[FP] Høeghör Dhøriëtz, Allerie

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[FP] Høeghör Dhøriëtz, Allerie

Mensagem por Allerie Høeghör Dhøriëtz em Sab Jan 23, 2016 5:22 am

19AllerieDhøriëtz

Nome completo /////////////Allerie Georgina Høeghör Wolfenbüttel Dhøriëtz.

Nascimento /////////////19 de maio de 1996.

Nacionalidade /////////////Dinamarquesa.

Sexualidade /////////////Heterossexual.

Super-Poder /////////////Telepatia.

Medo /////////////
Medo de se tornar vulnerável.

Faceclaim /////////////
Stephanie Cam.


"She's having a sly indoor smoke and she calls the folks who run this her oldest friends. Sipping a drink and laughing at imaginary jokes as all the signals are sent. Her eyes invite you to approach and it seems as though those lumps in your throat that you just swallowed have got you going."

PERSONALIDADE:



Instável e instintivo, o temperamento característico de Allerie se altera com base nas situações nas quais é inserida, tendo, por exemplo, reações impulsivas e calculadas em um conjunto de ações que lhe representam durante determinado acontecimento. Sendo assim, a ruiva jamais terá medo de arriscar em sua forma de agir, indo de encontro aos seus próprios ideias e os seguindo fielmente, não cedendo, em hipótese alguma, às opiniões ou conceitos alheios. Quando acredita em algo será naquilo que irá acreditar até que se prove o contrário e, somente se, for convencida de que a linha de pensamento utilizada está equivocada ou necessita de ajustes para que se torne o mais próximo do correto e do pleno.

O conhecimento perante as atitudes dos seres humanos é de fato o seu maior e melhor dom, como consequência do poder ao qual sua existência fora submetida. A dinamarquesa retirou e absorveu proveitos de sua audição para com mentes alheias, criando hipóteses e fatos sobre como determinado ser agiria em determinada situação. Não costuma se surpreender com atitudes rudes ou cruéis, afinal, apreendera a ser fria mediante à sua criação. Georgina jamais terá piedade de alguém, a menos, é claro, que o indivíduo seja merecedor desta.

Sua serenidade e compaixão ainda residem na parte mais obscura de seu interior, ali onde - quase - ninguém poderá ter um acesso. No entanto, os vestígios de sentimentos bons e humanos são encobertos por máscaras de insensibilidade, inconsequente e de audácia. O medo é eliminado e agregado aos sentimentos ocultos, guardado como uma única fraqueza: Tornar-se vulnerável às pessoas, pois sempre estará um passo à frente destas, uma vez que a leitura de seus pensamentos lhe permite tomar esta posição.

Com relação ao sentido visionário diante da vida e das pessoas, a jovem Dhøriëtz caracteriza a primeira como um jogo, um jogo onde somente os melhores vencerão e, ser uma jogadora mediana ou fraca não caberia à sua personalidade. Ao entrar em algo sua única motivação será a vitória e, a derrota nunca será aceita. De outro lado, as pessoas são peças inseridas no tal jogo e, somente algumas delas estão aptas a chegarem ao topo, apoiando-se e aproveitando-se das que nasceram para perder.

Os esforços jamais serão medidos enquanto o objetivo almejado não for alcançado. Astuta e compenetrada para com aquilo o que quer, Allerie possui uma determinação invejável, submetendo-se ao desígnio a partir de suas ações, as quais seguirão planos arquitetados e calculados por sua mente. Sempre terá uma carta na manga e, caso venha a ser acusada de uma derrota, retomará sua postura, vingando-se e provando que perder não é uma palavra de seu vocabulário, muito menos que se encaixe em sua vida.

HISTÓRIA:



ADOLESCENTE DE 17 ANOS É DETIDA POR ENVOLVIMENTO CRIMINAL.

Em 16 de abril de 2013, em meio ao grandioso e acolhedor evento patrocinado e realizado pela rainha dinamarquesa, visando a comemoração de seu aniversário. Uma quadrilha organizada por Peter Holstein-Gottorp; grande chefe e criador da Sociedade Secreta de Holstein-Gottorp, tal qual exerce correspondência a uma máfia até então procurada por seus ataques de árduas e falhas investigações. Jamais provas de crimes foram encontradas, nem sequer suspeitos ou, testemunhas. No entanto, enfim o aprisionamento dos membros descobertos fora exercido e, para a grande surpresa de todos os dinamarqueses a integrante principal, sendo o braço direito do chefe supremo, possui apenas dezessete anos, agindo como uma maestria de descrença para todos.

Allerie Georgina Høeghör Wolfenbüttel Dhøriëtz, nascida em 19 de maio de 1996, herdeira dos clãs dinamarqueses de Høeghör e Dhøriëtz, e do alemão de Wolfenbüttel, fruto de um romance passageiro entre uma alemã de descendência nazista e de um nato dinamarquês, inclusive aliado da monarquia constitucional. Segundo informações de terceiros, a menina fora abandonada em um orfanato, pois o suposto relacionamento findou-se perante a descoberta da gravidez da mulher de cabelos avermelhados, única referência concreta de suas características. Os pais jamais retornaram para buscar a criança.

De acordo com as informações cedidas pelos funcionários do orfanato onde Allerie fora deixada, a menina jamais fora de fácil controle, desde seus dois anos, por assim dizer. Era dotada de um dom, ou talvez suas deduções fossem extintivas, mas por mais incrível que parecesse tinha conhecimento do que os outros iriam fazer, previa involuntariamente as reações e ações dos outros, sabendo exatamente como driblá-los. Por tais coincidências, sempre fez tudo o que quis, fugindo das ordens e das exigências feitas pelo orfanato e por seus funcionários. "Ela era incontrolável." Relatou a dirigente da instituição, Madelline Göttsburg.

Por volta de seus dez anos de idade, a jovem Høeghör fugiu do orfanato, aproveitando-se das idas à escola para que memorizasse o caminho até a casa da esquina do terceiro quarteirão, cujo tom avermelhado lhe chamava a atenção. Diante das informações passadas, a criança sempre observou o local, porém jamais imaginariam que ela estivesse ali durante todo o tempo, afinal, tratava-se de uma mansão. A mansão Holstein-Gottorp, sede da quadrilha em questão.

A exposição sobre sua estadia na mansão avermelhada não fora ampla, afinal, a menor fora apreendida há poucos dias e seu estado é de caos total. Suas reações são violentas e as ameaças são incontroláveis, fora isso, os funcionários doa prisão para menores infratores diz que a detenta tem o poder de saber exatamente o que eles vão fazer e sobre seus segredos, apoiando as ideias defendidas pelos trabalhadores do orfanato. "Ela só pode ser anormal." O acordo entre as palavras da direção do reformatório se resumiu nestas palavras.

Contudo, algumas informações foram arrancadas da jovem criminosa, a qual relatou o seu envolvimento com o chefe da quadrilha, tal qual a tinha como uma filha e única funcionária de confiança. Ele a treinou para que se tornasse quem é, bem como a ajudou a lidar com as pessoas ao seu redor e a como vencer, sempre. Allerie disse que deve a vida a esse homem. Além disso, comentou com os entrevistadores sobre um rapaz denominado Alex, sem nenhum sobrenome divulgado. Disse que todo o atentado fora em prol da vingança pelo suposto sequestro do rapaz, que é filho legítimo de Peter. Segundo informações anônimas, o desaparecimento do jovem fora obra da rainha por puro ódio.

Em síntese, nota-se que a infiltração da jovem no aniversário da rainha fora a arma utilizada por toda a quadrilha. Seu objetivo era envenenar a vítima com um presente especial: Uma joia de diamantes raros. A substância letal estaria misturada ao ouro que, ao entrar em contato com a pele causaria queimaduras indômitas, espalhando as toxinas mortais pelo corpo da suprema e, assim, a assassinando em menos de um minuto.

ALLERIE GEORGINA DHØRIËTZ ESTÁ DESAPARECIDA.

No dia 13 de janeiro de 2016 indicações e suposições revelam que o desaparecimento da infratora fora algo inesperado. Não se sabe se ouve uma fuga ou a levaram, mas o que sabemos é que Allerie está desaparecida e todas as autoridades dinamarquesas e alemãs estão buscando o paradeiro da jovem. "Sabemos que ela não irá muito longe, afinal, não existe mais uma mansão avermelhada para ela se esconder." Relatou o chefe do departamento policial dinamarquês. A caça à garota dinamarquesa tinha seu início.

A ENTREVISTA:



Meu uniforme havia sido arrancado de meu corpo. Minha pele e corpo eram perfurados por uma agulha que transmitia alguma substância indeterminada para minha veia e, que se espalhava por todo o interior de meu corpo. parte de mim era coberta por vestimentas hospitalares, de pacientes, especificadamente e, assim que tentei me mexer percebi que estava presa a amarrilhos grudados à maca. Então, eu tentei me livrar daquilo com todas minhas forças. Sacudi todo o meu corpo e eu emitia xingamentos em todos os idiomas possíveis. O desespero tomava conta de mim e pela primeira vez me senti vulnerável.

— Puta que pariu! Mas que porra é essa?! —  Gritei para as luzes ofuscantes que chegavam a quase cegar os meus olhos, forçando meus pulsos e tornozelos contra as superfícies que me aprisionavam. — Me tirem daqui! Me tirem daqui agora! — Continuava a gritar descontroladamente até que notei que mais alguém estava ali. Ele estava de branco, seu rosto coberto como os daqueles que me apagaram. Eu queria pular no pescoço daquele médico e exigir respostas, ameaçá-lo, porém seria impossível.

— Me solta! Porra! — Ele apenas me encarava, esperando que eu me acalmasse e parasse com o meu escândalo, olhando-me com certo desprezo, provavelmente. Então, cedi à calma, relaxando meu corpo sobre a maca razoavelmente dura. — O que você quer comigo, hein? — Perguntei e simplesmente não obtive resposta alguma, somente uma pergunta de volta, forçando-me a calar por alguns instantes.

— O que você tem de único? Qual sua melhor qualidade e seu pior defeito? — Pensei e então apenas rebati com respostas rápidas as perguntas dele.

—  O que eu tinha de único tiraram de mim. A única coisa que me restou foi o meu dom e a mim mesma. Determinação e não sentir culpa, respectivamente.

—  Por quais motivos acha que veio para cá? O que vai fazer se eu te contar que nunca mais vai poder voltar para casa?

— Vim pra cá porque me sequestraram, o que não muda muita coisa na minha vida já que eu já estava no inferno. Eu mandaria você se foder, mas vou aceitar as condições nas quais quiser me inserir. Não sou fraca.

— Qual era a coisa mais importante na sua antiga vida e por que era isso?

— O meu trabalho, pois foi a coisa mais importante que já conquistei sozinha.

— Se defina em três palavras.

— Audácia, vitória e inconstância.

— Qual seu maior medo e o que você faz para combate-lo?

— Me tornar vulnerável às pessoas, ficar sem meu dom e ser igualada aos demais. Penso que jamais perderei meu dom, pois ele já nasceu comigo.

No momento seguinte, o desespero voltou ao meu corpo, fazendo-me chacoalhar e lutar contra a seringa que era apontada para mim, contra as forças que prendiam os meus braços e pernas. Eu gritava, gritava tão alto que assim que a agulha que daria passagem ao líquido cinza me penetrou eu me calei. Todo o silêncio envolveu a sala hospitalar. Tudo estava calmo. Eu havia apagado, mergulhado nas confusões de minha própria mente e perdendo os sentidos na escuridão de meu próprio coração. Aquele seria o fim?

Provavelmente não, mas o início de um novo inferno começava. Dessa vez, eu estava deitada no centro de um cubículo acinzentado, cercada por paredes de concreto e grades. Era mais uma prisão. Meus trajes foram substituídos por um uniforme listrado, preto e branco. Sentei-me sobre o solo e fitei a grade de portão aberto, perguntando-me onde eu estaria, que mersa era aquela é que prisão tão estranha era aquela. As repostas estariam além da passagem, eu teria de buscá-las e enfrentar a minha nova realidade. Se eu consegui uma vez, posso conseguir de novo.

Obs: Gostaria de que minha personagem dividisse cela com o player Alex Killmstër Chandler por conta da trama conjunta. Obrigada desde já, mesmo que não seja possível. ❤️

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Allerie Høeghör Dhøriëtz
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