[FP] Frost, Hope

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[FP] Frost, Hope

Mensagem por Hope Frost em Sab Jan 16, 2016 5:21 pm




20Hope MurphyFrost

Nome completo /////////////Hope Murphy Frost

Nascimento /////////////28 outubro. 1996

Nacionalidade /////////////Britânica.

Sexualidade /////////////Bissexual.

Super-Poder /////////////Criocinese.

Medo /////////////
Ofidiofobia, Cacorrafiofobia, Monofobia.

Faceclaim /////////////
Katherine McNamara.


"No meio da dificuldade encontra-se a oportunidade."

PERSONALIDADE



Hope é uma garota que gosta de jogar pelas próprias regras. Sua família sofreu um acidente quando ela ainda era criança e a pequena apenas ficou chorando no hospital até ser levada ao orfanato. Acabou sendo adotada por um tio-avô muito estranho que tinha verdadeiro fascínio por cobras e costumava assustar a pequena como colocando cobras em sua cama, o que a fez ter medo dos animais. Quando adolescente roubou um conjunto de facas de seu tio-avô e algumas economias do velho e viveu durante alguns tempos nas ruas, as facas se mostraram grande aliada quando ela teve que aprender a se defender. Hope não gosta de demonstrar muito o que sente, e quando demonstra, pode ter certeza que a pessoa realmente significa algo para ela. É um pouco fechada em relação a tudo. Tem um estilo próprio de se vestir e ama isso. Simpática com quem quer e merece, gosta de tratar os outros como eles a trata, de igual para igual. Ama cachorros, mas nunca possuiu um. É alegre, tímida, se irrita raramente, mas quando isso acontece, sua mente muda completamente, como se ela virasse outra pessoa, uma maníaca.

HISTÓRIA



Hope nasceu em Nova York, Estados Unidos. Era uma criança feliz, como qualquer criança seria com os seus pais juntos e felizes. Os pais mimavam a garota e tentavam fazer com que ela tivesse o melhor que eles poderiam lhe dar, porém isso parou de ser possível quando na véspera do aniversário de cinco anos de Hope. Eles estavam indo fazer uma viagem, para outra cidade, para outra de suas casas. Estavam de carro, já era noite quando estavam na estrada, não se podia enxergar muita coisa e quando viram já era tarde demais. Um caminhão vira em direção ao carro que estava os pais e a pequena Hope, fazendo assim os dois veículos colidirem.
A pequena como não estava consciente no acidente, não sabia de nada até acordar em uma cama de hospital sem saber o que havia acontecido. Ao saber de toda a história, que seus pais haviam morrido no acidente, Hope, como toda garotinha, chorou por longas horas, até receber um calmante e cair no sono.
Após alguns dias até estar totalmente recuperada do acidente, Hope é levada para um orfanato, no qual iria esperar seu tio-avô ir buscá-la e levá-la para morar com ele.
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Quando Hope fora morar com seu tio-avô, ficou com medo, principalmente pelos bichos de estimação dele. Ele tinha duas cobras e não ligava muito para a garota, era como se estivesse com Hope apenas porque ele era o ente mais próximo.
A pequena ficava em seu quarto o maior tempo possível, não tinha escola para ir, já que seu tio não ligava para a educação da criança, e mais uma razão pela qual ela ficava trancada em seu quarto era por causa das cobras, não gostava delas e seu tio havia percebido isso. Toda vez que a garota saia de seu quarto, recebia um susto por conta das cobras.
Todas as noites, Nathan, seu tio, entrava em seu quarto e colocava uma das cobras na cama de Hope, a assustando todas às vezes.
Com o tempo Hope foi crescendo e quando tinha nove anos, já não conseguia mais aguentar os sustos de seu tio nem as cobras, então fugiu de casa, levando algumas roupas e facas em sua mochila. Aprendera a gostar de facas depois que seu tio chegou à casa bêbado e tentou abusar dela.
Morando na rua, suas facas tiveram grande utilidade quando alguém tentava atacá-la. Morou nas ruas por alguns meses até ser adotada por uma senhora de idade.
Viveu com essa senhora, a tratando como se fosse sua avó.
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Ao completar onze anos, seus poderes começaram a se manifestarem. Quando Hope estava no refeitório da escola, lanchando com seus colegas, a garota conseguira fazer com que o suco que estava segurando esfriasse mais do que estava. Achou aquilo estranho, mas não comentara com ninguém.
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Alguns anos se passaram e mais algumas manifestações aconteceram no decorrer do tempo, mas sempre quando a garota estava distraída ou nervosa demais com algo.
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16 de novembro de 2013, o dia da tão esperada entrevista para conseguir uma bolsa na universidade. Hope estava nervosa, mas sabia que estava pronta para aquilo. Mas antes precisava tomar um ar. Se levantava da cadeira onde esperava ser chamada para a entrevista e saia do prédio, recebendo, de bom grado, a brisa gelada daquele dia.
Estava caminhando pela calçada e olhava para o relógio de pulso, já estava quase na hora, precisava voltar para o prédio da universidade. Soltava um suspiro, dando meia volta para voltar, mas parava no lugar. Dois homens de terno preto estavam a encarando. Ela não entendia o porque daquilo, tentou explicar que estava apenas tomando um pouco de ar, quando eles se aproximaram, mas de nada adiantou. Eles a agarraram pelos braços, ela se debateu. Não adiantou, quando se deu conta, apenas sentira uma agulha perfurando sua pele no pescoço. Segundos depois, Hope estava mergulhando na inconsciência.

A ENTREVISTA



Aos poucos Hope ia recobrando a consciência. Abria os olhos, mas tudo o que via inicialmente era o branco, lentamente seus olhos foram se acostumando com a claridade e finalmente via onde estava. Em um hospital, estava em um hospital, mas não entendia o porquê de estar ali. Tentava levantar, mas era impedida. Olhava para o que a impedida e via algemas prenderem seus braços junto a maca, assim como seus pés. Franzia o cenho. – Mas o que...? – murmurava.
O som da porta se abrindo a distraída daquilo e direcionava seu olhar para ali. O que via a deixava mais confusa ainda. Era uma pessoa vestida de médico, mas estava com o rosto coberto. Por que um médico entraria daquele jeito para examiná-la e por que ela precisava ser examinada?
– Por que estou algemada na maca? Por que estou aqui? Por que o senhor está vestido desse jeito? – bombardeava o desconhecido com perguntas que lhe rondavam a mente. Mas nenhuma das perguntas era respondida, o desconhecido ficava em silêncio.

O que você tem de único? Qual sua melhor qualidade e seu pior defeito?
Balançava a cabeça, não entendo o por que daquela pergunta. – O que? – perguntava, confusa. – Que tipo de pergunta é essa? – perguntava ainda mais confusa e agora com um pouco de medo. Tentava puxar novamente as mãos, mas novamente era impedida pelas algemas.

Por quais motivos acha que veio para cá? O que vai fazer se eu te contar que nunca mais vai poder voltar para casa?
– Se eu soubesse não teria perguntado o por que de estar aqui. – respondia, voltando a deitar a cabeça. – Eu não tenho casa. Vocês me tiraram da minha entrevista para conseguir a vaga na universidade! – exclamava agora, deixando de lado o medo e deixando a raiva tomar o lugar.

Qual era a coisa mais importante na sua antiga vida e por que era isso?
Ao escutar aquela pergunta, no hora a lembrança de seus pais, mesmo que não lembrasse muito deles, lhe vinha a mente. – Meus pais. – respondia, encarando o teto. – Eles eram a minha família. Os amava. – completava, piscando algumas vezes para dispersar as lágrimas que começaram a se acumular em seus olhos.

Se defina em três palavras.
– Insegura, fechava... E... – falava, mas parava para pensar na terceira palavra. – E carente. – concluía.

Qual seu maior medo e o que você faz para combate-lo?
– Cobras. – respondia e logo sentia um arrepio passar por sua coluna, a fazendo respirar fundo. – Aceito esse medo, mas não o deixo me dominar por completo, me foco em outras coisas.

E sem nenhuma outra pergunta ou qualquer comentário, o homem se aproximava com uma seringa na mão. Olhava para ele com o cenho franzido. – O que...? – mas não conseguia concluir a pergunta, pois logo o homem aplicava o conteúdo da seringa na veia de Hope e a garota não conseguira ficar por muito tempo acordada, logo ela se encontraria desacordada novamente. Mas antes de encontrar a inconsciência total, Hope via dois homens de terno preto entrarem no quarto, a soltarem e a levar para fora do quarto de hospital, depois, Hope não conseguia lutar contra aquilo que injetaram nela. Ela ganhava a inconsciência.
Quando acordava, estava no chão de um lugar mal cuidado e mal cheiroso. Se levantava, apoiando os braços no chão e olhando ao redor. Estava em uma cela, por que estava em uma cela? Olhava as próprias roupas e via que estava trajando roupas listradas. – O que é isso? – perguntava, voltando a olhar para a porta aberta da cela.

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Hope Frost
the calm before
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