[FP] FERNANDEZ, Jason

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[FP] FERNANDEZ, Jason

Mensagem por Jason Fernandez em Qua Jan 27, 2016 9:45 pm




21JasonFernandez

Nome completo /////////////Jason Fernandez

Nascimento /////////////06 setembro 1994

Nacionalidade /////////////Inglaterra

Sexualidade /////////////Heterossexual

Super-Poder /////////////Teletransporte

Medo /////////////
Claustrofobia e aracnofobia.

Faceclaim /////////////
Jackson Rathbone


"..."

PERSONALIDADE



Jason não gosta de chamar atenção por onde passa, por isso sempre tenta ser despercebido pelos outros ao seu redor. Sempre trata as pessoas do mesmo modo como elas o tratam, se o tratarem bem ele fará o mesmo, caso contrário não. Nunca gostou de confusões e por isso constantemente tenta evitá-las mantendo a calma sempre que possível, pensa duas vezes antes de agir e nunca gostou da companhia de estranhos e/ou desconhecidos.

HISTÓRIA



- Vamos lá, abra isso de uma vez antes que alguém apareça! - Dizia Derek enquanto olhava toda hora para os lados, ele sempre ficava nervoso nessas horas.
- Fica calmo, não tem ninguém. - Respondia para ele em um tom calmo enquanto tentava arrombar a porta com um grampo.
Derek era meu melhor amigo e também meu companheiro de roubos, sempre nos juntávamos para assaltar alguma casa durante a noite, ele sempre ficava nervoso enquanto assaltávamos e eu tinha que mantê-lo calmo para não acabar fazendo nenhuma besteira, mas ele sempre se acalmava quando via as recompensas que ganhávamos após cada assalto.
*Clic*
- Consegui. - Dizia ouvindo o som da porta se destrancando enquanto Derek passava pela minha frente e já ia abrindo a porta para ver o que havia naquela casa. - Não vai entrando assim, idiota. - Cochichava para ele, mas dava de ombros após lembrar que nçao havia ninguém na casa naquele momento. - Seguinte... Vamos pegar as coisas logo e vamos embora, já sabemos onde o que queremos esta, então vamos logo. - Falava para Derek que parecia já estar revirando a casa inteira procurando por dinheiro ou jóias. Deixo ele ali por um instante e vou direto para o andar de cima, entro em um dos quartos da casa e vou direto para as gavetas do armário, continuava procurando por ali até que finalmente o acho, um colar simples com uma jóia vermelha presa nele, o coloco em meu bolso e começo a descer as escadas, lá embeixo Derek já estava com duas sacolas nas mãos e um enorme sorriso estampado em seu rosto. - Parece que achou o que queria. - Ele apenas fez um gesto de positivo com a cabeça e então saímos dali.
- Conseguiu o que queria? - Me perguntou Derek enquanto vasculhava as sacolas que havia pegado para ver o que tinha dentro.
- Sim. - Respondi tirando o colar de meu bolso e o mostrando para ele. - Ela vai gostar... - Dou um pequeno sorriso de canto e guardo o colar em meu bolso de novo.
Chego em casa e já noto que tudo estava como sempre esteve, a casa estava toda imunda e meus pais estavam bebendo e brigando na varanda, ignorei ambos e fui direto para o quarto de Chloe ver como ela estava, quando cheguei lá não me espantei ao ver ela escondida embaixo de seus cobertores com seu travesseiro sobre a cabeça.
- Trouxe uma coisa para você. - Dizia sorrindo enquanto abria a porta de seu quarto e a fechava atrás de mim para não escutar os gritos de nossos pais.
- Mano! - Sorriu ela saiu de baixo de suas cobertas correndo até mim e me abraçando forte.
Chloe é minha irmã caçula, tinha apenas 6 anos e era a única pessoa com a qual realmente me importava, sempre fui o tipo de irmão protetor, fazendo de tudo para poder ver o sorriso dela todos os dias já que nossos pais não faziam absolutamente nada em casa, apenas assustavam Chloe com suas brigas enquanto bebiam e fumavam pela casa inteira. O único motivo pelo qual eu assaltava as casas do bairro era por que queria de algum jeito queria poder fugir de casa apenas com Chloe e mudar nossas vidas para algo melhor. Chloe sempre foi uma criança adorável com todos, ela não merecia viver em um lugar como aquele.
- O que acha disso? - Coloco o colar em torno de seu pescoço sorrindo.
- É lindo, mano. - Respondeu ela com seus olhos brilhando enquanto olhava para o colar sorrindo.
- Sabia que ia gostar. - Me inclino um pouco para beijar sua testa. - Mas agora vá dormir por que já esta tarde. - A levei até a cama e a cobri com algumas cobertas, fiquei sentado ao seu lado esperando que ela dormisse e então, sai dali e voltei para a casa de Derek que ficava ao lado da minha. - Tudo pronto, onde fica a próxima casa?
- Há alguns quarteirões daqui, não é muito longe.
Ambos preparamos as coisas para ir até o próximo assalto e seguimos em frente, ao chegarmos lá tudo estava como esperado, as luzes estavam apagadas e os donos da casa haviam saído, novamente pego um grampo em meu bolso e me aproximo da porta, Derek olhava para ambos os lados nervoso como sempre, porém desta vez ele não falava nada, apenas esperava impaciente até que eu abrisse a porta. *Click.* E a abri, sem dizer nada ele logo foi entrando para ver o que havia lá dentro, calmamente fechei a porta atrás de mim. Ficamos alguns segudos lá dentro vasculhando a casa quando várias luzes vindas de fora se ascenderam e iluminaram a casa inteira, logo um voz foi ouvida vinda de um mega-fone.
- Aqui é a polícia e vocês estão presos, saiam com as mãos pra cima, agora.
- Merda! Era uma armadilha, nós assaltamos muitas casas nos últimos dias, as pessoas do bairro ficaram precavidas.
- Ah não cara, já era. Vamos apenas sair e fazer o que eles mandam, já estamos ferrados de qualquer jeito. - Dizia Derek em um tom de derrotado.
- Nem pensar, se eu for pra cadeia ninguém vai cuidar da minha irmã por mim, de um jeito ou de outro eu vou sair daqui. - Começa a procurar pelas saídas, mas a casa estava copletamente cercada, eles haviam pensado em tudo mesmo.
- Se não saírem agora nós entraremos. - Dizia o policial do lado de fora e não levou muito tempo para que isso acontecesse mesmo, em poucos segundos a casa toda já estava tomada por policiais, um deles imobilizou Derek no chão enquanto colocava algemas nele e naquele momento a única coisa que me veio a mente foi o sorriso de minha irmã, nunca mais o veria a partir daquele dia. Fechei meus olhos com força e quando os abri já não estava mais naquela casa, estava agora em um beco que ficava ao lado de minha casa, desejei tanto sair daquele local que de algum jeito acabei sumindo mesmo e me teleportei para fora dali. Estava andando de volta para onde Derek estava, mas escuto um som estranho atrás de mim e quando me viro para ver o que era, vejo apenas uma figura encapuzada atrás de mim, sinto algo acertar meu pescoço e levo uma das mãos para ver o que era, havia um dardo ali, logo comecei a me sentir tonto e cai desmaiado sobre o chão.

A ENTREVISTA



Acordo ainda um pouco tonto em uma maca e estava usando roupas de paciente, parecia estar em algum tipo de hospital,  minhas mãos estavam presas e não conseguia me levantar por conta disso, apenas podia mover minha cabeça. Estava tomando um tipo de soro como se eu estivesse doente, era estranho estar naquele local, queria logo sair dali, mas também não fazia nem ideia do motivo de eu estar ali. Várias perguntas passavam pela minha cabeça, mas o que mais me incomodava agora era como Chloe iria ficar. Após ficar alguns minutos ali sozinho, finalmente alguém parece entrar na sala, parecia ser um médico, porém tinha um capux escondendo seu rosto, quando vi o médico com aquele capuz logo me lembrei do que havia acontecido comigo.
- Ei, que lugar é esse? Pensando bem... Não importa. Apenas tire essas algemas de mim, preciso ir pra casa.
O homem não responde, muito pelo contrário, ele apenas faz perguntas para mim, ignorando tudo o que havia falado.

- O que você tem de único? Qual sua melhor qualidade e seu pior defeito?
- O que? Isso não é da sua conta. Você não vai me soltar não?

Por quais motivos acha que veio para cá? O que vai fazer se eu te contar que nunca mais vai poder voltar para casa?
- Certo, vamos jogar seu joguinho então. Não faço ideia de por que estou aqui, e... O que eu faria? Com certeza fugiria daqui.

Qual era a coisa mais importante na sua antiga vida e por que era isso?
- Minha irmã mais nova, por que sim.

Se defina em três palavras.
- Isso ta começando a ficar chato médico, por que não me tira logo daqui? - Ao ver que ele não iria me responder, solto um longo suspiro. - Três palavras... Calmo, preguiçoso e esperto. - Dizia as palavras seguidas de um grande bocejo. - Posso sair agora?

Qual seu maior medo e o que você faz para combate-lo?
- Medo de altura, dinossauros e garotas com os pés grandes, agora eu posso ir né? - Mentia falando as primeiras palavras que vinham a minha cabeça.

O médico então larga sua ficha e ajeita uma luva nas mãos, então ele pega uma seringa com o que parecia ser um líquido cinza e se aproxima de mim. - Perae médico, eu esqueci de dizer que tenho medo de seringas também. - Ele ignora minha reação e logo perfura minha pele com a agulha. "Merda." Pensei enquanto via o líquido cinza entrar em meu corpo, desmaiei logo após aquilo e não vi mais nada. Acordei alguns instantes depois, estava vestindo roupas diferentes, listradas em preto e branco e estava no que parecia ser uma prisão, com certeza não seria fácil sair de lá.

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