogueira e deixei que assasse. Quando ficaram prontas, peguei a espada, cortei um pedaço da minha camisa e coloquei no chão. Peguei os dois pedaços de carne e parti igualmente, dando um para cada. Ali, passei a comer e beber água, repondo as energias e discutindo com os caras estratégias possíveis para que pudéssemos chegar a torre.

Informações:
Ações:
Dado 01 – Acontecimentos com o personagem.
Dado 02 – Chance de encontrar inimigos.
Dado 03 – Combate.
Dado 04 - Busca por comida
Dado 05 - Busca pela torre
Dado 06 - Assar a carne
Dado 07 - Busca por qualquer coisa que ajude, galhos, cordas, pedaços afiados de madeira e etc dentro da caverna.
Atributos:
Destreza 05
Força 05
Inteligência 13
Carisma 04
Vigor 05
Perícia:
Resistência a tortura – Amador
Armadilhas - Amador

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Re: [Evento] Survival II - Floresta Proibida, Equipe 001

Mensagem por Hunted em Sab Jan 30, 2016 12:28 am

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Re: [Evento] Survival II - Floresta Proibida, Equipe 001

Mensagem por Hunted em Sab Jan 30, 2016 1:17 pm



Survival!
H U N T E D


Survival - Finalização

Se você não quiser ler um desabafo off, não precisa continuar a leitura, apenas pule o texto a baixo e veja as premiações.

Primeiramente boa tarde ou então bom dia, boa noite, dependendo do horário que esta lendo. Eu queria pedir desculpas, muitas desculpas, perdão e tudo mais, pois eu sinceramente queria dizer que eu NÃO aguento mais me sentir mal, mas não é simplesmente pelas coisas bobas que estão ao meu redor ou então só o off ou on, só quero uma pausa, algo que faça eu me sentir melhor. Provavelmente alguns já perceberam que eu sumi completamente de todos os RPG que eu jogava, minha frequência neles era de conectar, dar uma olhada e sair. Minha cabeça ta confusa, meu corpo ta cansado e minha mente ta perdida. Eu sinceramente quero tentar relaxar, parar de me preocupar com tantas coisas. Eu me sinto estranho, me sinto fraco e exausto com a vida que eu levo. Eu estou numa correria enorme, minha vida esta resumida em trabalho para casa e casa para trabalho e isso ta acabando comigo, mas não é nem por eu não gostar, até gosto, mas eu to cheio de problemas para resolver, não tenho tempo para pensar em continuar o evento e novamente eu peço desculpas por isso, pois eu to com a cabeça cheia de coisas e não consigo chegar, sentar na frente do not e ler os posts e fazer uma narração, pois parece que minha cabeça esta cada vez mais fraca e perdida, eu chego com vontade de me jogar na cama, ver uma série e relaxar, não tenho como ficar me preocupando com outras coisas, por mais que sempre eu fique com aquilo na cabeça, sempre pensando nos problemas que tenho que resolver e isso ta foda pra mim. Bom, queria agradecer a todos os administradores que provavelmente, alguns deles estão jogando no evento e estão trabalhando pelo RPG, OBRIGADO! Mesmo! Pois sem vocês isso iria cair, ele já esta, querendo ou não. Eu também queria agradecer todos os membros que jogam e não abandonaram e que estavam ansiosos pelo resultado da segunda etapa, mas infelizmente eu estou abandonando o barco, quem sabe eu apareça por aí uma vez ou outra, mas não para trabalhar de novo, por que de trabalho já tenho demais em off. Aff gente, eu juro que não queria finalizar ele dessa forma, mas era o único meio para ver se eu fico menos sobrecarregado. Eu era acostumado a dormir umas 23, não aguento ficar acordo, durmo umas 22 ou 22 e pouco e mesmo assim levanto cansado. Eu vou num psicologo nessa semana para ver o que eu tenho, acredito eu que seja estresse, irritabilidade, nervosismo... transtorno de ansiedade eu já tenho, mas o que mais poderia piorar? Minha vida esta me esgotando. E se você que ta lendo é meu amigo, peço desculpas caso eu pareça um esnobe as vezes ou então não responda direito, sinceramente eu não to bem comigo mesmo, to meio cabisbaixo, tentando sorrir de verdade, mas o que parece é que é simplesmente eu levanto o canto dos lábios e tento fingir que estou feliz...Bom, qualquer coisa se eu desaparecer, provavelmente eu estou no trabalho ou então em casa tentando relaxar. Preciso de calmante... MINHA CABEÇA TA PÉSSIMA, sério! Eu já não to falando coisa com coisa, perdão. To misturando tudo, to parecendo louco, mas acho que com o tempo vou melhorando. Me desculpem pelo desabafo, pela encheção de saco ou então mil perdões por finalizar dessa forma o evento. Se precisarem de mim, já sabem como me procurar, SKP, WPP, FB... onde desejarem. Se esse texto estiver confuso ou então muito embaralhado, peço novamente desculpas, eu não revisei, só escrevi o que tava sentindo... desculpa de novo... Até logo.

P R E M I A Ç Õ E S

- Jogadores que postaram uma vez na segunda etapa: +350 de experiência, +3 pontos de perícia, +3 pontos de atributos, +2 itens normais a sua escolha (Não podem ser ofensivos).

- Jogadores que postaram duas vezes na segunda etapa: +500 de experiência, +5 pontos de perícia, +5 pontos de atributos, +3 itens normais a sua escolha e +1 item ofensivo ruim. (Faca enferrujada, canivete quebrado, garrafa quebrada, espelho cortante.)
@DFRabelo

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Re: [Evento] Survival II - Floresta Proibida, Equipe 001

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