{FP} KVONTRËCH-HOVANX, ARVEN

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{FP} KVONTRËCH-HOVANX, ARVEN

Mensagem por Arven Kvontrëch-Hovanx em Qui Jan 21, 2016 9:29 pm

20ArvenKvontrëch-Hovanx

Nome completo /////////////Arven Kvontrëch-Hovanx.

Nascimento /////////////24 Outubro 1995.

Nacionalidade /////////////Alemã.

Sexualidade /////////////Heterossexual.

Super-Poder /////////////Vampirismo.

Medo /////////////
Medo de palhaços. É isso mesmo, qual o problema?

Faceclaim /////////////
Ash Stymest.


"You shut your mouth
How can you say
I go about things the wrong way?
I am Human and I need to be loved
Just like everybody else does"

PERSONALIDADE

"1, 2, 3. Testando, isso aqui está pegando, cara?" O que posso falar de mim? Eu sou foda, é a única coisa que você precisa saber. Caso queira ter algum tipo de parceria ou seja lá como queira falar, apenas não pise no meu calo ou a situação vai ficar muito feia. Você sangra? Pois vai sangrar. Aquela tal frase de "não julgue um livro pela capa" não funciona muito comigo, a primeira impressão sempre basta para conhecer como realmente a pessoa é. Então, o que você diz sobre mim? "Blá blá blá, playboyzinho mimado...", mas não é bem assim. Eu já vivi muita coisa nessa minha vidinha de merda, quando você passa boa parte de seus anos nas ruas aprende que deve deixar a infantilidade de lado, aprende a não confiar em qualquer pessoa que passa na sua frente. Aprende que o caminho mais fácil não é o melhor para ser seguido. Acho que é só, já consegue ter uma ideia de como sou, não é? Caso queira saber sobre mais alguma coisa basta me procurar.

HISTÓRIA

O que dizer sobre Arven? Um garoto prodígio que tinha tudo para se dar bem na vida, sempre fora cercado do bom e do melhor... Mentira, isso é somente uma piada. É possível dizer que o garoto realmente não vale nada. A mãe não passa de uma prostituta que nem ao menos sabe quem seria o pai do garoto, em uma de suas noitadas de trabalho acabou por engravidar. A mulher inventava fatos para o filho quando o mesmo era criança, no princípio Arven acreditava em suas palavras, mas com o passar do tempo percebeu que sempre alterava algum ponto crucial nas histórias que lhe eram contadas. Cresceu cercado pelos maus tratos dos homens que Emma levava para a pobre residência que possuía, além do cafetão da mulher que não evitava em bater em ambos. O jovem não sabia se possuía outros parentes que pudessem pedir sua guarda, sua mãe evitava falar qualquer coisa que costumava lembrar de sua antiga vida, talvez por ocasionar tanta tristeza em sua vida.

Tendo de amadurecer rapidamente por conta das consequências que o cercavam, passou a evitar quaisquer contato que pudesse ligá-lo com Emma, o rancor guardado em seu âmago lhe dizia que era hora de acabar com tamanho sofrimento. Em uma das noites que a mãe chegou bêbada em casa, o garoto pegou a arma que era escondida debaixo da cama por precaução, assim que a mulher atravessou pela porta, um único tiro foi disparado. Suas mãos agora manchadas por seu "próprio" sangue, apenas esperava que sua vida mudasse. O único que fora procurar pela mulher fora seu cafetão, insatisfeito com a mulher que havia desaparecido dos locais que frequentava. Arven conseguiu enganar o homem, dizendo que a mulher havia fugido com um de seus clientes e nunca mais poderia retornar, pelo menos não pelo filho. O corpo fora queimado e qualquer prova que dissesse o contrário fora exterminada, o garoto estava livre de pelo menos um tormento.

Creio que já é possível saber o futuro que o aguardava, não procurou por melhorar completamente o rumo de sua vida, sempre ligado ao caminho mais sujo que poderia prosseguir. Seu grupo de "amigos" sempre estavam envolvidos nos roubos menos vistosos da cidade, mesmo que não conquistassem uma boa grana em suas ações criminosas, evitavam fazer algo grande suficiente para causar estardalhaço e acabar como muitos criminosos do país. Arven não faz questão alguma de ser reconhecido por seus atos, não se importando com a fama de infrator que tem carregado. Em sua face sempre mantém o olhar torto, gesticulando que na maior parte do tempo não está feliz com a situação que se encontra, em seus lábios raramente é possível ver um mínimo sorriso. Suas diversas cicatrizes demonstram os combates e maus tratos que ocorreram por todo trajeto de sua jornada.

Arven fora atingido por uma fumaça tóxica durante um de seus roubos, o que ocasionou no desabrochar de seus poderes. Na noite seguinte ao roubo, encontrou um de seus amigos dormindo com a sua "garota", a confusão tomou conta de sua mente ao ver o que havia causado ao garoto com apenas um soco, mas não saiu do lugar até sua vingança estar completa. Yuri estava morto. Dias depois, Arven foi pego pelos cientistas do presídio Hunted, sem saber realmente como a situação aconteceu, pois no momento havia bebido e estava nervoso demais para saber o que realmente estava acontecendo. Agora faz parte dos demais presidiários que residem no local.

A ENTREVISTA

Despertei enlouquecido, movendo os braços desesperadamente buscando pelo filho da puta que havia deixado-me desacordado na frente de minha própria "casa". Claire não era louca o suficiente para fazer contra mim, ela sabia o que poderia acontecer com ela, ter o mesmo destino daquele puto que dizia ser meu amigo. Parei em meio ao pequeno surto, notando que jazia em um lugar completamente diferente do que deveria estar. Paredes completamente brancas, uma maca hospitalar e aquela roupa terrivelmente desconfortável de hospital. Sem contar as algemas que prendiam-me na desconfortável cama. Mas que porra é essa? Eu nem bebi o suficiente para dar um pt, imagina acabar num hospital, isso estava completamente errado. Eu estava sendo preso por matar Yuri? Só fiz um favor ao mundo tirando a vida daquele pedaço de merda, isso não poderia estar acontecendo de maneira alguma.  Um tubo intravenoso ligava-me numa bolsa de soro que já estava pela metade, talvez não estivesse ali há muito tempo. Que horas eram? Que dia é hoje? Não havia janela alguma para que pudesse saber se era dia ou noite. Quão louco seria se eu pensasse estar no futuro? É como naquela série de zumbis, entrei em coma por alguns anos – não sei como aconteceu, só estou dando hipóteses –, o governo lançou algum tipo de vírus na massa populacional e o meu objetivo é sobreviver. Você pode pensar que sou louco, mas a situação até que se encaixa. Já que eu adquiri poderes de alguma forma desconhecida por mim, não duvido nada os zumbis existirem também. Algo que deveria ser um médico adentrou a sala, o capuz impedia-me de ver seu rosto, algo que era realmente estranho.

Wow, cara. Isso realmente é um hospital? Essa pegada misteriosa não está colando muito bem. – Disse, franzindo o cenho. – Qual o motivo dessas algemas? Não vou acabar fugindo, até porque estou numa melhor situação do que poderia estar em casa. – Finalizei, soltando uma risada de escárnio.

O "médico" sinistro nada disse, apenas continuou fitando a prancheta que havia em seus mãos ossudas. Sinistro, cara. Talvez isso fosse alguma pegadinha dos caras? Gastar tanta grana nesse lugar para fazer a porra de uma pegadinha? Qual é, vocês já fizeram coisas melhores que isso. Uma pergunta foi lançada, algo que se tornou estranho e sem nexo algum para a situação.

E eu sei lá, cara? Quantos te deram para fazer esse papel tosco? Creio que não custou muita coisa, te pago o dobro se parar de perguntar asneiras. – Respondi despreocupadamente, observando a sala que me encontrava com maior atenção. Antes que pudesse reclamar da demora, o cara lançou outra pergunta. – Acho que meus "amigos" são uns babacas e estão brincando com a própria sorte. Cara, se eu não voltar pra casa creio que seja a melhor coisa que você está fazendo por mim, acredite ou não.

Parei por um momento, pensando em minhas palavras. Por que eu estava respondendo esse cara mesmo? Creio que a brincadeira acabaria mais rápido se respondesse de qualquer forma. O que ele quis dizer com "não voltar pra casa"? Se os caras queriam colocar algum tipo de medo sobre mim, eles estão fazendo isso completamente errado. Outra pergunta feita, minha paciência se esgotava ainda mais.

Eu. Na minha antiga vida, agora e sempre será a coisa mais importante. Creio que motivos não serão necessários, não é? – Vociferei, fitando-o com maior atenção. Sua voz estava me deixando mais irritado a cada segundo, imagina ficar aqui trancafiado como um animal. – Vá se foder. – Respondi a outra pergunta que fora lançada, questionário irritante e sem propósito algum, as três palavras que ele queria já foram ditas, mas não da forma que ele esperava. E foda-se se não fosse isso que ele esperava. – Eu não tenho medo. – Disse, voltando a observá-lo, esperando que tudo isso tenha acabado de uma vez por todas.

O cara misterioso largou a prancheta que segurava numa mesa próxima, parecia estar pegando alguma coisa ali. Voltou para a maca ajeitando as luvas plásticas nas mãos ossudas, portando uma seringa contendo um líquido cinza. Finalmente aquilo havia acabado, já estava cansado de ficar esperando toda essa brincadeira ter um fim.

O que é isso? Um novo tipo de droga? Sinto muito, mas eu não estou afim de usar nada agora, pode parar por aí. Apenas retire essas algemas que já estão apertadas demais para o meu gosto, apenas pare. – Reclamei, mexendo os pulsos para sinalizar o que desejava, mas o tal "médico" não parou. – Cara, você nunca ouviu falar em PROERD? Você está precisando de algumas aulinhas. Já pode parar por aí, não vou usar nada que já não conheça.

E mais uma vez não fui escutado, o homem virou minha cabeça para o lado, forçando-me para que não me movesse. A tal droga desconhecida fora injetada em meu pescoço, antes que pudesse reclamar de sua atitude meus sentidos ficaram mais lentos. Antes que pudesse desmaiar, notei dois homens usando ternos entrando dentro do quarto no momento que o encapuzado deixava a sala. Só o que me faltava, agora estamos em MIB.

[...]

Virei-me para o lado, desconfortável por estar deitado num local duro. Despertei assim que meu corpo sentiu o impacto do chão, ainda podia sentir a picada da injeção que havia levado na última vez em que estive acordado. Estranhei por não reconhecer mais o local em que estava, agora encontrava-me num tipo de cela de prisão, uma beliche enferrujada com um colchão fino estabelecida num lugar que não parecia nem caber uma pessoa direito. Então eu realmente havia sido preso por matar Yuri? Mas pra que aquela conversinha com o cara naquele hospital? E por que não me pegaram como pessoas civilizadas? Tudo bem que eu não me renderia muito fácil, mas eles não teriam como saber disso. Porra, eu estava completamente fodido.

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Arven Kvontrëch-Hovanx
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