[FP] TUCKER, Gregory L.

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[FP] TUCKER, Gregory L.

Mensagem por Gregory L. Tucker em Seg Jan 25, 2016 7:58 pm




26GREGORYTUCKER

Nome completo /////////////Gregory Louis Tucker

Nascimento /////////////04 de Novembro, 1989.

Nacionalidade /////////////Americano.

Sexualidade /////////////Heterossexual

Super-Poder /////////////Sedução.

Medo /////////////
Espelhos

Faceclaim /////////////
Devin Paisley


"I don't like you, so fuck it anyway."

PERSONALIDADE



A beleza é algo relativo. Pode ser vista de diversas formas e ser interpretada tantas vezes quanto. Gregory, em primeira instancia, pode ser visto assim; Um homem misterioso. Ninguém sabe muito quem é, de onde veio, e o que está pretendendo. Sua forma nada prática, e completamente metódica, o  torna ainda mais observador do que se mostra.

Por fora, uma beleza extravagante. Pode-se dizer com todas as palavras de que é um homem bonito, porém, quem vê seu lado externo, não imagina que dentro, há algo podre, necrosado e putrificado. Usando de sua beleza e poder de persuasão, mente descaradamente para manipular qualquer um que seja de seu interesse, e por muitas vezes, obtém sucesso.

Gregory é um cara que sente tudo ao extremo. Se não gosta de alguém, é aquilo e ponto final. Quando alguém dá a sorte de ser um paparicado pelo homem, este recebe o melhor tratamento que alguem poderia ter. Porém, é raro. Gregory apaixonou-se apenas uma vez e no colegial. Infelizmente, seu poder acabou matando a garota. Desde então, sua personalidade se petrificou em sentimentos ruins. Sabe como jogar e escolher quem são os jogadores de seu time. Exige lealdade de quem participa, prometendo a mesma de volta.

Frio, arrogante, mesquinho e prepotente. São algumas das caracteristicas dadas ao nosso loiro de olhos azuis. Não faz restrição de genero na hora de usar seu poder em benefício proprio, mas na cama... Ah, é outro assunto. Suas mulheres tem que ser tão belas quanto ele. Se tiverem um bom papo, ótimo, caso contrário, é só manter-se de boca fechada e bem distante.

HISTÓRIA



Minha história não tem momentos felizes, muito menos risadas pra contar. Talvez seja esse o fato do que eu me tornei agora. Nasci na cidade da Califórnia, em 1989, mas nunca consegui me considerar um verdadeiro Americano. Meus pais me mandaram para um reformatório no Canadá quando eu tinha exatos seis anos de idade. E por algumas poucas vezes deparei me perguntando se algo fosse diferente, eu também seria diferente. E lhes respondo: Não.


Me recordo de poucos momentos da minha infância. Eu era confuso, e minha mente perturbada. Minha mãe sempre me dizia que eu era uma criança com grandes respnsabilidades nas mãos, mas sinceramente nunca havia conseguido entender o que realmente significava suas falas. Mas quando completei meus quatro anos de idade, me vi completamente dentro da mente do meu pai. Era um motivo banal, um 'não' que recebi e não aceitei bem isso. Ele tinha me pegado do colégio e levado para uma lanchonete da cidade, como sempre fazia nas sextas feiras. Pedimos os mesmos lanches de sempre, mas ao final, eu queria um milk-shake e ele não quis me dar. (Nunca soube lidar bem quando não fazem o que eu quero) E então ele já nervoso com minha insistência, me pegou pelo braço com força e me puxou na tentativa de saírmos da lanchonete. Foi então que fixei nossos olhares de tal forma, penetrante e impositora que senti lentamente sua mão afrouxar do meu braço, e seu olhar se perdem em mim. Movi meus lábios de forma quase imperceptível, e lhe disse: "Eu quero. A-g-o-r-a." Ele balançou a cabeça concordando imediatamente, quase num transe, se dirigiu ao balcão e fez exatamente o que eu havia dito, então eu sorri. "Ele havia cedido. Por que não tentar novamente?"


Consegui sentir seu medo. Alías, desde então eu conseguia sentir o que as pessoas sentiam. Meus pais eram os que mais sentiam e me temiam. E foi por esse motivo que eu fui mandado para uma Colégio Interno quando completei seis anos. Não os culpo por isso, eu realmente tinha um problema do qual não sabia como explicar. Mas me beneficiar dele foi a melhor coisa que eu fiz.

Quando tinha três anos, minha mãe engravidou. Sempre falo que essa gravidez foi a tentativa mais estúpida de procriar um filho normal. E foi assim que nasceu Juliet, minha irmã perfeita. Não tive muito tempo de saber como ela era realmente, mas nossa relação era mesmo uma irmandade. Eu era muito pequeno, e meus pais não me deixavam aproximar dela, por causa da minha ''anormalidade''. Porém, um pouco antes de eu ir embora, quando meu irmão mais novo já tinha até nascido, eu e Juliet começamos a ter uma certa ligação. Por algum motivo, no qual eu não sei explicar e nem imaginar a razão, nós sentíamos tudo um do outro. Tinhamos uma ligação mental ou coisa do tipo. Era legal, confesso. Quando fui embora pro internato, me senti um pouco sozinho nas primeiras noites, mas Juliet me fez compania em muitas delas.


Mas havia momentos quase frequentes que eu conseguia apenas sentir medo, pavor e dor. Minhas noites eram terríveis no internato. Acordava diversas vezes de madrugada suando frio, desesperado. Eu sabia que era a Juliet. Eu tentava de alguma forma reconfortá-la, mas eu mesmo não conseguia forças pra isso. E esses momentos só foram cessados quando eu tinha uns vinte e dois anos. Eu apenas conseguia enxegar embaçado, reconheci minha casa, reconheci Juliet. Eu estava lá. Eu era ela. Eu sentia tudo, quase não consegui diferenciar o que era real e o que era uma 'visitação' que sempre fazíamos. Não consegui identificar aquela voz que acoava pela casa enquanto Juliet corria escada a cima, desesperada, mas eu sabia quem era. Eu sabia porque ela também sabia. Fechei meus ouvidos, apertando meus olhos com força e me encolhi na cama em posição fetal, implorando pra que aquilo parasse. E parou. Não ouvi mais vozes, não vi minha casa, não sentia mais medo, nem desespero, nem nada. Nem Juliet.

Depois de um tempo, Juliet fez contato novamente. Não nego que fiquei eufórico por estar falando com minha irmã novamente, mas ao mesmo tempo fquei completamente absorto em descobrir que Juliet não era a pessoa normal que eu achava que era. Ela pediu ajuda, mas por alguma razão eu não pude ajuda-la. Depois, ela me contou o que aconteceu e eu soube que tinha algo de muito errado com nossa família. Seria os genes? O sangue podre daqueles que se dizem nossos pais? Eu não sabia, mas comocei a pesquisar e descobri que o mundo não é como eu pensava. Não eramos as unicas aberrações do universo.

Algum tempo depois, o segundo desaparecimento de Juliet praticamente me fechou também pra qualquer coisa que pudesse me afetar. Ocorreram muitas coisas mais na minha vida, estive presente em diversas mortes, e confesso que algumas vezes, eu provoquei isso. Eu vivia por todos os lugares, e não me importava muito com o que pudesses pensar de mim, porque afinal de contas, eu também não me importava. Mas de repente, eu estava caminhando em uma viela qualquer, e uma voz quase me deixou surdo. Olhei para o lado, mas estava sozinho. Eu conhecia aquela voz, mas não podia ser possível. Eu nunca mais tive coragem de tentar 'visitar' mentalmente Juliet, eu nunca havia tentando também com pessoas... Mortas. "GREG!" A voz novamente me gritou, como se estivesse atrás de mim. "Não pode ser, não pode ser. Que merda é essa? Juliet?" Perguntei em voz alta, já não me importando se era imaginação delírio ou realmente verdade. "Eu tô viva! Presa em algum lugar. Greg, me ajuda" - Caralho, eu não devia ter bebido tanto. - Passei as mãos pelo cabeço atordoado ainda, mas parecia tão real. Decidi fechar meus olhos por um instante, e tentar realmente me conectar a Juliet. Nunca foi tão difícil fazer isso. Meus denter rangeram e minha vista ficou completamente embaçada, eu sentia uma dor no braço esquerdo, e Juliet parecia cada vez mais longe, mais distante, não conseguia alcançar, e a qualquer momento eu podia perder seu contato. Me vi nela. Olhei ao redor, estava tudo branco com uma claridade exagerada. Deslizei meu olhar para o olho lado e vi um jaleco, e uma palavra bordada no bolso com uma caneca encaixada. "HNTD". Senti meu corpo pesar e rapidamente tonteei para o lado me apoiando no muro do beco novamente, ofegante. Era real. Ela estava diferente, diferente do normal. Do que era normal ao nossos pais, como se ela... - Merda -. Ela não era normal. E eu precisava fazer algo para ajudá-la. E foi assim que passei alguns meses buscando formas de encontrá-la. Fiz de tudo para chamar a atenção. Eu precisava ir até ela, e a única forma mais rápida e eficaz, foi ser capturado também.


A ENTREVISTA



Apertei meus olhos com força na tentativa de abrí-los, mas a luz de enorme intensidade não me deixou. Com um movimento automático de espasmo, tentei encolher meu braço para tapar meus olhos da claridade, mas senti algo apertar meus pulsos. Era gelado e fino. "Argh, merda." Murmurei pra mim mesmo tombando minha cabeça para o lado, tentando enxergar o que me prendia. Parecia muito com um hospital, eu conseguia identificar uma bolsa de soro pendurada ligada em mim, e finalmente as algemas. "Gregory, me ajuda". Ouvi uma voz ao longe me tirando dos pensamentos e me fazendo perceber que já não estava mais com minhas roupas que estava usando quando fui capturado. "Juliet? Calma, eu vou te achar". Fechei meus olhos dizendo essas palavras diversas vezes na mente. Eu precisava sair dali mas como? Nada ao meu redor me ajudaria. Até que enfim ouço passos por um grande corredor que ecoava, e então a porta se abriu.

Minhas mãos se fecharam em punho, e ver aquele homem de branco sendo supostamente o médico completamente encapuzado conseguiu me deixar mais nervoso. Eu estava fraco, não conseguia sentir nada. Queria poder fazer algo, mas aquela sensação de vazio era ainda maior, como se estivesse a espreita, bem atrás dos meus ombros. - Ei! Aonde eu estou? - Rangi entredentes encarando o homem misterioso, que parecia conseguir fingir que eu não existia ali. - Cadê minha irmã, seu merda? Me solta! - Entonei minha voz com mais força, sentindo as algemas apertarem ainda mais meu pulso, pela minha tentativa de me livrar delas. Eu não conseguia impor absolutamente nada ali, como se eu fosse alguém normal. Tem algo errado, e eu preciso descobrir. Mas ele apenas me ignorou novamente, e começou a me encher de perguntas.


O que você tem de único? Qual sua melhor qualidade e seu pior defeito?

Assim que ouvi sua pergunta, quis me manter indiferente. Eu não queria responder, mas não tinha pra onde ir, a não sei encontrar Juliet. - Pra que você quer saber disso? - Tentei mais uma vez perguntar ao homem, mas ele novamente repetiu sua pergunta, num tom calmo, como se aquilo fosse corriqueiro e mais comum do que tudo. Respirei fundo tentando acalmar minha mente, já exausta. - Não tenho nada de único. Sou um cara que foi abandonado pelos pais por me acharem aberração. E bom, posso garantir que sei fazer jus a isso.

Por quais motivos acha que veio para cá? O que vai fazer se eu te contar que nunca mais vai poder voltar para casa?

Pensei que as perguntas já tinham acabado, mas ele continuou. Não queria mais aquilo, já estava cansado de tanto mistério, eu só precisava sair dali, então me ajeitei o máximo confortável na maca e respondi calmamente. - Se a lei do silêncio é sua estratégia, faço dela, a minha. - Então assim, decidi me calar nas outras perguntas que ele insistia em fazer. Essa questão me fez bufar de raiva, eu estava ali pela minha irmã, mas não podia simplesmente ceder.

Qual era a coisa mais importante na sua antiga vida e por que era isso?

Eu não tinha algo importante na minha vida. Eu vivi sozinho desde os meus seis anos, e sempre soube lidar muito bem com a solidão. Isso me despertou pro que eu realmente era, e não fazia questão de mudar também. - Eu me mantenho calado, pra não lhe xingar.

Se defina em três palavras.

Meus olhos estavam implicantes para encontrar os do tal médico, mas era praticamente impossível. Assim que fez sua pergunta, um riso surgiu no canto da minha boca enquanto o encarava insanamente. "Quero - te - matar."

Qual seu maior medo e o que você faz para combate-lo?

Aquilo parecia nunca acabar. Bufei revirando os olhos pra mais uma pergunta importunante. - Porque você não se manda daqui? - Retruquei com outra pergunta, ainda mais irritado, mas meu rosto não demonstrava isso. Eu sabia muito bem mentir, e meus olhos sorriam em imaginar aquele cara deitado no chão.

Percebi então que o homem havia terminado seu questionário, ou se cansado da minha forma mais que tediosa, como sempre. Pensei que ele iria apenas deixar o lugar, mas depois de fazer sua anotações, ele começou a se preparar e ir a minha direção com uma seringa. Meu corpo se contraiu de forma firme, eu não queria mais ser drogado e apagar, já estava realmente me irritando com aquilo, e eu estava ali por um único motivo: Juliet.

O médico se aproximou, e introduziu a agulha de forma grossa e descuidada. Fechei meus olhos antes mesmo do liquido cinza começar a ser despejado na miha corrente sanguínea. Meus olhos antes, que até então estavam fechados com força, ficaram pouco a pouco mais leves, e não mais pude lutar contra o sono absurdo.

Não sei quanto tempo se passou, por quanto dormi, mas acordei tonto, com a cabeça rodando, mas pude perceber que não estava mais naquele lugar, e sim numa cela. Vi grades, e abertas. "É minha deixa." - Murmurei pra mim mesmo, saindo do local e finalmente indo atrás de Juliet.


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Gregory L. Tucker
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