[FP] Belle F. Lowyer

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[FP] Belle F. Lowyer

Mensagem por Belle F. Lowyer em Sex Jan 22, 2016 1:20 am




25 anosBelleF. Lowyer

Nome completo /////////////Isabelle Fox Lowyer

Nascimento /////////////08/08/1991

Nacionalidade /////////////Dinamarquesa

Sexualidade /////////////Heterossexual

Super-Poder /////////////Indução de dor

Medo /////////////
Ser culpada pela morte de alguém / Nunca conseguir encontrar a filha

Faceclaim /////////////
Deborah Ann Woll.


"A dor é um mal necessário"

PERSONALIDADE



É uma pessoa calma, mas se estressa facilmente, não gosta de brigas nem confusões, gosta de se manter na sua. Mas é uma pessoa muito calada e fria, é claro que se importa em salvar as vidas que a cercam no hospital, e dentro dele vestindo um jaleco branco chega a ser uma pessoa agradável, mas fora das paredes frias do hospital, seu coração congela e se mantém sempre na sua. Os únicos que ainda viam um sorriso em seu rosto eram seu amado e sua filha.    

HISTÓRIA



Lágrimas quentes e salgadas enchiam o rosto da frágil ruiva deitada toda encolhida na cama, ainda vestindo as roupas ensanguentadas. Havia um vazio dentro de seu peito enquanto o choro de uma criança ainda ecoava por sua mente. -Vamos, senhorita! Você sabia muito bem que isso iria acontecer, uma criança não poderia intervir em seu futuro!-Dizia a criada da família.

Aquelas palavras eram uma estaca em seu coração. As lágrimas secaram imediatamente, a ruiva se levantou da cama esquecendo as dores do parto recente e prensou a criada na parede. -Você pode ter me criado quando minha mãe estava ausente, mas não tem o direito de dizer coisas sobre o meu futuro!-A ruiva gritava tão alto que provavelmente suas cordas vocais reclamariam mais tarde.

Soltando a criada, a jovem de 18 anos correu pelos corredores em direção ao banheiro. Talvez a menininha ainda estivesse ali. A pequena criança que segurara nos braços durante poucos minutos antes de sua mãe lhe arrancar a criança de seus braços. Escutou um choro alto vindo do banheiro e entrou no mesmo, encontrando uma criada com o bebê nos braços.

A criada, que era baixinha e velha, arregalou os olhos ao ver a herdeira em sua frente. -Me entregue o bebê e faça minhas malas em cinco minutos. E traga um vestido novo.-Ordenara Isabelle, ou Belle, como gostava de ser chamada. A criada obedecera e entregou a menininha à mãe.

Belle sentou na tampa do vaso sanitário com a criança nos braços. Um sorriso iluminava seu rosto enquanto analisava o rosto adormecido de seu bebê. Elas teriam de fugir antes da mãe de Belle chegar com os que seriam a nova família do bebê. A adrenalina no sangue de Belle a fez esquecer da dor, mas nenhuma poderia ser comparada à felicidade que sentia naquele momento.

A criada voltara com uma mala pronta e uma muda de roupas tanto para a mãe quanto para o bebê. Belle passou o vestido preto rapidamente pela cabeça, calçando as sapatilhas e vestindo o bebê em seguida. -Chame um taxi.-A criada saíra quase imediatamente diante da ordem, enquanto Belle lava o rosto.

A ruiva correu com o bebê nos braços até o escritório do pai. Entrou na sala com um forte cheiro de ópio e seguira até o cofre, destrancando-o e pegando uma quantia suficiente para fugir daquele lugar e começar uma vida nova em outro país longe dali.

Ao descer pelas escadarias, o táxi já esperava do lado de fora da propriedade. Agradeceu por sua mãe ainda não estar de volta. Deu ordens para o taxista seguir para uma casa específica e depois para o aeroporto.

~7 depois

Um suspiro saiu dos lábios de Belle enquanto ela girava a chave na fechadura do enorme apartamento em New York. A porta se abriu e uma miniatura de si mesma esperava na porta, vestindo um vestido rosa sem golas e com algumas flores. -Mamãe!-A voz aveludada de Sophie ecoou pela sala de estar, fazendo Simon levantar os olhos do laptop para sua esposa na porta abraçando a pequenina.

Belle segurou Sophie com força enquanto tirava o casaco, os sapatos, e largava tudo no chão. -Olá, querida!- Simon estava em sua frente, depositou um breve selinho nos lábios da ruiva e um beijo na testa de Sophie. -Talvez seja melhor fazer Sophie dormir, precisamos conversar. -Sussurrou o loiro no ouvido da ruiva.

Aquiescendo com a cabeça, Belle levara Sophie até o quarto da pequena ruiva de olhos azuis que era todo cor de rosa e cheio de bonecas. Depois de algumas canções de ninas, Sophie finalmente bocejou e virou para o outro lado, fechando os olhos e caindo no sono. Antes de deixar o quarto, Belle depositara um beijo no cabelos cor de fogo da filha e seguira rumo à sala, onde seu marido aguardava no sofá.

- Sua família nos achou...eles querem encontra-lá amanhã no café.-


~Na manhã seguinte


Seu coração batia acelerado enquanto encarava as duas pessoas na casa os 60 anos à sua frente. -Pra quem já viveu muito, vocês estão muio bem.-O deboche era evidente na voz de Belle. -Belle, nós viemos em paz.-A mão de Rosalie, sua mãe, tentara encostar na sua, mas Belle pusera a mesma no colo. -Disse a mesma coisa antes de arrancar minha filha de meus braços.-Belle tentava se controlar para não avançar no pescoço dos dois.

-Soube que se tornou médica.-Comentou seu pai, que não havia dito nenhuma palavra até então. -Traumatologista.-Disse Belle tão azeda quanto um limão. -Nós queremos que você volte para casa, querida.-A voz de Rosalie continuava doce e gentil, mas sabia que por baixo disso havia uma cobra.

O ódio tomou conta de Belle e seus olhos azuis cintilantes fuzilaram os dois idosos a sua frente. -Não irei voltar!-Exclamou Belle se levantando bruscamente da cadeira.

Seus pais gemeram e colocaram a mão nas cabeças, mas logo os gemidos se intensificaram e se tornaram gritos de dor. Os olhos da ruiva eram gélidos e não desviaram um segundo dos idosos agonizando de dor na sua frente, mesos quando sentiu uma agulha em seu pescoço e a escuridão à frente.    
       
           

A ENTREVISTA



Seus olhos piscaram até se acostumar com a claridade, um gemido saiu de seus labios ao movimentar sua cabeça. Ao tentar mover suas mãos, percebeu que estava algemadas e um soro estava ligado ao seu braço, e roupas horríveis de paciente vestiam a ruiva. A porta se abriu e um homem entrou, vestindo uma roupa de médico e com o rosto encapuzado.  

Ele começou com as perguntas.

O que você tem de único? Qual sua melhor qualidade e seu pior defeito?
Onde eu estou? Que lugar é esse?

Por quais motivos acha que veio para cá? O que vai fazer se eu te contar que nunca mais vai poder voltar para casa?
Onde está Sophie e Simon? O que fizeram com eles?

Qual era a coisa mais importante na sua antiga vida e por que era isso?
Minha filha e meu marido, agora me deixe sair!

Se defina em três palavras.
Vá se foder!

Qual seu maior medo e o que você faz para combate-lo?
Acredite em mim, se tiver ferido eles, você vai morrer.

O homem apenas colocou a prancheta de lado e pegando uma seringa com um líquido cinza. No segundo seguinte, eu havia perdido a consciência enquanto gritava por Simon e Sophie,  

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