[FP] Régnier V., Skylet (Concluída)

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[FP] Régnier V., Skylet (Concluída)

Mensagem por Skylet V. Régnier em Ter Jan 19, 2016 7:58 pm




23SkyletV. Régnier

Nome completo/////////////Skyle Villenueve Régnier

Nascimento /////////////19 agosto. 1994

Nacionalidade /////////////França.

Sexualidade /////////////Heterossexual.

Super-Poder /////////////Gravitocinese.

Medo /////////////
Agulhas, Solidão/Isolamento..

Faceclaim /////////////
Kaya Scodelario..


"O próprio egoísmo de querer manter a paz causa a guerra, e assim nasce o ódio para proteger o amor."

PERSONALIDADE


Skylet digamos que seja uma garota que coloca a razão no lugar da emoção, simplesmente para ela não é possível sentir algo que cientificamente não possui explicação. Para convence-la de algo respostas não são suficientes, são necessárias provas e ainda mais, a veracidade destas provas o que torna uma discussão com a garota simplesmente insuportável caso não saiba lidar com a mesma.
Paciência é de longe sua maior qualidade, mas isso pode ser apenas um sentimento de indiferença disfarçado, calma, astuta e as vezes...louca. Sua sede por tentar compreender tudo lhe trás as vezes momentos de insanidade, conversar sozinha e substituir a figura de alguém que ela nunca conheceu, alguém que possa entende-la de alguma forma, aliás esse é o seu maior medo, solidão, ficar sozinha e ser abandonada não é algo que a garota quer para sua vida, além disso agulhas são um instrumento que lhe deixa totalmente desconfortável.

HISTÓRIA


A vida da garota não era exatamente um mar de rosas mas não era nada que se pudesse reclamar, vivia somente com seu pai já que a um tempo seus pais haviam se divorciado por motivos que não vem ao caso, sei que é normal em situações como essa os filhos continuarem com a mãe mas a garota preferiu viver com seu pai já que ele nunca invadia seu espaço particular diferente de sua mãe que de todo modo pensava que o fato de ser mãe lhe dava todos os direitos sobre a vida de seus filhos.

Skylet e seu pai viviam juntos num apartamento não muito grande mas suficiente para suprir as necessidades de ambos, seu pai não era muito presente e deixava a garota totalmente livre para fazer o que quisesse durante sua ausência, porém ela não tirava proveito dessa liberdade e nem abusava disto, muito pelo contrário, ela era bem mais quieta que o normal, preferia muito mais ficar dentro de seu quarto e estudar, buscar respostas e se fazer perguntas, a maior parte de seu tempo era assim, isolada do mundo e sociedade, entretanto ainda tinha uma vida comum de estudante, a mesma ia a escola e tinha seus "amigos" mas nenhum que aguentasse conversar ou entender as coisas que ela dizia, era um tanto complicado lidar com uma garota que preferia conversar sobre física e matemática ao invés de comentar a One Direction na capa da Capricho.

Durante a caminhada da escola para casa pensamentos invadiam sua cabeça, coisas como "Será que sou uma pessoa estranha em meio a tantas?", "De fato, não há alguém que possa me entender além de mim mesma!", e de fato era isso mesmo, não haveria ninguém que pudesse entende-la além dela mesma, por esse motivo foi pega várias vezes por seus pais e colegas conversando aparentemente sozinha, para Sky, seu apelido, tinha para si só um "amigo", uma personalidade que vivia apenas em sua mente apelidada de Harry, é, era um nome legal que a garota gostava e acabou por nomeá-lo assim.

Chegando em casa como de costume seu pai não estava em casa, o apartamento apesar de ser considerado pequeno até que aparentava ser maior quando a garota estava sozinha, pensou um pouco sobre as coisas que passou a refletir no caminho de casa, talvez pudesse fazer um esforço para tentar se um pouco mais "normal", mas...como?! Talvez ver um pouco de TV, séries como suas amigas faziam para depois comentar sobre como o protagonista é um gato, a garota ligou a TV e se dirigiu a cozinha afim de preparar um café, normalmente ficar em frente uma tela por horas lhe dava sono, então...viva a cafeína! Café pronto e quentinho, a garoto sentia o aroma entrar por seu nariz e isso lhe dava uma sensação boa, a mesma agarrou sua xícara e percebeu que teve de fazer um pouco mais de força que o costume para levanta-la, no caminho da cozinha a sala o peso da xícara aumentava cada vez um pouco mais, parecia já estar pesando cinco vezes mais que o normal, isso era estranho, de fato mas como havia proposto a si mesma aquela noite não haveria nada de estudos.

Bem, pode-se dizer que essa foi uma primeira maratona de séries da vida de Sky, a garota ficou até tarde assistido televisão e simplesmente se esqueceu do horário, pelo jeito seu pai não apareceria em casa naquela noite, sua cabeça começava a doer e seus olhos a se cansarem, não estava acostumada a experiencias como essa e por isso foi se deitar na esperança de melhorar aquela dor que mais pareciam martelos se chocando contra seu crânio, deitou-se e sentia seu corpo pesar mais, era com se estivesse fraca demais e tudo que carregasse inclusive si mesma pesasse mais. O dia seguinte foi como uma ressaca, já era de manhã e parecia que tinha fechado seus olhos a exatos cinco minutos atrás, o sol já invadia seu quarto com seu brilho pelas frestas da cortina, era inevitável, tinha de ir a escola, mas sem pressa alguma a garota fez tudo o que fazia de costume, se levantar, tomar banho, comer, arrumar seu material, verificar o horário...já eram 07:45! Estava atrasada, isso foi mais que o suficiente para acordar de fato a garota que saiu correndo no mesmo instante.

Seus passos eram longos e suas pernas se moviam mais rápido do que ela achou que poderiam, era estranho mas a mesma sensação de peso da noite anterior continuava, dessa vez em sua mochila, de vez em quando parava para dar um jeito em suas costas que estavam sendo bem castigadas naquela manhã, em diversas oportunidades a garota pode observar o estranho fato de estar sendo seguida, isso a assustava um pouco e até repensou na possibilidade de matar aula, estava fazendo um caminho inverso, de volta a sua casa...passou por vários locais diferentes tentando despistar aqueles homens, afinal, não queremos que eles saibam onde morarmos. Pois bem, já faziam alguns minutos que eles estavam fora de vista, sua pernas doíam de tanto andar então resolveu para um pouco para descansar, mas esse foi seu maior descuido, antes que pudesse gritar sua boca estava tapada e nem mesmo pode ver a cara de quem estava fazendo isso, seus olhos foram vendados e após isso...bem, ninguém sabe!

A ENTREVISTA



As pálpebras de Skylet pesavam, era difícil abrir os olhos e sua sensação era de estar em total desconforto. Tentava se lembrar do que havia ocorrido mas nada vinha a sua mente, quando finalmente juntou forças para de fato abrir seus olhos estava deitada sobre uma maca, sentia o contato de sua pele com aquilo e se via vestida como uma paciente de hospital, talvez ela estivesse de fato em um hospital...mas não se lembrava de ter qualquer motivos para estar num ambiente como aquele, sentia leves fisgadas em sua cabeça, mas nada muito incomodo. Tentou se levantar porém percebeu que suas mãos estavam presas, ela estava algemada, as coisas apenas pioravam.

Buscou se soltar mas fora um tentativa em vão, já era meio óbvio que seria impossível see soltar mas não custava nada tentar, estava confusa e a única coisa possível no momento era espiar o ambiente a sua volta, a visão da garota estava embaçada então não adiantou muito aquilo tudo, o que pode perceber era que estava tomando um soro e ao ver uma agulha penetrando sua pele lhe deu ainda mais desconforto, o objeto era totalmente incomodo a garota que tentou não olhar para aquilo e se manter calma...a agonia não ia embora e o desespero aos poucos começava a tomar conta da garota que apenas pode lamentar, nem mesmo sabia onde estava ou o que estava ocorrendo entretanto já sabia que nada bom poderia sair dali.

Minutos depois que acordará sozinha no local finalmente uma pessoa estava junto a sua presença, não que isso fosse bom, talvez seja até pior, era um homem vestido totalmente de branco que por sua vez escondia seu rosto por de baixo de um capuz, sua voz era totalmente distorcida, assim como sua visão naquele momento, a garota buscou dizer algo, colocar pra fora todo o medo e a raiva que sentia no momento, mas sua garganta seca não permitia que pudesse dizer muito, era como se ela estivesse gritando o máximo que pudesse porém nenhum som era emitido, mesmo assim forças não faltaram para que isso acontecesse. -Quem é você?! O que querem comigo...! - Essas eram as principais informações, tudo que Sky gostaria de saber porém parecia que quem fazia as perguntas ali não era ela...diante a um questionário Skylet apenas poderia responder aquelas perguntas.

O que você tem de único? Qual sua melhor qualidade e seu pior defeito?
-Nada, não sou nada única, sou uma mistura de várias coisas já existentes. - O tom de voz não se alternava, constante e intensa. -Minha maior qualidade, não sei se chamaria de qualidade mas sou perfeccionista e meu defeito...eu sou bem egoísta. -Era apenas a primeira pergunta do questionário que vinha a seguir e o homem registrava todas as palavras ao longo de uma prancheta, pelo menos era o que Skylet poderia compreender sobre o que se passava.

Por quais motivos acha que veio para cá? O que vai fazer se eu te contar que nunca mais vai poder voltar para casa?
O nervoso gargalho prendia a garganta da garota, junto de risadas a ânsia pelo choro. - Eu acho que fui sequestrada por malucos. - Skylet abaixava o olhar para tirar as mãos que ardiam entre meio as algemas, concluindo deveras sucinta -...E, não tenho muitas opções sobre o que fazer a respeito disso.

Qual era a coisa mais importante na sua antiga vida e por que era isso?
-Meu futuro? - Questionou a si mesma pensando no que realmente havia planejado para os dias seguintes até que lhe vinha a certeza de que realmente seria a resposta correta - Estava garantindo meu futuro por que não queria terminar como meus pais, sem tempo para família, diversão, nada...apenas trabalho! - Detalhou, tentando deixar claro porque a resposta se deva ao futuro, sendo que de fato não era sobre sua vida passada.

Se defina em três palavras.
Definir-se em três palavras seria um grande desafio, porém fora iniciado. A sala permanecia em silêncio por poucos minutos, Skylet precisava de mais tempo para pensar, não obstante o encapuzado a sua frente apenas na espera. -Curiosa. Insistente. Complicada. Eu acho que talvez você deva me conhecer para saber melhor.

Qual seu maior medo e o que você faz para combate-lo?
Os lábio puseram-se trêmulos, medo, por que queria saber sobre seus medos? -Agulhas. - Informou com dignidade, sem baixar o tom de sua voz concluiu sua resposta breve. -Eu as evito. - Relembrava cada momento cujo passava com aquelas estruturas metálicas atingindo geralmente seu braço e aquilo lhe causou arrepios.

Após todas as perguntas o homem preparou uma seringa que continha em si uma substancia cinzenta, o brilho da ponta da agulha já entregava o que ocorreria após o preparo, seu estomagado parecia não muito bem e sua cabeça aparentava girar, aquela agulha penetraria sua pele, mais uma vez e nesse momento a garota desmaiou, acordando não se sabe quanto tempo após isso dentro de uma cela e vestida como uma presidiaria, listras petras e brancas preenchiam sua nova roupagem!

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Skylet V. Régnier
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