{FP} Ângelo D. Duchannes

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{FP} Ângelo D. Duchannes

Mensagem por Ângelo D. Duchannes em Qui Jan 21, 2016 4:52 pm




17ÂngeloDuchannes

Nome completo /////////////Ângelo Demitri Duchannes

Nascimento /////////////06 Junho 1998

Nacionalidade /////////////Brasileiro/Americano.

Sexualidade /////////////Bissexual.

Super-Poder /////////////Mimetismo Empático.

Medo /////////////
Solidão.

Faceclaim /////////////
Luke Worral.


"Eu me via chorando sem motivos, usando fones de ouvido e repetindo nossas conversas em minha mente só para poder ouvir sua voz de novo."

PERSONALIDADE



Ângelo é um garoto calmo, não costuma ser agressivo ou impaciente, pelo contrario, é paciente de mais, gosta de estar em ambientes harmoniosos e tem um grande coração. Faz tudo que tem vontade e não procura machucar as pessoas ao seu redor para conseguir as coisas. Gosta ajudar as pessoas e é carinhoso, gosta de uma boa conversa e quando gosta de uma pessoa de verdade faz de tudo para a mesma se sentir bem. Ângelo porém tem uma outra personalidade, a do irmão que o protegia quando bebes, e que aparece quando ele esta sendo ameaçado, mesmo assim os dois são gentis e amorosos.

HISTÓRIA



A minha história começou quando eu era apenas um bebe... Espera quando éramos apenas um bebe.

Eu ainda tinha meus pais daquela época, Samira e Gregory, eles foram quem nos deu a vida, que tentou nos proteger, mesmo que não desse certo. Miguel diz que é culpa deles sermos assim, mas eu não acredito. Para entender o que nós] somos, precisa conhecer a história dos nossos pais.
Samira, minha mãe era uma garota que passou a maior parte da vida no subúrbio do Rio De Janeiro. Ela era ambiciosa e não media esforços para conseguia o que queria. Quanto ela completou a maior idade conheceu meu pai, Gregory, ele era americano e apaixonou por ela fácil. Nossos pais se casaram um ano depois, mas a situação começou a ficar difícil e o logo o medo de perder tudo veio sobre eles. Alec, um amigo do nosso pai apresentou à eles uma forma de dinheiro fácil, mas envolvia riscos e sacrifícios.
Durante um ano eles frequentaram o local pensando em aceitar ou não a proposta. O local era uma seita satânica, Alec era um membro poderoso dentro daquilo, depois de verem a situação financeira, que era estava em ruínas, mudar e os encontros sobrenaturais serem mais frequentes eles aceitaram, a seita os recebeu de braços abertos, mas nem tudo eram flores quando se brinca com o demônio.
Alguns anos mais tarde, nossa mãe descobriu estar grávida. Quando contou ao meu pai ele tremeu, uma das coisas que a seita pedia era o primogênito do casal, meu pai sabia que teria que entregar um de nós para ser sacrificado naquele lugar, se não os dois. Inicialmente acharam que eram apenas um bebe, no caso meu irmão Miguel, ele era mais forte e mais inteligente, e sempre me protegeu dentro da barriga da minha mãe me escondendo até o fim da gravidez. Foi ainda no útero que descobrimos ter poderes, eu possuía um dom que anos depois eu descobri ser mimetismo empático. Durante nove meses eu obtive as memórias dele e o poder dele, nos comunicávamos, e nosso laço de amizade nasceu ali. Nove meses depois nascemos, foi um choque saber que dois bebes tinha vindo abraçados ao mesmo tempo.
Quando fomos separados pela primeira vez eu chorei tanto, que fui para a UTI, eu era frágil, e não ter o meu irmão para me dar a sensação de segurança fez meu estado piorar, eu poderia morrer ali naquele hospital e condenar a morte o meu irmão. Meu irmão me protegeu, em determinado momento eu comecei a senti-lo falando na minha mente, pedia para que eu me acalmasse, ou corria o risco de morrer ali, eu o fiz e alguns dias depois saímos do hospital juntos, mas ainda tinha muito para acontecer em nossas vidas.
Não me lembro de muito da nossa primeira noite, mas o que contaram para nós, foi que Alec queria me levar o mais rápido o possível para ser sacrificado naquela seita, mas nosso pai nos protegia, não adiantou muito, na terceira noite meu pai foi possuído por alguma espécie de demônio e nos levou para aquele lugar, contra a vontade da mãe. Eu não me lembro do que aconteceu lá, mas sei que quando entrei naquele lugar, meu poder absorveu coisas macabras, mortes de muitas crianças e coisas que não consigo descrever. Meu irmão ainda me mandava mensagens para me acalmar, ele conseguiu entender meu poder antes mesmo de mim, pois usava dele para nos comunicar. Naquela noite nossos pais contaram que Lúcifer apareceu em carne e osso para tomar o nosso sangue, mas a forma corpórea dele não iria ficar por muito tempo perto de humanos e então um dos seus encarregados tomou o corpo de um bode branco. O sangue daquele demônio foi injetado em nossas veias, segundo o que nos contaram aquele que era mais forte sobreviveria e o mais fraco seria o sacrifício. Quando aquele sangue queimava em minhas veias, meu irmão falou comigo, ele disse que não me deixaria morrer, e foi quando ele transferiu toda sua força para mim, todo o seu poder e suas memórias, e depois tudo me senti só, pela primeira vez eu estava só. Eu tinha certeza que estaria assim para sempre, meu irmão tinha morrido por mim e eu não sabia como seria sem ele.
Toda a minha vida de bebe se passou rápido depois daquilo. Foi quando eu tinha sete anos que ele voltou. Miguel, meu irmão apareceu quando uns garotos mais velhos me batiam. Eu me lembro de estar levando socos e chutes na escola, eles me chamavam de filho de satã, fora desde aquele evento que meus cabelos se tornaram brancos e tinha ficado com uma coloração pálida. Eu senti Miguel na minha mente de novo, aquele vazio desapareceu e ele usou meu corpo para me proteger, ele fez o chão tremer e bateu naqueles meninos, desde então eu consigo ouvi-lo e vê-lo na minha mente. Quando estou sendo ameaçado ele aparece e me protege. Hoje temos 17 anos, Miguel é igual a mim, mas os cabelos dele são negros e ele é forte, tem poderes geocinéticos e é meu melhor amigo, algumas pessoas nos chamam de loucos, bipolar ou até mesmo monstro quando falo isso para eles. Alguns psiquiatras dizem que pelo trauma que sofri quando criança me afetou e eu criei uma segunda personalidade, talvez seja verdade, mas se não fosse por ela eu jamais teria meu irmão de volta, jamais seriamos nós de novo.
- Ângelo! – A psiquiatra estala os dedos e eu saio do transe que ela me pôs.
Eu a encaro. Ela tem um corte profundo no supercílio, eu me assusto e me afasto dela.
- Eu falei para ficar longe de mim doutora. – Digo me levantando do divã e corro para a saída do consultório.
“Miguel, o que você fez com ela?” perguntei a meu irmão.
“Ela tentou te injetar um liquido cinza em nosso braço, não poderia deixar aquilo acontecer.” Ele diz.
- Ângelo! Pare ai, eu não vou te machucar. – Ela diz.
Eu paro antes de descer uma escadaria e me viro para encara-la. Antes de poder vela direito sinto uma corrente elétrica percorrer meu corpo, a violência do choque me faz cair no chão, ainda estou consciente, mas para perdi o contato com Miguel e não consigo me mover.
- Achou mesmo que iria fugir assim? – A doutora caminha na minha direção com a arma elétrica em punhos. – Mutantezinho problemático. – Ela retira da jaqueta uma seringa com o liquido cinza que Miguel descreveu. Atrás dela alguns homens de preto surgem, eu não consigo registrar mais nada, sinto a minha consciência se esvair quando o liquido cinzento é injetado no meu braço e logo estou caindo na escuridão, Miguel cai junto comigo, só tenho a chance de pegar nas mãos dele e cairmos junto.

A ENTREVISTA



Acordei em alguma espécie de hospital, meu irmão Ângelo esta acordado, não vou deixar ele sofrer, mas mais do que ele já sofreu, um homem de terno esta ao meu lado, ele anota algumas coisas em uma espécie de caderno, mas eu não foco nele, preciso tirar a gente dessa, antes que meu irmão acorde e passe por esse horror.

O homem se mexe, mas eu tento me levantar para me proteger. Meus braços e pernas estão amarrados, não tenho como nos proteger.

O que você tem de único? Qual sua melhor qualidade e seu pior defeito?
- Como assim cara? – Respondo. O olhar dele me da calafrios, eu penso em xinga-lo, mas Miguel parece estar acordando. “Tome cuidado.” Digo antes de Ângelo tomar conta do corpo novamente.
- Eu tenho poderes se é isso que você quer saber. – Ângelo responde. – Eu sou um bom amigo, essa é minha qualidade, mas meu defeito é ser idiota de mais.

Por quais motivos acha que veio para cá? O que vai fazer se eu te contar que nunca mais vai poder voltar para casa?
- Talvez seja por causa daquela seita.

Qual era a coisa mais importante na sua antiga vida e por que era isso?
- Eu tinha minha mãe e meu pai, eles eram importantes para mim.

Se defina em três palavras.
Tímido, amigável e fiel.

Qual seu maior medo e o que você faz para combate-lo?
Eu tenho medo de ficar só, eu procuro sempre estar conhecendo gente nova.

O homem não faz mais perguntas, apenas retira outra seringa, parecida com a que a doutora injetou no meu braço. Miguel toma o controle de novo, mas já é tarde o líquido já corre em minhas veias.
- O que você fez? – Miguel pergunta de debatendo.
O home ignora e mais outros homem vestidos de terno entram na sala, nosso corpo já esta fraco e novamente caímos na escuridão.



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Toxic Boy
It's getting late to give you up
I took a sip from the devil's cup
Slowly it's taking over me
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