Krauß Löhnhoff, Emeraude [Em construção]

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Krauß Löhnhoff, Emeraude [Em construção]

Mensagem por Emeraude Krauß Löhnhoff em Seg Jan 18, 2016 12:04 am




20EMERAUDELÖHNHOFF

Nome completo /////////////Emeraude Krauß Löhnhoff

Nascimento /////////////16. SETEMBRO. 1995


Nacionalidade /////////////Alemã.

Sexualidade /////////////Bissexual.

Super-Poder /////////////Mimetismo vulcânico.

Medo /////////////
Perder o controle de sua habilidade.

Faceclaim /////////////
MAGDALENA ZALEJSKA.


"O Inferno está vazio.
E todos os demônios estão aqui."

PERSONALIDADE



Certamente, Emeraude é tranquila, na dela. Desconsiderando sua inclinação a ser cínica e sua língua afiada, ela pode até ser uma pessoa divertida, se gostar de você. Pode ser difícil, mas, caso conquiste a lealdade da morena, perceberá que em todo o seu ser, há mais profundida do que aparenta. Mas, se você não der sorte e ela simplesmente não ir com a sua cara – o que não é tão raro, a morena, basicamente, não gosta de ninguém – perceberá que ela também pode ser uma pessoa egoísta, mesquinha e que coloca a si sempre em primeiro lugar. Que tentará tirar vantagem de tudo que estiver ao seu alcance. Que tradições, regras ou códigos de condutas nunca serão maior que sua vontade. Resumindo, Emeraude é um espirito livre, faz sua história e não segue nada além de seus instintos e convicções. Se isso será bom ou ruim, só depende de você.

HISTÓRIA



Eu e Chloe somos irmãs gêmeas. Idênticas. Nem dois minutos haviam se passado de meu nascimento, ela também nascia. Dividimos um feto durante nove meses, somos praticamente a metade de um todo. Mas, ainda pequena, eu percebi que não era assim na cabeça de meus pais. Por algum motivo, toda a atenção e cuidado era direcionado para mim. Eu era a filha perfeita, a inteligente, a mais bonita, mesmo que eu e minha irmã fossemos iguais. Mesmo que nós duas fossemos filhas deles. Eu amava minha irmã, mas, por causa de nossos progenitores, ela começou a me odiar. Então eu decidi que iria fazer da vida dela um inferno.

Então, ainda pequena, eu cheguei à conclusão de me guiaria pelo resto da minha vida: seres humanos, de humanos, não tinham nada. Nós somos egoístas, cruéis e desprezíveis. E todos nós estamos sozinhos.

-x-

Na fatídica noite, estávamos os quatro jantando juntos. Chloe comia em silencio, eu sorria hora ou outra e meus pais era os responsáveis por quebrar o silencio, conversando sobre algo que eu não me dava o trabalho de prestar atenção. Estava ansiosa para ver a reação de Chloe quando a mesma descobrisse que suas preciosas joias haviam sumido. Tão tapada que nem percebia que eu a observava quando ela verificada as joias, sem contar que, ela sequer tinha feito o trabalho direito, havia dias que eu notava alguns homens rondando nossa casa. Além de se meter em encrenca, ainda trazia para casa. O que eu havia feito para merecer isso?

Após a janta, me ofereci para ajudar minha mãe com as louças, como eu sempre fazia. Manter a pose de boa filha era essencial até que eu conseguisse sair de casa, afinal, eu tinha tudo com um mero estalar de dedos. Não que eu gostasse de fazer isso, mas, eu simplesmente não conseguia gostar deles. Não conseguia achar um motivo para me importar com o que eles pensariam quando a tão amada filha deles fosse embora, mostrando que não era o "anjo" enviado especialmente para faze-los felizes. Afinal, fora observando-os que eu aprendi a me desprender de todas as pessoas, e não seria  diferente com eles, principalmente com eles.

Após a ação boa da noite, eu fui até o quarto de Chloe. Dito e feito, quando eu cheguei, a idiota estava lá, pirando. Essa sempre foi a melhor parte, eu sempre estava lá para descobrir as coisas erradas que minha irmã fazia, e eu sempre a expunha. Não havia nada que não passe pelos meus olhos. Mesmo que eu a alertasse, Chloe ia lá e fazia algo mais estupido ainda.

Não demorou muito para nós começarmos a brigar, não era raro troca de tabefes entre nós duas. Nós sempre estávamos com raiva uma da outra e, naquela noite, não foi diferente. Não havia piedade entre nós duas. Quando começamos a crescer, as coisas simplesmente saíram do controle, nos tornando duas estranhas. E eu já estava farta dos dramas da garota, só por que era carente de atenção do papai e da mamãe. A vida dela era uma merda? Pois bem, acredito que não existe vida perfeita, e nem por isso eu ficava chorando pelos cantos.

Foi entre socos e arranhões quando eu presenciei pela primeira vez o que podia fazer. Cheguei em um estado que, se tivesse a chance, ali, naquela hora, eu mataria Chloe. Eu tentei, eu acho. Pois quando a ideia passou pela minha cabeça, minha irmã se afastou, gritando. E quando eu percebi o que havia acontecido, eu também gritei. Eu estava totalmente coberta por chamas. Mesmo que eu apenas sentisse um calor sutil, eu estava coberta por chamas e, isso era o suficiente para me assustar.

Por um momento, eu perdi o controle da realidade, não via nada além de labaredas, não ouvia nada além de sons guturais que saiam da minha garganta. Só percebi que não estava mais sozinha com Chloe quando vi de soslaio meu pai prestes a jogar uma jarra de água em mim. Eu queria gritar para que eles se afastassem, que aquele tanto de água apenas iria alimentar o fogo, mas as palavras não saiam. Numa última tentativa, tentei pará-lo acenando, mas assim que levantei as mãos, uma bola de fogo saiu de minhas palmas, indo em direção ao meu pai. Em um piscar de olhos, ele estava tão tomado pelo fogo quanto eu, a diferença era que eu ainda estava viva, e ele, não.

Eu não sabia o que fazer. Eu sentia uma leve comichão por todo o meu corpo, mas nada do que eu tentasse parecia o suficiente para parar. Eu já estava com as mãos nos cabelos, puxando-os com força, quando vi Chloe vindo em minha direção. Qual era a porra do problema dela, não havia visto o que tinha acontecido com nosso pai? Eu apenas fechei os olhos, pedindo mentalmente que, pela primeira vez na vida dela, Chloe não fizesse nenhuma merda. Mas é claro que ela fez.
Vendo que minha irmã não iria parar, nossa mãe se colocou entre nós duas. Eu apenas percebi isso quando senti seus braços em volta de mim. Um toque gelado, sem vida. A temperatura havia caído e nossa mãe não passava de um grande boneco de gelo humano. Não havia mais fogo sobre o meu corpo, mas o formigamento ainda estava lá e, não havia palavras para o quão bizarro tudo aquilo havia sido. O que diabos eu era? A porra de um mutante?

Sai correndo do quarto, apenas agora percebendo que tudo pegava fogo. Eu havia tudo isso. Alguma coisa muito errada estava acontecendo, e eu me sentia aflita por, pela primeira, não ter controle da minha vida. Na rua, algumas pessoas já se aglomeravam, mas eu apenas continuei correndo, atravessando entre os rostos que conhecia desde pequena, pulando as cercas que pareciam em minha frente, cruzando ruas sem olhar para o transito. Toda a minha família estava morta. Eu poderia sentir uma forte aversão a todos eles, mas aquilo? Era tudo difícil de acreditar. Eu só queria estar longe de tudo aquilo.

Talvez, meu pedido tenha sido muito infeliz. Assim que sobrei uma esquina, bati de frente ao corpo de outra pessoa. Foi tudo muito rápido. Assim que eu dei alguns passos para trás para desviar, alguém me segurou pelos braços, enfiando algum tipo de agulha em mim. As coisas foram se embaraçando até que tudo ficasse preto e eu perdesse os sentidos. Meu último pensamento, porém, era intrigante: já havia visto aquele homem que estava em minha frente, mais especificamente, rondando minha casa.

A ENTREVISTA



Aqui você deve descrever uma situação em que seu personagem acordou, deitado numa maca com roupas de paciente de hospital. Suas mãos estão presas com algemas, não conseguindo se levantar, apenas a cabeça para observar o que tem ao redor. Você esta tomando um soro, como se estivesse doente e então me conte como foi ficar ali pro alguns minutos sozinho. Depois de alguns minutos um médico vestido de branco, com um capuz escondendo o rosto e a voz distorcida vai entrar e você deverá reagir de alguma forma quando ele aparecer, seja perguntando o que esta acontecendo, xingando ou algo do tipo, seja criativo.

Ele começará fazendo perguntas e apenas isso.

O que você tem de único? Qual sua melhor qualidade e seu pior defeito?
Resposta.

Por quais motivos acha que veio para cá? O que vai fazer se eu te contar que nunca mais vai poder voltar para casa?
Resposta.

Qual era a coisa mais importante na sua antiga vida e por que era isso?
Resposta.

Se defina em três palavras.
Resposta.

Qual seu maior medo e o que você faz para combate-lo?
Resposta.

Depois que a entrevista for concluída, ele largará a ficha em cima de uma mesa próxima e vai chegar perto de você ajeitando uma luva plástica e pegando uma seringa com um líquido cinza. Descreva o que achou ao perceber o que estava acontecendo e qual foi sua reação ao perceber a agulha te furando. Alguns segundos depois você vai desmaiar e o homem sairá da porta e entrará dois outros de terno preto, também encapuzados. Você não saberá de mais nada, apenas vai acordar novamente numa cela de prisão, com a porta aberta. Suas roupas são listradas nos tons preto e branco.

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